Notas iniciais
Não me matem please!!! Tudo que podia dar de errado, nesse final de semana deu! Bateram no carro do meu noivo, passamos 3horas numa delegacia para fazer o B.O., meu teclado sobrenaturalmente parou de funcionar no sábado à noite, como eu iria digitar o capítulo,eu até tentei digitar usando o teclado virtual do windows, mas eu levava meia hora só para digitar um páragrafo, nuss gente aquilo é horrível. Hoje cedo saí e comprei um teclado novo estou aqui escrevendo desde as 8:45 da manhã terminei só agora, até as 13h tudo fluia bem maas depois desse horário minha irmã pirralha de 13 anos chegou da escola e não parava de falar, alías até ela ainda esta falando, aff's ela come meu juizo, mas voltando o assunto esse capítulo deu bastante trabalho, não sei se ficou bom, se vocês irão gostar, mas por favor comentem, eu tinha a história toda na cabeça, mas com essa confusão toda que aconteceu, fiquei meio atrapalhada, para colocar as palvras com sentido.
Bom chega de falar de mim, e vamos ao que interessa vejo vocês lá embaixo!!!!
BJINS


POV Terceira Pessoa: Jake & Nessie



— Me solta, Nessie gritava enquanto Jake subia as escadas com ela jogada sobre os ombros


— Não.


— Como se atreve a dizer não? Perguntou ela irada.- Jacob Black, me ponha no chão imediatamente!


— Novamente, não.


— Vou ligar para o seu coronel, que também é seu pai, não quero mais você perto de mim... Ele a soltou na porta do quarto dele. — Você vai ver, você não perde por esperar, você é insano, um lunático, desequi...


— Pode calar a boca? Ele disse e a tomou nos braços, cobrindo sua boca com a dele.


Se pudesse pensar, Nessie seria capaz de defender-se do prazer sentido com o beijo, Mas não conseguia pensar ou respirar, apenas sentir. Ela envolveu seu pescoço, as mãos afundaram nos cabelos curtos. Ele a puxava e beijava ao mesmo tempo em que a encostava na porta.


Ele afastou-se dos lábios dela, e continuou pelo pescoço. Com um gemido, ela curvou a cabeça, oferecendo-lhe mais.


— O que você estava dizendo? Sussurou ele, mordendo-lhe a orelha.


— Você...é...profundamente...pertubado.


— Profundamente, repetiu ele mordiscando-lhe o pescoço.


— Insano!!!


— Completamente, ele puxou seu quadril mais para perto.


— Desequilibrado!


— Totalmente.


Eles cambalearam para dentro do quarto, Jake fechou a porta com um chute, a beijou novamente. Diferente de antes, desta vez foi sem reservas, fora de controle, pura paixão.


Como um só, caminharam na direção da cama.


— Desejei você, desde a primeira vez que te vi, ele disse com a voz rouca.


Ela se ergueu, esfregando-se nele, ele gemeu


— Nessie, você tem certeza?


— Tenho, ela respondeu incrédula.


— Olhe para mim, ele ordenou, — Sem dúvidas?


— Sem dúvidas.


— Ótimo!!!


Ele a ergueu nos braços e a deitou na cama, enquanto Jake a beijava, arrancou o short jeans curto que ela vestia, Nessie sentiu-se enrubescer, seu coração disparou.


— Você é linda demais, monstrinha!


Suavemente ele, tirou a baby look que ela usava, e com um movimento rápido abriu o fecho de seu soutien, agarrou seus seios, involuntariamente, seu corpo curvou-se para cima, sentiu febre entre as pernas, uma pressão que exigia elívio. Nessie queria mais, certamente morreria se ele não se apressasse. Quando ela quis tira sua camiseta, ele sorriu e disse:


— Ainda não.


Jake sabia que precisava manter alguma barreira entre eles. Queria ir devagar, aproveitar cada segundo, fazer aquele momento durar, o máximo que pudesse. Tarefa difícil, com aqueles gemidos dela, e o corpo tentador se contorcento debaixo dele.


Ela era perfeita demais, seus seios eram firmes, sua pele era macia e perfumada, desejava-a como nunca desejou mulher nenhuma, sua boca se fechou sobre o mamilo rosado que ficou rigido no mesmo momento, assim como ele próprio.


Ignorando seu latejar persistente, manteve sua atenção em Nessie. Ela gemia profundamente, inquieta debaixo dele.


— Jake, por favor.


— Ainda não.


Desceu por sua barriga, sentiu os dedos incertos dela, não tinha certeza se ela estava tentando puxá-lo, ou mantê-lo no lugar. Deslizou as mãos debaixo dos quadris dela, cobrindo sua barriga de beijos, e explorando as curvas com a língua. Depois continuou mais para baixo.


O corpo dela parecia fogo liquído. Quando provou de sua loucura com a ponta da língua, ela soltou o ar dos pulmões na forma de um gemido baixo. Ele fez amor com ela com a língua.


— Jacob! Agora. Por favor, agora.


— Sim


Ele se afastou dela e rapidamente se desfez de sua roupas, logo depois já com a camisinha, afastou as pernas dela, pegou seus quadris e a penetrou rápido e com força.


Escutou seu grito e hesitou, ms ela o enlaçou com pernas e braços e foi de encontro a ele, e ele não conseguiu pensar em mais nada, à não ser em como ela era quente e apertada. Nunca sentiu algo tão intenso, tão maravilhoso e tão perfeito.


Ela o acompanhava em cada movimento, fincando as unhas em suas costas.


Sentiu o climax dela como ondas de calor e prazer. Seus braços apertaram-se ao redor do pescoço dele.


