Comentários De Uma Leitora
4 Capítulo 4
Comentário do capítulo 37 de The Precious Blood
07-06-2012, 16:40hs.
Para quem lê este comentário, digo que sei que é chato, ficar ouvindo coisas da vida pessoal dos outros, mas... Bem, penso que é preciso colocar um pouco de mim aqui. Por isso, peço que, ignorem o fato de vocês estarem fazendo uma consulta psicológica de graça e digam o que falta para eu completar esses comentários, não quero deixar lacunas.
Hoje particularmente, estou muito “podre”, com minhas amigdalas inflamadas (quem quer saber?)...
Comemoro o fato de TPB ter sido atualizada, pois esta foi a salvação do meu feriado frustrado pela gripe.
Leio o poema, já captando nas primeiras linhas, o que as personagens sentem ao despertar neste capítulo.
“É o sopro da vida...” – uma voz sussurra em minha mente.
Essa é a tradução do título de uma música que tenho ouvido incessantemente, nos últimos dias.
Digo que esse despertar é o sopro da vida, pois a vida nasceu nesses personagens nos acontecimentos anteriores. Agora, a seus olhos, tudo é felicidade, tudo tem rumo. É isso que nos acontece quando estamos extremamente felizes, recebemos um sopro de vida, um motivo para viver.
“Ele se viu vivo novamente. O Muro de Berlim desmoronou, fronteiras foram quebradas, ele seguiu sua jornada e descobriu que a vida, é muito mais do que aquilo que seus olhos antes viam. Agora ele já não enxergava com os olhos, ele enxergava com a mente, os sentimentos, o coração, o que permitiu, que ele visse a energia formadora da matéria em sua mais pura forma.”
O que foi o marco da queda do Muro de Berlim?
Eu sinceramente não sei descrever EXATAMENTE o que foi. Mas posso dizer que foi a quebra de uma fronteira imposta por uma sociedade cega pelo governo, cega por um sentimento ininteligível, assim como a raiva de Jake.
Mas depois que ele conheceu a PP, depois que ele conheceu uma mulher com um interior tão puro e alegre quanto o dele... HUMPF! Caiu o muro que aparentava ser de ferro!
Isso causou abalos, é visível, mas foi para o bem do nosso lobo, foi para o bem da nossa médica, foi para o bem de todos! Principalmente para o bem do amor, que é o que os moveu até este capítulo, o 36.
E agora que esse amor foi feito presente do mundo material, tudo se enxerga de melhor maneira, tudo fica claro, as peças se encaixam...
“Foi no encontro das almas que a prisão de ódio, rancor, tristeza e outros sentimentos impuros, se desfez.”
Sobre o que é este verso?
Sobre Jake. Sobre a PP e Jake. Sempre sobre eles e de seu amor, que é em torno do que gira a história.
Aqui, lendo, fico pensando no quanto esse amor é forte. Pois tem de ser forte para suportar traumas tão profundos.
Traumas que na mente de alguns, podem ser facilmente superados. Mas esses alguns nunca levam em consideração as passagens de vida que a pessoa teve, até chegar naquele fundo de poço que o trauma a levou. E quanto maiores as implicações, mas difícil será a salvação.
“Todos buscamos pelo despertar do sol, mas só aquele que sofreu e sentiu intensamente, irá vê-lo.”
Dizia um filósofo, que só desfrutará da plena felicidade, aquele que já conheceu o sofrimento.
Tudo que falei até agora, é sobre a magnitude dos sentimentos do casal, pois penso que é isso que vai ser o alicerce deles para as “guerras” que virão.
Nesta guerra, aqueles que liderarão, são aqueles que fazem a união, entre vários mundos...
Ah, o segundo elemento de liderança, deve também encontrar o amor extraconjugal. Só esse amor será forte o suficiente forte para enfrentar os invólucros que essa “guerra” de mundos causará.
