Notas iniciais
Ah, meu deus :c último capítulo :c. Vocês choram comigo? Meus anjos, quero agradecer, novamente, todxs vocês que me acompanharam nessa jornada, de coração, meu. Vocês são demais e eu não poderia ter leitorxs melhores! ♡ ✖ O epílogo está nesse mesmo capítulo, amores; ✖ A música do (último) cap. é: Lana Del Rey - Born to Die ✔ Espero que vocês gostem, espero que sintam saudades também pq eu vou sentir. Amo vocês ♡

"Me importo mais com o que você sente do que comigo, eu te amo, pronto falei, e não foi só por escrito, eu nunca deixaria nada e nem ninguém machucar você, nunca senti isso por ninguém."
Tate Langdon (American Horror Story)

O clima ensolarado de dim de tarde de El Paso, Texas, melhorava o ânimo do casal, que partira logo cedo em direção à qualquer lugar, Stand By Me estava no último volume e eles podiam sentir o cheiro da liberdade. Brooke pensava em diversos destinos que eles poderiam traçar, mares que poderiam cruzar, pessoas novas que poderiam conhecer, lugares novos que poderiam visitar; estava tão animada que nada poderia estragar isto. Ashton sorria a cada segundo, imaginava uma vida de aventuras ao lado de sua garota. Poderia ser bobo, mas para ele, o significado de tudo vê-la sorrindo todos os dias, ouvir sua voz melodiosa e calma e, principalmente, ver o brilho em seus olhos. Ah, como adorava ver aqueles grandes olhos castanhos olhando em sua direção com doçura.

Ele enfrentaria guerras, deuses, ódio, tudo por Brooke, sem exceção. Eram como fogo e gelo, confusão e calmaria, vivendo em amor e ódio, mas enfrentando tudo o que viesse.

— O que acha de Las Vegas? Todos aqueles lugares exóticos, parece interessante. Sem contar que as noites devem ser as melhores. — Brooke mantinha um tom sereno e malicioso em sua voz, sempre quisera conhecer a cidade que nunca dorme e essa seria a sua grande chance.

— Poderíamos dar uma passada por Washington também, eu sempre quis ver o Memorial de Lincoln. — Ashton exclamou alegremente, Brooke sorriu com animação, batendo palmas e exclamando:

— A Galeria de Arte Nacional também, por favor, aquele lugar é incrível!

— Parece interessante. — Ashton falou, debochando da namorada que claramente era uma apaixonada por Arte e História.

— Isso foi um deboche, Sr. Irwin? Pois saiba que agora vai ter de me levar ao Smithsonian também. — Brooke replicou autoritária e segurando sua risada.

— O que desejar, madame.

— Mississipi parece legal também. — a mão direita de Ashton repousou sobre a coxa esquerda da namorada, que assentiu encarando a estrada.

— Vamos decidir cada em coisa no tempo certo, temos grana o suficiente para ir à Inglaterra e voltar, amor. — riram juntos, a sensação de andar pelas estradas estadunidenses fazia sentido agora, tudo se é emocionante quando se tem alguém ao fim do dia em qualquer lugar.

Malibu

Dawan mantinha seu copo de uísque em mãos, algumas jovens procuravam lhe chamar atenção, mas o rapaz parecia não ligar. Dançava em meio às pessoas, procurava esquecer aquele que lhe tomava os pensamentos, sono e coração.

I've seen the world
Done it all, had my cake now

Jack andava pelas ruas, as palavras de Dawan lhe rondando a cabeça, só queria um copo de um drink forte o bastante para derrubá-lo em uma cama qualquer num motel qualquer.