Ele também gemeu quando seu corpo encontrou alívio.Penetrou mais profundamente e estremeceu, acompanhando-a ao cruzar os limites.


" Fantastico"


Esparramados na cama, um por cima do outro. Nessie aguardava o coração desacelerar e a respiração acalmar.


Não conseguia se mexer.


"Absolutamente fantástico."


— Uau, sussurou Jake.


Ela sorriu.


Ele a abraçou apertado, afastou-lhe o cabelo gentilmente e pressionou os lábios de encontro à sua têmpora. Após um longo e silencioso isntante, Jake, por fim, falou:


— Você poderia ter me contado, Nessie.


— Quer era virgem?


— Não, que você tem uma pinta no formato de um poodle nas costas.


Ela empinou-se:


-Eu não tenho...


— Por Deus, estou brincando, ele abraçou-a novamente. — É claro que estou falando da sua virgindade.


— Tive medo que você não fosse...Que você pudesse... Que você não fosse me querer, disse ela por fim baixando os olhos.


Ele riu.


— Querida, de todos os medo este seria o menor.


— Não faria diferença pra você?


— Talvez. Ele beijou seu rosto e o nariz. — Mais cedo ou mais tarde, isto aconteceria, mais um dia com você nesta casa eu teria a possuido no sofa da sala.


— Verdade?


— Verdade, desde a primeira vez que te vi tive fantasias com você.


— Mas você nem me conhecia direito.


— Nessie, você não deve ser tão ingênua, para acreditar que um homem precisa conhecer uma mulher para ter fantasias com ela.


Ela apenas sorriu.


Ele se pôs sobre ela, e lentamente a levou ao clímax. Eles se abraçaram e, mais uma vez cruzaram os limites.


Ela já estava no chuveiro, quando ele acordou, sonolento olhou no relógio. 9 da manhã.


Podia escuta-la cantando no chuveiro, algo em francês, alguma ópera embora não soubesse diferenciar uma da outra.


Ambos sabiam ter caminhos diferente, assim que e o julgamento fosse marcado. A noite anterior não mudava nada, ele ainda era um seal e após o término dessa missão não sabia para onde seria mandado. A única coisa que havia mudado é que dormiriam na mesma cama até que chegasse o tal julgamento.


Não conseguia se lembrar de desejar, tanto uma mulher.


Seus pensamentos foram interrompidos por uma enxurrada de palavrões.


Erguendo uma sombrancelha, Jake se levantou e foi nu, para o banheiro.


— Nessie?


Ela não respondeu e ele entrou.


— Algum problema?


Ela deu um grito e se abaixou numa tentativa, falha de cobrir seu corpo:


— Jake! Você me assustou! Pensei que ainda estivesse dormindo!


— Pensei que tivesse se machucado. Primeiro acordei com toda aquela gritaria, depois você praguejou como um caminhoneito.


— Gritaria??!! Para começo de conversa, estudei dos oito até os onze anos com mademoiselle Marie Pudoit, e ela dizia que eu tinha um grande talento, tudo bem que meus pais obrigaram eu e Bella a ter aulas de canto, mas voltando ao assunto, estava cantando e depois caiu shampoo em meus olhos.


— Talvez o talento que ela falava, fosse sobre seus seios, ela apenas lhe mostrou língua, voltando a cantar, ele saiu do banheiro pegou seu celular, colocou na câmera e voltou para o banheiro.


— Nessie, não me leve a mal, mas a tal mademoiselle sei lá das quantas mentiu para você, você canta mal pra kct, ela estava de costas para ele, quando ela se virou ele tirou uma foto, enquanto ela ficou ali boquiaberta ele tirou outra, com um grito ela abaixou-se novamente tentando esconder o corpo, enquanto praguejava contra ele.


— Abra espaço mademoiselle Swan. Aí vou eu.


— Jacob Black, ela gritou quando ele entrou no chuveiro, — Se você ousar...


Ele a calou com um beijo, refeita do susto ela envolveu ele com os braços. Apesar da noite movimentada, o desejo voltou, o sangue esquentou e o coração disparou. Sem fôlego, ela afastou os lábios dos dele:


— Diga-me o que fazer.


Ele deslizou as mãos até suas nádegas e a levantou.


— Passe as pernas ao redor da minha cintura.


Penetrou-a vigorosamente, empurrando suas costas de encontro ao azuleijo frio. As pernas longas, apertadas ao redor dele intensificavam o movimento, até o prazer ficar insuportável.


— Rápido...Jake...


Ele arremeteu ainda mais fundo, sentindo-a estremecer. Com um gemido, ele a acompanhou.


Mal podendo respirar, ele a colocou no chão e sentiu ela se apoiar nele. O vapor tomou conta do banheiro e o jato quente os bombardeava. Ainda atordoado, ele a tomou nos braços, desligou o chuveiro e a levou de volta pra cama. Sem dúvida não só a noite passada mas também o dia de hoje seriam bem quentes...



POV: Terceira Pessoa: Emm& Rose



Emmett, colocou Rose no chão assim que entraram no quarto, ela o olhava com uma cara assassina.


— Não adianta me olhar desse jeito, você passará essa noite aqui e pronto.


— Seu imbecil, não posso deixar as meninas sozinhas! Esbevejou ela.


— Elas não estão sozinhas, Jake esta com Nessie, Edward com Bella, e Alice passará a noite no quarto do Jazz, depois do que vocês aprontaram hoje, será melhor assim.


— Eu odeio você Emmett Cullen, ela disse depois saiu em direção ao banheiro. Vou tomar um banho, ou será que isso também é proibido?


— Pode tomar seu banho sossegaga, ursinha, quando você terminar irei tomar o meu.


