Companheira Do Alpha
16 Capítulo 17
Notas iniciais
As pessoas me pediram PDV dos dois e foi difícil de fazer, a maior parte é a Mione narrando, mas se quiserem eu coloco um cap bonus com o que o Fenrir pensou durante o ato!
Quem faz Ens.Médio sabe q o ENEM está chegando, por isso vou ficar um tempo sem atualizar(só até que eu faça as provas), mas saimbam que NÃO IREI ABANDONAR A FINC!
Dizem que morri.
Meu coração parou e eu não respirava- aos olhos do mundo eu estava morta. Alguns dizem que durou dois minutos, outros afirmam que foram três. Pessoalmente começo a achar que a morte é, acima de tudo, apenas uma questão de opinião.
Frase do livro Julieta.
PDV Hermione.
Eu sentia dor.
Meu corpo inteiro estava doendo e parecia que em vez de sangue, corria ácido pelas minhas veias. Era como ser perfurada por milhões de facas e alguém estivesse jogando sal nas feridas.
Onde estou? Será que eu morri? Por está tudo tão escuro?
Então abro os olhos e vejo a familiar decoração do quarto do Fenrir.
Eu estava em casa.
Quando aqui havia se tornado minha casa? Talvez seja no momento em que eu me imaginei vivendo aqui com uma família, a qual eu possa chamar de minha? Ou talvez na parte que me dei conta que gosto deste homem?
Ouço o barulho da porta do banheiro sendo aberta e levanto a cabeça- sinto uma dor terrível mais não desisto- e vejo Fenrir sair do banheiro vestido com calças soltas e sem a blusa, e pela primeira vez eu não coro. Fico apenas apreciando o meu homem.
Quem poderia imaginar que eu o chamaria de meu homem. Risível.
“Oi” eu falo e noto a minha voz sair rouca. Quanto tempo eu havia ficado sem falar?
Vejo ele olhar assustado em minha direção e andar a passos largos até a cama.
“Voce está acordada” ele murmura quase em reverencia, acariciando a minha bochecha.
“Sim...e você também, o que houve?” eu pergunto e tento me sentar, mas desisto ao sentir uma forte dor passar pelo meu corpo.
“Espera um pouco” ele fala e se inclina para o criado mudo e pega alguns frascos que eu reconheço contendo poções para dor, fortalecimento e poção Pimenta.
Imediatamente senti minhas forças voltando e minha cabeça parando de doer.
Então tudo veio como uma enxurrada. A batalha, me jogando na frente do Cruciatus, matando Yaxley.
“O que aconteceu comigo?” eu pergunto curiosa.
“Do que você se lembra?” ele me pergunta.
“De quase tudo até eu desmaiar.” eu falo e vejo seus olhos se fecharem, mas vejo dor em suas feições.
“Voce morreu” ele falou com a voz repleta de dor “Seu coração parou e você não respirava durante dois minutos, mas para mim foi uma eternidade.” ele fala com a voz rouca e acaricia meus cabelos.
“Dois minutos? Ual” eu falo sem saber mais o que falar.
“Severo a curou, ele usou uma poção junto com um feitiço que forçou você a voltar pra mim. Voce sentiu muita dor no processo?” ele me perguntou curioso.
Estremeço ao lembrar das dores que senti enquanto não havia acordado. Parecia que eu havia sido enviada para o inferno, mas eu não vou lhe contar sobre isso, então apenas fico em silencio.
Fenrir subiu na cama e me abraçou de um modo carinhoso e protetor, me fazendo sentir mais segura do que nunca.
Ficamos algum tempo assim, até que olho para a janela e vejo a lua.
“Quanto tempo eu fiquei desacordada?” eu perguntei.
“Quase dois dias.” ele falou e eu ofeguei assustada.
“Por Merlin!” eu falo e me afasto dele.
Nossos olhos se encontram e sinto uma de suas mãos no meu rosto e outra na minha cintura, me afagando suavemente e ele deposita um beijo casto, mas cheio de amor e promessas.
Ele quebra o beijo e coloca a testa grudada na minha e fica encarando meus olhos.
“Pensei que eu nunca mais iria sentir o sabor dos seus lábios novamente. Me prometa que nunca mais me dará um susto assim!” ele fala e aperta a mão que esta na minha cintura, mas eu solto um resmungo de dor e ele afrouxa o aperto, mas não me solta.
