Notas iniciais
Oi!!! Desculpa não postar cedo, é que eu passei o dia fora comemorando o dia dos pais e acabei de chegar!!!
O capitulo é longo e explica muita coisa! Vai haver algumas morte(não dos pais da mione) e varias outras coisas.
Agradecimento especial á Corallyne Elizabeth gomes e a maravilhosa recomendação!!!
Fantasminhas apareçam!!!!
Vai haver violencia neste capítulo! E desculpem os erros-que tenho certeza que tem- neste capitulo!

PDV Hermione

Eu estava em casa.

Depois de deixar Shane com sua família, eu voltei para Hogwarts e desmaiei, dormi durante o dia inteiro e voltei para casa hoje antes do almoço.

Estava ajudando a minha mãe a fazer o almoço, era o meu último fim de semana com eles, pois eu apagaria suas mentes.

Conversei com professor Dumbledore e o comuniquei de minha decisão, ele me perguntou se eu iria querer que ele fizesse o feitiço, mas eu não quis. É minha responsabilidade, meu dever.

Eu passaria esse fim de semana com eles e amanhã eu apagaria suas mentes, os enviando para a Austrália, onde eles abririam um café em uma cidade pequena e jamais se lembrariam que eles tiveram uma filha.

É o melhor para eles. É a frase que não saía da minha cabeça.

Eu queria tanto poder ir com eles, deixar tudo para trás, mas eu havia prometido ao Harry que ficaria com ele até o fim. Ajudaria a por um fim no reinado de Voldemort, nem que para isso eu morresse!

Saio dos meus pensamentos ao notar que minha mãe está vindo para a cozinha junto ao meu pai.

“Então, o que minha princesinha está fazendo” meu pai me perguntou dando um beijo em minha bochecha.

“Estou fazendo o seu prato favorito que a Nana(avó) me ensinou.” eu digo mexendo o molho na panela.

“Lasanha da Nana?” ele me pergunta com os olhos brilhando e eu vejo minha mãe ri.

“Qual é o motivo? Algum namorado bruxo está vindo jantar?” minha mãe pergunta em expectativa.

Ela está doida para eu arranjar um namorado e ter ‘A Conversa’ comigo novamente.

Não quero nem me lembrar de como ela agiu quando eu lhe contei sobre Victor Krum.

Ela me deu camisinhas e anticoncepcionais para que eu pudesse aproveitar o namoro. Foi a conversa mais constrangedora de minha vida, e jurei não falar de meninos com minha mãe nunca mais! Então passei a buscar as respostas sobre sexo nos livros!

“Jean querida, a Mione é muito nova para arranjar um namorado” Vejo meu pai olhar emburrado para a minha mãe.

“Daniel Granger, nós já tivemos essa conversa!” minha mãe falou raivosa para o meu pai que se encolher na cadeira “Se a nossa filha quiser namorar voce não vai soltar um pio! A não ser que voce queira ir dormir no sofá novamente!” ela terminou colocando as mãos no quadril.

“Eu adoro quando voce põe essa cara de brava, te deixa muito linda” meu pai habilmente muda de assunto com sucesso ao notar que minha mãe corou.

“Quer parar Dan!” minha mãe dá um tapinha no braço dele, que ele aproveita e a puxa para si, dando um beijo demorado.

“Vão para o quarto!” eu digo chamando a atenção dos dois que se separam.

“Voce não respondeu a pergunta filha” meu pai fala colocando um braço envolta da cintura de minha mãe.

“Qual?” eu pergunto terminando de montar a lasanha e a colocar no forno para gratinar.

“Devo preparar a arma para meu futuro genro?” meu pai pergunta me olhando inquisitivamente.

“Não pai, eu só pensei em fazer um bom jantar para nós. Sei que não passo muito tempo em casa, e sei que a mamãe é um desastre na cozinha, e como demos o dia de folga para Anny eu resolvi fazer um belo jantar.” eu digo indo em direção a pia para que meu pai não possa ver a mentira nos meus olhos.

“Eu não sou um desastre!” minha mãe fala brava.

“Querida, voce conseguiu queimar a cozinha fervendo água para o macarrão.” eu e meu pai começamos a rir, enquanto minha mãe fica mais furiosa.

“Espero que continue rindo quando for dormir no sofá está noite!” ela diz marchando para fora da cozinha com meu pai a seguindo pedindo desculpas.

Eu lavo a louça e em quinze minutos está tudo pronto.

Nós nos sentamos e começamos a comer e a relembrar as histórias do passado, quando um pouco antes de ir para a cama eu pego uma caixinha de madeira e vou até ambos no sofá da varanda apreciando a lua cheia.

“Mãe? Pai? Quero dar um presente para voces” eu digo quando meu pai se afasta da minha mãe, me fazendo sentar no meio deles.

“Presente? Nem é nosso aniversario!” meu pai fala me olhando.

