Notas iniciais
Boa leitura!!!! :)

A minha cabeça rodava com aquela questão. Não, não era possível !! Ou era.

Se eu estivesse grávida isso explicaria muitas coisas, mas era impossível. Eu tomava a pilula.

– Não, eu não posso estar grávida!

– Bella, tens de admitir a hipótese. Faz tudo sentido: os enjoos, as tonturas, a vontade de comer sem parar, as mudanças de humor, o teu cansaço,- disse Rosalie.

– Vocês não estão a entender. EU NÃO POSSO ESTAR GRÁVIDA !! disse-lhe

– Porque é que dizes isso?

– Eu tomo a pilula.

– Nós sabemos mas sabes que a pilula não é 100 por cento eficaz, não sabes? Tu podes ter-te esquecido- disse Alice.

– Eu não me esqueci. Eu tenho a certeza.

– O efeito pode ser cortado quando tomas outros medicamentos, tu não andaste a tomar antibiótico?- disse Rosalie.

–andei, mas, mas,mas- a minha mente estava bloqueada com aquela informação. Eu não podia estar grávida. Não agora, que estava tudo perfeito, que tínhamos tudo planeado, — eu não posso estar grávida.

– Bella calma. Esta tudo bem!

– Não, não está. disse e comecei a chorar.

– Calma. Porque é que estas a chorar? Tu não queres ter filhos?

– Não é isso! Vocês não percebem!

– Então explica- disse Rosalie.

– Quando o Edward me pediu em casamento, nos falamos sobre o futuro. E ele ele disse que não queria filhos agora. Que queria esperar algum tempo e eueu concordei! E agora posso estar grávida e a culpa é minha!!!

– Bella a culpa não é tua!- disse Alice

– Claro que é.

– Bella, tu não fizeste o bebé sozinha! disse Alice

– Mas, eu devia ter-me lembrado. E não me lembrei.

– Bella têm calma. A culpa não é tua. O Edward vai perceber.

– E se ele não perceber? E se ele me abandonar?- disse e voltei a chorar.

– Bella, ele não vai fazer isso. Ele ama-te e têm bom senso. Agora vai vestir outra coisa e vamos ao hospital!

Sai do quarto e foi para o closet, olhei-me ao espelho. Realmente estava mais cheiinha. Vesti-me apressadamente, quanto mais depressa tirássemos esta dúvida melhor.

Quando sai do closet Rosalie e Alice já estavam com outra roupa vestida. Descemos as escadas e estava toda a gente na sala.

– Onde é que as meninas vão?- perguntou o meu pai.

– Vamos ao shopping!- disse Alice.

– Também podemos ir?- perguntou Emmett.

– NÃO!- gritei e toda a gente ficou a olhar para mim.

– Porquê?- perguntou Jasper.

– Porque porque- comecei.

– Porque nós queremos fazer-vos uma surpresa- disse Rosalie olhando para Emmett de forma maliciosa.

– Deixei-as ir- disse Emmett com um sorriso perverso nos lábios.

– Mas nós podemos ir com vocês e depois vocês vão á vossa vida e nos á nossa.- disse Jasper. Ele estava com vontade de ir ao shopping?

– Nós precisamos de uma tarde de meninas!- disse eu.

– É isso!- disse Alice.- Agora vamos.

– Adeus- dissemos todas juntas. Saímos de casa e fomos para um dos carros que tínhamos alugado. Sentei-me no banco de trás, Alice no da frente e Rosalie era quem ia a conduzir.

– Vocês acham que eles desconfiaram de alguma coisa?- perguntei.

– Não sei. Mas hoje o Jasper estava chato, porque é que ele queria ir ao shopping?- perguntou Rosalie.

– Ele está ciúmes.- disse Alice

– Ciúmes de quem?- perguntei.

– Hoje na praia estavam uns rapazes a atirarem-se a mim e um deles foi pedir o meu número. Claro que o Jasper se passou- disse Alice.

– Coitado- disse eu. Continuamos a conversar até que chegámos ao nosso destino. O hospital.

