Como os anjos nascem.
4 Capítulo 4 - Como o demônio vê o seu anjo !
Notas iniciais
Levy já estava inconsciente quando Gajeel ouviu uma voz gritar seu nome, ele a largou e olhou para trás, viu Juvia entrando no beco afoita, sem dó Gajeel jogou Levy no chão, Juvia a abraçou e o homem entendeu o ato como uma simples solidariedade de anjo pra anjo, mas não era isso, assim que Juvia certificou-se que a pequena anjo estava viva ela olhou pro "irmão" e disse:
– Você não vê Gajeel ? — Ela afastou o cabelo da testa da menina, deixando seu rosto duma forma mais visível, ele olhou pra ela, se lembrava daquela garota mas não via a semelhança. — Ela é a Levy !
– Impossível ! — Gajeel esbravejou, revoltado. — Ela tem cabelo azul ! Essa menina tem cabelos castanhos !
– Você está louco Gajeel ? — Juvia bufou e levantou uma mecha do cabelo da jovem. — Está daltônico ? Isso é azul !
– Azul o cacete, oras, vai me dizer que essa mulher é a pequena Levy ?
– Mulher ?! Gajeel... Venha comigo... — Ela pegou Levy no colo e saiu voando com ela, revoltado, Gajeel foi junto, ambos assumiram sua forma humana, como Levy estava fraca suas asas estavam recolhidas, os "irmãos" adentraram num mercado aberto 24 horas, Gajeel se sentou num banco e a azulada maior deixou a anjo com ele, Juvia foi rápidamente pro setor papelaria e comprou alguns lápis e um caderno de desenho, pagou rápidamente e saiu correndo até Gajeel e sentou-se ao lado dele com as compras, sem hesitar ela ofereceu aquilo pra Gajeel e disse: — Desenhe-a.
– O que ?! Perai, Desenhar quem ? — Juvia apontou pra menina desacordada, ele bufou e o fez, mas como esperado, Juvia viu que a visão dele para com a menina não era a mesma dela, ele a via como uma anjo já mulher de cabelos longos e castanhos, Juvia empalideceu e levantou-se abruptamente.
– Vamos visitar Grandeeney. — Ele rosnou com o tom de ordem e aceitou, voando com a irmã até a casa da dragão.
– Senhora Grandeeney ? — Juvia bateu na porta mas quem atendeu foi a jovem Wendy, anjo que era treinado pela dragão para adquirir poderes de cura.
– Oh ! Juvia ! Gajeel ! Bem vindos ! — A pequena sorriu e abriu caminho deixando ambos passarem. — Pode falar !!!
– É Que... — Juvia olhou para a menina que logo foi interrompida.
– Eu já sei o que é... — A Dragão estava em sua forma humana, sentada numa poltrona. — Wendy meu anjo... Pode dar licença ?
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