(A Déh deve imaginar do que falo. Uniões proibidas... Fetos, que não deveriam existir, é contra a natureza, não biológico...)
“O amor é sempre maior do que qualquer maldição.”
Aquelas coisas de beijo de amor verdadeiro cura tudo, dita em desenhos de contos de fada... São... Reais! Nossa sociedade só não enxerga isso porque vivemos em um mundo sujo, onde as pessoas só enxergam e comentem desgraças. Mas não falarei sobre a obscura sociedade em que vivemos.
“O que ela diz é: ninguém precisa de nada para ser quem é, basta... a si mesmo.”
A PP reconhece o que aconteceu com ela, mas Jake... Ele, infelizmente, é um tanto ignorante neste assunto, pois ninguém o ensinou. O interessante é que o interior, o inconsciente dele reconhece a magia, que por sinal, é mais forte do que qualquer magia imposta, pois é uma magia natural. Ele a conheceu perto de sua mais pura forma.
“Uma alma em dois corpos!”
“-Isto é muito louco...” – Jacob Black, capítulo 36 de TPB.
A vida é louca. Só o fato de existirmos... é louco!
Eu queria muito expor minhas teorias aqui, mas digo que já enlouqueci pessoas com elas. Enlouqueci pessoas, a ponto de deixa-las doente, ao refletir sobre esses pontos, então prefiro deixar cada um com a sua teoria.
Só posso dizer que tudo é BEM maior do que pensamos ser. É infinito! Assim como o universo.
“Provocações foram feitas para testar desejos...”
Adorei a parte da PP e do Jake “brincando” para ver quem provocava mais os desejos do outro, mas devo dizer que estava em equilíbrio.
É incrível o modo sutil como o casal percebe o imenso prazer que um pode remeter ao outro. Eles se explorando, pode ser comparado à uma criança que explora o mundo. É uma grande surpresa atrás da outra, uma grande surpresa a cada acontecimento novo!
CENAS FORTES, CENAS FORTES!!!
A curiosidade atacando... É como um mendigo atacando um prato de comida. Insano e incansável. A PP e o Jake anseiam por descobrir um ao outro cada vez mais.
“Tudo o que aparenta ser ruim, se torna bom quando há sentimentos envolvidos.”
Não sei o que quis dizer com essa frase, mas... Ela me veio na cabeça e senti a necessidade de escrever.
“Com o passar do tempo, vai se descobrindo diferentes formas de viver a mesma situação.”
A exímia entrega dos dois.
Ok, eu e as minhas analogias. Cada vez se descobre uma forma diferente de se fazer a mesma coisa. É como um bolo! Existe várias formas de fazer algo, que em sua essência, é sempre a mesma coisa.
O demonstrar de sentimentos também é assim.
Pff! Fim do capítulo!
Não que seja ruim, mas... Sei lá!
Um capítulo tranquilo, pós casamento e noite de núpcias... Uma melhor descrição da entrega.
Hmmm, assim como eu temia, não consegui descrever o que eu queria, então eu peço que me fale o que falta.
(Ok, Camila, chega de implorar! Pare com essa carência toda!)
Eu entendo sua falta de tempo Déh, fique a vontade para demorar.
Por que, apesar de querermos ter tempo para fazer tuuudo o que nos é prazeroso, a vida infelizmente não permite. E essa falta de tempo é tudo para a nossa sobrevivência na sociedade.
Ok! Vou parar com essas analogias! Aquela minha tese sobre os Direitos Humanos misturou completamente meus loucos miolos!
Bem, adorei o capítulo e quanto ao que você disse que a calmaria vai embora e a PP não terá forças para lidar, bem... A PP pode não ter forças para lidar com a situação sozinha, mas... Até com Jake será impossível de lidar com a situação, então ela tem... Bem, não quero falar o que penso.
É isso, espero que tenha gostado desse meu monólogo incessante.
Beijões da sua leitora psico louca.
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