“Eu sei, é que eu vi em uma loja bruxa e achei que era perfeito para voces.” eu digo abrindo uma caixinha de madeira e retirando dela dois cordões com o pingente e uma estrela na cor prata.

“Ual!!! É tal lindo!!!” diz minha mãe acariciando a estrela.

“Tem algum significado?” meu pai pergunta colocando o pingente ao nível dos olhos e vendo ele brilhar, quase como as estrelas no céu.

“Sim, lembra que quando eu era pequena, voces me chamavam de pequena estrela?” eu pergunto tentando engolir as lágrimas.

“É claro que sim, demos esse apelido, pois parecia que voce emanava luz própria. Mesmo estando sozinha, voce brilhava intensamente como uma estrela no céu.” meu pai falou passando a mão em minha bochecha esquerda.

“Esse colar é feito por bruxos, ele nunca vai perder o brilho e nunca deixará voces desamparados, será como se um pedacinho de mim sempre estará com voces.” eu digo sentindo uma lágrima descer pelo meu rosto.

“Querida há algo de errado?” minha mãe pergunta um pouco assustada.

“Não há nada mãe, mas é que eu vou voltar para Hogwarts e depois arranjarei um trabalho, talvez no St. Mungos e não poderei passar muito tempo aqui.” eu digo parcialmente a verdade, pois é o que eu faria se não houvesse uma guerra.

“Oh querida! Não se sinta culpada, nós te amamos e sabemos que voce nos ama! Certo Dan?” minha mãe pergunta olhando para o meu pai, que percebe através de minha mentira.

“Sim, voce acha que ficarei mais charmoso com ele querida?” ele pergunta colocando o cordão no pescoço e vejo minha mãe fazer o mesmo, então o cordão solta uma pequena luz antes de brilhar fracamente.

O cordão vai servir para que se alguem com uma marca negra ou se quiser os machucar seja levado para uns dez quilômetros deles com um forte feitiço de compulsão para se afastar.

Eu não podia deixá-los desamparados caso algo desse errado.

Então eu me retiro e vou para a cama dormindo repetindo a mesma frase de antes: É o melhor para eles.

___________Dia seguinte depois do café ____________

Acabamos de tomar café da manhã e fomos ver um filme na televisão. Estavamos assistindo ao filme As branquelas( finjam que existia o filme na época).

“A pipoca acabou” meu pai murmurou e então gargalhou na parte onde o agente do FBI colocou língua na calcinha que o cara usava.

“Eu pego!” eu digo me levanto e vou em direção á cozinha e espero a pipoca sair do microondas e vou até a sala e fico atrás do sofá.

Gravo bem a cena de minha mãe e meu pai abraçados e rindo. Levanto a varinha em direção á eles e pronuncio a palavra que fará com que eles se esqueçam.

“Obliviate” eu murmuro e vejo ambos ficarem tensos e com o olhar vago. Olho em volta e vejo a minha imagem desaparecer de todas as fotos.

Tenho uns cinco minutos antes deles recuperarem a consciência e pego os documentos falsos e as passagens de avião para está noite e as coloco na mesinha de centro.

“Amo voces” eu murmuro segurando minha bolsa de contas e andando até um parquinho que havia perto da minha casa, sentindo as lágrimas rolarem pelo meu rosto.

_____________

Não sei há unto tempo eu fico ali, mas quando noto e olho para o relógio vejo que já são três da tarde. Vou até um beco e enxugo minhas lágrimas, fazendo um feitiço para que meus olhos não fiquem vermelhos e aparato em frente ao Largo Grimmauld nª 12, também conhecida como cede da Ordem da Fênix.

Assim que abro a porta da casa eu sinto um clima pesado e ouço vozes vindo de lá. Eles estão tendo uma briga e assim que abro a porta todos ficam em silencio.

Na sala estão as pessoas de costume, os Weasleys( menos Charlie que ainda está na Romenia), Harry, Draco, Tonks, Kingsley, Sirius, Severus, Alastor(olho-tonto), Narcisa, Professora Minerva e Flitwick (professor de feitiços), Augusta Longbottom com seu neto, Remo e Professor Dumbledore. Estes dois últimos estavam tendo uma discursão calorosa, mas pararam imediatamente ao me ver.

“Não sabia que tinha uma reunião hoje” eu disse olhando para meus amigos e vendo quase todos evitarem me olhar nos olhos.

“Hermione minha querida!” Molly veio até mim me dando um abraço apertado.

“Não estamos tendo uma reunião.” Remo disse rapidamente, impedindo o diretor de falar qualquer coisa.

“Não acho que seja uma decisão que voce deva responder Lupin.” diz meu professor de poções o olhando com o semblante serio.

“O que está havendo?!” eu pergunto olhando á todos na sala e vejo todos olharem para o diretor em busca de ajuda.

“Como foi com seus pais senhorita Hermione” ele me pergunta fazendo um gesto para eu me sentar na cadeira ao seu lado.

“Foi tudo bem, eles partirão está noite” eu digo voltando a pensar nos meus pais e ficando um pouco triste.