“Vou tentar, mas não posso prometer nada, os problemas parecem seguir sempre Harry, Ron e eu.” eu falei piscando para ele.
Ele me olha e solta uma sonora gargalhada, segurando os lados.
“Minha Kitten” ele fala e dá um beijo no meu nariz.
Neste momento um pensamento passa pela minha cabeça.
“Eu fiquei dois dias sem banho?” eu perguntei alarmada.
“Eu usei feitiços de limpeza em você” ele fala e eu gemo de desgosto.
“Não é a mesma coisa, isso não é banho! Eu preciso de um banho com água de verdade!” eu falo e tento me levantar, mas sinto espasmos na perna que me fazem perder o equilíbrio caindo de volta para a cama.
“Tudo bem, eu te ajudo” ele fala e me pega no colo ao estilo noiva e quando eu olho para baixo, coro ao notar o que estou vestindo. A mesma camisa preta que usei a primeira vez que estive aqui.
Minhas pernas estavam nuas e dois botões da blusa estavam abertos, mostrando mais dos meus seios do que eu gostaria.
Mais Fenrir não parece ligar, na verdade ele só olha para frente e empurra a porta com o pé e me coloca em um banquinho( que eu não sei de onde surgiu).
Vejo ele andar pelo banheiro e ligar a banheira, colocando o que eu reconheço como sendo uma das poções anti-espasmos de Severo. Isso vai fazer com que os tremores diminuam, o que será bom, mas necessitarei de ajuda para massagear os lugares onde não alcanço, será que Luna poderia me ajudar?
“Hum...Fenrir você pode chamar a Luna para me ajudar?” eu pergunto e vejo ele me olhar estranho.
“Ela está dormindo, além do mais, eu vou te ajudar.” ele falou e se aproximou de mim, se abaixando e levando a mão até os botões da camisa.
“O que está fazendo?” eu pergunto meio assustada, segurando suas mãos.
“Me deixe cuidar de você.” ele fala e noto a dor e o amor em seus olhos cinza profundos e solto suas mãos, deixando ele desfazer os botões.
Merlin! Irei ficar nua na frente de um homem!
Meu coração bate rapidamente e eu fecho meus olhos quando ele retira a blusa de mim e ouço um rosnado escapar dele, me fazendo saltar de susto e abrir os olhos.
“Quem fez isso?” Ele pergunta correndo os dedos pela cicatriz que se estendia do meu ombro esquerdo, até meu quadril direito, me fazendo tremer.
Merda! O glamour se desgastou!
Eu vejo ele se levantar furioso e passar as mãos pelos cabelos exasperado, murmurando baixinho palavras que não entendo direito.
Eu tremo e recoloco a blusa o mais rápido que as dores que sinto me permitem, e abaixo a cabeça.
É claro que ele se sentiria enojado. Que homem iria querer me tocar, tendo está cicatriz tão feia cobrindo o meu torso? O destino é uma grande vadia mesmo!
“Eu...eu vou para o quarto da Luna” eu falo e tento me levantar, mas os tremores me impedem de firmar minhas pernas e me vejo indo de encontro ao chão.
Sinto um par de braços me envolvendo, mas continuo com a cabeça baixa, sentindo as malditas lágrimas subindo aos olhos.
Não posso chorar! Não quero que ele pena de mim, mas acho que é inútil.
“O que? Por que está chorando? Está doendo em algum outro lugar?” ele pede exasperado e tenta levantar a cabeça.
“Não demonstre pena!” eu falo e tento me afastar “Eu lhe enojo, não é? Mas eu tenho orgulho dessas cicatrizes!” eu falo e vejo ele olhar para mim.
“Pena? Nojo?” ele pergunta confuso “Eu sinto raiva! Raiva por não ter estado ao seu lado, não ter impedido que isso- ele fala apontando para meu peito- e isso- ele diz puxando o meu braço, me fazendo ver a cicatriz de sangue-ruim- me fazem ver o qual inútil eu fui ao te proteger!” ele fala com a voz repleta de raiva e dor.
E quando olho em seus olhos vejo uma única lágrima solitária escapar de um de seus belos olhos acinzentados.
“Não é culpa sua” eu falo e coloco uma mão em seu rosto “Nós ainda nem nos conhecíamos” eu falo correndo com o polegar pela sua bochecha e vejo ele se inclinar ao toque.
