Condutores
3 Planície de Salisbury
Notas iniciais
Era estranho está ali, naquela estação de trem indo direto para Salisbury, Reino Unido, ainda faltava uma semana para Ryan terminar a sétima serie, mas sua mãe deixara bem claro de que isso era mais importante. Ryan entrou no trem logo atrás de sua mãe, olhou para o relógio de pulso, 08h50min o trem sairia da estação e já eram 08h40min, a viajem duravam em cerca de duas horas.
Ryan encostou a cabeça na janela e fechando os olhos e viu novamente imagens, só que essas pareciam mais alegres...
Havia muitas pessoas naquele lugar e elas conversavam entre si, aquele provavelmente seria o refeitório, havia em cerca de seis mesas uma ao lado da outra, elas ocupavam espaço, as cadeiras eram acolchoadas e grandes, quase todas estavam ocupadas exceto algumas que ficavam bem na ponta. Já de outra forma, havia uma mesa do mesmo tamanho, mas de frente para todas as outras mesas, nela se sentavam 14 pessoas, 12 pareciam adolescentes, os outros 2 pareciam mais velhos que Ryan reconheceu do seu outro sonho sendo Horus e Amon. Então Ryan reparou-nos outros, a garota que conversava com eles agora estava discutindo civilizadamente com um garoto um pouco mais alto, mas que parecia um pouco com ela.
–Um bom dia a todos vocês. – Disse Amon. Todos disseram ‘Bom dia’ a ele e o mesmo prosseguiu. – Como já era esperado, o professor Harley viajou para uma convenção de espadas e coisas do gênero, então a conselheira da Tribo Dragão Clarissa Delacuer ira comandar as aulas de esgrima por três dias, e seu irmão o senhor Leandro Delacuer será o novo líder da Tribo Falcão, já que o ex-líder renunciou para voltar a Londres e começar na faculdade.
Clarissa, se Ryan não se enganava esse era o nome dela, cutucou o braço de Amon e disse algo em seu ouvido, ele apenas assentiu e voltou a falar.
– Só para lembrar hoje haverá inspeção de dormitórios desta vez a responsabilidade esta com a senhorita Kristen Soares conselheira da Tribo Leão e Nicolas Beltrão líder da Tribo Dragão, é os jogos de inverno começaram amanha após o amanhecer, só isso? – perguntou a Clarissa que assentiu. – então se sirvam.
Ryan abriu os olhos lentamente os coçando com a manga da blusa de frio fina, e deu um longo bocejo. “Duas horas com um sonho de 5 minutos”. Pensou então se levantou e saiu logo atrás de sua mãe, ela comprou as passagens de ônibus para algum lugar, e logo depois puxou Ryan para um ônibus onde estava escrito “Planície de Salisbury”.
–Esse refúgio mamãe... E na planície de Salisbury? – ela olhou para todos os lados daquele ônibus e assentiu. – O que ouve esta calada demais?
–Olhe Ryan, não foi fácil para mim dizer para você da existência do refúgio, eu passei anos e anos assimilando que eu teria que dizer há você e O QUE eu diria a você... Então meu filho não torne as coisas mais difíceis, e a lendo mais aqui pode não ser o lugar certo para falar disso... — ela deu uma pausa e respirou fundo. Pegou algo dentro de sua bolsa e entregou ao filho. – Aqui para você. – colocou na palma da mão dele uma adaga com a capa de couro e uma fita vermelha. – era de seu pai... Ele me deu dizendo que era para mim te entregar quando eu achasse que estivesse pronto. – ela deu um sorriso fraco e encarou os olhos azuis escuros de Ryan, deu um beijo em sua testa. No ônibus havia pouquíssimas pessoas, apenas umas 10 em um ônibus para 40 pessoas, contando com eles dois.
Logo depois de exatamente 25 minutos, a excussão começou, Ellen foi até um dos motoristas disse algo e acenou para que Ryan a seguiu-se e assim o fez. Ryan sentou no carrinho de golf com sua mãe e o homem, então ele acelerou em direção as pedras erguidas... Ryan pensou em gritar, mas olhou para a mãe que parecia esta tranqüila, então relaxou o corpo, mas não deu muito certo quando ele pensou que bateriam nas rochas eles literalmente as atravessaram, Ryan jogou a cabeça para trás depois se virou, algo como se fosse uma espécie de bloqueio. Então desmaio era demais para sua cabeça.