Após Rose sair do banho, encontrou Emm, sentado na cama mexendo no celular:


— Pronto soldadinho, pode tomar seu banho, vou apenas ao meu quarto pegar uma roupa para dormir.


— Pode dormir nua, eu não me importo!!! Ele a provocou


Ela mostrou o dedo do meio para ele que apenas riu e disse:


— Tudo bem não demore, e por favor Rose não faça nada estúpido, assim dizendo ele entrou no banheiro, ela correu até o quarto e vestiu uma camisola preta curta e com renda no busto.


Quando Emm saiu do banheiro não avistou Rose em nenhum lugar do quarto, Droga, onde será que ela havia se metido, tomará que não tenha fugido novamente, pensando assim , foi até o quarto em que ela divia com Nessie, mas ela também não estava ali, se xingando por dentro por tê-la deixado sozinha desceu as escadas, ela também não estava na sala, rumou para a cozinha, encontrando-a ali sentada na mesa, com um copo de água.


— Estava te procurando, ele disse


— Acabou de me achar, jamais fugiria sem minha irmã e minhas amigas!


Dizendo isso ela se levantou quando foi passar por ele, ele a agarrou tomando sua boca com a dele. Ele sentou-se na cadeira que ela ocupava um pouco antes e a puxou para seu colo, ela apenas se ajeitou em seu colo.


— Rose, você esta me matando, sussurou ele em seus lábios.


— Não, ela disse tocando o rosto dele com as mãos: — Quero você vivo e bem...simplismente quero você.


— Bom, ursinha. Isto é bom. Beijou-a novamente, saboreou o gosto dela, bebendo-a com prazer, à maravilha d bocas, línguas e respirações misturadas, tornando-se um só. E ele sentiu uma coisa que parecia um choque poderoso, enquanto a apertava mais, até sentir os mamilos endurecidos contra seu peito.


Emm deslizou a mão sob a bainha daquela camisola e gemeu quando encontrou a minuscula calcinha que Rose estava usando, sentiu seu sangue fervilhando selvagem. Ela se mexeu ao toque dele, enquanto os dedos dele subiam mais e mais:


— Emm...


— Deixe-me toca-la ursinha, ele murmurou, inclinando a cabela e beijando seu pescoço, mordiscando e tocando-a com os lábios e dentes.


— Oh meu Deus, ela sussurou inclinando a cabeça, para dar mais acesso a ele.


— É, ele concordou, com a respiração contra a pele dela. Rose era tudo. Cabia extamente em seus braços, como se tivesse sido feita para ele. A maneira com que se mexia em seu peito, passando os braços pelo seu pescoço e pressionando os lábios em sua garganta, era muito mais do que ele jamais encontrou, mais do que esperava ou quis.


Fora da cozinha, a casa estava escura e silenciosa, o único som ouvido era o da respiração deles.


Deslizou os dedos mais para a virilha dela, perto, bem perto do centro de seu calor.


Erguendo os quadris, Rose jogou a cabeça para trás, enquanto respirava fundo. — Emm, eu quero...


— Eu também, ursinha, ele falou beijando-a novamente. — Não posso mais esperar, eu preciso toca-la agora.


Erguendo a cabeça ela olhou-o nos olhos que pareciam incrivelmente escuros e cheios de segredos. Seus olhares se encontraram e Rose pegou o rosto dele entre as mãos.


— Não quero esperar mais, Emm, falou suavemente suas palavras atingido-o como uma bala aveludada, em seu peito, mete e coração. — Toque-me, Emm...inclinou-se para outro beijo, e beijou-o enquanto a mão dele chegou ao seu calor. Ela gemeu, retorcendo-se desconfortavel, mas ele a prendeu, encontrando a borda da calcinha a tirou depressa. Tocando-a, nada mais importava no momento, apenas suas mãos sobre ela. Nela.


Engolindo o ar, ela o beijo de novo, com fome, tocando a língua na dele, e o coração de Emm bateu forte, em um ritmo que soava em seus ouvidos e estremecia seus ossos. Erguendo os quadris, ela gemeu, enquanto ele enfiava um dedo, depois dois, em seu calor úmido.


Respirando com dificuldade, ele afastou os lábios dos de Rose, que se contorcia, separando mais e mais as pernas, oferecendo-se a ele, oferecendo tudo à ele. E ele a tomou, tocando a pequena saliência no calor dela com o polegar, e Rose gritou seu nome, com a voz entrecortada.


— Emm, é demais, é...


— Não é o bastante, ursinha, ele sussurou, a própria voz trêmula, — Nem de perto é o bastante. Seus dedos entravam e saiam do calor dela, tirando e mergulhando nela, fazendo-a sentir mais e mais. Os quadris dela pularam, a respiraçção acelerou.


— É bom, é... Ela se enrijeveu, soltando um gemido baixo, profundo, enquanto seu corpo desmanchava com uma sensação de queimar.


— Certo, ele murmurou, olhando-a nos olhos enquanto a primeira explosão passava pelo seu corpo. — É o certo.


Com o coração martelando no peito, Rose sentiu cada célula de seu corpo amolecer, e deslizar para um estado liquído. Se ele não a estivesse segurando, provavelmente teria deslizado de seu colo, caindo no chão da cozinha.


A cozinha.


Ai meu Deus, ela teve o melhor orgasmo da vida ela, em uma cadeira na cozinha, na cozinha da fazenda dos pais de Jazz. Sua mente dizia que devia se envergonhar, seu corpo, que sua mente devia ficar quieta e aproveitar.


— Foi incrível, disse assim que conseguiu falar sem gritar.


— Espero só até eu ter mais espaço, falou Emm com um sorriso maravilhoso.


— Uau.


