Como Se Fosse Real
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Estávamos nuas na cama, Santana tinha sua respiração ofegante, estava deitada e eu sentada em seu quadril.
— Britt...
— Sim?
Me aproximei e beijei seu pescoço, fazendo-a arfar, dei um pequeno sorriso e aproximei minha boca de sua orelha esquerda.
— Seu corpo é lindo... – sussurrei, fazendo-a sorrir.
Acariciei sua barriga e subi lentamente até seus seios e ouvi um pequeno gemido sair da boca de Santana.
— Britt, eu quero...
— Tem certeza?
— Britt, por favor...
Apertei levemente seus seios e a beijei, senti suas mãos se arrastarem em minhas costas, até senti-las em minha bunda e ser apertada. Mordi meu lábio inferior, me deitei por completo em cima da Santana e entrelacei minhas pernas nas delas, sentindo nossas intimidades se tocarem levemente. Desci uma de minhas mãos levemente até seu centro, toquei levemente, fazendo-a fechar os olhos e prender a respiração.
— Sant...
— Hum? – ainda estava com os olhos fechados.
— Você está bem?
— Estou... – ela sussurrou.
— Eu posso...
— Sim... vai fundo...
— Fundo?
— Muito fundo...
Acariciei um pouco seu clitóris com o dedo, Santana mordeu seu lábio inferior, fazendo pequenos gemidos. Quando ia penetrar meu dedo dentro dela, Santana colocou suas mãos em meus ombros.
— Britt.
— Sim?
— Vá com calma...
— Eu sei, Sant.
Penetrei-a lentamente, Santana deu o maior grito que poderia ter dado em sua vida e com todo seu fôlego. Eu parei e a vi corar, em seguida tampando o rosto com as mãos.
— Quer que eu pare?
— Não, eu só... foi muito alto.
— Eu sei. Kurt deve estar pensando que te matei.
Santana deu uma pequena risada, apertando um pouco meu dedo, acariciei um pouco seus cabelos fazendo-a relaxar.
— Está bem?
— Estou.
A beijei e apertei um pouco um de seus seios, Santana sorriu e fechou os olhos.
— Continue.
— Tem certeza?
— Sim.
Comecei a fazer movimentação de vai e vem bem devagar, Santana gemia e apertava minha bunda, queria manter aquele ritmo para não machuca-la.
— Britt... – ela disse, em um quase gemido.
— Hum?
— Vai mais... rápido...
— Estou com medo de te machucar.
— Por favor...
Eu sorri, aumentei mais a velocidade, fazendo-a me abraçar mais forte. Ao perceber que ela estava perto de seu ápice, parei, o que a deixou um pouco irritada. Sai de cima dela, beijei seus seios, um de cada vez.
— O que você está fazendo? – ela perguntou.
— Aproveitando.
— O que?
— Você.
Em seguida beijei sua barriga, levemente para aproveitar. Desci mais um pouco e cheguei em seu centro, fazendo-a arfar. Comecei a beija-lo, chupá-lo e morde-lo levemente, depois penetrei minha língua dentro dela. Santana não parava de gemer meu nome e eu gostava. Quando ela chegou ao seu ápice, ouvi ela soltar o máximo de respiração que tinha em seus pulmões e ofegar.
— Foi bom? – eu perguntei, deitando-me ao seu lado.
— Bom? Foi ótimo!
Ela se virou para mim, sorriu e me beijou.
— Eu quero sentir você... – ela disse.
— O que? Agora?
— Claro.
Santana deitou em cima de mim, sorriu e começou a beijar, passou as mãos e meus seios e desceu até a barriga.
— Você disse... que nunca fez.
— Mas eu nunca fiz. – ela respondeu sorrindo.
Santana chegou logo ao meu centro com sua língua, o que me deixou mais excitada. De repente sinto sua língua penetrar dentro de mim, fazendo eu me contorcer toda e puxar os lençóis da cama. Quando estava perto de meu ápice, Santana tirou sua língua, deitou em cima de mim e rapidamente colocou dois dedos, sem eu saber.
Assim que acabamos, senti um grande cansaço em meu corpo, principalmente em meus olhos.
— Britt... está dormindo? – ouvi Santana perguntar.
Tentei responder, mas acabei dormindo.
Notas finais
Espero terem gostado. Não sou de pedir, mas... comentem, please...
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