Como tudo mudou...
30 30º Capitulo
Notas iniciais
Boa leitura!!!! :)
A minha cabeça rodava com aquela questão. Não, não era possível !! Ou era.
Se eu estivesse grávida isso explicaria muitas coisas, mas era impossível. Eu tomava a pilula.– Não, eu não posso estar grávida!– Bella, tens de admitir a hipótese. Faz tudo sentido: os enjoos, as tonturas, a vontade de comer sem parar, as mudanças de humor, o teu cansaço,- disse Rosalie.– Vocês não estão a entender. EU NÃO POSSO ESTAR GRÁVIDA !! disse-lhe– Porque é que dizes isso?– Eu tomo a pilula.– Nós sabemos mas sabes que a pilula não é 100 por cento eficaz, não sabes? Tu podes ter-te esquecido- disse Alice.– Eu não me esqueci. Eu tenho a certeza.– O efeito pode ser cortado quando tomas outros medicamentos, tu não andaste a tomar antibiótico?- disse Rosalie.–andei, mas, mas,mas- a minha mente estava bloqueada com aquela informação. Eu não podia estar grávida. Não agora, que estava tudo perfeito, que tínhamos tudo planeado, — eu não posso estar grávida.– Bella calma. Esta tudo bem!– Não, não está. disse e comecei a chorar. – Calma. Porque é que estas a chorar? Tu não queres ter filhos? – Não é isso! Vocês não percebem!– Então explica- disse Rosalie.– Quando o Edward me pediu em casamento, nos falamos sobre o futuro. E ele ele disse que não queria filhos agora. Que queria esperar algum tempo e eueu concordei! E agora posso estar grávida e a culpa é minha!!!– Bella a culpa não é tua!- disse Alice– Claro que é. – Bella, tu não fizeste o bebé sozinha! disse Alice – Mas, eu devia ter-me lembrado. E não me lembrei.– Bella têm calma. A culpa não é tua. O Edward vai perceber. – E se ele não perceber? E se ele me abandonar?- disse e voltei a chorar.– Bella, ele não vai fazer isso. Ele ama-te e têm bom senso. Agora vai vestir outra coisa e vamos ao hospital!Sai do quarto e foi para o closet, olhei-me ao espelho. Realmente estava mais cheiinha. Vesti-me apressadamente, quanto mais depressa tirássemos esta dúvida melhor.Quando sai do closet Rosalie e Alice já estavam com outra roupa vestida. Descemos as escadas e estava toda a gente na sala.– Onde é que as meninas vão?- perguntou o meu pai.– Vamos ao shopping!- disse Alice. – Também podemos ir?- perguntou Emmett.– NÃO!- gritei e toda a gente ficou a olhar para mim.– Porquê?- perguntou Jasper.– Porque porque- comecei.– Porque nós queremos fazer-vos uma surpresa- disse Rosalie olhando para Emmett de forma maliciosa. – Deixei-as ir- disse Emmett com um sorriso perverso nos lábios.– Mas nós podemos ir com vocês e depois vocês vão á vossa vida e nos á nossa.- disse Jasper. Ele estava com vontade de ir ao shopping?– Nós precisamos de uma tarde de meninas!- disse eu.– É isso!- disse Alice.- Agora vamos.– Adeus- dissemos todas juntas. Saímos de casa e fomos para um dos carros que tínhamos alugado. Sentei-me no banco de trás, Alice no da frente e Rosalie era quem ia a conduzir.– Vocês acham que eles desconfiaram de alguma coisa?- perguntei.– Não sei. Mas hoje o Jasper estava chato, porque é que ele queria ir ao shopping?- perguntou Rosalie.– Ele está ciúmes.- disse Alice– Ciúmes de quem?- perguntei.– Hoje na praia estavam uns rapazes a atirarem-se a mim e um deles foi pedir o meu número. Claro que o Jasper se passou- disse Alice.– Coitado- disse eu. Continuamos a conversar até que chegámos ao nosso destino. O hospital.Entrámos e fomos á rececionista.– Boa tarde- disse Alice.– Boa tarde- disse a rececionista.- em que vos posso ajudar?