“Foi uma grande e difícil decisão menina! Uma verdadeira Griffindor!!!” Olho- tonto fala com seu olho mágico girando loucamente.

“Não façam isso” eu digo alto para todos na sala.

“Não fazer o que?” me perguntou Sirius me olhando meio triste.

“Mudar de assunto!O que está acontecendo?!” eu peço e ouço professor Dumbledore suspirar.

“Eu, Remo, Sirius, Tonks e Kingsley tivemos uma reunião com Fenrir e seus bethas essa manhã.” ele disse olhando para mim preocupado.

“No inicio pensamos que eles iriam se juntar conosco contra Voldemort” alguns suspiros e um revirar de olhos meu.

“Quer dizer que não era somente sobre eles nos ajudarem?” eu falo pensando no que eles podem querer.

Se tivermos eles do nosso lado seria uma grande adição. Sua velocidade e força eram incríveis no campo de batalha, eu mesma vi como o Remo mudava durante um combate, era como se ele brilhasse e virasse outra pessoa, como um deus da guerra.

“Granger, o que voce sabe sobre lobisomens e suas companheiras?” Severo me perguntou mudando para sua voz de professor.

“A companheira é alguem feita especialmente para o lobo, capaz de o acalmar com sua voz ou um simples toque. Sua cara-metade em todos os sentidos. Dizem que é um casamento feito pelos céus, união para toda a vida. Nada pode separar um lobo de sua companheira, seria considerado um crime terrível contra a própria vida fazer algo assim. Uma vez que o lobo encontre sua companheira ele fará de tudo para te-lá do seu lado, uma vez o vínculo construído, nada o pode quebrar.” eu digo lembrando de todos os livros que eu havia lido a respeito.

Vejo Severus levantar uma sobrancelha para mim, e os olhos do diretor brilharem em divertimento.

“Como sabe tudo isso?” Sirius me perguntou curioso.

“É uma resposta muito completa” disse Narcisa.

“Fiquei curiosa quando percebi que Remo andava muito mais deprimente do que antes e resolvi fazer algumas pesquisas e percebi que Tonks era a sua companheira e que ele estava relutando em aceitar” eu digo dando de ombros “Mas porque da pergunta?”

Todos ficam em silencio novamente e vejo Severus suspirar e olhar para mim.

“Descobrimos que voce é a companheira de Greyback” ele fala me olhando esperando que eu surtasse.

Confesso que minha reação me assustou.

Eu comecei a gargalhar segurando meus lados em um ataque nervoso de risos.

“Voces estão de brincadeira?” eu olho imediatamente para os gêmeos que levantam as mãos fazendo sinal de negação.

“Nós somos inocentes!!” os gêmeos falam juntos.

“Eu tenho cara de quem está brincando Granger?” Severus me pergunta firmemente e então a ficha caí.

Sou companheira de um lobisomem.

Não apenas um lobisomem, mas o alpha do maior bando de toda Grã-Bretanha e um dos 10 maiores do mundo.

“Inferno Sangrento!” eu falo alto e vejo todos levarem um susto.

“Voce não precisa fazer nada que não quiser Mione, nos vamos...” eu interrompo Remo.

“Claro que eu tenho que fazer! Não dá pra simplesmente esquecer! Alem dele ser um lobisomem ele é alpha!” eu falo começando a pensar.

“E o que isso tem demais?” Rony pergunta.

“Significa que o chamado é mais forte, se um lobo é afastado de sua companheira ele lutará, mas se um alpha é afastado de sua companheira é um grande inferno a se pagar!” eu digo com um pouco de raiva. Será que só eu fiz a redação sobre lobisomens para o professor Snape no 3ª ano?

“Então o que faremos?” Gina pergunta me olhando um pouco confusa e vejo todos começarem a discutir.

Fico uns quinze minutos colocando a minha cabeça em ordem.

Se eu não for com Greyback ele virá atras de mim com o bando, e a Ordem não pode simplesmente enfrentar Voldemort e seus Comensais e um bando de lobisomens que certamente é mortal.

Mas se eu for com ele, eu não poderei ficar na Ordem, pois ele verá isso como um modo de eu me machucar, e um lobo é super protetor de sua companheira, eles raramente se afastam. Eles sentem a necessidade de sentir o cheiro e o toque, é por isso que a maioria anda com algo pertencente a sua companheira.

Remo por exemplo, está com uma fita que prendia os cabelos de Tonks em seu pulso direito, e se eu não me engano aquilo no pescoço de Tonks é a marca do vínculo.

Provavelmente Tonks não sairá mais em campo, nem mesmo a Fleur que possui a mesma marca em seu pescoço, mas diferente da mordida de um lobisomem que transmite a licantropia, a marca serve apenas para igualar a fêmea ao macho. Ela não se transformará pois ela será a futura mãe de seus filhotes.

Uma mulher que possui a licantropia irá se transformar até achar e ser marcada pelo seu companheiro.