Hot summer nights mid July
When you and I were forever wild

A frase “enfrentar tudo e todos por amor” não faziam sentido quando não se é recíproco, Dawan pensava isso todos os dias antes de dormir, soluçando em desespero por um amor não retribuído, apenas usado e esquecido. Odiava admitir que seu primo foi e continua sendo uma de suas paixões mais dolorosas, se não a mais. Recordava-se tão bem do dia em que se beijaram, era tão óbvio que Dawan estava a fim de Jack, mas não esperava que o sentimento fosse evoluir e Jack sempre voltava com suas decisões, mas no final de tudo, apenas abandonou o barco e seguiu nadando sozinho.

The crazy days, the city lights
The way you'd play with me like a child […]

O copo de uísque a sua frente parecia ser o mais amargo veneno, rasgava sua garganta como ferro e transbordava suas lágrimas como chuva de inverno. As lembranças não saíam de sua cabeça, deprimindo-o e torturando-o. A boca de Jack parecia tão perfeita colada a sua, mas nem tudo é o paraíso.

“— Qual o problema, Dawan? Não é apenas um beijo? — Jack se aproximava lentamente, ele parecia tão coberto de razão, que eu me deixei levar. Caí na tentação, me afundei no abismo da perdição e seus olhos me engoliam. Ah, merda! Por que você é tão lindo, Jack?

Hot summer days, rock and roll
The way you'd play for me at your show

Na manhã após a fuga de Brooke, Dawan encontrou Jack ao seu lado, segurando a pelúcia favorita da irmãzinha. Seus olhos inchados e seu corpo frágil pareciam tão aconchegados ao lado de Dawan, tão sereno, que o loiro não segurou seu impulso de passar seus dedos pelo cabelo liso negro caído. Se apaixonar é como dilacerar a sua própria alma e jogar o seu coração aos abutres, entregar-se para o Inferno e acabar com tudo à sua volta, mas ao mesmo tempo é tão bom sentir aquele calor ao ver a pessoa sorrir e falar com você, sentir o toque e aquele arrepio descer pela sua espinha. Apaixonar-se é complicar-se.

And all the ways I got to know
Your pretty face and electric soul

Dear lord when I get to heaven
Please let me bring my man

A primeira vez.

Inesquecível, pelo menos para Dawan. Lembrava-se de todas as reações de Jack, de como venerou seu corpo, tratou-o tão bem, amou-o tão profundamente e apaixonadamente.

Incantatem sempre foi o PUB favorito de Jack e era lá que Dawan dançava Prayer in C, preenchendo sua alma com álcool e amargura para tentar se encontrar, ignorando seu coração idiota e tentando focar em alguma coisa.

Oh that grace, oh that body
Oh that face makes me wanna party
He's my sun, he makes shine like diamonds

A fachada do Incantatem nunca esteve tão bonita e chamativa para Jack, desde que esteve lá pela primeira vez nunca se esqueceu de como a batida da música misturava os sentidos com a bebida. O par de botas de Jack pousaram sobre a calçada, o jeans negro era um pouco coberto pela blusa branca dos The Rolling Stones, os olhos brilhavam de satisfação, fazia um bom tempo que não passava por ali.

Will you still love me when I'm no longer young and beautiful?

— Mais um, por favor. — os olhos de Dawan vagavam, as luzes entorpecendo seus sentidos. No final, Jack tinha razão, Incantatem era o melhor PUB, sorriu com seu pensamento.

— Vodca pura, por favor. — aquela voz, aquela maldita vez que lhe atormentava as noites. Não pode ser, era tudo o que Dawan pensava. Tantos PUB’s na maldita Malibu por que logo o Incantetem? Dawan olhou de soslaio à sua direita, confirmando o que não queria. Jack Daniels em sua mais esbelta forma desposando da blusa que um dia já foi sua, e como num piscar de olhos as íris se chocaram.

— Dawan? — Jack sorriu, um sorriso lindo e bem aberto. Dawan encarou o balcão, não queria contato, não queria mais sofrimento.

— Jack, você por aqui? — falou um pouco alto, sabia que o sorriso aberto do moreno permanecia em seus lábios rosados, e logo a risada rouca preencheu os ouvidos de Dawan, aquela risada tão deliciosamente rouca e irritante.