“Mas eu falhei...deixei você se machucar e quase perdi você” ele fala baixinho.
“É quase impossível quebrar o espírito de uma mulher determinada; minha mãe sempre me disse essa frase e eu acredito fielmente nela. Vai ser impossível um desses canalhas quebrarem o meu! Eu não pretendo ir a lugar nenhum sem voce” eu falo com determinação.
Seus olhos brilham e ele me beija profundamente.
“Onde paramos?” ele pergunta e antes que eu possa pensar no assunto ele retira a minha blusa e analisa o meu corpo “Linda” ele fala quase em reverencia, me fazendo corar e tentar tapar meus seios, mas ele puxa minhas mãos e me leva em direção a banheira.
Assim que meu corpo entra em contato coma água quente eu suspiro com o alívio que isso tem sobre o meu corpo.
Encosto minhas costas na banheira e meu corpo é coberto por uma cortina de sabão e me sinto os espasmos se acalmarem, quando sinto uma quantidade de água ser jogada na minha cabeça, me fazendo engasgar de surpresa.
“Está tudo bem?” Fenrir me pergunta atrás de mim, do lado de fora da banheira, com um caneco cheio de água nas mãos.
“Está tentando me afogar?!” eu pergunto me virando para ele- sem problemas já que a banheira é enorme- e olhando para seu belo rosto.
“Apenas ajudando” ele fala e pega o meu braço começando a fazer uma massagem, das mãos ate o ombro e me vira de costas para ele, massageando os meus ombros.
Eu fecho meus e solto um longo gemido coma sensação maravilhosa de seus dedos sobre minha pele, jogando a cabeça para trás.
Abro meus olhos e vejo Fenrir me olhar com as sobrancelhas arqueadas, com os olhos nublados de prazer.
Engulo em seco e fecho os olhos e sei que coro de vergonha.
Ouço ele rir agradavelmente e fico ainda mais vermelha, me encolhendo na banheira.
Depois de algum tempo sinto ele afastar as mãos de mim e se levantar e chego a pensar que ele tenha saído do banheiro.
Isso dura alguns segundos, antes que eu sinta uma mão puxando minha perna para fora da banheira, me fazendo escorregar pela banheira até que meu queixo fique submerso e olho pronta para chutar meu agressor, quando vejo Fenrir olhando maroto com um sorriso de lado para mim.
“Desculpa” ele falou sorrindo e eu o olhei feio, mas rapidamente soltei um suspiro de prazer e olhei para o que ele estava fazendo.
Suas grandes mãos estavam percorrendo do meu tornozelo até minhas coxas, me fazendo estremecer com o prazer que sinto ao seu toque.
“Deus! O que está fazendo?!” eu falo rouca e tento puxar minha perna que ele solta imediatamente.
“Te massageando” ele fala e noto que apesar de ter um olhar de desejo nos olhos, os mesmos estão repletos de cuidado e carinho.
Ele repete o gesto na outra perna e quando ele vai para o outro braço eu me encolho ao ver que é o mesmo braço que contém a cicatriz.
“Doeu muito?” ele pergunta acariciando as bordas da ferida.
“Sim” eu falo e fechando os olhos.
“Sinto muito, não deveria ter perguntado.” ele fala e assim que abro os olhos vejo o mesmo olhar louco de raiva passar rapidamente por seus olhos.
“Como me achou tão rápido?” eu pergunto e vejo ele me olhar interrogativamente “Quando a maldição Cruciatus me atingiu e sabia que você estava vindo, não sei como mais eu sabia que você viria me salvar.” eu falei corando no final.
“Eu senti a sua dor” eu olhei rapidamente em seus olhos “Eu senti que você estava em perigo e corri em sua direção, mesmo que não tenhamos iniciados o vínculo, ele me alertou que você precisava de mim. Só sinto muito não ter chego mais rápido.” ele falou passando o polegar sobre meu lábio inferior.
^~O HENTAI VAI COMEÇAR, QUEM SE SENTIR OFENDIDO POR PALAVRAS DE BAIXO CALÃO OU CENAS BEM DESCRITAS(eu acho) NÃO LEIA!!! MENORES DE 18 PULEM(como se fossem me obedecer).^~
Eu me perco em pensamentos e sinto Fenrir me tirar da banheira e colocar uma toalha sobre o meu corpo e me carregar de volta para o quarto e me depositar na cama.