— Isso resume tudo, ele concordou, puxando a barra da camisola dela para baixo. — Agora que tal subirmos e terminarmos o que começamos?


— Pode apostar, Rose falou ansiando por mais, seu corpo ainda estava trêmulo do toque dele e queria mais. Precisava de mais.Precisava senti-lo nela, o corpo dele deslizando no seu, levando-a aquele momento glorioso mais uma vez.


Levantando-se Emm com ela no colo começou a ir em direção a escada.


— Ei eu posso andar!!! Disse ela sorrindo


— E Eu posso carrega-la, ele inclinou-se para um beijo rápido e forte. — Gosto mais assim!


Quando terminou de subir as escadas ele a jogou sobre o ombro rindo.


— EI!!! Isto é um pouco menos romântico Cullen.


Entrando no quarto, ele passou a palma da mão em seu bumbum nu. Os dedos procuraram sua carne suave, despertando novas necessidades, novos desejos. Rose tremeu com a carícia íntima, quase se desmanchando novamente. Depois a jogou na cama.


— Ursinha, você quer romance e terá! Sorriu livrando-se de suas roupas em tempo recorde. Ficou nu diante dela e tudo que Rose podia fazer era olha-lo fixamente.


Não conseguia desviar os olhos dele, a suave luz do luar brilhava nele, definindo cada músculo, cada parte, cada cicatriz. Olhando em seus olhos Rose viu o desejo impresso neles.


— Agora é sua vez!


Rose levantou-se e ficando de costas para ele tirou a camisola. Logo sentiu ele se aproximar e as mãos dele tocando seus seios, passando os polegares e indicadores em seus mamilos duros de desejo.


— Você tem mãos mágica, ela disse, ele deu uma risadinha:


— Você não viu nada ainda.


— Deite-se, ele falou suavemente, pousando a cabeça dela no lençol. — Agora você terá seu romance.


— Venha para dentro de mim, Emm. Quero senti-lo fundo dentro de mim. Ele cerrou os dentes e inalou profundamente.


— Eu também, mas antes quero beijar cada centimetro de seu corpo.


— Emm...


— Confie em mim.


— Eu confio.


Ele sorriu, inclinando-se sobre ela. Começou dando pequenos beijos quentes em seu pescoço, descendo para os seios com beijos ardentes. depois envolvendo um mamilo de cada vez com a bouca, chupando e apertando a pele sensível, até Rose não conseguir ficar parada, remexendo-se sob ele. A respiração quente dele em sua pele a fez pensar que iria pegar fogo. Na verdade não se importaria, desde que ele continuasse a fazer o que estava fazendo.


Emm continuou mordiscando pelo caminho, passando pelo seu estomâgo, barriga, até a junção de suas pernas. Rose enrijeceu e arqueou, instintivamente, mas as mãos fortes dele agarraram seus quadris, mantendo-a no lugar. Ela olhou para baixo, vendo-o ajoelhado entre suas coxas, e conseguiu dizer:


— Emm, você não deve...


— Eu disse cada centimetro, ursinha, ele sorriu, piscou e abaixou a cabeça para tomá-la, no beijo mais íntimo que ela já experimentou na vida.


Rose suspirou, certa de que também gritou um pouco. A língua dele passava por sua carne sinsivel e ela arqueava fortyemente, movendo-se para ele, enquanto ele a levava mais alto, para onde nunca esteve antes. A respiração dele a atintia, seus lábios, língua e dentes a torturavam deixando-a quase louca.


Quando os primeiros tremores passaram por ela, ele a segurou gentil e amorosamente, até voltou a terra ainda imóvel entre as mãos dele.


Com a cabeça ainda tonta, Rose olhou para ele, vendo-o olhar para ela antes de cobrir seu corpo com o dele.


Pegando o rosto dele entre as mãos, Rose pediu:


— Eu quero senti-lo, Emm. Quero senti-lo dentro de mim


— Agora ursinha!


Rose prendeu a respiração e arqueou para ele, erguendo as pernas e trançando-as envolta dele, prendendo-o apertado e puxando-o mais para perto, querendo senti-lo tanto quanto possível. Os quadris dele endureceram, enquanto enterrava o rosto em seu pescoço. Ela sentiu o ritmo acelerar, e seu sangue dançar.


Rose ergueu os braços para apertá-lo mais e sentiu as batidas do coração dele contra seu peito. Ele ergueu a cabeça para olha-la, e quando os olhos se encontraram, aquele sentimento de complementação lampejou entre eles. Rose sentiu primeiro, depois viu os mesmos tremores de explosão passarem pelos olhos de Emm.


E desta vez, quando ela caiu, ele estava bem lá, indo com ela.


Emm

sabia que devia se mover. Infelizmente, tinha esquecido como.


Cada músculo de seu corpo estava relaxado, ao mesmo tempo em que sentia energia. O sangue corria pelas suas veias, o coração batia descompassado, frenético e sua mente estava ocupada, tentando encontrar uma maneira de explicar o que tinha acabado de acontecer.


Mas as explicações não eram fáceis.


Não fora apenas sexo.


O que ele e Rose tinham compartilhado ia muito acima e além de simplesmente necessidade.


Ao seu lado Rose bocejou, esticando-se enquanto deslizava um pé pela sua perna. le sentiu o desejo atravessá-lo, voltando as suas veias, como um foguete fora de controle. Afastando os cabelos do rosto ela falou suavemente:


— Foi...


— É, ele se congratulou-se por ser capa de falar. — isso diz tudo.


Ela se virou para ele, enroscando-se nele, encostando a cabeça em seu ombro. O perfume dos cabelos dela o atingiu, envolvendo-o completamente. Algum dia ele seria capaz de sentir o perfume de flores sem pensar nela? Ou nesse momento?