— Engraçado, não? — Dawan sorriu nervosamente, esse garoto não tem vergonha na cara mesmo.

— É, mas é uma pena. Tenho de ir. — Dawan pegou a carteira procurando algumas notas e jogando-as para o barman que trazia a sua bebida. Pegou o copo e foi em direção à saída, que brilhava em vermelho.

— Ora, o que é isso Dawan? Volte e vamos conversar. — Jack parecia esconder algo, o que era verdade, procurava esconder seu medo, seu receio. Dawan não suportava mais aquilo; Vê-lo e não tocá-lo, amá-lo e não ser retribuído.

— Por que faz isso? Eu não quero conversar e você muito bem disso, eu só voltei para Malibu por causa de Brooke, ela sim merece a minha atenção. Agora que ela se foi, eu vou também.

Will you still love me when I got nothing but my aching soul?

Os olhos acesos de Dawan demonstravam sua raiva, tão covardemente lindo era Jack Daniels, mas tão covardemente babaca. Uma arte tão bela, mas tão feia.

— Dawan, você não precisa ir embora. Você até mesmo saiu de casa e eu não f-faço ideia do porquê. — Jack respondeu, receoso, ganhando um semblante magoado do primo mais velho.

— Você é tão egoísta.

— Me explique o que está acontecendo aqui e agora, Dawan, por que eu sou egoísta?

— É egoísta por não ver que o tolo a sua frente é perdidamente apaixonado por você. — os olhos de Dawan marejavam e a dor em sua garganta só aumentava, eram tantas emoções jogadas em sua pequena frase, tanta dor e arrependimento. Jack continuou estático, parecendo uma estátua e Dawan se permitiu lacrimejar. — E sabe o que é pior? — Jack engoliu em seco, esperando pelo resto. — Saber que você não dá a mínima, que essa dor no meu peito vale de nada pra você. Isso acaba comigo e eu não vou ficar nessa merda de cidade só porque você quer e precisa. Eu não vou sofrer, não mais. — Dawan se virou, indo em direção ao seu automóvel, suas malas estavam no banco traseiro e ele destravou o alarme, pronto pra partir mais uma vez.

— Quem disse que eu não dou a mínima? — Dawan parou. — Sabe, Dawan devíamos jogar as cartas e dizer que não somos sinceros um com o outro. Vou lhe dizer porque não continuei com o que tínhamos: Reputação, a maldita reputação sempre me fodendo. A reputação me tirou você e eu não sei como permaneço nesta merda. Então não me venha dizer que sou egoísta, meu amor por você sempre prevaleceu o mesmo.

— O que é reputação perto de um sentimento, Jack Daniels, faça-me o favor e só me procure quando for um homem de verdade. — Jack se aproximou e Dawan fechou sua porta, partindo em direção à um hotel qualquer.

I know you will, I know you will
I know that you will

Já se passava das 7:00 p.m, Brooke mantinha os olhos na estrada como o namorado, por algum motivo desconhecido sentia um pressentimento ruim. As colinas de Fort Davis eram altas, bonitas e lhe davam o privilégio de ver a cidade rústica com suas luzes acesas. O casal tinha suas mãos entrelaçadas, segurando um ao outro, apoiando um ao outro.

— Está tudo bem, amor? — Ashton parecia preocupado, Brooke estava tão quieta, algo que não era de seu feitio, o rapaz alisou o punho de sua namorada com o dedão num carinho. Brooke mantinha os olhos castanhos vidrados na estrada, parecia pensar, aquele sufoco em seu peito a fez apertar a área de seu coração. — Brooke, o que foi, bebê?

— Eu não sei.

As colinas, por mais bonitas que fossam, eram um tanto quanto perigosas, muitas curvas, muitos acidentes trágicos. Ashton dirigia com total cuidado tinha reabastecido o combustível do carro há algumas horas, o rádio estava desligado e tudo estava num silêncio anormal, até o ataque de Brooke. Ela respirava fundo e Ashton estava desesperado, tentando dirigir e manter sua atenção na namorada.

