Coming Home
31 Drunk in love.
Notas iniciais
Já passava das 19h. Emma estava se arrumando no quarto de visitas (que era praticamente seu) e Regina no dela. A festa de Tinker seria uma coisa mais íntima, nada parecida com as festas enorme de Zelena. Henry entrou no quarto da prefeita e sentou-se na cama.
– Mãe, eu posso ir? – Ele tentou uma última vez.
– Nós já falamos sobre isso, não é? – Regina estava acabando de se maquiar. – Essa festa é de adulto, querido.
– Mas eu sou quase um adulto! – O menino fingiu uma irritação. A morena achou aquilo super fofo e foi abraça-lo e enchê-lo de beijos. – Para, mãe. Isso não é atitude de adulto. – Ele brincou e continuou os abraços da outra.
– Quando você crescer um pouquinho mais eu te levo a todas as festas. Combinado? – Ela se afastou dele para voltar a produzir seu rosto.
– Combinado... – Henry saiu cabisbaixo.
O garoto, que não era nada burro, aproveitou para se dirigir ao quarto da sua outra (e mais boazinha) mãe.
– Oi, mãe. – Ele entrou todo sorridente.
– Ei, garoto. – Emma sorriu ao vê-lo ali.
– Eu preciso falar com você... – Henry nem precisou acabar sua fala e a loira já estava rindo. – Ué, qual é a graça?
– Aposto que você foi pedir à sua mãe se podia ir à festa... Ela disse não e você veio para cá, não é? – Ela levantou uma sobrancelha e sorriu com um tom divertido.
– Sim... – O menino abaixou a cabeça e respondeu quase resmungando.
– Henry, eu não posso passar por cima das ordens dela. E essa festa realmente será de adultos. – Emma se abaixou na frente dele. – Eu prometo que te levo em todas as festas, você só precisa crescer um pouquinho.
– Ai, nossa, vocês falam igual! – Henry riu daquilo. De repente, uma voz começou a gritar por ele na sala. – Já vou, Granny! Já vou! – Ele respondeu e se despediu de Emma. Passaria a noite na casa da senhora.
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– O lado ruim de namorar a prefeita é que ela trabalha até em um sábado! – Emma entrou no escritório ao ver Regina mexendo em uns papéis. – Antes de uma festa! – Ela completou se aproximando.
– Miss Swan. – Regina continuava com os olhos em um dos papeis. – Eu já estou acabando... – Ela dirigiu seu olhar a loira e ficou boquiaberta. Perdeu qualquer concentração que tinha antes. Emma estava linda. Usava uma camisa de seda branca, uma calça social preta e sapatos de salto pretos. Pérolas e um batom vermelho acompanhavam o look. – Uau. – Foram as únicas palavras que Regina conseguiu falar.
– Gostou? – Emma sabia que estava linda. Ela sorriu e foi se aproximando cada vez mais da mais velha, até chegar ao lado de sua mesa e sentar em cima dela.
– Se eu gostei? – A prefeita puxou a loira, que se sentou em seu colo. – Eu amei. – Ela sussurrou e começou a beijar o pescoço da outra. Emma deixou sua cabeça ir caindo para trás lentamente e deu alguns gemidos baixinhos.
– Regina! – Ela voltou a si e se levantou. – Se você começar com isso, não iremos para a festa nunca.
– Por que você faz isso, Miss Swan? – A morena estava super excitada. Tentou mais uma vez puxar Emma para o seu colo, mas, sem sucesso, desistiu e se levantou. – Vamos então.
Emma colocou o braço atrás da cintura de Regina e elas foram até a porta. Apagaram a luz e saíram.
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A festa de Tinker tinha um clima super íntimo. A sala estava iluminada apenas por luzes fracas e algumas vermelhas, dando um clima sexy ao lugar. Emma e Regina chegaram e logo a anfitriã chegou abraçando a amiga de longa data.
– Regina! – Ela sorria e beija o rosto da morena. – Que saudades de você!
– Querida, eu também morri de saudades! – A prefeita retribuía cada gesto.
– Ué! – A loira se afastou e apontou para o casal. – Vocês vieram juntas então? – Um sorriso instantâneo apareceu em seu rosto. Instantâneo e um tanto quanto malicioso.
– Não começa. – Regina corou.
As duas foram muito bem recepcionadas. Tinker foi dar uma volta para receber os outros convidados, enquanto Emma e Regina se dirigiram ao bar.
– Emma, eu preciso ir ao banheiro. Me espere aqui, tá? – Regina beijou-lhe o rosto e saiu.
– Duas taças de champagne, por favor. – A loira foi adiantando o pedido enquanto esperava a outra. Alguns minutos se passaram e a loira sentou em um dos banquinhos.
– Eu poderia saber o nome da pessoa mais bonita da festa? – Uma mulher de cabelos ruivos se aproximou e pegou a mão de Emma para dar um beijo.
– Emma Swan. – Emma respondeu curta e grossa, sem dar muita atenção para a outra.
– Prazer. – A mulher sorriu. – Veio sozinha?
– Não, querida. Ela veio muito bem acompanhada. – Regina chegou nessa hora e respondeu a mulher com um tom ríspido.
– Madame Mayor. – Ela a cumprimentou. – Você não me conhece, mas não há ninguém aqui que não te conheça. A minha única dúvida é: você gosta de mulheres?
– Eu gosto de quem eu quiser. – A prefeita logo a cortou. – O que eu não gosto... – Ela fez uma pausa e sorriu cinicamente para a outra. – É de pessoas dando em cima da minha mulher.
A ruiva logo deu uma piscadinha um pouco amedrontada e se afastou.