***
Quando acordou, não tinha noção de onde estava o lugar era desconhecido, se sentou na cama e esfregou os olhos, então percebeu que havia uma pessoa do seu lado, olhou para a pessoa com a visão ainda embaçada e percebeu ser uma garota, ela era pequena e era ruiva.
–Oi? – a voz dela era aguda, quando sua visão melhorou reparou na pequena garota, ela deveria ter uns 8 anos, tinha cabelos não muito liso mais que formavam ondas grandes e bem redondas, era falso isso ele percebeu... Qual era o nome mesmo? A sim baby Liz, algo assim. Ela tinha olhos azuis tão claros que pareciam brancos, sua pele era morena clara, sua boca era pequena e seu nariz também, as sobrancelhas eram ruivas assim como os cabelos.
–Oi. – respondeu ele. – Quem e você?
–Eu sou Marianne. E você?
–Ryan... Ryan Warloock.
–Então Rian...
–Ryan!
–Ou sim, desculpe-me. – Marianne tinha um sotaque diferente do inglês era sueco com certeza. – O Amon que falar com você, quer dizer o diretor que falar com você. – Levantei-me com cuidado, e segui a garota de 1,35 mais ou menos, ela era realmente baixa.
–Quantos anos você tem?
–8 anos. – e ele acertou. – sabe, você deu sorte de sua mãe ter convencido Amon a deixar você deitado em um dos quarto da Casa Da Coorte, se não seria uma longa viagem da enfermaria até aqui. – Marianne parou em frente a uma porta e a abriu. – Ele acordou. – ela se virou para Ryan e fez um sinal encorajando-o a entrar, Ryan fez uma careta e ficou de frente a porta, então Marianne o empurrou para dentro e fechou a porta.
–Finalmente. — Disse um homem com uma taça de ouro em uma das mãos.
–O por Odin cala boca. – disse uma garota, olhou diretamente para ela, sim ela estava em seus 2 sonhos igual os dois homens. –Olá Ryan sou Clarissa Delacuer, esses são...
–Amon e Horus.
–Exatamente. – o homem com a taça deu um aceno, Horus, e o outro apenas ficou calado, Amon. – Ele provavelmente deve ter tido os sonhos já. – Clarissa se virou novamente para Ryan. – Qual é seu conduto?
–Conduto? O que e isto? – Clarissa arregalou os olhos e deu meia volta novamente.
–Explique a ele senhorita Delacuer, entrou nessa porque quis. — Clarissa se voltou para Ryan, e respirou fundo.
–Conduto e como se fosse seu poder, como por exemplo, eu controlo Raios e Trovões e Fogo. – Ryan torceu o nariz e Clarissa revirou os olhos impaciente. – Você não sabe seu conduto né? – perguntou calma.
–Hã... Não. — Ryan deu um pequeno paço para trás depois que ouviu um barulho.
–Por que isso sempre acontece? – ela pressionou os dedos nas pálpebras, e levantou a cabeça encarando os olhos azuis escuros de Ryan.
–Senhorita Delacuer! – Amon a chamou e ela se virou ele apontou para o relógio e ela suspirou.
–Anda vamos hoje tem jogos, te explico tudo no caminho. Em qual tribo ele fica?
– Faremos a seleção agora no Refeitório como sempre fazemos.
–Sim. – ela sacudiu a cabeça e se virou, pegando no pulso de Ryan e o puxando para fora da casa... A Casa Da Coorte ou CDC, como os refugiados a chamavam, era praticamente um enorme labirinto, a casa tinha 5 andares e varias portas e janelas, parecia mais um mini prédio, quando Clarissa saiu pela porta da frente puxando Ryan, seus olhos arderam à claridade não era muita, mas eles ficaram muito tempo em um lugar escuro. – Ta vendo aquilo ali... — ela apontou. – E a quadra de esportes Do lado e o Jardim, onde eu aconselho a não destruir, seria mais seguro você ficar longe dele porque se algo acontecer a alguma flor, Kristen mata você, e se você for da tribo dela ela fará bem pior.
–Kristen?
–Sim, Kristen Soares, e uma das nossas conselheiras, ela e da tribo Gavião.
