Complicated (Smell of Sex)
11 I'm gonna give to you a whole lotta love
Notas iniciais

✗ Ashton POV ✗
A chuva estava a ponto de cortar o meu rosto, mas eu não me importava, não enquanto Brooke estivesse sozinha nesse frio. Ian era um completo babaca, sempre foi e eu não poderia esperar menos dele. Sempre tentando me ultrapassar de formas baixas. Eu não tinha raiva de Brookie, assumo que o ciúme falou também, mas o meu ódio foi ver Ian forçando-a a fazer algo que ela não queria. Fazendo o mesmo que eu fiz, e me arrependo, meses atrás. Ele só queria ferir-me, mas o que ganhou foi um par de olhos roxos.
— Grande ideia a sua de mandá-la embora nesse temporal repentino, Michael, seu idiota.
Acelerei mais e logo a silhueta de Brooke apareceu, seus braços magros apertavam seu corpo numa tentativa falha de esquentá-lo e meu coração doeu. Freei a moto, encostando-a à calçada e observei a garota se encolher, ela parecia ter medo e eu me odiava por imaginar que ela estivesse assim por minha culpa. Aproximei-me lentamente.
— Sabe, eu nunca imaginei que levaria um par de chifres no meu aniversário, mas tudo se tem uma primeira vez, certo? — sorri brincalhão e Brooke pareceu relaxar, dei alguns passos a frente, observando-a se encolher mais um pouco. Lancei-lhe um olhar confuso, ela estava com medo. — Oh não, minha menina. Não vou lhe fazer mal algum, você não tem culpa e eu jamais seria capaz disso. Já dei um jeito em quem merecia precisava de senso. — dei uma risada fraca e continuei me aproximando, segurei a cintura fina de Brooke e juntei nossos corpos, abraçando-a. Ela estava tão fria. — Está tão fria. — sussurrei perto de seu lóbulo direito e joguei minha jaqueta em seu corpo pequeno, a chuva nos encharcava, mas eu não me importava. Minha garota estava sã e salva em meus braços. Brooke acomodou-se em meus braços, segurando minha cintura com seus dedos pequenos. — Ah, Deus. Eu devia bater em Michael por ele ter tido essa ideia maluca. — Brookie assentiu, rindo baixinho. Ergui seu rosto com meu indicador direito. — Minha menina, minha Brooke. — beijei seus lábios, puxando-a pela cintura até a moto. Sentei-me no banco, ajeitando-a em meu colo, seus lábios beijavam meu pescoço me arrepiando por inteiro. Liguei a moto e comecei a dirigir.
As luzes da cidade passavam como flashes e logo chegamos no meu 'lugarzinho especial'. Era como uma mini-casa, eu vinha aqui para espairecer e passar até noites. Era muito agradável. Estacionei ali perto, num lugar seguro, e ajudei Brooke a se levantar pegando-a no colo e carregando para dentro do meu cantinho. Empurrei a porta com o pé, enquanto beijava seus lábios vermelhos, sentei-me na cama e Brookie se ajeitou em meu colo. Seus lábios estavam deliciosamente saborosos, chutei meu par de tênis all-star e arranquei minha blusa, enquanto minha namorada desfivelava as sandálias de salto. Logo suas mãos estavam livres e voltaram a passear pelo meu corpo, num sussurro, ela murmurou:
— Você está tão quente. — arranhou meu peitoral levemente, assenti, puxando-a mais para mim. Seu vestido subiu um pouco, fazendo com que ela resmungasse, afinal era um tecido bem justo. Seus dedos foram até o fecho traseiro do vestido e eu a ajudei deslizando o zíper para baixo. Brooke subiu a barra e seus seios ficaram expostos e arrebitados. A luz do luar iluminava seu corpo pequeno e minhas mãos delineavam suas curvas. Ela era tão linda!
— Ponha suas mãos em mim, amor. — a garota voltou a deslizar seus dedos por minha pele arrepiada e desenhada, seus olhos serenos olhando-me calmamente. — Está sentindo? — ela assentiu, com seus olhos castanhos brilhando timidamente, Brooke beijou meu pescoço. — Você me causa estragos com tão pouco, Brookie. — gemi seu nome e ela mordeu os lábios, o rubor em suas bochechas denunciava-lhe a timidez, mas ela continuou encarando-me diretamente nos olhos. — Eu te quero como nunca quis alguém. — passei minhas mãos por suas coxas fartas. — Maldição, você poderia ser o Diabo e mesmo assim eu não daria a mínima. — rocei nossos lábios e ela fechou os olhos, apreciando o toque, enquanto segurava-me pela nuca. Beijei seus lábios, passando meus dedos por suas costas, causando-lhe mais arrepios. Brookie separou o beijo, soltando um gemido ao sentir minha ereção tocar sua intimidade. Ela estava tão a mim, quanto eu a ela.
