Notas iniciais
Olá minhas queridas leitoras que vão ler essa história, peço por favor que não abandonem, por que pode ser que eu tenha contra-tempos, e a fic é movida a comentários
/recomendações/favoritações!
Obrigada e boa leitura!

https://www.youtube.com/watch?v=vKNcuTWzTVw

Percorreu um grande calafrio na minha espinha, sabia o que era na hora, afinal, já não era a primeira vez que isso acontecia comigo. Arrumei minha mochila rapidamente com a comida que deixei separada e me teletransportei para o lugar do vórtice de magia que acontecia naquele instante. Cheguei desacordada e senti o enjôo, escutei o barulho de ondas batendo contra a parede e o típico cheio de praia, escutava muitas vozes, com medo e gritando, a turbulência que enfrentava era muito forte e fui jogada para o outro lado da sala. Acabei desmaiando e nem sabia onde estava, mas pelo jeito era um navio.

PERAI, VAMOS VOLTAR PARA O INICIO?

(Foto dos meus personagens na capa hahah )

Meu nome é Katherine Queen, mas me chama de Kate,sou formada em medicina, e tenho 24 anos. Apelido bonitinho que gosto muito. Minha mãe me chamava somente de Katherine, e meu pai de Kate. Isso antes deles me deixarem. .

Cresci na Flórida, berço das laranjas e do sol ardente, amava aquele lugar. Tinha sete anos quando minha vida mudou- perdi meus pais, minha casa, porém meu irmão, Rick, que naquela época tinha 10 anos, escapou de alguma forma daquele incêndio. O que eu acho estranho é que Anna e Bruce, meus pais, nunca foram encontrados no meio dos escombros. Ainda me lembro dos gritos que meu pai dava na tentativa de me salvar-

""-Kate minha filha corre!- gritou meu pai desesperadamente

-Por que papai?!- chorava muito sem entender.

-CORRE!- e obedeci ele, junto de meu irmão Rick."

. Nunca soube o que realmente de fato aconteceu com meus pais, e as lembranças doem cada vez que as revivo, minha garganta queima e a vontade de chorar florescia dentro de mim. Mas não deixei isso me abater, onde quer que eles estejam, acredito que eles estejam bem. Eu e meu irmão nascemos com um dom, algo nunca visto. Meu irmão me convenceu que aquilo era magia, e eu acabei aceitando esse estranho dom que tinha recebido. Com o tempo, eu e Rick nos aperfeiçoamos o nosso dom, eu acreditava ser um tipo de bruxa, ele também.

Conseguíamos levitar objetos, fazê-los desaparecer, entre outras muitas coisas que aprendemos ao longo dos anos. Mas isso foi algo que sempre ficou entre nós. Imagina a cagada que poderia dar, se alguém descobrisse isso? Iriamos ser taxados de aberrações. E esse não era um titulo que queríamos carregar.

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RICK SEU DESGRAÇADO, ONDE ESTÁ MEU VESTIDO E MEU SAPATO? PRECISO SAIR!

-Por que você acha que eu peguei?- disse meu irmão, deitado no sofá de casa jogando vídeo game, algo não muito promissor para um cara barbado de 27 anos.

-Por que você não quer que eu saia com John?- perguntei desconfiada, afinal, ele morria de ciúmes de mim, e queria matar cada cara que chegava perto de mim.

-Eu não sei de nada minha querida Kate.

-DESGRAÇAAAAAAAAAAAAA!

Morria de raiva quando ele fazia esse tipo de coisa inútil comigo, eu encontraria de um jeito ou de outro, era fácil, porque meu irmão era um cara muito óbvio. "em cima do guarda-roupas claro." lá estava meu vestido, mas o sapato não. Acabei por escolher um salto preto, ja que não encontrava aquele. -

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Depois do encontro, cheguei em casa e dei de cara com uma guria aos amassos com Rick,, dei meia volta e entrei pela janela do meu quarto, tentando me esquecer daquela cena. '' então ele pode trazer as amantes dele aqui, mas não quer deixar eu namorar em paz" "eu não mereço isso"- pensei com raiva.

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"preciso fazer uma faxina nessa casa"

-RICK, NEM PENSA EM SAIR HOJE DE TARDE, É DIA DE FAXINA.

- Ihhh to vendo que alguém tá pro crime hoje hein.

-É só um pequeno aviso meu amor.

Ouvi ele se levantar da cadeira, onde colocou seu celular na escrivaninha e ia em direção à lavanderia, pegar os instrumentos de limpeza.

-Só arraste os sofás por favor. — e em um passe de magica, ele movia as mãos e o sofa se arrastava.- Ser uma bruxa as vezes tem suas vantagens-.ri comigo mesma.