— Onde dói, amor?

— O meu peito, é muito agonizante. — e, tão rápida quando veio o pressentimento se foi, deixando a garota desconfiada e murmurando um 'Está tudo bem' para o namorado. Brooke recordou-se da peça 'Romeu e Julieta', lembrava-se de boa parte do texto e sorriu, imaginando Claire e Calum no palco, eles eram os substitutos caso algo acontecesse. A garota riu, fazendo o namorado encará-la de forma estranha.

— O que foi? — Ashton perguntou confuso.

— Claire e Calum devem estar querendo nos matar e se matar. — era fato que os dois não se suportavam muito, arrumando intriga por qualquer besteira e Calum vivia chamando Claire de lésbica por ela ter saído com grande parte das meninas do colégio, inclusive um antigo affair. Ashton começou a rir, imaginando os dois em uma briga no meio da peça.

— Imagine se eles brigarem no meio da peça, Calum diria: "Você saiu com a minha crush, você roubou a minha chance". — e Brooke não se aguentou, caindo na risada e respondendo:

— Claire com certeza diria algo como: "Sai mesmo e saio de novo. Se eu quiser, beijo ela na sua frente, seu otário". — o casal começou a rir, esquecendo-se do momento estranho de minutos atrás. Ashton ainda rindo, tentou imitar a voz de Calum recitando uma frase:

— "A despedida é uma dor tão suave que te diria Boa Noite até o amanhecer, Julieta fura olho" .

“Meu único amor, nascido de meu único ódio! Cedo demais o vi, ignorando-lhe o nome, e tarde demais fiquei sabendo quem é. Um otário lerdo”.

— Nossa memória é ótima, senhorita, merecemos um 10. — Ashton comentou, ainda rindo, e Brooke apenas deitou no banco, com um sorriso aberto nos lábios. Ashton levou seus dedos até o rádio para colocar alguma música quando um forte clarão apareceu atrás do carro, eram duas lamborghinis pretas, que aceleravam mais e mais. Ashton logo soube quem estava naquele carro e tratou de puxar uma mala que estava sob o banco do motorista e entregando-a à Brooke.

— Brooke, abra a mala, amor. — Brooke, ainda confusa, fez o que o namorado pediu, colocando a mala sobre suas pernas e abrindo-a. Encontrando um revólver calibre 38. — Pegue o volante. — Brooke, ainda nervosa, tomou o volante, tentando manter o controle, enquanto o namorado atirava nos carros logo atrás. Uma derrapada e um dos carros explodiu, Brooke sentiu as lágrimas descerem, estava com tanto medo. Ashton voltou a se posicionara corretamente no banco do motorista, a arma não tinha mais munição e Ashton não tinha mais cartuxos. Brooke pediu a mão do namorado, prevendo o que aconteceria. Ashton não tinha mais alternativas, iriam persegui-los até no Inferno. Ashton vislumbrou a curva logo mais à frente e acelerou, enquanto Brooke fechava seus olhos com as lágrimas molhando o seu rosto. O carro passou a barreira de ferro e Ashton abraçou a namorada puxando-a e beijando-lhe os lábios uma última vez.

Choose your last words, this is the last time. 'Cause you a I, we were born to die

Epílogo: Nascemos para Morrer

Ashton nunca soube ao certo o que era proteger alguém, o que era sentir amor por alguém, afinal, ele nunca teve muito disso. Nasceu e cresceu em um lar conturbado, a única coisa que conhecia era a fúria. Tudo o que Brooke procurava era proteção, amor, empatia e carinho. E quando Ashton entrou em sua vida, aos poucos, ele lhe cedeu tais coisas. Nos últimos momentos, Ashton não se sentiu culpado, pois sabia que Brooke estaria segura em seus braços. Suas últimas memórias antes de morrer foram as de Brooke tímida e impaciente com o irmão mais velho pela brincadeira tosca, Ashton adorou seu jeito e achou-a engraçada.

