Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOIIIIIIII!!!!! Então, eu vou mudar o dia de postar (de novo) para segunda.

SAMMY

–É uma árvore? — perguntei.

–Não. — Luke respondeu.

–É a neve? — Cat perguntou.

–Vocês são daltônicas? Eu disse que era cinza! — reclamou Luke, indignado.

Nós três estávamos indo para Hogsmead enquanto brincávamos de "eu vejo com o meu olhinho".

–Não, você disse verde. — repliquei.

–Não, ele disse branco. — Cat disse.

–As duas estão erradas, eu disse cinza. — Luke disse, revirando os olhos.

–Na verdade, você disse vermelho. — disse Luna.

–Há quanto tempo você está aí? — perguntei.

–Faz um tempinho. — ela respondeu.

–Ceeerto. Três Vassouras? — perguntou Cat.

–Claro.

–Por que não?

Fomos ao Três Vassouras e pedimos três cervejas amanteigadas.

–E aí, o que querem fazer? — perguntou Luke.

–Quero passar na zonkos. — falei. -Meu estoque de pegadinhas está baixo.

–Eu também. Eles estavam anunciando uns produtos novos que pareciam legais. — concordou Cat.

–Tudo bem. Mas quero passar naquela loja do lado da Dedos de Mel também.

Dei de ombros. Nem lembrava do que era a loja, mas se o Luke quer passar lá nós passamos lá.

–Por mim tudo bem.

–Pra mim também. Fica no caminho da Zonkos então podemos passar lá antes de irmos. — sugeriu Cat.

Eu e Luke concordamos. Nós três acabamos de beber e fomos para a loja.

–Ei, Luke? — chamei.

–O que foi?

–Qual o nome da loja em que você quer ir mesmo?

–Você vai na Dedos de Mel toda vez que a gente vem pra cá e não lembra o nome da loja do lado? — perguntou Luke, arqueando as sobrancelhas.

–Considerando que ela fica do lado de uma vitrine cheia de doces não é muito surpreendente que eu não olhe pra ela. — repliquei.

Luke revirou os olhos.

–Dragão Fashion.

–O que?

–O nome da loja.

Cat e eu começamos a rir.

–Não sei qual é a graça...

–A graça é você querer ir em uma loja chamada Dragão Fashion. — respondeu Cat.

Luke bufou, irritado.

–Eu preciso de meias, ok? Agora parem de encher o saco e vamos logo.

–Tudo bem, mas se resolver levar uma minissaia também, lembra que lilás não é a sua cor, ok?

–Vai se ferrar Samantha.

–Vai você.

–Vai você.

–Vai você.

–Vai você.

–Vai você.

–Vai você.

–CHEGA! — gritou Cat.

Nós dois paramos. Andamos mais um tempo até chegar na loja.

–Bem-vindos! — disse uma mulher loira com um sorriso tão grande que achei que a cara dela ia rasgar -Do que precisam?

–Só um par de meias cinza. — respondeu Luke.

A mulher parou de sorrir.

–Ah. As meias estão ali. — disse ela apontando para o canto da loja.

–Obrigado.

A mulher se afastou, resmungando algo como "Eu podia estar matando, roubando, traficando..."

Luke foi para a parte da loja que a mulher tinha indicado e pegou um par de meias qualquer.

–Mais alguma coisa, querido? — perguntou a mulher do caixa, sorrindo.

–Não, obrigado.

–Resposta errada.

–Como é que é?

–PEGUEM ELES! — gritou a atendente.

Se eu ganhasse um galeão cada vez que eu ouço isso...

Um bando de atendentes sorridentes e armadas pulou do meio das araras de roupas e nos cercou.

–Sabe, acabei de lembrar que eu preciso de um casaco também. — disse Luke.

–Garoto imbecil, isso não tem nada a ver com as suas compras.

–Então por que vocês querem prender a gente?

–Porque vocês serão o sacrifício que trará nossa líder de volta do exílio!

–Hã, claro. Olha, não que eu esteja dizendo que você é doida ou fuma mas já pensou em visitar a ala psiquiátrica do St. Mungus? — perguntou Cat.

A mulher do caixa a ignorou.

–Finalmente, após tantos anos de espera, finalmente encontramos as pessoas certas para a oferenda. EI, VOCÊ! — ela gritou para a mulher que ainda estava resmungando sobre esfaquear pessoas -AVISE AS OUTRAS PARA PREPARAREM A CERIMÔNIA!

A mulher saiu para os fundos da loja (não sem antes resmungar que um dia iria fuzilar todas as suas colegas de trabalho).

A mulher do caixa se virou para nós.

–Amarrem os três e levem para o andar de baixo.

–Espera! — gritou Cat.

–O que foi? — perguntou a moça, irritada.

–Podemos pelo menos saber por quem estamos sendo sacrificados?

–Ah, claro.

A mulher pegou um cantil e bebeu o que estava dentro. Um monte de fumaça a envolveu e em seguida se dissipou. No lugar dela agora havia uma zebra.

–Mas... como? — perguntei.

–Simples, nós adaptamos a poção polissuco para servir em animais.

–E por que a gente tem que servir de sacrifício? Não podia ser, sei lá, a Umbridge.

–Nossa líder disse que devíamos sacrificar as pessoas que viessem a essa loja e comprassem só um par de meias.

–E a líder de vocês seria...?

–A Grande Eliovalda, óbvio! — disse a zebra/mulher do balcão -Chega de perguntas! Levem os três para o local da oferenda!

As outras atendentes também voltaram a forma de zebras e nos levaram para os fundos da loja, onde havia três postes de madeira. As zebras amarraram um em cada poste.

–As celebrações estão prontas, senhora. — informou uma das zebras.

–Ótimo! Que comece o sacrifício!

–ESPERA! — gritou Luke.

–O que foi agora? — berrou a zebra, com muita raiva.

–Sammy, inicie o plano 42.

Arregalei os olhos.

–Tem certeza?

–Tenho.

–Do que vocês estão falando? — perguntou a zebra, com um olhar desconfiado.

Tirei uma caixinha do bolso e joguei para cima delas. Enquanto estava no ar a caixinha se transformou em uma torta de creme e explodiu. As zebras entraram em pânico e começaram a correr de um lado para o outro. A zebra chefe começou a gritar com elas, mandando voltarem para seus postos, mas ninguém prestou atenção nela.

–Cat! A carta! — disse Luke.

Cat passou uma cartinha muito parecida com uma cartinha de yu-gi-oh, com o desenho de um lhamacórnio para ele.

–Eu, Luke Campbell, membro honorário do sindilhama, invoco os poderes do Poderoso Lhamacórnio!

Um arco-íris explodiu no centro da sala e um lhamacórinio surgiu. As zebras pararam de correr e gritar e passaram a encará-lo. O lhamacórnio olhou para uma zebra próxima e disparou um arco-íris nela, que foi pulverizada. Isso fez com que as outras lhamas voltassem a gritar e correr. O lhamacórnio continuou atirando arco-íris nelas até que todas fossem pulverizadas, depois, se virou para nós e pulverizou as cordas que estavam nos prendendo.

–Pudim. — disse ele. Em seguida explodiu em outro arco-íris.

Ficamos parados encarando o local em que ele tinha desaparecido.

–Nunca achei que fossemos usar isso. — disse Cat.

–Eu também não.

–Ainda vamos passar na zonkos? — perguntei.

–Claro. — respondeu Cat.

Saímos da loja.

–Espera! Esqueci uma coisa! — disse Luke.

Ele voltou para a loja e pegou suas meias.

–Vamos.

Notas finais
Tchau!