Enfeiticei as vassouras para que agissem sozinhas, me poupando muito tempo, para que pudesse tirar o pó da estante onde fica os livros do papai. Tirando o pó um por um, encontrei um livro estranho, o qual estava sem o titulo e com uma espécie de lacre, impedindo que eu o lesse. — Rick venha aqui.

- O QUEEE?

- VENHA AQUI DESGRAÇA.

-OI OI FALE!

-Tire os fones né.

-Ah sim, desculpa.

-É formado em direito, mas continua um completo tapado.

-O que disse?-perguntou com raiva.

-Nada. Olha isso aqui Rick Ele olhava com curiosidade para o livro estranho, não sabia ao certo o que era, porem falou: -Eu me lembro.

-Do que?- perguntei morrendo de curiosidade.

-Eu era pequeno, um pouco antes do acidente. Papai estava com esse livro, ele me entregou quando a gente saiu correndo, lembra? Forcei minha mente, tentando lembrar de algum detalhe, porem não conseguia me lembrar de nenhum livro.

-Não, não. Pode me explicar? E então ele começou com a explicação.

— Toda noite papai pegava esse livro, e com a mamãe eles liam juntos, eu não sabia que língua era, mas não é nenhuma que conheço. Ele me falou de um feitiço de sangue em umas das histórias que ele me contava para dormir, que deveria ter que ser feito algo para abrir o livro. Ele me pediu pra proteger ele a qualquer custo, que... Deixe me lembrar..... Nós dois iríamos usar algum dia. Algo assim. . Achei aquilo tudo muito estranho, tentava juntar as peças na minha cabeça, mas era difícil conseguir algo concreto.

- Rick, nossos pais eram que nem a gente?

-Como assim dear?

-Bruxos ou sei lá o que.

-Eu suponho que sim. E esse livro...-tentava formular as palavras certas.- seria um tipo de.livro de feitiços que ele deixou pra gente?

-Isso minha irmãzinha, só abrindo para ver! Relutei um pouco com a ideia, sentia um calafrio na espinha cada vez que tocava naquele livro, mas ainda tinha uma dúvida.

-Mas, como que abrimos?

-Papai falou algo de um feitiço de sangue, e ele falava muito nas nossas capacidades.

-Que?- perguntei sem entender muito. Ele foi até a cozinha, pegou uma faca de carne e voltou para o escritório. -Vai matar alguém com isso?- perguntei debochando dele. Ele riu e em seguida respondeu.

-Sangue, é disso que precisa pra abrir o livro burra.

-Desculpa Einstein, você explica tão bem que não entendi. Nisso, ele cortou a ponta do dedo, e pingou sobre o lacre, que instantaneamente se iluminou, mas não abriu.

-Droga... Falta algo.

-Ele falou de nós dois, certo? Me da a faca. Sem pestanejar, ele me entregou a faca, cortei meu dedo sentindo o ferimento e espalhei meu sangue contra o lacre. Que novamente brilhou e desapareceu.

-Conseguimos. É isso! — comemorou rick com um sorriso. -Não tão rápido Einstein. -por que? -Sabe ler em latim? -Um pouco que aprendi na faculdade.

-Ótimo.que pelo jeito vai precisar. . As palavras eram como uma cantiga antiga, peguei meu celular com a intenção de traduzir, se tratava de um feitiço de transporte e as instruções diziam claramente para que, quando começasse a cantar, deveria se pensar naquele lugar, objeto, pessoa ou outro item para o transporte mas a cantiga em si não era conhecida pelo tradutor, resolvi jogar na sorte. . Comecei a ler aquilo, e jogar as palavras ao vento, meu irmão me olhava curioso e resolveu cantar comigo. Demos as mãos e pensei na casa da vovó, Elizabeth. Daquele livro, uma fumaça soltou, e tudo escureceu. -----

Notas finais
Dois capitulos bônus pela frente ladyes! Vou lhes dar uma palha do que está por vir!
"Aurora, você tem seu príncipe, e eu estou apaixonada pela pessoa mais errada que conheci.
-Kate, você sabe que nem sempre é assim, sempre tenha esperança!
-Mas Aurora, ele ama outra!
-Posso saber o que você gostou nele?
-Os olhos, o jeito galanteador que ele tem... Nunca tinha sentido nada assim antes..
-Você está realmente apaixonada.
-Cadê a Ruby? Hoje não é a primeira noite de lua cheia?
-Vamos procura-la.
-Eu vi ela com a vovó e Rick.
-Vamos Aurora?
-claro.''

Obrigada!