Come Home

11 Cabelo Bagunçado.


Notas iniciais
é... esse título é meio der. mas enfim, espero que gostem e boa leitura.
~~~ GENTE VOCES VIRAM QUE PAYZER ACABOU?? D: estou triste. eu gostava da Dani. E eu sentia felicidade no relacionamento dos dois...
O que vocês acham? ~~~

Desiré Marie M. Collins POV – manhã de 01 de junho de 2012

Levantei bem cedo. Fui aos quartos verificar se ninguém estava acordado. Não, ainda bem. Voltei pro meu quarto, coloquei a roupa que eu tinha separado no fia anterior e peguei minha mala e todos os documentos que eu precisava para sair da city, ou melhor, do país.

Saí do meu castelo e encontrei cinco pessoas lá na frente me esperando.

- Sua vaca, você tem uma roupa sociável e nem fala nada! – Laís falou olhando pra minha roupa. Acho que ela esperava que eu saísse com um daqueles vestidos que eu normalmente uso, mas se eu quisesse me disfarçar no meio das pessoas, eu deveria estar como todos. E meu pai me da algumas dessas roupas às vezes, ele é muito legal! Pois é.

- Sorry...? – disse confusa. – Quem é esse? – apontei, discretamente, para o garoto junto de Bruna.

- Esse é Ryan. – Laís disse sorrindo maliciosa e eu ri.

- Laís, porque você está com essas malas?

- Não fazia parte do plano, mas... – ela fez um suspense. – EU TO INDO JUNTO CONTIGO!! – ela disse e gritou comigo. Logo depois paramos e os outros nos olhavam, enfim... To nem aí.

Chegamos no aeroporto e fizemos o que tinha que fazer e tal, check-up.

Logo depois uma voz anunciou nosso vôo e nos despedimos de Bruna, Ryan, Charlotte e Bruno.

- Juízo vocês quatro, hein. – Falei e Laís fez cara de maliciosa. Como é pervertida essa garota!

Entramos no avião e ficamos uma do lado da outra. Laís foi na janelinha, porque, segundo ela, era mais divertido. Só que pra mim não é nada divertido ver aquela cena toda. Me daria agonia sentar na janela. Pois é.

- Eu deixo você ouvir minhas músicas enquanto você ainda não tem seu iPhone, iPad, celular ou qualquer outro meio de comunicação. – Laís me entregou um fone e um iPhone. Tava tocando uma música agitada, Laís e suas músicas malucas... Não pensei duas vezes antes de mudar.

Fiquei assim a viajem inteira. Ouvindo musicas da Laís e acho que até dormi... Acordei com a chata da Laís me chacoalhando e gritando pra eu acordar. Olhei pro lado e todos olhavam. Soltei um riso e ela brigou comigo.

- Faz trezentos anos que eu to te chamando, bitch descabelada!

Descemos do avião e na hora de pegar as malas, eu quase caí porque a minha ficou presa com uma outra e a esteira estava me levando com ela.

- Marie, você é assim toda manhã? – ela olhou pra mim enquanto saíamos do aeroporto. Olhei confusa pra ela, que fez um gesto com a mão na cabeça.

- Ah, ta. Bom... Minha mãe odeia quando eu acabo de acordar e não penteio o cabelo. Então eu acho que sim, sou assim toda manhã. – falei pensativa.

Entramos num taxi e Laís deu o endereço da avó dela para o motorista.

- Ah... Eu esqueci de te falar uma coisa sobre aquela casa... – Laís começou meio estranha. – Eu tenho uma prima, a Fernanda, e ela é... Chata. – eu ri da cara que ela fez e ela me repreendeu com o olhar. – To falando sério, Marie. Ela tinha cinco anos quando os pais dela morreram e ela foi morar com a minha avó. Eu tava passando as férias lá, quando eu tinha dez anos, ela tinha oito, ela me enchia o saco toda hora. A minha avó mima demais ela. Ela acha que pode fazer o que bem entender...

- Chegamos. – o motorista disse.

Pagamos ele e saímos. Era uma casa linda. Não era muito grande, mas era linda.

- Quanto mais longe dela você ficar, melhor. Ela tem inveja de todas que são melhores que ela. Então, nada de revelar que você é a princesa da Inglaterra.