— Ah, bebê... — ela murmurou, mordendo os lábios e com a cabeça jogada pra trás, aproveitei para beijar e marcar o seu pescoço. Suas unhas apertando a minha pele, causando-me diversos espasmos. Segurei seu corpo e me levantei, deitando-me por cima de Brooke. Suas pernas se prenderam em meu corpo e suas coxas prensaram minha cintura, ela sorria de lado e eu só me sentia mais atiçado a tomá-la para mim, marcá-la, amá-la de uma forma gostosa.
Beijei-lhe os lábios, provando de seu mel, suas mãos desciam por minhas costas e eu pressionava minha ereção contra sua intimidade. Desci meus beijos por seu corpo, beijando-lhe os seios avidamente e com esses mesmo beijos desci até sua calcinha, sentindo a temperatura de seu corpo e desejando-a ainda mais, beijei sua sensibilidade por cima do tecido, olhando-a nos olhos e vendo seus olhos rolar de prazer. Com meus dentes, puxei o tecido até o meio de suas pernas e depois retirei por completo, deitando-me por cima de seu corpo novamente; Brooke encarava-me cheia de desejo e malícia no olhar, voltei meus lábios para sua pele nua e mordi a parte inferior de sua coxa descendo meus beijos até seu botãozinho. Feche meus olhos ao provar de seu mel açucarado, apertei suas coxas puxando-a mais para perto e ouvi as harpas do céu que eram seus gemidos doces.
A luz da lua não me permitia ver muito, quando eu tornei a abrir meus olhos, mas foi o bastante para ver Brookie de olhos fechados e vermelha, pedindo deliciosamente por mais. E eu lhe daria o que ela me pedia, eu daria todo o meu amor para ela.
Eu sentia que logo ela viria e segurei mais suas coxas inquietas, Brooke buscava mais contato e aparentava estar tão deliciosamente perto, que eu sentia uma fisgada em meu estômago. E ela veio, derramou-se em minha boca e apertou o lençol fino. Uma cena linda de se presenciar. Surpreendi-me quando ela me deitou na cama, fazendo com que seu corpo suado ficasse sobre o meu.
— Eu quero comandar a primeira vez... — ela balbuciou e eu assenti, mordendo os lábios. Uma surpresa a cada novo dia, não é, Daniels!? — Só que vou precisar de ajuda. — balbuciei um "Ok" e ajudei-a a retirar minha cueca box preta. Meu pênis pulou para fora e Brooke olhou-me com certo receio.
— Eu não posso prometer que não vai doer, ainda mais na posição que você quer, mas farei o máximo para que você se sinta confortável, amor. — Brookie sorriu mais confiante, me sentei na cama e segurei sua cintura, olhando para ela. — Olhe nos meus olhos, ok? — ela assentiu e eu suspirei sorrindo calmamente, seu cabelo estava todo bagunçado, mas ela continuava linda. Puxei-a gentilmente, fazendo com que ela se apoiasse em meus ombros e ajeitei meu membro em sua entrada, voltei a olhar em seus olhos e ela ainda me olhava. Desci seu corpo lentamente e Brooke quebrou o contato, mordendo seus lábios e deitando sua cabeça para trás. Beijei seu pescoço vendo as lágrimas rolarem por sua bochecha. — Shh...
— Me beije. — ela pediu, voltando a me olhar, seus olhos estavam vermelhos e eu cedi o seu desejo. Beijei-a fervorosamente e movi sua cintura, sentindo ela apertar minhas costas e mais lágrimas rolarem. Murmurei um "Me desculpe" e fiquei parado por alguns segundos até que ela se acostumasse, enquanto ela arfava, beijei seu rosto e acalmei-a massageando suas costas. — Pode se mexer, amor.
Deitei-me na cabeceira e auxiliei Brooke nos movimentos, ela ainda lacrimejava um pouco, mas seu choro se tornou um gemido adocicado — como o anterior — e isso me incitou a fazê-la pular gentilmente em meu colo. Brookie se deitou sobre o meu tronco, ainda pulando, e eu arfei em seu ouvido, gemendo logo em seguida.
— Deus do Céu. — ela murmurou e eu sorri, calmamente troquei nossas posições e ela me puxou novamente contra si. Segurei suas coxas e apoiei suas pernas em minhas costas, aumentando o atrito de nossas peles. Segurei na cabeceira da cama, movendo-me lentamente contra ela, seus gemidos aumentaram e eu estava quase uivando de tanto prazer. Continuei a estocar lentamente, porém com mais força, eu estava perto de gozer e Brooke puxava minha nuca com força. Mordi seus lábios entreabertos e apertei mais ainda cabeceira da cama sentindo o meu alívio. Continuei estocando e desci meus dedos até a intimidade de Brookie e ela atingiu o seu ápice logo depois.
Deitei-me, puxando seu corpo sensível contra o meu e beijei-a no topo da cabeça, Brooke segurou-me num abraço desengonçado e fechou os olhos, relaxando seu corpo.
Desire, I'm hungry, I hope you feed me. How do you want me?
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