Como os bebês...
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Em um dia ensolarado, bem no meio do novo mundo, um navio não muito discreto navegava.
Surpreendendo todas as expectativas que se tem quando relacionado a aquela tripulação especifica, o dia estava calmo e sem nenhum acontecimento marcante. E olha que já estava perto da hora do almoço!
Mas e claro que, se referindo a esse grupo excêntrico de piratas, isso não poderia continuar.
Um garotinho moreno corria pelo convés a procura do pai, ele finalmente tinha conseguido fazer determinado golpe que o mais velho vinha lhe ensinado horas atrás e precisava mostrar pra ele!
Assim que chegou à porta do quarto dos pais escutou um barulho estranho, parecia uma cama rangendo. O que será que Luffy e Nami faziam lá dentro? Será que seus pais estavam brincando e não o chamaram pra participar? Agora ele tinha ficado com raiva!
Por uma pequena fresta na porta ele finalmente viu. Viu e ouviu.
—Vamos Luffy, empurre com mais força!
—Não adianta Nami, não entra!
—É lógico que entra, já entrou antes, porque não vai entrar agora?!
Mesmo sem entender muito bem o garotinho decidiu que não iria atrapalhar, aquilo parecia importante no final das contas.
Ainda com um rosto confuso foi andando em direção à cozinha. No caminho encontrou Chopper e Ussop em algum tipo de competição de pesca.
— Ace! Mas que cara e essa, garoto? — O menino se virou para o narigudo.
—Alguma coisa aconteceu? – dessa vez foi o guaxi...ops, rena que se pronunciou.
—Não e nada – disse com sua voz infantil- e só que fui no quarto dos meus pais e eu vi uma coisa estranha...
—Estranha?! – os dois exclamaram e começaram a prestar mais atenção no garoto do que na pescaria.
— É, eles estavam fazendo uns movimentos estranhos, e meu pai estava tentando enfiar- foi interrompido.
—Ai meu deus! Ace esqueça tudo o que você viu!- gritou a rena desesperada.
—Mas o q- foi interrompido. De novo.
—Você é muito novo pra saber dessas coisas – disse o narigudo se perguntado como Nami e Luffy se esqueceram de fechar a porta – Só esqueça tudo ok?
O moreninho saiu de lá mais confuso ainda, o que tinha de tão errado seu pai enfiar-trombou em algo.
—Ei moleque, olha por onde anda – um espadachim com cara de mal ralhou.
—Ah tio Zoro, desculpe – o espadachim nada disse e ia continuar seu caminho quando foi interrompido – Tio posso te fazer uma pergunta? – como o esverdeado não mostrou resistência ele continuou – Agora cedo eu fui no quarto dos meus pais, tinham barulhos estranhos vindos de lá, além de uns movimentos bruscos também, ai eu vi meu pai tentar enfiar-
—Oe Oe!! Você não devia falar disso pirralho, ainda e muito novo.
—Muito novo pra que?
—Pra saber de onde vêm os bebês.
—Os bebês vêm daquilo que os meus pais estavam fazendo no quarto? – disse arregalando os olhinhos.
—Merda! Falei demais, ei não diga pra sua mãe o que eu te disse, e esqueça isso- disse saindo antes que sobreasse pra ele.
O pequeno, porém ainda não entendia muito bem, decidiu que na hora do almoço tiraria aquela história a limpo!
Não muito tempo depois o cozinheiro de sobrancelhas engraçadas chamou os tripulantes para almoçar. Assim que estavam todos na mesa –incluindo seus pais- ele se pronunciou:
—Mãe, como são feitos os bebês?
Por um momento algo histórico aconteceu, a tripulação dos chapéus de palha ficou em um completo silencio. Esse foi quebrado por um gaguejar da ruiva.
—O que? Por que quer saber? – perguntou fugindo da pergunta
Todos estavam em choque, menos Luffy que não tinha parado de comer e Robim que dava umas risadinhas com a situação.
— É que hoje mais cedo fui no seu quarto e vi você o papai na cama — de repente todos os olhos foram para em Nami e Luffy – Ai eu contei pro tio Zoro e ele disse que era assim q nasciam os bebês.
O espadachim só pode tremer na cadeira com o olhar que a navegadora lhe lançou, e Luffy apenas soltou uma gargalhada.
— Isso não e engraçado idiota! – logo Nami deu um soco na cabeça do capitão.
— Ele teria que saber uma hora não é, shishishi – o moreno apenas estampava um grande sorriso no rosto.
— Eu ainda não entendi mãe
— Quando você for mais velho eu te explico.
— Mas mãe... Como uma calça jeans pode gerar uma criança?
—Depois eu te ex- parou- O que?
Todas as atenções se viraram para a criança.
— Bem eu chegue no quarto e você e papai estavam deitados na cama, e ele estava tentando enfiar uma calça jeans em você não é? Ele disse que não entrava, mas você insistiu que ela já tinha entrado antes – mais uma vez o silencio reinou, ate ser quebrado por uma risada conjunta da tripulação.
— Eu n entendo, como uma calça jeans gera uma criança?
Mais uma vez risadas foram ouvidas.
—Quando você crescer eu te explico.
Foi a ultima coisa dita por sua mãe sobre o assunto
Ora, como uma calca jeans gerava uma criança? Ele sabia, sabia que uma criança era gerada a partir de sexo!
...Ainda que não soubesse exatamente o que isso significava.
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