– Madame Mayor, então a senhora é ciumenta assim? – Emma provocou com um sorriso de mesmo tom nos lábios.
– Miss Swan, não queira me ver cuidando do que é meu. – Ela levantou uma sobrancelha e puxou a loira para a pista de dança.
A música que estava tocando era “Drunk in Love – Beyoncé” e Regina logo se virou de costas para Emma. Ela ia descendo seu corpo colado no da outra. Seu quadril acompanhava a batida da música, rebolando lentamente em frente ao sexo da outra. A morena, ainda de costas, segurou o pescoço da outra, que começou a beijar-lhe a nuca. Aquilo deixou Regina arrepiada e com mais fogo ainda. Passava as mãos pelos cabelos de Emma e seus corpos seguiam cada batida que ecoava na pista. Elas se completavam, como se só as duas estivessem no lugar. A mais velha desceu as mãos até as coxas da loira e as arranhou com força, fazendo com que Emma a segurasse contra o seu corpo e beijasse o seu ombro, dando alguns chupões juntos.
– Isso é como a primeira vez em que estivemos em uma festa juntas. – Emma sussurrou no ouvido da outra. – Como tudo começou.
Regina parou e se virou, encarando o rosto radiante da mais nova.
– Só tem uma diferença, Miss Swan. – Ela deixou suas bocas quase coladas. – Agora eu posso fazer isso. – Regina beijou a boca de Emma. Suas línguas se cruzavam e se completavam. Foram intercalando o ritmo do beijo entre lento e mais acelerado. Seus corpos seguiam o ritmo da música; elas rebolavam juntas, esfregando-se uma na outra. As duas estavam molhadas. Emma parou de beijá-la. Colocou sua mão nos cabelos da outra e a puxou para trás, fazendo com que o pescoço de Regina ficasse livre para ela. A loira foi lambendo desde o colo da mais velha até o seu rosto, depois desceu dando alguns chupões mais fortes. A prefeita gemia quase alto e, sem conseguir se conter mais, puxou a outra para o banheiro.
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Regina jogou Emma contra a parede. Ela foi se aproximando aos poucos e foi abrindo botão por botão da sua camisa. Sua língua começou a deslizar pelo colo da loira; quando se aproximou dos seios, abriu com urgência seu sutiã e começou a chupar um deles. Ela fazia movimentos circulares com a língua e dava algumas mordidas leves. Emma gemia e arqueava um pouco as costas para trás.
A prefeita deslizou sua mão pela barriga da mais nova, deixando-a arrepiada com as pontas dos dedos. Sua boca continuava em um dos seis da outra. Ela abriu o botão da calça de Emma e tocou seu sexo, que já estava encharcado. Regina começou a masturbá-la e voltou a beijar-lhe a boca. Os beijos dessa vez estavam mais famintos. Elas tinham necessidade uma da outra. Ao ver que o sexo de Emma pulsava, a mais velha colocou a mão dentro de sua calcinha e começou a massagear seu clitóris. A loira gemia e fazia os mesmos movimentos circulares de Regina com o quadril. A prefeita chupou o lábio inferior da outra com força, fazendo com que ela soltasse um gemido alto e forçasse ainda mais seu sexo contra a mão da outra. Regina colocou dois dedos dentro de Emma e os estocou o mais fundo que pode. O corpo da mais nova pegava fogo. Ela começou a seguir o vai e vem que a morena fazia. Já com quatro dedos dentro de si, Emma estava em transe. Seus olhos reviravam, suas costas estava totalmente arqueada. Regina continuou as estocadas, massageando o clitóris da outra com o dedão. A loira foi perdendo o ar e seu corpo começou a tremer; ao ver que ia chegar ao orgasmo, Emma puxou a outra para um beijou e sua língua invadiu a boca da outra junto com seu prazer, que invadia as mãos de Regina. A mais nova deu um último gemido abafado entre o beijo delas e caiu sentada no murinho de mármore da banheira que havia ali.
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Regina foi a primeira a sair do banheiro. Tinker a viu de longe e foi se aproximar, mas parou ao ver que Emma saiu logo depois arrumando suas roupas. A loira riu da situação.
– Aproveitando a festa, linda? – Tinker se aproximou de Regina, que estava no bar recuperando suas forças com algumas doses de álcool.
– Está ótima! – A prefeita tentou disfarçar o assunto, mas foi em vão.
– Vocês formam um dos casais mais sexys que já vi. – Ela piscou para a amiga. – Tá aprovada.
– Tinker! – Regina arregalou os olhos ao notar que a amiga sabia o que tinha acontecido.
– Relaxa, acho que fui a única ao ouvir Emma gemendo seu nome. – A loira riu bastante ao ver que tinha deixado a mais velha vermelha de vergonha. – Venha! Vamos dançar.
As duas foram para a pista e lá encontraram Emma. O resto da festa foi muito gostoso. Muita música, muita bebida, muitas risadas. Regina e Emma fizeram um par incrível aquela noite. Passaram o tempo todo dançando juntinhas, em meio a beijos e provocações com os corpos.
Por volta das 4h, as duas resolveram ir embora. Elas não estavam cansadas, só tinha assuntos a tratar.
Ao chegar na casa de Regina, Emma logo começou a beijá-la, deixando cair bolsas e sapatos pelo meio do caminho. A loira foi conduzindo-a para cima das escadas, sem deixar de prosseguir com seus beijos e chupões. Assim que viram a cama, Regina tentou “trocar de lugar” com a mais nova, a fim de deitá-la.
– Agora é a minha vez. – Emma fez um movimento negativo com a cabeça, sorriu maliciosamente e empurrou a morena contra a cama.
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