Como não amar Lucy Heartfilia?

3 Ah não! Minha blusa do Nirvana não!


Notas iniciais
Nossa... de novo eu aqui '-' Essa fic era pra ser de duas em duas semanas mas eu estou postando dias seguidos.... o que está acontecendo comigo produção?! Estou transbordando criatividade! *w* *cof cof* Bem, eu queria saber se vocês querem algumas curiosidades sobre os personagens, tipo, as comidas favoritas da Lucy ou algo do tipo. Se quiserem, podem falar, okay?! u_u Hoje teremos um personagem novo *3* ~ebââ!~ Nos vemos nas notas finais! :3

Song~

Capítulo Três — Ah não! Minha blusa do Nirvana não!

(Lucy)

Uma era composta pelo Pinkie Pie, Gray, aquele moreno de piercing e mais alguns garotos (que eu presumo ser do time de futebol americano) e na outra mesa haviam várias garotas e todas usando rosa. Além te der que aguentar uma criatura estranha de cabelo rosa vou ter que aguentar essas garotas de roupas rosas choque (tipo, muito choque mesmo).

Depois de finalmente conseguir minha amada coxinha e desfrutar do doce sabor dela, continuei sentada em uma mesa vazia afastada dos outros alunos enquanto terminava a minha coca. Só de olhar da pra perceber vários grupos sociais devidamente separados, emos em um canto, nerd’s em outro, os invisíveis e normais, e por fim, os populares. Havia exatamente duas mesas de populares.

Natsu olhou para mim, acenando e piscando em seguida. Arqueei as sobrancelhas olhando incrédula para ele, revirando os olhos em seguida. Logo senti algo atingir a minha roupa, e depois senti algo gelado escorrer entre meus seios. Levantei assustada, vendo uma albina, com roupas rosas, segurando um copo de suco e fazendo cara de coitadinha.

– Nossa, desculpa. Eu não queria ter derrubado em você. – deu um sorrisinho falso.

Que garota ridícula. Além de ter jogado suco na minha roupa favorita, vem com esse sorriso falso pensando que vai me enganar. Bufei irritada, vendo minha blusa do Nirvana ir para o beleleu.

– Quanta falsidade! – falei, rolando os olhos, enquanto a garota me olhava incrédula – A sua sorte é que hoje é meu primeiro dia de aula, porque se não fosse, eu com certeza enfiaria sua cabeça em um vaso sanitário. – sorri, maldosamente.

Nossa Lucy, quando crueldade..!

Ela jogou suco na minha blusa do Nirvana, ela tem sorte por ainda estar viva.

– Quem você pensa que é pra falar assim comigo, sua loira oxigenada? – perguntou, se aproximando de mim. Opa! Ela pensa que pode bater de frente comigo?

– Eu sou Lucy Heartfilia, seu pior pesadelo. E é melhor parar com essa palhaçada de me “ameaçar” porque comigo não cola, valeu? – falei, pegando minha coca e jogando no cabelo dela – Agora estamos quites. – sorri, saindo dali, enquanto via o grupinho de amigas dela ir em sua direção para ajuda-la.

E eu pensava que o primeiro dia de aula não seria legal, parece que eu estava enganada, não é mesmo?

Molhei a blusa algumas vezes, tomara que esse suco não manche. Essa é minha blusa preciosa, gosto mais dela do que gosto da minha própria vida, e se aquela branquinha pensa que pode simplesmente jogar suco nela e sair impune ela está bastante enganada. A próxima vez eu mesma darei uma lição nela.

*.*

Suspirei. Jogando mais um pouco de água na blusa. Que merda. A porcaria não queria sair. Tirei a camisa, pegando uma camisa reserva que eu tinha trago na mochila e a colocando.

– Belo sutiã. – uma voz grave disse.

– KYAH! – gritei assustada, me encolhendo e olhando para o dono da voz.

Na porta do banheiro estava um garoto de cabelos azuis, olhos castanhos iguais aos meus e uma estranha cicatriz no olho. Usava roupas de estilo Bad Boy e sorria maliciosamente para mim. Ótimo, mais um pervertido.

– Quem é você? E o que está fazendo no banheiro das meninas? – perguntei, ainda encolhida no canto.

E impressão minha ou essa escola só tem pervertidos?