Eu o amo.
Eu vejo ele se virar para pegar algumas roupas para mim, pegando uma blusa e a descartando dizendo que não combina ou que é muito apertada.
Eu o amo.
Vejo ele se virar para mim e levantar uma camiseta minha branca- que tem um casal de lobos brincando a luz da lua cheia- e arquear a sobrancelha e sorrir de modo brilhante.
Talvez tenha sido o jeito como ele sorri para mim. Ou mesmo o jeito e a adoração com que ele me toca, como se eu fosse da mais fina porcelana. Ele rompeu todas as minhas defesas e levou meu coração com simples gestos, apenas cuidando de mim, rindo comigo, e até mesmo brigando comigo.
“Fenrir?” eu o chamo ao ver que ele está do outro lado do quarto pegando uma calça de moletom para mim, e vejo ele se virar para mim.
“Sim kitten?” ele pergunta curioso com os braços repletos de diferentes calças, tentando escolher uma.
“Eu acho que te amo” eu falo rapidamente.
Ele fica parado e deixa as coisas caírem no chão e me olha com os olhos arregalados, me fazendo sorrir.
“O....o..o que disse?” ele pergunta e vem em minha direção em passos lentos, como se estivesse com medo de se aproximar e notar que é apenas sua imaginação.
“Eu disse que acho que te amo” eu repeti “Quero que você me marque” eu falo olhando no fundo de seus olhos ao ver ele ficar de joelhos na minha frente.
“Eu também te amo” ele diz sem quebrar o contato com meus olhos “Mas podemos esperar para a marcação” ele fala desviando os olhos.
“Voce não me quer?” Isso soou infantil, mas eu não ligo. Eu queria ser deste homem que eu aprendi a amar tão rapidamente.
“É claro que eu quero, mas eu acho que você pode estar confusa. Voce acabou de acordar, podemos esperar um pouco mais.” ele fala acariciando meu rosto.
“Não estou confusa. Eu quero ser sua” eu falei e senti meu rosto corar intensamente e uno nossas testas, sentindo a sua respiração.
Ele fecha os olhos e respira fundo, como se estivesse com dor.
“Eu também te quero, e se amanhã você sentir a mesma coisa eu prometo q..” não o deixo terminar de falar e o puxo em minha direção.
Pela primeira vez desde que cheguei nesta casa eu inicio o beijo e deposito todo o amor que eu sinto nele.
“Eu te quero...me faça sua mulher” eu falo em seu ouvido corando loucamente.
“Tem certeza?” ele me pergunta e eu dou mais um beijo em sua boca, dizendo por esse beijo o que não digo em palavras.
PDV Fenrir
Ela me ama.
Ela me disse que me ama e que me quer.
“Tem certeza?” eu pergunto, mas ela me responde com um beijo ao em vez de palavras.
Suavemente e sem quebrar o beijo eu a deitei suavemente sobre a cama, e assim que ela estava lá deitada com a cabeça apoiada nos travesseiros, com os cabelos molhados e espalhados.
Quebrei nosso beijo e desci beijando o lugar onde o pescoço encontra o ombro, arrancando um gemido de seus lábios. Fui beijando o seu colo e vi que ela ainda estava com a toalha.
Levei minhas mãos até o nó e olhei em seus olhos, em busca de permissão, e vi ela acenti com a cabeça.
Ela estava deitada de barriga para cima, lhe proporcionando a bela visão que era o seu corpo. A cicatriz que se estendia no seu peito- dos ombros até o quadril- eram bem fracas, quase imperceptíveis para um olho destreinado- mas isso só me fazia admirar ainda mais seu corpo e sua beleza. Sua pele era suave como o veludo.
Levei minhas mãos até seus seios e vi que eles cabiam perfeitamente em suas grandes mãos, e então os apertei suavemente, arrancando um gemido contido de sua boca e os sentindo endurecer contra as palmas de minha mão.
Precisava prová-los.
Abaixei a cabeça no vale de seus seios e coloquei um na boca, enquanto brincava com o outro com a minha mão.
“Fenrir” minha Hermione ofegou.
“Me chame, diga meu nome Hermione” eu falei com a voz rouca e voltando minha atenção par seus seios.
“Mais Fenrir, por favor mais!” ela falou perdida no desejo.