Quando ela passou a mão pelo seu peito, o fogo correu dentro dele. Minutos antes, estava satisfeito. Agora, uma nova fome brotava dentro dele, clamando por satisfação. Nunca se sentiu assim. Essa necessidade incontrolável por uma mulher em especial.


Uma parte dele rejeitava aquele reconhecimento.


Emm fechou os olhos, pegando a mão dela e fazendo-a parar, esperando recuperar-se do desejo que tinha ressurgido em seu corpo.


Rolando para o lado, deitou-a de costas, usando seu tempo, acariciando o corpo dela com longos e suaves toques. Ela quase ronronou, arqueando para ele, espalhando a seda dourada de seus cabelos em volta do travesseiro.


Isso era bom, ele pensou, saboreando primeiro um dos seios, e depois passando para o outro. Ela gemia, e ele sentia as chamas esquentando, perto de seu coração. Aquilo estava certo, pensou, fazendo rastros de beijos em sua garganta, subindo pelo seu queixo, antes de chegar aos lábios. Novamente ele a provou, pensando que aquilo estava certo, invadindo seu calor, deslizando para o prazer e a mágica que era Rose.


— Emm, ela sussurrou, a respiração quente em seu rosto. — Se continuarmos assim, vamos nos matar.


— Uma ótima maneira para isso, ursinha ele disse, beijando-a mais e mais.


— É... — ela falou, suspirando — é sim.


As mãos de Rose passaram pelas suas costas, e ele sentiu a força delas. As unhas curtas arranharam sua pele e ele sentiu o toque delas como se ela estivesse gravando o nome dela em seu coração. Marcando-o como dela.


O desejo atravessou completamente sua mente, como um trem desgovernado. A necessidade passou por ele como uma onda, incansável, inevitável, devastadora.


Emm aproveitou aquela onda e moveu-se para cima dela, deslizando em todo o comprimento do corpo. Viu o fogo do desejo nos olhos de Rose, sentindo o desespero ao apertá-lo, erguendo os quadris em seu querer. Entregando-se às chamas, ele entrou novamente nela, e, no ato de complementação, encontrou mais necessidade.


Prendeu os dedos aos dela, precisando de um contato extra, olhando seus olhos e vendo-se neles. Os dois se olharam, tremendo no final que, de alguma forma, assinalava o início. E abraçados pegaram no sono.



POV: Terceira Pessoa: Jazz & Allie



Depois de ver Rose, sendo arrastada pelo Emm, escada acima, procurou por Edward e não o achou, certamente, já estaria com Bella. Ok então sem muita opção levantou-se e foi para o quarto com Jazz,


— Allie se você quiser, passar em seu quarto para pegar uma roupa para dormir, tudo bem, vou tomar um banho agora, depois encontro você em meu quarto.


— Edward, não esta lá com Bella?


— Não, Edward, levou Bella, para o quarto dele.


— Então esta bem Jazz.


Dizendo isso ele foi para o quarto dele e ela para o quarto que divia com Bella.


Pegou uma lingerie, qualquer um baby doll e foi para o quarto que dividiria com Jazper essa noite, assim que entrou ouviu o barulho do chuveiro. Pensou por que sim? Por que não? E se ele a rejeitasse? Jazz não faria isso com ela, pensando assim, abriu lentamente a porta do banheiro, e ficou ali observando-o.


As mãos dele estavam apoiadas nas paredes de azulejo, a cabeça abaixada sob a água, que batia sobre os músculos de suas costas. Pelo vidro do box ela avaliou cada glorioso centímetro de seu corpo. E havia muito a ver. Ele levantou a cabeça e ela se moveu para seu campo de visão.


Ele ficou parado sob o chuveiro, encarando-a.


Ela sorriu.


Ele fechou a torneira do chuveiro e pegou uma toalha branca. Mal secou o rosto e o peito antes de enrolar a toalha na cintura.


Jazz abriu a porta do boxe.


— Você veio até aqui por que quis, disse lutando contra um imenso desejo de tomá-la nos braços. Sua presença ali era uma clara mensagem.


— Sim.


Ele saiu do boxe.


— Preciso perguntar se é isso mesmo o que você quer?


— Não, não precisa, e quanto à você?


— Oh minha pequena, murmurou, aproximando-se. — Você não tem idéia do quanto queria que estivesse aqui.


— Eu estou aqui! Ela sussurou.


Allie, tirou os sapatos e as meias, Jazz observou-a. O corpo dele reagia com uma gostosa rigidez, e quando ela pegou a ponta do suéter, ele a tomou nos braços e a beijou. Com vontade. Impetuosamente. Ele a abraçou com tanta força que a tirou do chão. Suas mãos deslizaram pelo suéter. Sua boca apertou a dela, e as mãos mergulharam sob o tecido, apalpando a pelle macia e quente. Ele queria tocar cada centimetro dela, prová-la, ouvi-la gemer senti-la estremecer em seus braços.


Eles sairam do banheiro. Ele continuou a beija-la, quase com medo de que ela desaparecesse. Ela então se afastou, retirando o suéter. O olhar de Jazza percorria enquanto ela tirava a calça. Ela o deixou sem fôlego, com sua cintura fina e os seios quase pulando do soutien rendado, . Quando ela se afastou para desabotoar o soutien, ele engoliu em seco. A roupa caiu descartada, e Jazz estava ali, com os braços em torno de seu corpo, beijando-a ferozmente. As pontas de seus seios queimavam na pele dele, e ele preenchia a palma da mão com o monte macio, apertando gentilmente, amando os sons que ela fazia.Fechando os lábios sobre o macio mamilo de Allie. Ela inspirou com força, curvando-se nos braços dele enquanto Jazz lambia, sugava e brincava, e ela se contorcia.