Brooke recordou-se da forma como Ashton lhe provou os opostos se atraem e que 'monstros' podem se arrepender. A jovem nunca imaginou que pudesse sentir algo tão forte como o amor fluindo em suas veias e deixando-a abobada por alguém ou tardes compartilhadas com a mesma pessoa e, mesmo que tudo fosse meio rotineiro, ainda estaria perfeito. Nunca se imaginou em situações desse tipo até Ashton chegar em sua vida.

Com o tempo, Brooke notou a força de vontade do rapaz, a destreza que ele tinha para mudar seus hábitos inconvenientes, descobriu que Ashton precisava apenas ser compreendido, amado e, acima disso, precisava de afeição, assim como ela.

Ambos sabiam que amar um ao outro nunca seria suficiente, sempre precisariam de mais, viver juntos para sempre poderia ser bem romântico, mas compartilhar um amor juvenil eternamente não se compara; assim como Romeu e Julieta, morreram jovens e se amando, não passaram por muitas brigas, mas tinham seus momentos e os viveram e aprenderam que nem tudo é o paraíso. Ambos sempre pensaram sobre o quão errados e estúpidos eram, mas o pior era saber que se atraíam pelos erros e gostavam da sensação. Ambos sabiam que amar significa se machucar, mas queriam correr o risco e provar da dor se fosse um pelo outro.

Ashton se importava mais com Brooke que consigo mesmo, e não tinha vergonha de dizer 'Eu te amo', para protegê-la ele faria de tudo e Brooke sabia muito bem disso, assim como ela também faria o mesmo.

Quando o professor de Brooke lhe questionou sobre “O que é a felicidade para você?”, ela lhe respondeu 'realização pessoal' e, no final, era isso mesmo, mas não em relação ao pai e sim à afeição, carinho e necessidade de palavras. Ashton dava tudo o que ela precisava, para protegê-la segurava seu corpo nos braços e dizia "tudo vai ficar bem, eu estou aqui", ele sempre se lembrava de acariciar o longo cabelo negro, afinal, um cafuné sempre é bem-vindo, não é mesmo? E o que ele fazia para amá-la? Ele a salvava da tristeza, a salvava antes que ela pulasse do penhasco.

Ashton sempre a salvou quando ela precisava e, de uma coisa podemos ter certeza, ele sempre iria.

Quando os dias estiverem sombrios, observe bem o horizonte, quem sabe não irá ver suas silhuetas abraçadas em uma estrada perdida por aí, rindo como se não houvesse amanhã, com o amor lhes contagiando. Afinal, amores duram por vidas, e se reencontram em outras, se você acredita nessa hipótese, é claro.

E agora eu lhes pergunto: O que é a felicidade para você?

“E lembro-me de quando o conheci, foi-me tão claro que ele era o único para mim. Ambos de nós soubemos, de imediato [...] Ele era carismático, magnético, eléctrico, e todo mundo sabia disso.
Quando ele caminhava, a cabeça de cada mulher se virava, todos se levantavam para falar com ele. Ele era como este híbrido, esta mescla de um homem que não conseguia se conter, eu sempre tive a sensação de que ele se tornou dividido entre ser uma pessoa boa e perder todas as oportunidades que a vida poderia oferecer a um homem tão magnífico como ele. E dessa forma, eu o compreendi. E eu o amava, eu o amava, eu o amava, eu o amava e eu ainda o amo.
Eu o amo.”


You died crying. I held you. You were safe. You died... Loved

Notas finais
Deixem suas opiniões nos comentários, última chance ♡: ✖ Stand By Me é uma música incrível escrita pelo Rei do Blues: B. B King, qual perdemos dia 14/05/15. Fiz referência a música como um pedido de condolência, ele era um grande e incrível compositor. ✖ Born to Die da Suprema como fechamento. Beijo na bunda, x Jess sz
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!