Eu atendi prontamente seu pedido e lambi e suguei alternando entre seus seios, para dar a devida atenção a ambos, enquanto ela se contorcia cada vez mais na cama e agarrava o lençol e mordia os lábios com força.
Ela era a imagem do pecado.
Deixei uma de minhas mãos viajarem sobre o seu corpo e voltei a beijar a sua boca.
Senti ela passar as unhas pelas minhas costas e arquear contra mim, fazendo seus seios entrarem em contato com o meu peito.
“Voce também tem cicatrizes” ela fala quando a sua mão toca as cicatrizes em minhas costas.
“São marcas de outros lobos que eu desafiei e me desafiaram.” eu falei e ela me puxou para outro beijo quente.
Uma de minhas mão estão em seu quadril e eu quando eu estou descendo minhas mão para seu centro eu sinto ela fechar as pernas.
Olho em seus olhos e vejo que ela está assustada.
“E..eu nunca fiz isso.” ela murmura desviando os olhos e corando.
“Sei que você é virgem, eu consigo cheirar a sua inocência” eu digo e vejo ela assumir uma nova tonalidade de vermelho “Mas o quão longe você já foi com um garoto?” eu perguntei realmente curioso.
“Hum...bem...o mais longe que cheguei foi...bem, foi com você” ela fala tentando esconder o rosto com os cabelos.
Eu fiquei chocado.
“Nenhum outro homem a tocou como estou fazendo agora?” eu pergunto e vejo ela acentir com a cabeça.
Se possível eu fiquei ainda mais duro do que já estava.
“Nunca pensei muito em meninos, tinha que pensar em um modo de fazer os meninos e eu sobrevivermos durante o ano escolar” ela fala como se estivesse tentando se desculpar.
“Eu acho isso incrível” eu falo puxando seu rosto para que ela olhe nos meus olhos “Tão pura e inocente...e minha, farei valer apena” eu falo e volto a beijá-la.
Acaricio suas coxas e vejo ela abrir timidamente as pernas.
Inseri um dedo dentro dela, depois mais um e vi como ela se contorceu de prazer, enquanto eu fazia movimentos de vai e vem com os dedos.
Ela estava molhada, e muito apertada.
Ele precisava provar.
Desci a boca pelo seu corpo. Clavícula, seios, dei uma atenção especial ao seu umbigo e antes que eu descesse ainda mais ela fechou as pernas novamente.
Olhei em seus olhos e vi a hesitação.
“Me deixe te provar amor?” eu perguntei e acariciei a sua coxa, a apertando cada uma na minha mão “Deixa eu ver se tem o gosto de morangos ao qual eu sinto o cheiro e sonho todas as noites?” eu perguntei e esfreguei meu rosto em sua coxa.
Ela se apoiou nos cotovelos e me olhou nos olhos antes de concordar abrindo novamente as pernas.
Meu rosto estava de frente para a sua feminilidade e eu respirei fundo, sentindo o cheiro de morangos e senti ela tremer.
Coloquei uma mão em seu estomago para impedir que ela saia do lugar e acariciei o seu clitóris.
Ela arfa e se contorce na cama, murmurando palavras desconexas.
Fiquei passando os dedos em sua fenda, apenas brincando com seu centro de prazer, horas colocando dois dedos em seu interior e estocando, horas apenas acariciando o seu clitóris.
Ela estava ofegante e com o rosto vermelho, sua respiração saía entrecortada.
Então levei a minha boca até a sua feminilidade e lambi, lenta e vagarosamente, sentindo seu delicioso gosto na minha boca.
Ela gritou e tentou se afastar.
Marque-a. A besta em meu interior pedia Marque-a profundamente e a faça nossa.
“Minha”eu rosnei e afundei a minha língua dentro de sua feminilidade, enquanto ela gritava de prazer.
“Sua, eu sou sua” ela falava em meio aos gritos de prazer que soltava.
Minha língua fazia movimentos profundos e fortes. Eu mordi e chupei seu clitóris e esfreguei a ponta de minha língua nele.
Ela estava chegando perto do clímax.
Levei minhas mãos para sua bunda e puxei seu quadril em direção ao meu rosto e aprofundei minha língua ainda mais.
Depois de alguns segundos, eu afastei a minha boca e falei o mais sensualmente possível.