Assenti com a cabeça enquanto entravamos na casa de Laura Hautlers.

(...)

- Demos sorte de Fernanda estar com o “namorado” dela. – Laís disse enquanto arrumávamos nossas roupas no quarto de hóspedes. Era um quarto um tanto grande, com duas camas e dois guarda roupas.

- Laís, querida, Fernanda acabou de chegar. – Laura disse batendo na porta.

Laís fez uma careta e respondeu com um “já estou indo”.

Saímos do quarto e demos de cara com uma garota alta, magra e morena, parecia uma daquelas modelos. Ela me encarou dos pés a cabeça e em seguida me cumprimentou com certo “nojo”. Com a Laís foi a mesma coisa, mas ao invés do abraço, como ela tinha me dado, ela só disse “Oi.” Laís respondeu virando os olhos.

- Você me parece conhecida. – Fernanda disse olhando pra mim. — Veio da onde?

- Eu vim de...

- ... Londres. – Laís disse e Fernanda olhou pra ela com desprezo.

Era de tarde, então Laís e eu tivemos a brilhante idéia de sairmos um pouco de casa.

Fomos com a mesma roupa que estávamos e ficamos andando e andando pela cidade, até eu parar de repente.

- Que foi garota? Parou por quê?

- É uma... academia de dança. – falei lentamente e Laís riu.

- Esse seu jeito de falar me lembrou do Harry. Mas enfim. – ela espirou fundo. – Você podia fazer aulas aqui. Não é longe de casa e da pra você vir sozinha.

Entrei lá e encontrei uma moça, julguei ser quem ensinava.

- Com licença. – falei olhando pra ela. – Ainda posso me matricular? – perguntei e ela sorriu.

Niall Horan POV – noite de 01 de junho de 2012.

Já era noite e Marie novamente invadiu meus pensamentos... Já se tornou rotina acordar pensando nela, dormir pensando nela, fazer tudo, tudo pensando nela;

- Nós vamos para Chicago amanhã, Nialler. – Liam disse sentando ao meu lado na cama.

- Será que eu vou ver Marie? – perguntei ainda encarando o celular em minhas mãos.

- Quem sabe... A amiga dela, a Laís, além de ser fã da gente, mantém contato com o Harry. Se quiser eu posso falar pra ele arrastar elas pro show de domingo.

- Acho que não vai ser necessário arrastá-las. – Harry apareceu falando. – Eu já falei pra ela que a gente vai fazer show lá. Agora é só esperar a Marie aparecer também.

Assenti em concordância. Ultimamente é como se eu e sentisse... Vazio. Sem a Marie eu me sinto como se eu fosse apenas um pedaço de alguma coisa. Quando estávamos juntos no outro dia, senti o que jamais havia sentido em tanto tempo. Completo. Era diferente estar junto dela. Mas era uma sensação ótima...

Ficamos mais um tempo conversando enquanto o sono não vinha, mas assim que chegou, fomos dormir, sairíamos cedo no outro dia.

Desiré Marie M. Collins POV – madrugada de 02 de junho de 2012.

Eu estava deitada dês das dez da noite. Já era uma hora e eu ainda não conseguia dormi.

Fui até o banheiro e encarei meu reflexo.

Algumas pessoas me reconheceram enquanto andávamos na rua mais cedo. Mas eu sempre disfarçava e desviava os olhares de mim. Vi uma tesoura em cima da pia, aquelas de cabeleireiros. Peguei ela e comecei a diminuir o tamanho dos meus cabelos. Parei num tamanho que eu já comecei a me sentir irreconhecível. Antes eles eram bem compridos... Agora, nem tanto(obs importante: A mulher da foto é loira, mas a Marie tem cabelos castanhos.). Até que não ficou ruim para quem nunca pegou numa tesoura na vida. É.

E, bem, agora ninguém poderia reclamar do meu cabelo despenteado. É bonito nesses tipos de tamanhos.

Joguei os cabelos cortados no lixo do banheiro e voltei a me deitar na cama. Não demorou tanto para que eu pudesse pegar no sono.

Notas finais
Desculpem algum erro :)