— Você tem um gosto bom.


— É do sabonete, ela brincou, moldando as mãos em todas as partes que podia alcançar do corpo dele. Ele riu, dobrando seu joelho e apertando-a mais contra ele. Não era o bastante. Não até que a penetrasse e sentisse o corpo dela envolve-lo.


O toque dela era sedoso e forte, e quando ela pegou a toalha, deu um puxão.


— Não precisamos disso.


As peles se encontraram. Seu mebro excitadopressionava a maciez de Allie e Jazz sentiu que ia perder o controle. Afastou-se de repente, passando as mãos pelos cabelos úmidos.


— Jazz?


— Me dê um segundo. Quero tanto você, mas quero aproveitar...


— Teremos tempo mais tarde, você sabe.


Ele a olhou. Ela sorriu e virou-se, apoiando um dos joelhos na cama. Jazz sentiu o sangue pulsar-lhe na cabeça. Ela abriu uma das gavetas da mesinha d cabeceira, sorrindo para ele e pegando um pacote de camisinha, encarando-o em seguida. Jogou as camisinhas na cama e fez sinal para ele como dedo.


Jazz esforçou-se para não pular sobre ela e pentrá-la. Engatinhou sobre o colchão, e seu peso fez com que ela esgorregasse em sua direção. Ele a arrastou, aprisionando-a entre suas coxas afastadas, beijando-a profundamente, percorrendo sua boca seu pescoço e deitando-a para provar seus seios. Mordiscava e lambia repetidamente, deslizando a mão por seus quadris e sob sua calcinha.


— Não precisamos disso, ele falou e, com um movimento rápido livrou-a da delicada lingerie.


Jazz riu, fitandoo.


— Muito paciente.


Nu ele a pressionou contra seu corpo, e o contato provocou-lhe calor e uma energia descontrolada. Ele era como uma tempestade e ele estava prestes a sentir a força de um raio.


Allie foi tomada por um forte desejo. A ligeira palpitação que sentia quando ele estava por perto se tornou um clamor enfurecido de visões, cheiros e gostos. Ela alisava os contornos rígidos de peito dele e sua boca acompanhava, com a língua passando por seus mamilos planos. Os dedos dele escavavam-lhe as coxas e ele gemia como um tigre ronronando. Ela sentiu-lhe o calor pressionando sua barriga e fechou os dedos contra o mebro ereto de Jazz. Rápido, ele pegou-lhe o pulso, encarando-a com os olhos cheios de desejo.


— Estou quase desmoronando, ele engoliu em seco.


— Quero vê-lo em pedaços, ela falou, deslizando com intensidade os dedos pelo membro dele. Ele fechou os olhos e sua respiração era entrecortadad. Ela passou a língua pelos lábios dele, que se abriram, devorando-lhe a boca. Puxando-a para o colo, Jazz foi envolvivo pelas coxas de Allie. Não podia aguentar mais. Precisava penetrá-la.


Inclinou-se para frente, deitando-a. Ela sorriu para ele, levantando os quadris, convidando-oa penetrá-la, enquano ele procurava uma camisinha na cama. Ela pegou uma, abrindo-a colocando-a em Jazz. Esticado sobre ela, Jazz estremeceu quando a ponta de seu membro pressionou a maciez da carne dela. Ela estava quente e úmida, contorcendo-se sob ele.


Ela ergueu os quadris.


— Agora, Jazz, por favor, agora.


Ele penetrou-a com uma suaviade imperdoável, sorrindo quando ela pedia mais. Ele empurrou profundamente, preechendo-a completamente, enquanto ela passava as pernas ao redor de seus quadris. Apoiado nos cotovelos, ele a olhou, tirando-lhe os cabelos do rosto, beijando sua testa.


— Você é tão linda!


Ela sorriu.


— Se continuar me bajulando, vai conseguir tudo o que quer.


— Tenho tudo que quero bem aqui.


Os olhos dela foram enevoados por lágrimas.


— Jazz...


— Meu coração, está envolvido, Allie.


— O meu também, Jazz.


Ele movimentou-se para dentro e para fora. Ela apertava forte o corpo contra o dele, capturando-o roubando mais do que seu desejo.


Músculos femininos se dobravam e o apertavam, enauqno seu ritmo aumentava, uma loucura que pulsava e os fundia a cada penetração.


Um par, uma combinação perfeita.


Allie pensou que fosse ter um colapso, pois seu coração batia muito rapidamente. Desejava tê-lo por completo, desejava que ele explorasse, provasse, penetrasse e jamais parasse. Ela sentiu a conexão entre eles aumentar e se fundir, seu corpo capturando o dele levando-o até suas partes mais profundas. Sentiu êxtase e agônia quando ele a preencheu completamente.


Eles dançavam num ritmo acelerado. Com os olhos cravados um no outro, uma onda de calor a tomou como um tornado, ganhando velocidade e força.


Então, aconteceu o êxtase que somente ele poderia lhe dar. A paixão que demorara tanto a sentir. O membro dele pulsava dentro dela, o músculo liso e a pele macia tremendo de prazer e enviando sua corrente por seu corpo.


— Jazz, oh Jazz.


— Eu sei, pequena, eu sei, ele sussurrou, encarando-a enquanto um orgasmo lhe percorria a espinha como um animal que é solto de uma jaula. Ele jogou a cabeça para trás, gemendo, dobrando o corpo contra o dela. Allie apertou-lhe os quadris, puxando-o com mais força para si. A pulsação e o latejar eram tão fortes que eles pensaram que nunca fosse parar. E não queriam que parasse,


Ele chegou ao ápice e os olhos dela se encheram de lágrimas, sem fôlego enfraquecida pelo tamanho do prazer sentido.


