Notas iniciais
Penúltimo cap. Tem pouco, mas enfim...

Estávamos nuas na cama, Santana tinha sua respiração ofegante, estava deitada e eu sentada em seu quadril.

— Britt...

— Sim?

Me aproximei e beijei seu pescoço, fazendo-a arfar, dei um pequeno sorriso e aproximei minha boca de sua orelha esquerda.

— Seu corpo é lindo... – sussurrei, fazendo-a sorrir.

Acariciei sua barriga e subi lentamente até seus seios e ouvi um pequeno gemido sair da boca de Santana.

— Britt, eu quero...

— Tem certeza?

— Britt, por favor...

Apertei levemente seus seios e a beijei, senti suas mãos se arrastarem em minhas costas, até senti-las em minha bunda e ser apertada. Mordi meu lábio inferior, me deitei por completo em cima da Santana e entrelacei minhas pernas nas delas, sentindo nossas intimidades se tocarem levemente. Desci uma de minhas mãos levemente até seu centro, toquei levemente, fazendo-a fechar os olhos e prender a respiração.

— Sant...

— Hum? – ainda estava com os olhos fechados.

— Você está bem?

— Estou... – ela sussurrou.

— Eu posso...

— Sim... vai fundo...

— Fundo?

— Muito fundo...

Acariciei um pouco seu clitóris com o dedo, Santana mordeu seu lábio inferior, fazendo pequenos gemidos. Quando ia penetrar meu dedo dentro dela, Santana colocou suas mãos em meus ombros.

— Britt.

— Sim?

— Vá com calma...

— Eu sei, Sant.

Penetrei-a lentamente, Santana deu o maior grito que poderia ter dado em sua vida e com todo seu fôlego. Eu parei e a vi corar, em seguida tampando o rosto com as mãos.

— Quer que eu pare?

— Não, eu só... foi muito alto.

— Eu sei. Kurt deve estar pensando que te matei.

Santana deu uma pequena risada, apertando um pouco meu dedo, acariciei um pouco seus cabelos fazendo-a relaxar.

— Está bem?

— Estou.

A beijei e apertei um pouco um de seus seios, Santana sorriu e fechou os olhos.

— Continue.

— Tem certeza?

— Sim.

Comecei a fazer movimentação de vai e vem bem devagar, Santana gemia e apertava minha bunda, queria manter aquele ritmo para não machuca-la.

— Britt... – ela disse, em um quase gemido.

— Hum?

— Vai mais... rápido...

— Estou com medo de te machucar.

— Por favor...

Eu sorri, aumentei mais a velocidade, fazendo-a me abraçar mais forte. Ao perceber que ela estava perto de seu ápice, parei, o que a deixou um pouco irritada. Sai de cima dela, beijei seus seios, um de cada vez.

— O que você está fazendo? – ela perguntou.

— Aproveitando.

— O que?

— Você.

Em seguida beijei sua barriga, levemente para aproveitar. Desci mais um pouco e cheguei em seu centro, fazendo-a arfar. Comecei a beija-lo, chupá-lo e morde-lo levemente, depois penetrei minha língua dentro dela. Santana não parava de gemer meu nome e eu gostava. Quando ela chegou ao seu ápice, ouvi ela soltar o máximo de respiração que tinha em seus pulmões e ofegar.

— Foi bom? – eu perguntei, deitando-me ao seu lado.

— Bom? Foi ótimo!

Ela se virou para mim, sorriu e me beijou.

— Eu quero sentir você... – ela disse.

— O que? Agora?

— Claro.

Santana deitou em cima de mim, sorriu e começou a beijar, passou as mãos e meus seios e desceu até a barriga.

— Você disse... que nunca fez.

— Mas eu nunca fiz. – ela respondeu sorrindo.

Santana chegou logo ao meu centro com sua língua, o que me deixou mais excitada. De repente sinto sua língua penetrar dentro de mim, fazendo eu me contorcer toda e puxar os lençóis da cama. Quando estava perto de meu ápice, Santana tirou sua língua, deitou em cima de mim e rapidamente colocou dois dedos, sem eu saber.

Assim que acabamos, senti um grande cansaço em meu corpo, principalmente em meus olhos.

— Britt... está dormindo? – ouvi Santana perguntar.

Tentei responder, mas acabei dormindo.

Notas finais
Próximo e último cap. explica o por que de toda essa confusão.
Espero terem gostado. Não sou de pedir, mas... comentem, please...