Não posso deixar a Ordem. Harry e os outros precisam de mim. Mas Greyback não irá me deixar continuar na Ordem a não ser que...

É isso!!! Eu sei como ir com os lobos sem briga e continuar na Ordem!!!

“Eu irei com os lobos” eu digo fazendo todos se calarem e me olhar chocados.

“Mione, voce não sabe o que está dizendo” Remo fala calmamente.

“Sei exatamente o que estou falando” eu digo com o semblante sério.

“Sabe que ele não deixará que participe da Ordem” Sirius me diz tentando me fazer mudar de idéia.

“Podemos marcar o encontro de partida na Toca?” eu pergunto para Molly e Arthur.

“Se Dumbledore não ver problema” Arthur diz antes que sua esposa falesse algo.

“Sim, marcarei para meio-dia, o que acha?” ele me pergunta com os olhos brilhando loucamente e eu percebo que ele sabe que eu havia achado uma saída.

“Por mim está perfeito! Meninos vamos conversar lá em cima?” eu pergunto apontando para Draco, Harry, Neville, Rony, Gina e os Gemeos, que sobem para o meu quarto e o da Gina rapidamente.

Eu pego minha varinha e faço alguns feitiços de proteção na porta para que ninguem ouça essa conversa.

“Voce está louca Mione? Ir com os lobos? Nos deixar?” todos menos o Draco perguntam de uma vez. Eu já estava perdendo a paciência quando Draco falou.

“No que voce pensou Hermione?” ele fala fazendo todos me olharem.

“Voce me conhece bem” eu respondo me sentando na cama ao lado dele.

“Reconheço o olhar de uma cobra dando o bote” ele fala calmamente.

“Devo agradecer pelo elogio?” eu falo arrogante vendo ele acentir com a cabeça.

“Do que diabos voces estão falando?” Gina grita.

“Voces não acham mesmo que eu abandonaria o Harry e a Ordem, não é? Eu prometi junto com o Rony lutar ao seu lado até o final, e é isso que eu vou fazer” eu digo caminhando até Harry e Rony e pegando ambas as mãos.

“Voce disse que não tem...” eu interrompo Rony.

“Sei o que eu disse, e só que eu achei um jeito de ir com eles e continuar na Ordem.” eu falo com um sorrido de gato que comeu canário.

“Como?” perguntou-me os gêmeos.

“Voto Perpétuo” eu digo vendo meus amigos me olharem um pouco assustados.

“Voce está louca Mione?” Gina me pergunta meio branca.

“Voce sabe que pode morrer se o quebrar! Não quero que faça isso” Harry diz se afastando um pouco de mim.

“Isso não apenas por voce! É por todos!” eu digo com um pouco de raiva “Esse é o único modo de eu ir e continuar na Ordem” eu digo vendo o entendimento passar nos olhos do gêmeos e do Draco e Neville.

“Como assim?” Claro que a pergunta veio do Rony.

“Ou ele deixa ela continuar na Ordem lutando, ou ele preferirá que ela morra. E pode ter certeza que ele não a quer morta.” Draco diz sorrindo.

“Voce é mesmo brilhante!” Rony me diz compreendendo.

“Mas...” eu vejo Harry prestes a contestar e o interrompo.

“eu vou fazer isso com ou sem voce, então apenas concorde para que eu faça logo isso” eu digo cruzando os braços em frente aos meus seios.

“Tudo bem, mas eu não quero perder a minha irmã, então pense bem em tudo.” Harry diz suspirando.

Eu vou até a mesinha que tem no quarto e pego um pergaminho e uma pena e começo a escrever o voto.

Em meia hora eu terminei e o revisei quatro vezes.

“Fred voce pode lançar o feitiço?” eu pergunto o entregando uma cópia do pergaminho para todos.

“Tudo bem” ele diz começando a lê-lo.

Olho para o Harry e aponto para ele.

“Voce será a minha ligação com o feitiço” eu digo indo até o centro do quarto e me ajoelhando.

“Voce tem certeza disso Mione?” ele me pergunta também de joelhos.

“Sim” eu respondo sem pensar duas vezes.

“Vamos começar” diz Fred vindo ata nós e vejo os outros irem para o canto do quarto observando tudo.

Coloco minhas mãos junto com a do Harry e vejo Fred apontar a varinha para nossas mãos.

“Voce Hermione Granger, jura ajudar e lutar ao lado da Ordem da Fênix?” Fred pergunta e vejo um fio vermelho sair de sua varinha e entrelaçar minha mão e a do Harry.

“Sim, eu juro” eu digo sentindo um calor na minha mão.

“Jura continuar ao lado da Ordem da Fênix até o final?” ele me pergunta novamente.

“Sim, eu juro” eu digo.

“Jura participar das lutas e batalhas sempre que for possível ou convocada.” ele fala e vejo Harry e os outros não ficam surpresos com essa última questão que eu só mostrei no pergaminho de Fred.

“Sim, eu Juro” eu digo vendo o fio brilhar mais uma vez, antes de se apagar completamente.