“Goza pra mim, Hermione! Quero sentir seu primeiro gozo na minha boca” eu rosnei e estoquei dois dedos em seus interior- não muito fundo, para não romper seu hímen, mas o suficiente para lhe dar prazer- fazendo ela gemer e chorar, não sei se de prazer ou de dor, mas ela gemia e gritava.
Voltei a colocar a minha língua em seu interior.
Assim que essas palavras saíram da minha boca eu senti ela gritar e gozar na minha boca. Era tão delicioso. Eu queria mais.
Levantei meu rosto de entre suas pernas e vi que ela tremia e estava coberta de suor, com uma expressão de satisfação estampada em seu rosto.
Sua boca estava aberta e seus olhos vidrados.
Anjo ou demônio, não me importava, apenas sabia que eu iria com ela para o céu e até mesmo para o inferno.
Subi até que estava cara a cara com ela e lhe dei um beijo, ao qual ela retribuiu e eu sabia que ela conseguia sentir o próprio gosto em minha língua.
“Gostou?” eu falei e sorri.
PDV Hermione
Eu me sentia como larva derretida.
Seus dedos faziam mágica dentro de mim, eu sabia que ele estava me provocando.
Mas assim que sinto para onde a boca dele está se dirigindo eu fecho as pernas com insegurança.
“Me deixe te provar amor?” ele perguntou enquanto acariciava minhas coxas “Deixa eu ver se tem o gosto de morangos ao qual eu sinto o cheiro e sonho todas as noites?” ele disse esfregando o rosto na minha coxa.
Todos sempre disserem que isso era errado, até mesmo nojento, que mulheres descentes não deixavam que fizessem isso com elas, mas inferno sangrento, eu queria muito sentir o prazer que sua voz garantia que eu iria sentir, mas estava relutante.
Me apoiei nos cotovelos e olhei para o seu rosto, que estava repleto de amor e pura necessidade, esperando a minha resposta. Foram seus olhos que me fizeram concordar, provavelmente não negaria nada para ele nesta noite.
Senti ele respirar fundo na frente de minha feminilidade, me fazendo tremer de expectativa.
Senti a sua língua entrar e lamber, morder e chupar meu centro, enquanto eu gritava de choque.
Nunca havia sentido isso antes, não se comparava em nada do que eu havia ouvido das meninas na Torre Griffyndor. Era intenso e animalesco.
Meu corpo parecia gelatina e eu apenas gemia, sem me importar que alguém poderia estar ouvindo.
Foi então que eu senti um grande calor se construir no meu baixo ventre, era um fogo tão grande e uma sensação totalmente desconhecida, uma tensão estava se formando e eu apenas me revirava na cama e apertava as folhas abaixo de mim, sentindo meu corpo ser coberto de suor.
Eu tentei me afastar, mas ele apenas me segurou mais forte, Merlin o que está acontecendo comigo?
“Minha”eu ouvi ele rosnar, como um lobo, enfiando a língua mais profundamente em mim.
“Sua, eu sou sua” eu falei em meio á gritos de prazer que eu soltava.
Senti a sua língua brincar com o meu clitóris, eu não sabia o que era, mas eu queria mais, precisava de mais e eu sentia que estava perto.
Foi então que senti ele levar ambas as mãos para meu traseiro e levantar o meu quadril em direção ao seu rosto, para ter melhor acesso, não liguei para o pudor, apenas para o que sua língua má fazia comigo.
“Goza pra mim, Hermione! Quero sentir seu primeiro gozo na minha boca” ele falou enquanto eu sentia dois dedos dentro de mim estocando enquanto sua língua voltava para meu clitóris.
Essas palavras desencadearam algo dentro de mim, pois senti toda a tensão acumulada explodir em milhões de fogos de artifícios, enquanto meu corpo convulsionava em ondas de prazer, no que eu sabia que era o clímax.
Senti a boca de Fenrir lamber qualquer requisitos do meu orgasmo, enquanto eu estava mole na cama, arfando com o corpo todo tremendo e sem conseguir ter um pensamento coerente.
Ele olhou para mim com um brilho incrível de satisfação e orgulho e veio em minha direção e me deu um beijo, ao qual eu pude sentir meu próprio gosto.
Ele rompeu o beijo e me olhou.
“Voce gostou?” ele me perguntou ansioso.
“Foi incrível” eu falo corando novos tons de vermelho.
“Voce tem um gosto incrível, me viciei” ele diz lambendo os lábios de uma forma sedutora, que me fez puxá-lo para mim.
