Começo, Meio E Fim

124 Capitulo 124


Notas iniciais
Pessoas bonitas do meu coração, tenho um recado importante nas notas finais, mas antes... Espero que gostem, capitulo Hot'n Cold ;)

Pov Roberta

Assim que cheguei à exposição, tratei de permanecer bem longe do Diego, mais um minuto próximo a ele eu, sem dúvida, enlouqueceria, não sei se seria capaz de resistir... Senhor, o que está havendo comigo? Eu já possuí melhor autocontrole em relação a ele, em relação a nós... Depois do que aconteceu ontem na Gallery, do que eu pensei em deixar acontecer, duvidava muito que as coisas se acalmassem entre a gente, que eu conseguiria me controlar ao tê-lo tão próximo... E para piorar ainda teria que dividir um quarto com ele, uma cama... Céus, eu enlouquecerei esta noite...

– Realmente uma bela pintura – um timbre forte pronunciou – para ser apreciada por uma bela dama, de forma tão intensa – voltei minha atenção ao homem, que estava parado ao meu lado, observando a obra de Zeng Fanzhi.

– Admiro muito o trabalho dele – disse casualmente.

– Apreciadora de arte?

– Também, eu trabalho no ramo – dei de ombros.

– Ah, sim? – assenti e ele sorriu, era um homem interessante, eu diria, aparentava ter menos de quarenta anos, uns trinta e sete talvez, charmoso... Senhor, foco Roberta! – sou avaliador.

– Dirijo uma Galeria de Arte – sorri educadamente.

– Matheus Ventorelli – estendeu-me sua mão.

– Roberta Messi – cumprimentei-o, então sorriu de lado, encarando algo em minha outra mão, que percebi ser minha aliança... – Montemezzo – completei sorrindo.

– E onde se encontra o senhor Montemezzo?

– Espero que em um bom lugar – sorri fraco – sou viúva.

– Oh, meus sentimentos... – anui... Matheus tinha uma conversa agradável, era visivelmente atraente, conversávamos animadamente há algum tempo, quando avistei Diego próximo a uma moça, tentei ao máximo não prestar atenção neles, que estavam pouco a minha frente – eu estive na exposição em Florença, foi magnífica.

– Gostaria tanto de ter ido, mas havia acabado de ficar viúva, era para ter sido uma viagem em família – ele sorriu, retribuí.

– Entendo, mas creio que não faltará oportunidade.

– Já estive lá, nos exposições passadas – contei-lhe – é tão esplendido o modo com tudo é organizado e exposto ao publico, fiquei encantada.

– Concordo com você – rimos, quando desviei meu olhar a minha frente, visualizando algo que me deixou tensa, Diego se esfregando naquela vadia vulgar ou ela se esfregando nele, enfim, ridículos... Meu olhar cruzou-se com o dele... – se importa – olhei para Matheus que pegou a taça de champanhe de minhas mãos – antes que você machuque a si ou a própria taça – sorriu, merda, só então percebi que a segurava com certa força, desnecessária.

– Desculpe-me – sorri sem graça e ele assentiu.

– Tudo bem – meu sorriso morreu no instante em que vi Diego quase beijando aquela... Merda!

– Acho que preciso de algo mais forte que uma taça de champanhe – riu.

– Imagino que sim...

Depois de passar uma hora ou mais bebendo e conversando, no bar do hotel onde Matheus e eu, coincidentemente, estávamos hospedados, nos despedidos e me dirigi a minha suíte, na espera de encontrá-lo dormindo ou simplesmente não encontrá-lo, ele ainda poderia estar com aquela... Arg!

– Boa noite – merda, ele estava lá... Encarando-me com uma expressão de poucos amigos, sem camisa, ignorei-o e passei por ele em direção ao quarto – posso saber onde você estava?

– Não é da sua conta! – retirei meus sapatos meio que me desequilibrando, merda de álcool...

– Quem era aquele cara com você? – retirou os cintos da calça, merda, meu corpo ficou tremulo e febril com seu ato, lembrei-me de...

– Já te disse que não é da sua conta! – exasperei-me, retirando minha camisa – assim como não é da minha conta com quantas vagabundas você se esfrega! – ótimo, ele parecia também estar irritado e incrédulo com minhas palavras, aproximou-se parando frente a mim, merda!