“Essa última parte não estava no papel que voce nos deu” Harry fala se levantando.

“Eu sei, provavelmente voce não iria querer fazer se eu amostrasse.

“Então tudo feito?” Neville pergunta e eu aceno com a cabeça.

Eu desfaço os feitiços na porta e vou para a cozinha.

Converso com Sirius e os gêmeos sobre o próximo brinquedo para loja. Depois falo com Narcisa, Molly sobre jardinagem e cozinha. Converso com Kingsley, Alastor e os meninos sobre táticas de luta. Converso com professora McGonagall e Dumbledore sobre fazer meus exames antes do ano, para poder ajudar a Ordem.

Quando falo de conversar vejo que já está de noite e resolvo ir dormir.

Tomo um banho e coloco meu pijama e me deito na cama dormindo imediatamente.

___________ Na manhã seguinte ____________

Estou na mesa tomando café da manhã na Toca e vejo que são dez horas e que estou um pouco cansada.

Assim que acordei eu vim para Toca com meus amigos e fiz uma corrida envolta da Toca, para me manter em forma.

Olho para a janela e vejo uma coruja com uma carta vindo em minha direção.

“Olá amiguinha! O que voce tem para mim?” eu digo pegando a carta e dando um pedaço de bacon para a coruja.

Abro a carta e reconheço a caligrafia de Luna.

Olá Hermione!!!

Como voce está? Eu soube pelos zonzóbulos que algo anda a perturbando. Eles me disseram que voce está triste e que precisa desabafar.

Sabe que pode contar comigo para tudo, não é?

Estou em casa, se quiser pode vir para tomar um chá comigo e com o papai.

Um beijo, Luna.

Eu ainda ficava um pouco chocada com as coisas que a Luna podia saber sem estar por perto. Aprendi a aceitar o jeito meio estranho e louco dela ser, e entendi que não é só porque eu não posso ver algo não significa que ele não exista.

“Estou indo na casa da Luna” eu digo me levantando da mesa atraindo a atenção de todos.

“Pla qui” fala Rony com a boca lotada de comida.

“Fecha a boca Rony!” eu falo brava “Vou conversar com ela, volto antes do meio dia” eu digo indo em direção a porta.

“Tenha cuidado Mione” Harry fala me abraçando.

Vou até o ponto de aparatação e em um pop estou em frente a casa de Luna( no verão passado eu já estive aqui) .

Antes mesmo de bater na porta eu sou puxada para dentro e sou sufocada pelo abraço de Luna.

“Mione, voce veio!” ela diz com um sorriso e um olhar sonhador.

“Claro que sim, eu preciso mesmo conversar com voce” eu disse para ela sorrindo.

Luna é uma pessoa fantástica! Ela nunca lhe julga e sempre sabe das coisas.

Dou bom dia ao seu pai e vamos em direção ao seu quarto, onde eu lhe conto tudo que aconteceu até agora.

Conversa vai, conversa vem e então olho para o relógio.

“Santo Merlim! Faltam dez minutos para meio dia!” eu digo desesperada e salto da cama com pressa.

“Calma Mione, voce chega lá em um segundo” ela diz sorrindo e olhando para o nada.

Então quando estou descendo as escadas, nós ouvimos um barulho de explosão e de repente tudo vira um caos.

“O que está havendo?” Luna me pergunta.

“Ataque de Comensais” eu digo vendo cinco comensais invadindo a casa.

“Bombarda!” eu grito na direção deles e começamos a trocar feitiços.

Luna estava ao meu lado e vemos o senhor Lovegood se juntar a nós.

“Olha quem está aqui, a sangue-ruim do Potter!” eu ouço uma voz falar e a reconheço imediatamente como a voz de Dolohov.

“Parece que vamos levar a cabeça de alguem para o nosso mestre” eu ouço a voz de Rabastian Lestrange e xingo mentalmente ouvindo eles rirem.

“Voces não conseguiram fazer isso no Ministério, duvido que possam agora” eu digo os provocando para fazer eles ficarem com raiva e agirem sem pensar.

“Sua vadia sangue-ruim! Sectumsempra!” grita Dolohov e eu conjuro um escudo, mas sinto ele fazer dois cortes no meu corpo.

“Envia um patrono para A´Toca” eu falo para Luna e seu pai.

Mas Luna não consegue nenhuma brecha para poder fazer o feitiço.

Eu me abaixo atras do sofá e disparo todas as maldições que eu conheço. Então olho para trás e vejo um feitiço disparado por um dos comensais atingir algo perto das escadas e de repente há uma grande explosão que nos envia porta á fora.

Eu sinto minha cabeça latejar e vejo que algo fez um corte no meu rosto que está sangrando.

Luna está com um corte na testa e seu pai está com o braço em uma posição estranha.

Já os comensais estão quase ilesos, exceto por um que está estirado no chão sangrando, provavelmente morto.

