Como sobreviver ao apocalipse zumbi

8 Epílogo -Um nome de autora


Notas iniciais
Pois bem, gente, como prometido, a história se finaliza aqui. Desculpem mas não posso alongá-la mais. Espero que tenham gostado. Meus agradecimentos à todos os leitores, mesmo aqueles que não comentaram. Obrigada simplesmente por lerem minha história. Fico grata desde sempre. Obrigada à todos pelo apoio e por usarem seu tempo livre para ler minha história. Isso me deixa muito feliz. Agradecimentos especiais à Mad B por seus alegres comentários e à Renato por sempre me animar e me fazer continuar à história. Obrigada, gente, de verdade. Boa leitura!

Uma última nota de seus autores:: Guarde esse livro e passe-o a diante. Afinal, nunca se sabe quando o andar de cima (ou o de baixo) vai lotar"

Assim que escreveu isso, Gabi sorriu.

–FIM! -berrou, largando o lápis e o caderno, e deitando no chão.

–Yep, acabamos! -completou o irmão, feliz -agora vamos fazer uma capa! -começou a colar papel em torno do caderno com fita adesiva, fazendo uma capa improvisada. Gabi permanecia deitada no chão, de barriga para cima, os cabelos loiros espalhados nos ladrilhos alaranjados do chão.

–Legal. Foi divertido. Eu te disse. E de quebra temos um caderno que diz o que fazer pro caso de alguém criar zumbis.

–É, foi mesmo. -falou Gui, sem encará-la -que horas devem ser? Deve ter passado quanto tempo... meia hora?

–Vou ver -a menina ergueu-se, enfiou os pés branquelos nos chinelos e caminhou até a cozinha, em direção ao micro ondas em busca das horas.

"Engraçado", pensou a menina "Não está mais tão calor."

Entrou na cozinha e assim que olhou no forno de micro ondas levou um susto: 17:57?

–GUI! São três pras seis!! — a menina gritou, correndo de volta para a sala, acordando o gato branco que ali dormia. Bola-de-neve eriçou os pelos e deu pulo de susto, saindo correndo para o quarto.

–TRÊS PRAS SEIS? Não pode ser! Pareceu só meia hora! -o menino arregalou os olhos verdes -Deus, o tempo voa quando a gente se diverte!

–Pois é, pois é! -Gabi falou, sorrindo, batendo palminhas -e sabe o que quer dizer? -ela não o deixou responder -já já poderemos ir pro mar! Mamãe e papai já chegarão, vou por meu biquini! -e correu para o quarto.

Qui fechou os olhos e sorriu, rindo levemente. Ouviu o gato miar de lá, correndo da gritaria da irmã lá do quarto, e voltando, insatisfeito, para a sala. Abriu os olhos e piscou. A tarde fora bastante alegre. Ele e a irmã estavam entediados, decidiram fazer um manual de sobrevivência, e agora estavam se divertindo sem precisar do Wi-fi da vizinha rabugenta. Isso era maravilhoso!!

Terminou a capa e pintou-a. Já ia assinar o nome Guilherme e Gabriella Santos quando a irmã saiu do quarto vestindo um biquini roxo.

–Vem assinar seu nome, Gabi. -ele chamou.

–Meu nome? Não, vamos por outro nome.

–Por quê?

–Porque sim. Vamos fazer como se outra pessoa e seu grupo de sobreviventes fizesse esse manual! Vai ficar legal, vai! Que nome colocamos?

–Huum, Luíza? -sugeriu Gui, e logo viu a cara de desaprovação da menina.

–Não.

–Caio?

–Não.

–Larissa? -viu a menina arregalar os olhos e estalar os dedos. Por um breve momento pensou que o nome estaria aprovado, mas logo descobriu que não.

–Lyra. Lyra Roth.

–"Lyra Roth"? -estranhou -Que nome esquisito!

–Que nada! -ela sorriu -é mó chique. Vamos por esse que tal?!

–Por mim okay.

Caminharam até o caderno, Gabi escolheu uma cor de canetinha, e assinou, em rosa, o nome "Lyra Roth". Escreveram o título em laranja e a frase final em azul.

–Perfect! -Gabi falou, exatamente na hora em que os a tranca da porta fez barulho, abrindo. -MÃE!

Os pais haviam chegado. Até Gabi se acalmar depois de dizer que haviam se divertido e feito um livro foram cinco minutos. Os pais riam e sorriam com a alegria da filha, e parabenizavam os irmãos pelo livro e por passarem a tarde sem brigar. Em meia hora todos estavam em roupas de banho, indo para a praia. Guilherme observou a alegria da irmã, e, fechando o livro que estava no chão, colocou-o em cima da TV.

–Foi uma tarde produtiva -anunciou Gabi, feliz, aos pulos. -VENHA GUI!! -chamou a menina já na porta de casa, pronta para o mar.

–Já vou! -ele gritou, sem se importar com o fato dos vizinhos poderem reclamar. Olhou uma última vez para a capa do livro, e leu o nome da pseudo-autora. -Lyra Roth -sorriu para si mesmo -é um bom nome. -concluiu, e caminhou em direção à porta, fechando-a devagar.

~FIM~

Notas finais
Gente, foi um prazer imenso compartilhar essa história com vocês. Como primeira fic finalizada aqui fiquei muito satisfeita com os resultados que obtive fazendo-a, e pretendo começar um novo manual em breve. Quem sabe não surge um "como sobreviver na escola", ou algo assim? Kkkkk, bem, espero que tenham gostado dessa aqui! Eu tenho outras fics, que não são manuais mas achei interessante comentar, se quiserem visitá-las seria um prazer recebê-los lá! É só clicar no meu perfil e ver qual interessa mais à vocês. De qualquer forma, deixarei alguns links: Trapped Souls -Interativa: http://fanfiction.com.br/historia/571944/Trapped_Souls_Interativa/ (É a minha primeira interativa e meu primeiro grande enredo. É também meu foco principal no momento. As vagas serão reabertas em breve.) Por trás das câmeras ( http://fanfiction.com.br/historia/611930/Por_tras_das_cameras_-A_ascensao/) que comecei a pouco tempo mas é minha segunda prioridade no momento. Conta a história do jogo de terror Five Nights at Freddy's, que talvez alguns de vocês conheçam. Aqueles que gostaram do meu jeito de narrar em Trapped Souls possivelmente gostarão dessa história também. Caçadas mortais de Raquel Kaene: http://fanfiction.com.br/historia/594106/Cacadas_mortais_de_Raquel_Kaene_-_HIATOS/ (que é do universo de Supernatural e infelizmente entrou em hiatos mas não pretendo abandoná-la!) Crystal War -interativa: http://fanfiction.com.br/historia/606723/Crystal_War_-Fic_Interativa/ (que também é interativa, e estou desenvolvendo-a com o truths are said.) É isso ai. Quem quiser aparecer por lá, sinta-se à vontade! Obrigada pelo tempo e companhia, vejo vocês por ai. Até mais!~ Kisses azuis da sua verdadeira (não pseudo) autora, Lyra Roth.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!