– Vagabundas que eu me esfrego?! – riu retirando a calça, merda de excitação! – sabe que eu acho que tem tudo a ver com você – sorriu de lado, desgraçado, retirei minha saia...

– Vá se foder, Diego! – disse a centímetros dele, mirando seus olhos zombeteiros.

– Não sem você! – em questão de segundos já estava agarrada a ele, meus lábios chocaram-se com o seus, mas o mesmo não me tocou, merda, ele disse que não iria a menos que... – peça – sussurrou com a boca colada a minha.

– Foda-me – sorri quando ele tentou me beijar, mas empurrei-o sobre a cama, fazendo-o encarar-me por alguns segundos, com as sobrancelhas arqueadas, antes de começar a rir...

– Roberta, você bebeu?! – perguntou-me divertido, merda!

– Quem disse isso? – perguntei com a mão sobre a cintura, não estava tão ruim assim, estava?!

– Senti cheiro de álcool assim que você entrou – merda! – sem contar que você está... diferente.

– Talvez... – seu riso morreu assim que retirei meu sutiã, mordi meu lábio inferior ao perceber que não era a única excitada naquele quarto, sua boca estava entreaberta e seus olhos fixos nos meus seios, engatinhei até ele, que estava sobre o centro da cama, sentei-me em seu colo, suas mãos automaticamente pressionaram-me contra sua ereção, segurei um gemido – jamais me compare as suas vadias – pronunciei com a boca colada a dele.

– Você é minha vadia – gemi quando sua mão estapeou minha bunda – minha... – puxou meu lábio inferior com os dentes, remexi-me sob seu colo – está sentindo o que você faz comigo? – gememos.

– Eu preciso de mais – libertei seu membro, massageando-o, quando seus dedos invadiram minha calcinha – ah... – retirou-a...

– E você terá – mordeu meu lóbulo, posicionando-se em minha entrada – muito mais... – puxei seu cabelo, com um pouco de força, quando o mesmo me invadiu – perfeita – sussurrou ao espalhar chupões por meu pescoço e colo.

– Ooh... Diih... – levei alguns segundos antes de começar a me mover de encontro a ele – ahh...

– Isso Roh, assim... – suas mãos guiavam meus movimentos, sensações adormecidas invadiam meu corpo, não demorou muito para que meus músculos vaginais se apertassem em torno dele.

– Aaah... – gritei ao atingir meu clímax, sendo envolvida por seus braços, recebendo um beijo suave nos lábios...

– Eu preciso... – disse ofegante, encarando meus olhos...

– Eu sei... – ofeguei — tudo bem... – ia recomeçar a me movimentar sob ele, quando o mesmo me deitou na cama, com nossos corpos ainda conectados, assenti para que ele continuasse, com uma de minhas pernas erguida sob seu ombro, ele começou a investir firme, em questão de segundos meu corpo correspondeu... – ooohh... – me agarrei aos lençóis da cama, sentindo-o, saboreando-o dentro de mim, até que deixei novamente o orgasmo me atingir, sublime... Dessa vez seguida por dele, que se desfez dentro de mim... – nossa...

– Uau... – beijou minha barriga ao sair de mim, deitando-se ao meu lado – cada dia melhor, Messi – sorriu de lado.

– Obrigada – retribuí seu sorriso sacana – você também não foi ruim, Maldonado – riu.

– Obrigado – passou a mão pela lateral do meu rosto, encarando meus olhos profundamente – isso foi só o começo – sorri, antes de ser beijada possessivamente...

Continua...

Notas finais
Então, amores, espero que tenham gostado :) Mas tenho más noticias... Meu notebook deu problema e tive que manda-lo para a assistência técnica, que tem até 45 dias para me devolve-lo, até lá não terei como escrever capítulos da fic... Não gostaria de paralisa-la por esse tempo, mas não tenho capítulos suficientemente escritos para publicar do modo como venho postando. Por isso decidi que será apenas um capitulo por semana, provavelmente no sábado, pois é quando tenho "mais" tempo... Conto com a paciência e compreensão de vocês :) Caso alguém tenha alguma sugestão, opinião ou critica, estou aberta para recebe-la, por aqui (nyah!) ou pelo meu tumblr (pimentamelecada.tumblr.com), através de uma ask anonima que seja :) Enfim, muito obrigada :D