“Corram até a zona de aparatação e vão para Toca pedir ajuda” eu digo parando de correr e levantando um escudo sem varinha e com a varinha disparar um feitiço estuporante na direção de um dos comensais desconhecidos.

“Não vou te deixar” Luna diz enviando um feitiço cortante para os inimigos.

“Seu pai não pode lutar sem um braço, voce está tonta. Posso segurar eles por uns dois minutos, tempo suficiente para chamar o pessoal que está na Toca” eu falo tentando convencer á mim e a ela.

Ela concorda com a cabeça e eu fico em uma posição de luta, com a farinha levantada em frente ao meu peito e com a outra mão livre.

Começo a fazer magias com a varinha e sem a varinha. Disparando e defendendo as maldições, quando vejo algo que faz meu coração perder uma batida.

Xenófilos soltou a mão de Luna e foi em direção a um vasinho que estava caído no chão, onde se encontra as cizas de sua falecida mulher. Vejo uma luz verde o acertar no peito e ouço a Luna gritar.

Tudo aconteceu bem rápido ao ouvir os comensais rindo loucamente!

“O tolo voltou para pegar as cinzas da mulher!!!” Antonin fala dando altas gargalhadas junto com seus amigos.

Isso só me enfurece mais. Então resolvo usar artilharia pesada.

“ Internum corrosio!(Corrosão interna)” eu grito atingindo um dos comensais desconhecidos, vendo ele começar a gritar de dor ao sentir os ossos do seu corpo serem destruídos.

“Dextrum exitium!( destruição viceral)” eu grito apontando para Rabastian vendo ele colocar o outro comensal desconhecido na sua frente, vendo algo ragar sua barriga e suas vísceras saírem do seu corpo e sinto as alas anti-aparatação caírem com ele.

Vejo os comensais aturdidos e chocados e aproveito a chance.

Corro até Luna que está ajoelhada ao lado do corpo do pai e aparato para a Toca.

Assim que meus pés tocam ao chão eu vejo o jardim da Toca e vejo que Dumbledore e os outros membros estão lá, junto com os lobos me olhando chocados.

Antes que alguem diga alguma coisa todos ouvem o choro de Luna que evoluiu para gritos de angústia.

“Não papai!!! Não me deixa sozinha, por favor abra os olhos!!” ela pede chorando e eu olho para Dumbledore.

“Cinco comensais atacaram a casa dos Lovegood, consegui parar dois e um morreu devido a explosão. Xenófilo morreu.” eu digo sentindo minha garganta ficar seca e me ajoelho ao lado de Luna.

Vejo Alastor, Kingsley, Remo e Sirius aparatar provavelmente para a casa de Luna, e vejo Greyback vindo em minha direção.

“Quem te machucou?” ele pergunta com raiva em sua voz, pronto para matar alguem.

“Pode me ajudar a carrega-lá para dentro?” eu pergunto para ele ainda segurando Luna.

“Claro” ele diz se abaixando perto de Luna, mas se afastando ao ve-lá se afastar.

“Ta tudo bem Luna” eu digo acariciando seus cabelos “Estamos seguras” eu digo calmamente vendo ela concordar com a cabeça e vejo Greyback a pegar no estilo noiva e leva-lá para dentro da Toca.

Assim que entramos, ele a deposita no quarto da Gina, onde eu e Molly a ajudamos a tomar um banho e a curar seus machucados.

Fico com Luna até ela pegar no sono de tanto chorar, então desço as escadas e ouço uma briga.

“Ela virá comigo! Eu não vou deixar ela se machucar!” eu pensei que quem diria isso seria Greyback, mas assim que entro na sala- magicamente ampliada- vejo um outro lobo de pele clara e cabelos loiros como areia, que está sendo segurado por Greyback e o pai de Shane.

“Quer falar baixo ou eu terei que forçá-lo? Luna acabou de dormir e não quero que ela acorde com tanto barulho” eu digo com um semblante serio.

“Cara ela dá medo” eu vejo um garoto que esta ao lado de seu cópia- um gêmeo?- falar.

“Ela virá comigo!” o cara volta a falar, dessa vez mais baixo.

“De quem voce está falando?” eu pergunto finalmente.

“A menina que chegou aqui machucada é minha companheira” ele fala e eu travo o maxilar.

“É palhaçada, só pode!” eu digo com um pouco de amargura na voz.

“Ela é minha companheira! Não vou deixar que ela se machuque” ele diz se soltando de seus amigos.

“E o que voce vai fazer? Dar uma de King Kong e raptar-lá? Ou simplesmente subir e dizer: Olha, sei que seu pai acabou de morrer, mas voce é minha companheira e virá comigo para um lugar estranho com um monte de gente que voce não conhece, mas não se preocupe que eu lhe protejo!” eu pergunto com sarcasmo segurando a minha varinha com força.

Ele me olha com um pouco de raiva, mas é parado pela voz de Greyback.

“O que sugere?” ele pergunta olhando para mim carinhosamente e com um pouco de raiva no olhar.