Entrámos e fomos á rececionista.

– Boa tarde- disse Alice.

– Boa tarde- disse a rececionista.- em que vos posso ajudar?

– Nós queríamos fazer um teste de gravidez.-disse Rosalie.

– Muito bem. Podem sentar-se ali, que uma enfermeira já vos chama- disse- qual das senhoras é que é?

– Sou eu- disse eu.

– muito bem. Nome?

– Isabella Swan.- e a rececionista escreveu isso num papel.

– Vem buscar as análises ou quere que as enviemos para casa?

– Nós vimos buscá-las. Quando é que elas estão prontas?- perguntei.

– Daqui a três dias. Mas nós ligamos quando estiverem prontas.

– Não há nenhuma hipótese de estarem prontas antes?- perguntei. Três dias eram muito tempo! Eu não ia aguentar não contar nada a Edward durante três dias.

– Não sei. Isso não depende de mim, mas do laboratório.

– Nós pagamos o que for preciso.- disse Rosalie.

– Olhem eu vou telefonar e depois digo-vos está bem?

– Sim, muito obrigado.- disse. E fomo-nos sentar. Passados alguns minutos uma enfermeira chamou pelo meu nome e eu entrei para uma pequena sala onde me tiraram sangue. Quando sai foi falar com a rececionista.

– Então? Já falou com o laboratório?

– Sim, para quando é que a senhora queria as análises?

– Eles conseguem entregarem-nas ainda hoje?- perguntei.

– Bem acho que sim. Mas por causa de ser tão urgente vai ficar mais caro, têm a certeza que não prefere esperar alguns dias?

– Não, eu preciso delas hoje.

– Muito bem. Deixe-me o seu contacto e quando elas tiverem prontas eu ligo-lhe.

– Obrigada- disse e escrevi o meu número num papel que a senhora me deu. Depois foi ter com Alice e Rosalie que ainda estavam sentadas na sala de espera.

– Então? Quando é que tens os resultados?

– hoje. Ligam-me quando estiverem prontas.

– muito bem e agora o que fazemos?

– Vamos aos shopping. Compramos algumas coisas e assim os rapazes não desconfiam.

– Sim.- disse. Fomos para o shopping. Ainda era cedo e eu não tinha almoçado por isso foi a primeira coisa que fomos fazer. Quando acabamos de almoçar fomos ver algumas lojas. Comprámos algumas coisas. Eu não me conseguia concentrar, nas compras estava sempre a olhar para o telemóvel á espera que tocasse. Já se passavam das seis da tarde quando ele finalmente tocou. Fomos para o hospital buscar as análises.

Aquele pequeno envelope decidia o meu futuro. Era um papel, algo inofensivo que não fazia mal a ninguém. Então porque é que eu estava com tanto medo de o abrir?

– então vais abri-lo?-perguntou Rosalie. Já estávamos no carro e eu continuava a olhar para o envelope, sem coragem para o abrir.

– não sei se consigo- disse.

– claro que consegues. Nós vamos estar contigo qualquer que seja o resultado. Se estiveres grávida toda a gente vai ficar contente. Toda a gente até o Edward! Principalmente ele. disse Alice

– não sei se vai- sussurrei.

– Bella não penses isso. Claro que ele vai. Ele sempre quis ter filhos. Este pode não ser o momento ideal, mas foi quando aconteceu. Agora abre a porcaria do envelope, porque eu quero saber se vou ser tia ou não.

– Ok- disse. As minhas mãos tremiam enquanto abria o envelope.

Assim que o consegui abrir o teste estava cheio de números e letras esquisitas, mas uma palavra em especial chamou-me á atenção.

– Então? Perguntou Rosalie.

– positivo- sussurrei e as minha mãos foram para a minha barriga, acariciando-a .- Olá, bebé.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo. No último capitulo ninguém comentou e eu fiquei triste. Por isso vou ter de voltar o que fiz no anterior, só volto a postar quando tiver algum comentário. Por isso por favor comentem. Beijos e até á próxima!