–Hã? Tribos?
–Você e meio lerdo não? – Clarissa perguntou a Ryan, — Tribos é como se fosse à divisão de cada time, eu sou da Tribo Dragão sou uma das três garotas de lá. Hoje mais tarde faremos a sua seleção provavelmente na hora do lanche, antes dos jogos, ou depois o que importa mesmo e você ter que mostrar qual seu conduto, eu aconselho a você descobrir logo qual e o seu. Ou ficara com os lampiões até descobrir. Agora irei te mostrar o armazém e os nossos bichos de estimação, quer dizer os bichos da minha tribo. – Clarissa passou as mãos pelo cabelo bagunçado, atravessou a ponte sendo seguida por Ryan,o armazém não era muito longe quando chegaram ao seu destino, Clarissa abriu a porta e Ryan se deparou com um monte de garotos e garotas trabalhando.
–O que eles estão fazendo exatamente?
– São condutores de terra, provavelmente devem estar planejando como será o campo dessa vez.
–Clarisse...
–é Clarissa. – Clarissa o corrigiu
–Desculpe, é como eu vou saber qual... – ele fez um movimento com as mãos – elemento?
–Sim elemento...
–Eu conduzo.
–“Eu conduto” você quis dizer... Bem, normalmente eles agem ao seu favor quando você estiver REALMENTE pronto, por exemplo, eu, quando eu tinha 10 anos quando cheguei aqui eu briguei com Leandro, e o céu fez um estrondo e uma árvore pegou fogo e eu consegui o apagar rapidamente em nem mesmo pegar em água alguma.
–E que estrondo, eu me lembro muito bem dele. – Ryan se virou e viu uma garota de cabelos castanhos escuros e olhos azuis. – Fez mo bagunça essa daí. — ela segurava uma chave de fenda, e apontou para Clarissa. – Eu e meus irmãos tivemos que arrumar tudo sozinhos, porque, queimou o auditório também. – Clarissa fechou a cara para ela. – Agora lembrei você esta com raiva de mim, por ter dado hambúrguer ao Trovão.
–Foi para a, Raio que você deu hambúrguer não ao Trovão. – Clarissa gesticulou com as mãos.
– Não é a mesma coisa?
–Não Kauana, não é a mesma coisa. Raio e a fêmea, o Trovão e o macho.
–Você e realmente péssima com nomes. – Riu Kauana.
–Eu tinha 10 anos. Ryan, esta e a Kauana uma de minhas colegas, ela e da Tribo Falcão e...
–Olá Ryan... E Clarissa não existe esse “E” ai não nós somos os melhores.
– Os terceiros melhores... Voltando Ryan aqui e onde as maiorias dos condutores de terra ficam... Eles gostam muito de construir coisas. Tenho certo pressentimento que você está aqui mais para ficar com Matte, não?
–Garota esperta, mas o que eu fazia aqui anão ser para ver meninos magros trabalhando duro em coisas que eu nunca em toda a minha pensaria em fazer, é se você se esqueceu eu sou uma das arquitetas dessa joça. – Kauana mexeu no cabelo olhando para o namorado que acenava para Clarissa. – Ele e um fofo, mesmo todas as garotas o ignorando e ele dando encima de todas elas, depois que começamos a namorar as coisas ficaram bem melhor. Melhor eu ir, Ryan adorei o cabelo, Clarissa, me desculpe pela Pararaio.
–E só Raio. – corrigiu Clarissa
–Aconselho a mudar. – ela gritou de longe
–Então Ryan crê que deve ter uma breve noção do que sejam meus bichinhos.
–Dragões. Nunca vi dragões na minha vida.
–Vai gostar de vê-los. – Clarissa atravessou a porta e guiou Ryan até a Toca dos Dragões, onde grandes maiorias dos refugiados diziam “Campo de Morte Certa”.
– Então... Você está aqui há 4 anos?
–Exatamente.
–Então esse e o motivo de... Amon ter falado que você querer isso?
–Sim e não... No começo do ano fazemos uma votação para quem trabalhara com a coorte, e ninguém queria apenas eu, então – ela apontou para si mesma. – estou aqui!
–Entendi.