“Espere ela acordar e façamos um funeral para o seu pai, quando ela acordar eu irei falar com ela sozinha sobre o assunto e ver o que ela acha.” eu digo olhando em seus olhos.

“Tudo bem, mas voce poderia pedir para alguem curar voce e retirar o sangue que está te cobrindo?” ele me pergunta e só então noto que mais uma vez estou banhada de sangue.

“Não é só meu” eu digo e vejo seus olhos se arregalarem imperceptivelmente.

Vou em direção a cozinha e vejo Molly vir comigo e começar a me curar, reclamando de eu, Harry e Rony sempre estarmos sangrando.

Fico em silencio e vou para a sala, onde Greyback se levanta e apresenta os seus amigos para mim.

“Então voce virá conosco na boa?” perguntou-me Paul.

“Sim” eu digo vendo Fenrir sorrir de canto.

“Voce sabe que ele não vai deixar voce lutar, não é?” me perguntou um dos gêmeos chamado Jack( não tenho certeza), atraindo a atenção de todos.

“Ainda bem que não preciso de permissão” eu falo com o semblante sério.

“Voce não lutará” ele diz como quem manda numa criança pequena.

“Voce não me manda” eu digo vendo ele serrar o maxilar.

“Voce ficará em segurança, eu e o bando daremos nosso apoio nas lutas para a Ordem.” ele diz como quem termina a conversas, me deixando furiosa.

“Eu sou uma Griffyndor, não fico escondida em um canto para ser protegida!” eu falo pondo as mãos nos quadris, olhando em seus olhos que estão furiosos, provavelmente por eu o estar enfrentando.

“Voce. Não. Irá. Lutar” ele fala pontuando cada palavra em um tom que faz com que algumas pessoas na sala- mas eu permaneço firme onde estou, afinal eu já havia enfrentei coisas piores, eu acho.

“Bem, então voce escolhe: Voce me deixa ficar e lutar com a Ordem” falo sarcasticamente “Ou me prefere morta” eu digo e vejo ele endurecer e ficar um pouco confuso, como a maioria na sala.

“O que quer dizer?” ele me pergunta.

“Eu sabia que isso iria acontecer.” eu digo olhando para ele e meus amigos “Por isso eu tomei medidas para que eu possa continuar na Ordem” eu digo vendo todos ficarem confusos.

“O que voce fez?” Remo pede num sussurro.

“Um Voto Perpétuo” eu digo e vejo com que a maioria me olhe chocado.

“Voce é louca?!” Fenrir me pergunta quase gritando “Não sabe o que pode acontecer se...” eu o interrompo.

“Sei muito bem sobre o Voto Perpétuo” eu digo “Voce só precisa saber que ou me deixa ficar e ajudar a Ordem no que eles precisarem- incluindo batalhas- ou voce me deixa morrer. É de sua inteira decisão.” eu falo vendo ele ficar pálido e seus amigos engasgarem.

“Acho melhor dar o braço a torcer, não tem como tentar convencer a Mione que ela está errada”

Olho para a escada e vejo Luna vindo em nossa direção, um pouco pálida e com o olhos com um pouco mais de vida do que quando ela foi dormir.

“Luna! O que faz fora da cama? Voce precisa descansar” eu digo indo em sua direção.

“Eu estou bem, os Narguilés me disseram que voce precisava de apoio, eles também me disseram que meu pai está feliz ao lado de minha mãe” ela me disse sorrindo no final.

Realmente Luna é uma menina incrível, outra pessoa estaria se esgoelando pela perda, mas ela não. Ela acredita que onde quer que esteja o seu pai está bem e feliz.

“Sim Luna, seu pai deve está feliz.” eu digo sabendo que ela ainda está triste e que vai precisar de mim neste momento.

“A Mione é mais teimosa que uma mula, não tem como fazer ela mudar de opinião. Então apenas aceite o que ela quer e a proteja o melhor que puder.” Luna disse olhando para Greyback que suspirou vencido.

“Tudo bem, mas ainda iremos conversar sobre isso. Mas agora acredito que deva falar com a sua amiga sobre aquele assunto.” ele diz me olhando.

Antes mesmo que eu abra a boca eu vejo a Luna falar.

“É sobre eu ser companheira dele?” ela diz apontando para Louis que olha um pouco confuso com o colar de rolhas de cerveja amanteigada no pescoço de Luna.

“O Narguelés também lhe falaram sobre isso?” Rony se intromete na conversa.

“Não, eu ouvi lá do quarto” ela diz me fazendo sorrir.

“Então....” eu olhei para Luna para ver o que ela achava.

“Eu irei com voces?” ela pergunta e vê ele seu companheiro concordar.

“Sim” Louis diz sorrindo para ela com os olhos brilhando.

Após uns dez minutos conversando nós vamos até o jardim e convocamos madeira e colocamos o corpo do pai de Luna em uma espécie de mortalha, como á que os gregos utilizavam para queimar seus heróis.

Noto que já são umas seis horas da tarde e que hoje o dia literalmente correu.