Jazz salpicou-lhe o rosto e os cabelos dela com beijos antes de acomodar sua boca na dela. Quando recuperou o fôlego, rolou para o lado, levando-a com ele, passando a perna dela por cima de seu quadril e mantendo-a próxima.


Allie olhou em seus olhos e sorriu.


— Allie?


— Hummm?


— Você é demais.


Ela enrubesceu e o beijou.


— Não vou mencionar que você movimenta muito bem os quadris, soldadinho, para você não ficar presunçoso, ele sorriu e brincou com o mamilo dela, apalpando seu seio.


— Você esta começando alguma coisa? ela perguntou com aquele sorriso maravilhoso e sacana.


— Eu não disse que tinha acabado.


— Uma vez com você não é o bastante, Whitlock. Fiquei viciada. Abrindo-lhe as coxas, ela sentou-se envolveu-lhe o membro com os dedos. Os olhos dele reluziram a seu toque. Ela então conduziu-o para dentro dela. sentando-se sobre sua rigidez até que ele a preenchesse. Ela estava úmida e incrivelmente quente, e quando empurrou os quadris contra seu corpo, Jazz só tinha um pensamento: Allie. E seria preciso toda uma vida para saciar sua vontade.



POV: Terceira Pessoa: Edward & Bella



Bella subiu para seu quarto, logo depois que Jake subiu com sua irmã para o dele, sentou-se na cama e ali ficou perdida em pensamentos, como ela queria que fosse Edward a leva-la para o quarto, mas não, ele apenas ficou sentado olhando-a enquanto ela subia para o quarto sozinha para esperar Alice. Bella não sabia se havia passado horas ou minutos lamentando-se por sempre se encantar por um cara que só queria curtir com ela, até que sentiu-se suspensa no ar, sobressaltou-se quando ouviu aquela voz suave em seu ouvido dizer:


— Vamos, para o meu quarto, passará a noite comigo, logo depois ele a beijou intensamente.


— Não posso deixar Allie dormir sozinha! Ah ta certo, vamos Allie passará a noite com Rose.


— Esta errada, Rose já foi para o quarto do Emm, e acredito eu que Jazz esteja levando Allie para o quarto dele neste exato momento.


— Ok então!!! E não pode deixar de sorrir quando ele saiu com ela para o quarto dele.


Quando chegamos ao quarto dele, ele a colocou no chão lentamente e logo em seguida os lábios dele cobriram os seus. Atordoada, aconchegou-se no peito vigoroso, deslizou os braços pelos ombros largos. Quando ele acirrou o beijo, enfrentou as estocadas da língua dele com a sua, e o sabor mentolado fez seus joelhos vacilarem.


Poderia parar tudo, devia mas não quis. desde o dia em que conheceu Edward, ambos se preciptaram rumo a esta situação como um trem descarrilhado. estavam perdendo o controle, e isso era tão divertido quanto excitante. Só lhe restava segurar firme; a jornada seria intrépida..


Debateu-se contra ele, a ânsia vibrando dentro de si. Aguardou tanto tempo, uma eternidade por este momento. Agora, a impaciência fazia-na agarrar-se aos ombros dele, gemendo. Queria rememorar cada carícia instigante, cada deleito glorioso


A respiração ela estava tão instável quanto a sua; sentia o batimento do coração dele contra os seios arfantes. Como queria ser tocada ali, pensou. E em outras partes. E como queria tocá-lo, também.


Ele beijava- a loucamente, jamais desejou uma mulher assim, como desejava ela.


Recorreu a uma força de vontade tremenda para não possuí-la ali no chão do quarto mesmo. Apenas a idéia de que poderia machucá-la manteve-o senhor do ímpeto brutal que sufocava seu íntimo. Isso não o mataria, deleitaria com ela. Sem pressa, ponderou. Desejava-a sob seu corpo de anseio, implorando e só de pensar nisso quase perdeu o controle.


Trilhou o pescoço dela com beijos, regozijou-se com os barulhos delicados que ela fazia. Quando mordiscou um lóbulo, ela estremeceu.


— Tão doce, murmurou ele


Já próximo à cama, afastou o rosto e contemplou-a. E olhos cheios de paixão, encontraram os dele.


Mantendo o olhar fixo no dela, alcançou a tira de seu vestido frente-única, então desamarrou-o, revelando seus seios já duros de desejo, tocou-o lentamente, sentiu o batimento selvagem do coração dela, a maciez da pele nua, virou-a de costa e mordiscou-lhe a nuca, com um ronronado suave, ela penseu a cabeça para trás.


Bella perguntou-se como sobreviveria às sensações que a consumiam. Sentiu um prazer tão intenso que beirava a dor. O calor bombeava através das veias, uma torrente cálida de desejo. A íntima compressão do corpo dele contra o seu assuatava e excitava ao mesmo tempo.


Os lábios fluíram pescoço abaixo até aconchegarem-se no ombro. O leve arranhar dos dentes, a deriva da língua na pele fizeram=na choramingar. Queria sentir aquela boca, e as mãos dele no corpo todo.


Como se lesse seus pensamentos, ele acabou de tira-lhe o vestido.


— Sexy, murmurou ao olhar a pequena calcinha de renda pink.


O arrepio de timidez que ela sentiu dissolveu-se ao fitar a expressão de desejo nos olhos dele. Quando ele tocou seus seios novamente com as mãos largas e afagou delicadamente, ela respirou fundo. Quando levou a boca até seus mamilos duros de excitação, ela quase sufocou.