–Olha, aquelas são onde treinamos nossas habilidade de condução no total são seis, as três primeiras, Fogo, Raios/Trovões e Animais. – ela apontou para três construções uma vermelha uma escura e outra colorida – As de trás são Água, Espíritos e Magia. – Clarissa apontou para uma branca meio azulada uma cinza e outra roxa. As construções estavam sempre intercaladas, o que resultava de sempre ver uma parte dela – as três ultimas são, Terra Ar e aulas de historia para quem quiser. – dessa vez ela apontou para uma verde com marrom, outra branca e a última preta. — Aquele eo coruja, onde ficam as corujas dos praticantes de magia, elas são... Cobaias, igual ratinhos num laboratório de ciências.
–E elas...
–Morrem? Bem não... Não com freqüência. – a garota deu de ombros. – Aquele e o templo onde vamos uma vez na semana com nossas tribos agradecer aos deuses desguiados por nossas vitorias e coisas do tipo.
–Qual e o seu deus?
–Thor, Ran, e meu favorito Loki, por mais que ele esteja aprisionado.
Ran Ryan, Ryan Ran...
–hm, os deuses são os da tribo.
–Sim. – Eles caminharam em direção a uma construção escura, mas manchas brancas se destacavam nas colunas, dava para ouvir os rugidos e fagulhas de fogo saindo, pelos milhares de janelas, aquela construção ocupava uns 90% só daquela ária, Ryan se curvou para o lado e viu uma floresta, então voltou ao normal e encarou Clarissa que parecia mais animada agora, — Mas os deuses muitas vezes dão o reconhecimento a alguns de nossos refugiados e dão, meio que como se fosse uma benção, não sei lhe explicar eu não tenho, e as única pessoas que eu conheço aqui que tem são Horus e Amon. E eles nunca falam nada sobre isso. – Clarissa abriu a porta da Casa e entrou. – Você não vem? – Perguntou a Ryan que sacudiu sua cabeça e a seguiu.
Clarissa assobiou, e um barulho se destacou em meio à bagunça.
–Vem. – Clarissa entrelaçou seu braço no de Ryan e o levou até a parte mais funda da casa, que mais parecia um estábulo de cavalos só que com portas de aço grandes demais. Chegaram à porta 178 e Clarissa se soltou de Ryan, esta aqui a de Raio, meu dragão... — ela parou e reparou na pronuncia. – meu dragão... Mulher. – Ela puxou uma das barras que prendia a porta e avisou, — cuidado onde pisa tem varias armadilhas ai dentro.
–Como tem armadilhas em um lugar pequeno. — Clarissa arregalou os olhos puxando a outra barra e abrindo a porta, Ryan então se surpreendeu.
–Deuses, você achou que deixávamos nossos dragões presos feito monstros... Nunca... Ou magia de expansão, um dos primeiros feitiços que os condutores de magia aprendem aqui.
–Hum... Então eu posso ser um de magia?
–Não... Você certamente seria mais estranho, ou um britânico excêntrico cheio de mimimi... Mas de longe da para perceber que nem inglês você é... Você e estadunidense.
–Eu não...
–Suas roupas o cabelo, eu sei que você morou aqui por mais de 5 anos, mas mesmo assim continua sendo estadunidense demais. – Sorriu Clarissa sem mostrar os dentes. – RAIO! – gritou par ao nada, ela uma floresta escura, barulho de água escorrendo, provavelmente um rio. – Ou ela esta ali, venha.
Clarissa foi em direção ao seu dragão, com escamas quase impercebíveis escuras, com uma calda grande com marcas vermelhas.
–Olá garota. – Disse ela. – Como você está? Comendo peixe, eu odeio peixe... Ryan essa e a Raio. – O dragão de Clarissa se virou para Ryan e o cheirou, depois rosnou – relaxa ele e legal! – ela deu um leve tapinha no fusinho dela. Ryan estava estático, então olhou para o dragão e viu ela se empinar, Ela vai me ataca pesou ele e feito, ela começou a correr atrás do garoto de cabelos cacheados. Ele não te alternativa não ser pular no lago e ir para o outro lado, involuntariamente um jato de água fervente foi para a boca de Raio a fazendo estremece e parar.
–Ryan... Você... E condutor de água. – Ryan ouviu a voz de Clarissa ao seu lado. Água ele pensou Legal.
Fale com o autor