Vejo o corpo do pai de Luna ser engolido pelas chamas e vejo Harry, Rony e Gina abraçando Luna que apenas deixava as lágrimas rolarem silenciosas pelo rosto.

Ficamos mais alguns minutos até que com um feitiço, as cinzas do pai de Luna ficassem em uma urna, como a de sua mãe. Ela abre ambas as urnas e joga em direção ao vento, falando para suas almas serem livres e encontrarem a felicidade onde estivessem.

Eu confesso que deixei algumas lágrimas escaparem e sinto uma mão no meu ombro. Olho para o lado e vejo Fenrir me oferecer um lenço, ao qual eu aceito e lhe dou um pequeno sorriso de agradecimento.

Entramos para a Toca e eu olho para Luna.

“Hey Luna, porque voce não sobe com a Gina e pega as coisas que o pessoal trouxe de sua casa e minha bolsa de contas?” eu pergunto calmamente.

“Ta bom” ela diz e puxa Gina com ela.

Então eu me viro para os lobos e falo para todos, principalmente para Fenrir e Louis.

“Voce irá respeitar a Luna e ir devagar nesse lance de companheira e marca” disse assumindo uma postura rigorosa e uma voz mortal “Vai ser um perfeito cavalheiro e vai conquista-lá até que ela goste e tenha certeza sobre voces” eu digo e paro para olhar nos olhos de cada um e vejo Fenrir sorrir.

“Não estou brincando, isso serve para voce também!” eu digo e vejo os gêmeos Weasley e os gêmeos lobos rirem.

“Nunca pensei em fazer o contrário” Fenrir diz me olhando nos olhos e vejo Louis concordar com a cabeça.

“Se fizerem algo que a magoe ou a mim, eu vou castrar cada um de voces e costurar os amiguinhos de voces em suas bocas, estamos entendidos?” eu falo mortalmente.

Vejo todos inclusive meus amigos e diretor ficarem brancos igual papel e os lobos me olham assustados.

“Voce está brincando, não é?” me pergunta Ben.

“Não costumo brincar sobre isso” eu digo e vejo eles se afastarem um pouco e vejo Damon sorrindo de lado.

Ouço passos e vejo Luna descendo as escadas junto de Gina.

“Tudo pronto” ela diz e eu olho para os meus amigos.

Eu começo a me despedir, abraçando e beijando meus amigos e apertando a mão dos membros da Ordem. Vejo Sirius correr para cima e pedir para esperarmos um minutinho.

“Toma esse presente de despedida” ele diz me entregando algo em uma caixa.

Eu olho para ele e para os gêmeos que me olham ofendidos.

“Como pode pensar que faríamos uma pegadinha com voce neste momento?” Fred me pergunta se fingindo de chocado.

“Assim voce nos magoa Mione” George fala colocando a mão no coração e fingindo chorar.

“Prometo que não é nenhuma pegadinha” Sirius fala seriamente.

“Não podem me culpar por desconfiar” eu digo fazendo meus amigos sorrirem.

Eu abro a caixa e vejo o que tem dentro.

O espelho de duas faces que o Sirius deu para Harry.

“Como o Harry possui um e mora comigo, eu achei que seria bom ele poder falar com voce sempre que ele quisesse conselhos da irmã mais velha. E Merlin sabe que todos precisamos de seus conselhos” ele fala sorrindo.

Eu o olho e lhe dou um abraço bem forte.

“Voce e Remo são como os irmãos mais velhos que eu nunca tive, obrigada!” eu falo sorrindo.

“Não há de que!” ele fala e então eu vou para fora junto com os outros.

“Como vamos?” Luna pergunta vindo até mim.

“Chave de portal” Damon fala e eu gemo de desgosto fazendo eles me olharem e Harry rir.

“O que foi?” Greyback pergunta confuso.

“Mione odeia chave de portal, ela sempre cai e fica tonta.” Harry fala rindo.

“Não ria!” eu falei tampando o rosto com as mãos lembrando de quando caí encima de Sirius.

“Não se preocupe, eu não vou deixar voce cair” Greyback fala baixinho para mim, me levando de encontro ao seu peito, me fazendo corar loucamente.

“E.. eu....” droga! Gaguejei novamente e ouço as pessoas rirem e escondo o meu rosto no peito musculoso- não dava pra não perceber- de Fenrir.

“Segure firme” ele diz com a boca próxima ao meu ouvido me fazendo estremecer de prazer e corar ainda mais.

Faço o que ele falou e sinto a sensação de ser puxada por um gancho, sabendo que ali começava uma nova parte de minha vida.

Notas finais
Os feitiços feitos pela Mione são meus, mas não me importo se quiserem usar em suas fincs, basta me avisar! Eles são alguns do feitiços de Arziel!!!
Gostaram da Luna? Sinto muito ter matado o pai dela, mas ele tinha que morrer!
No proximo haverá a interação dos lobos e das companheiras!
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Meu dedo está doendo de tanto digitar!!!