— Edward, sussurou ela. desconhecia essa libertina que invadiu seu corpo, mas acolheu a invasora de braços abertos, nunca se sentiu tão viva em toda sua vida. Tão consciente. Do perfume másculo da pele, do som ofegante da respiração.


Ela se debateu, desejando-o com um desespero enlouquecedor. Quando ele levantou a cabeça, cingiu-lhe a cintura com as mãos e levou a boca ao ventre, ela choramingou.


— Tão bonita, murmurou ele, deslizando a boca ao longho das costelas. -Tão delicada.


A boca e as palavras dele excitaram-na ainda mais, e o tesão cresceu. Achou que não fosse aguentar mais.


— Eddie, sussurou com a voz rouca. — Por favor.


Ajudou-o a despir a camiseta, querendo toca-lo desesperadamente, correu as mãos pelos músculos rígidos dos ombros e do peito, e sentiu uma potência impressionante. Quando se aproximou mais e roçou a boca no pescoço , ele ofegou.


O gosto salgado e morno entorpeceu-a. Meu, pensou ela. Mesmo que por uma única noite, ele lhe pertencia.


E ela a ele.


Edward deitou-a na cama, e o peso do seu corpo pressionou o dela sobre a coberta macia. Oprimiu-lhe os lábios com os seis, ríspido, insistente. Ela tremeu quando a mão dele buscou os seios novamente, arqueou quando a boca sobstituiu a mão.


cada toque, cada sabor, cada sensação, um mais instenso que o antecedente, assolaram-na. Queria, precisava dele, dentro dela. Precisava encerrar essa maravilhosa tortura. Contudo, quando a mão dele desceu até o abdome, depois se insinuou sob a renda da calcinha e imergiu no calor entre suas pernas, compreendeu que a tortura arrebatadora havia apenas começado. Ele acariciou, sincronizando a própria língua com a dela. Bella movia-se junto, frustrada pelo ritmo que ele imprimiu. Determinada a acelerar as coisas, desafivelou o cinto dele, então buscou o ziper da calça.


Toda intenção de ir devagar evaporou da mente de Edward quando sentiu aos mãos de Bella em torno dele. Sabia que ela estava pronta; estava úmida e palpitante, arqueando o corpo de encontro so seu.


Com um último resquício de controle, ele a repeliu.


— Edward. Ela choramingou em protesto.


— Não se preocupe, minha Bella desastrada, não vou a lugar nenhum. Enquanto arrancou o resto das roupas e usou o intervalo para proteger a ambos, manteve o olhar cravado no dela.


Braços ansiosos acolheram-no de volta. Ele beijou-a com ternura, deixando a paixão atingir o mesmo pico febril de quando abaixou a calcinha, então se acomodou entre suas coxas. Ela se abriu para ele, envolveu-o com as pernas suaves, e tragou-o para dentro de si. Quando ela se contorceu e gritou docemente, ele paralisou.


— Que...?


As pernas e braçis comprimiram-se em torno dele.


— Não pare, disse ela ofegante. — Por favor, Edward.


— Mas você...


Ela empinou, beijando-o, remexendo os quadris, tornando impossível pensar, impossível fazer qualquer coisa além de unir-se a ela em uma pura onda de puro desejo. Desarmado, penetrou o interior quante e aveludado do corpo dela. Um prazer cedo, incontralável, os tomou. A onda elevou-se, cada vez mais, até que no final, os tomou. Ela vagou ali, estremecendo, com um gemido noa lábios.


O clímax assaltou-o violentamente e aplacou.


Agarrou-a enquanto tentava ordenar as palavras em uma frase coerente.


— Bella, a voz dele soou rouca e abafada. — Por que não me contou?


Ela aninhou-se nos seus braços.


— Não pensei nisso.


— Não pensou? Como pôde?


— Faria alguma diferença se contasse que era virgem?


— Sim. Não. Sim


— Esperei para ficar com um homem, até que me sentisse preparada, até que me parecesse adequado. Desculpe se é um problema para você.


Como ela tentou se afastar, ele arrastou-a de volta e beijou-lhe a têmpora.


— Não falei que era um problema. Apenas seria mais cuidadoso. Machuquei você.


— Uma pontada, só isso. Tudo foi maravilhoso. Você foi maravilhoso.


— É? Maravilhoso como?


— Ah, pare de sorrir assim. Como se não ouvisse isso o tempo inteiro!


Ele olhou-a intrigado.


— O que pretende insinuar?


— Ah Edward, você é todo lindo, deve ter um zilhão de mulheres jogadas aos seus pés. Por que eu? Por que escolheu a mim?


— Não sabe mesmo, não é? Perguntou ele a arrastando para cima dele. Ela engasgou com o gesto inesperado, eo fato dele estar rijo e pronto outra vez.


— Não Edward, não sei mesmo.


— Ignora completamente, o quanto é sexy e cativante.


Dizendo isso ele a beijou sedutoramente, apalpou as nádegas firmes, observou seus olhos arregalarem ao encaixar os quadris nos dela.


Ela sorriu gostoso e disse:


— Você vai acabar me transformando em uma perdida. Erguendo os quadris, acolheu-o dentro de si, mais tarde me lembre de agradecer-lhe.


E assim mais uma vez mergulharam juntos num mundo de prazer e deleites.


— É essa noite será mesmo longa...prazerosamente longa. Pensou Edward.

Notas finais
O que acharam?
Comentem minhas amadas please!!
AHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Com essa confusão toda esqueci de agradecer a minha leitora Dan, pois ela recomendou minha fic, ah gente eu gritei mesmo estou emocionada é minha primeira recomendação!!!!
Bjks a Todas e principalmente para DAN.