“Voce está vestindo roupas de mais.” eu falo mordiscando sua orelha.
Eu estava pronta para a marcação. Eu realmente queria ele.
Vejo ele me olhar nos olhos e retirar a calça e acompanho seus movimentos.
Ele está sem sunga por baixo e eu vejo o seu membro e engulo seco.
“Deus isso não vai caber” eu não me dou conta até que seja tarde de mais que eu falei em voz alta. Já não fico vermelha, eu fico roxa.
Ele ri e volta a se deitar sobre meu corpo, apoiando seu peso nas mãos e me olha carinhosamente.
“Vai caber...Somos feitos para nos encaixarmos perfeitamente, só que vai doer um pouco, mais irei devagar” ele fala depositando um beijo no meu queixo.
“Ta bom” eu digo e respiro fundo vendo ele se ajoelhar entre minhas pernas.
Ele pega minhas mãos nas suas e as coloca na cama ao lado de minha cabeça, entrelaçadas, então ele apóia a testa na minha.
“Hermione Jean Granger, a partir de agora eu serei teu para sempre. Estarei ao teu lado para te proteger e tentarei ser o melhor companheiro que eu puder para agradar você.” seus olhos estão com a borda cinza e repletos de âmbar, ele é um com seu lobo neste momento. É o ritual de acasalamento.
“Unum credimus, unum in corpus et animam, justo. Ego semper ad vestram vocationem meus sodalis aeternam. `M tuum sicut tu mea. Amare te usque in sempiternum.” ele falou e eu entendi cada palavra em latim que ele falou e sabia que era a minha vez de dizer.
“Sum tuus.” eu disse beijando seus lábios e sentindo ele me penetrar com uma estocada firme, rompendo meu hímen de uma só vez.
Eu gritei. Doía pra caramba. Mesmo que Fenrir tenha me preparado antes, eu sentia a dor. Quem foi o infeliz que disse que isso não machucava mesmo? Está na minha lista de pessoas pra matar.
“Abra os olhos Hermione” Fenrir fala e eu nem percebi que os havia fechado e fico maravilhada com o que vejo.
O quarto está repleto de uma luz branca, pura e linda. Vejo fios vermelhos e prata se entrelaçarem entre mim e Fenrir, me fazendo engasgar ao notar que a dor diminui.
“Is..isso é...?” eu não consigo formular a frase.
“Nossas magias se unindo em uma só.” ele fala me beijando, mas ainda não se movimenta dentro de mim, ele está esperando que eu me acostume com seu tamanho.
Ele move os lábios para meus seios e começa a mordiscar, beijar e acariciar, lentamente sinto a dor entre minhas pernas diminuírem, então impulsiono meu quadril para cima e ouço um rosnado sair da boca de Fenrir.
“Kitten...” ele fala e olha nos meu olhos. Seus olhos continuam com a mesma mistura de âmbar e cinza.
Ele começa a se mover lenta e profundamente dentro de mim. Suas mãos dançam entre meus seios e meu quadril, fazendo círculos suaves, em uma carícia doce.
Elevo meu quadril para cima, em busca de mais, logo eu estava gemendo ofegante, enquanto sentia ele empurrar suavemente mais fundo. O sentimento dele se movendo no meu interior era incrível, e logo eu estava fazendo o meu melhor para acompanhar o seu ritmo.
Coloquei minhas pernas envolta de seu quadril e o puxei com os tornozelos para mais fundo dentro de mim.
“Fenrir....mais...por favor...” eu choramingava enquanto sentia ele rodar o quadril e estocar mais fundo.
Assim que falei isso ele parou de se mover e pensei que houvesse dito algo errado.
Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, senti ele inverter nossa posição e me puxar junto a si de encontro para a cabeceira da cama.
Ele apoiou as costas na cabeceira e me puxou para cima de si. Eu me encontrava com uma perna de cada lado de seu corpo e não sabia o que fazer.
“Voce é incrível, amor.” ele falou e colocou ambas as mãos na minha cintura, me fazendo descer sobre seu membro “Quero que assuma o controle” ele falou me ajudando a movimentar o quadril.
Eu apoiei minhas mãos em seus ombros e comecei a subir e descer cada vez mais rápido. Nós soltamos gemidos e gritos de prazer e eu senti a maravilhosa sensação do orgasmo começar a se construir no meu baixo ventre, mas desta vez a sensação era dez vezes mais intensa.