– Nós queríamos fazer um teste de gravidez.-disse Rosalie.– Muito bem. Podem sentar-se ali, que uma enfermeira já vos chama- disse- qual das senhoras é que é?– Sou eu- disse eu.– muito bem. Nome?– Isabella Swan.- e a rececionista escreveu isso num papel.– Vem buscar as análises ou quere que as enviemos para casa?– Nós vimos buscá-las. Quando é que elas estão prontas?- perguntei.– Daqui a três dias. Mas nós ligamos quando estiverem prontas.– Não há nenhuma hipótese de estarem prontas antes?- perguntei. Três dias eram muito tempo! Eu não ia aguentar não contar nada a Edward durante três dias.– Não sei. Isso não depende de mim, mas do laboratório.– Nós pagamos o que for preciso.- disse Rosalie.– Olhem eu vou telefonar e depois digo-vos está bem?– Sim, muito obrigado.- disse. E fomo-nos sentar. Passados alguns minutos uma enfermeira chamou pelo meu nome e eu entrei para uma pequena sala onde me tiraram sangue. Quando sai foi falar com a rececionista.– Então? Já falou com o laboratório?– Sim, para quando é que a senhora queria as análises?– Eles conseguem entregarem-nas ainda hoje?- perguntei.– Bem acho que sim. Mas por causa de ser tão urgente vai ficar mais caro, têm a certeza que não prefere esperar alguns dias?– Não, eu preciso delas hoje.– Muito bem. Deixe-me o seu contacto e quando elas tiverem prontas eu ligo-lhe.– Obrigada- disse e escrevi o meu número num papel que a senhora me deu. Depois foi ter com Alice e Rosalie que ainda estavam sentadas na sala de espera.
– Então? Quando é que tens os resultados?– hoje. Ligam-me quando estiverem prontas.– muito bem e agora o que fazemos?– Vamos aos shopping. Compramos algumas coisas e assim os rapazes não desconfiam.– Sim.- disse. Fomos para o shopping. Ainda era cedo e eu não tinha almoçado por isso foi a primeira coisa que fomos fazer. Quando acabamos de almoçar fomos ver algumas lojas. Comprámos algumas coisas. Eu não me conseguia concentrar, nas compras estava sempre a olhar para o telemóvel á espera que tocasse. Já se passavam das seis da tarde quando ele finalmente tocou. Fomos para o hospital buscar as análises. Aquele pequeno envelope decidia o meu futuro. Era um papel, algo inofensivo que não fazia mal a ninguém. Então porque é que eu estava com tanto medo de o abrir?– então vais abri-lo?-perguntou Rosalie. Já estávamos no carro e eu continuava a olhar para o envelope, sem coragem para o abrir.– não sei se consigo- disse.– claro que consegues. Nós vamos estar contigo qualquer que seja o resultado. Se estiveres grávida toda a gente vai ficar contente. Toda a gente até o Edward! Principalmente ele. disse Alice – não sei se vai- sussurrei.– Bella não penses isso. Claro que ele vai. Ele sempre quis ter filhos. Este pode não ser o momento ideal, mas foi quando aconteceu. Agora abre a porcaria do envelope, porque eu quero saber se vou ser tia ou não.– Ok- disse. As minhas mãos tremiam enquanto abria o envelope. Assim que o consegui abrir o teste estava cheio de números e letras esquisitas, mas uma palavra em especial chamou-me á atenção. – Então? Perguntou Rosalie.– positivo- sussurrei e as minha mãos foram para a minha barriga, acariciando-a .- Olá, bebé.
Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo.
No último capitulo ninguém comentou e eu fiquei triste. Por isso vou ter de voltar o que fiz no anterior, só volto a postar quando tiver algum comentário.
Por isso por favor comentem.
Beijos e até á próxima!
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