– Na verdade... esse é o banheiro dos garotos. – apontou para a placa da porta.

COMO EU NÃO TINHA VISTO ISSO?!

Senti minhas bochechas arderem, provavelmente eu estava igual a um pimentão de tão envergonhada que me sentia. Peguei minha camisa molhada e olhei para ele.

– Não conte a ninguém que eu estive aqui. – disse, com um olhar ameaçador.

Ele riu.

– Fique tranquila, hello kity. Ninguém saberá que você esteve aqui. – ele disse. Ele tinha visto meu sutiã da Hello Kity?! Ai meu deus! Que vergonha. Eu sabia que não tinha que vir com uma coisa dessas no meu primeiro dia de aula.

Suspirei, saindo do banheiro enquanto era seguida pelo olhar do azulado. Segui em direção a sala de aula, provavelmente a aula já havia começado e eu havia perdido alguns minutos dela, mas quem ligava? Eu pouco me importava com as aulas. Fui para a sala, me sentando no meu lugar, enquanto recebia olhares de toda a turma.

Esse era meu primeiro dia de aula e eu já tinha títulos malucos e era mais conhecida do que qualquer um. Sorri sem graça, pegando meu caderno e começando a fazer os exercícios que a professora havia mandado.

*.*

– Finalmente, saída! – comentei para mim mesma, enquanto me dirigia para fora dos portões do colégio. O sentimento de liberdade era tão maravilhoso. Eu me sinto uma escrava que acabou de ser libertada.

Vi a picape do meu pai parada em um canto do portão, indo em direção ao carro. Natsu e seus amigos estava conversando encostados em uma Ferrari linda, exibindo sorrisos metidos a mauricinhos. Revirei os olhos, virando o olhar para o outro lado, lá tinha uma ruiva e pela sua roupa era a presidente do grêmio do colégio e abraçado a ela estava o.. AZULADO?!

Ele tem namorada? Bem, ele é bonito demais pra estar sozinho, então era obvio que provavelmente ele teria namorada ou algo do tipo, mas ele com a posse de Bad Boy estava namorando justamente a presidente. Quanta ironia.

Abri a porta do carro, me sentando no banco do carona.

– Como foi a aula hoje? – meu pai perguntou em um tom animado.

– Legal. – MENTIRA! Eu paguei uma de palhaça, passei vergonha, conheci meu lutador favorito, comi coxinha, briguei com uma patricinha, conheci um garoto muito gato e descobri que o mesmo namorada.

– Que tal nos irmos a uma lanchonete e comermos quantos hambúrgueres conseguirmos aguentar? – ele sorriu para mim, enquanto meu olhos brilhavam de felicidade.

– Sério? Tipo, sério mesmo pai? – perguntei, será que isso era verdade? Ou apenas uma ilusão da minha mente?

Ele assentiu com a cabeça, ainda sorrindo.

– E depois, podemos ir ver Robocop. – disse, dando partida no carro.

– Pai, eu te amo. – disse, com lágrimas nos olhos.

Eu tinha o melhor pai do mundo, forever, ever. Ele riu.

– É, eu sei. Mas em troca.. – ele começou. Pronto. Sabia que tinha algo por trás disso! Só podia, toda vez que meu pai era bonzinho demais significa que ele estava querendo algo em troca – Quero saber o porque de você ter ameaçado uma das alunas. – pediu.

– Hãn? Como você sabia disso? – perguntei.

– Tenho os meus contatos. – piscou pra mim.

Bufei.

– Ela estragou minha blusa do Nirvana. – exclamei me defendendo, alias, eu era a vitima dessa historia.

– Lucy, você não pode ameaçar alguém só porque ela estragou sua blusa.

– “Você não pode ameaçar alguém só porque ela estragou sua blusa.” Bléh! – repeti, fazendo uma voz ridícula na minha imitação do meu.

Ele riu, dando alguns tapinhas na minha cabeça.

– Tente ser um pouco mais delicada. – pediu.

– Certo.. – concordei, rolando os olhos e bufando – Mas a próxima vez ela vai se ver comigo! – disse, ligando o rádio enquanto meu pai dirigia em direção a lanchonete mais próxima.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim! Bem, até o próximo capítulo minna~! Bye~!