Senti Fenrir lamber a base do meu pescoço e depositar beijinho pelo lugar.
“Venha pra mim linda” ele murmurou rouco “Venha enquanto eu marco você” ele murmurou e eu senti ele morder a minha pele.
Soltei um grito de dor e de prazer e me senti vir ainda mais forte do que antes, enquanto sentia os dentes de Fenrir continuar mordendo a pele do meu pescoço, enquanto sentia sua magia me cobrindo como antes e sentia uma quentura se espalhar pelo meu ombro.
Ele ainda estava dentro de mim e não tinha tido seu máximo, eu estava caída sobre seu peito enquanto uma de suas mãos puxava suavemente meus cabelos e segurava meu rosto.
Sua boca estava manchada com sangue; meu sangue. Aquela visão era estranhamente erótica, me fazendo gemer.
“Fen...Fenrir...” eu gemia. Como ele ainda podia estar duro.
“Resistência lobisomem” ele rosnou e me beijou e notei que havia falado em voz alta.
Senti o gosto de meu sangue e gemi em sua boca, enquanto a sua língua saqueava a minha boca, sem dó e piedade.
Ele viu que eu não tinha mais forças para continuar a me movimentar, então ele nos virou novamente na cama, ficando por cima.
Ele pegou minhas pernas e apoiou meus joelhos em seu ombro e se enterrou em um golpe feroz dentro de mim.
Fenrir começou a se enterrar cada vez mais fundo e mais forte dentro de mim, apertando meu quadril com ambas as mãos, deixando o que futuramente será a marca de seus dedos, mas não me importava.
Seus golpes estavam me dirigindo a loucura, eu não agüentava mais tanto prazer, eu não conseguia mais. Seu membro ficou mais grosso dentro de mim.
“Fen..ferir...eu..eu...na..não...agüento....” eu digo entre soluços de prazer, jamais imaginei que seria assim.
“Voce agüenta sim...quero que goze junto comigo, vamos amor...venha pra mim!” ele rosna entre estocadas e eu me sinto quebrar em múltimos orgasmos, enquanto sinto ele gozar dentro de mim e soltar um urro bestial, mordendo novamente a marca em meu pescoço, enquanto eu literalmente chorava de prazer.
Sinto Fenrir desabar em cima de mim, mas não me importo, sinto seu peso bem-vindo, me dizendo que foi tudo real.
Apesar dos espasmos- desta vez de prazer e não de dor- eu começo a acariciar seu cabelos e sua nuca, estamos cobertos de suor.
Ele se vira e sai de cima de mim, me puxando até que eu estou deitada parcialmente em cima dele, com a cabeça apoiada em seu peito.
“Desculpa ter te machucado” ele fala olhando para meu pescoço e acariciando meu quadril.
“Só se você me desculpar pelo estrago que fiz em suas costas” eu falo rindo corada.
“Feito” ele fala sorrindo e me beijando “Agora você é minha” ele fala beijando minha testa.
“Eu não sabia que nossas magias iriam se entrelaçar.” eu falo lembrando da luz branca e dos cordões de luz que nos envolveram.
“É uma coisa que acontece somente na marcação entre uma Alpha e sua companheira” ele fala acariciando meus cachos.
Eu estava quase caindo no sono, não conseguia me mover mesmo se Voldemort aparatasse aqui no quarto.
“Eu te amo Fenrir” eu digo com os olhos pesados, quase fechados.
“Eu também te amo Kitten” eu ouço ele falar e fecho os olhos, sendo levada nos braços de Morpheus.
TRADUÇÃO DO RITUAL
"Acreditamos que somos um, unidos pelo corpo, pela alma e pela magia. Eu sempre virei ao teu chamado minha eterna companheira. Sou seu assim como voce é minha. Te amo eternamente." Fenrir
"Sou sua" Hermione
Notas finais
O ritual fui eu que fiz gente! Gostaram das palavras? Algurm me perguntou sobre os feitiços do capitulo anterior : Também fui eu quem fiz! Se quiserem os feitiços emprestado venham falar comigo, OK?
Tenho cerca de 200 leirtores e apenas 60 deixam comentários,por isso quando eu voltar a postar eu quero que este capitulo tenha bastantes coments tá bom? Me desejem boa sorte nestas provas pessoal! E boa sorte pra quem for fazer!
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