Come Dance

16 She is the most important person to me


Notas iniciais
Hello...? Anybody here...? I've been left behind... I'm all alone... AM I NOT GOOD ENOUGH?! (Bee and Puppycat *o*) Ok, ok, perdoem-me estou meio depressiva. Olá meus queridos, quanto tempo, não? Pois é, minha vida esteve uma loucura desde a última vez que estive por aqui. Apesar de estar postando agora duas estórias (Come Dance e Black Widow), meu tempo é bem curto. E eu preciso confessar que nesses últimos tempos eu desanimei para escrever Come Dance. É claro que não irei abandoná-la, jamais! Porém quero pedir-lhes que tenham paciência, pois pode ser que esta fanfic fiquei pausada por um tempo, ok? Certo, esse capítulo é narrado pelo nosso queridíssimo Natsu, e tem bastante NaLu *-* Não irei demorar mais por aqui pessoas, espero que curtam o capítulo e até as notas finais ^^/

Natsu Pov’s

Devo confessar que desde que Lucy apareceu na minha vida, eu me sinto mais feliz. Mais vivo. Eu não sorria frequentemente, e dançar não era algo muito prazeroso como eu achava que seria. É como se eu fosse uma tela em preto e branco e Lucy fosse uma explosão de cores, que apareceu para me salvar dessa melancolia constante. Não foi difícil se apaixonar por ela. Seu jeito doce, mas determinado de ser, me encantaram no mesmo instante. O fato de ela ter perdido os pais e ainda ser capaz de sorrir, suas loucuras, sua manias, seu sorriso, seu cabelo, seus olhos, seu todo, tornam Lucy, a pessoa incrível que ela é, e nem sabe. A pessoa, que roubou meu coração. E ainda houve idiotas que ousaram magoá-la. Sting. Não sou capaz de ouvir esse nome e muito menos capaz de pronunciá-lo em voz alta. Só de pensar em Lucy chorando me corta o coração. Quando eu disse a ela que estava apaixonado por ela e eu soube que isso era recíproco, mal pude conter minha felicidade. Mas, devido ao que aconteceu, Lucy não quer ter um relacionamento agora e, se for preciso esperar, eu espero. Porque pela Lucy, eu posso esperar para sempre.

Estou esperando Lucy em frente à livraria, para irmos ao mercado. Seis e meia. Seis e quarenta. Sete horas. O Alicante não é longe, duvido que ela leve todo esse tempo para chegar até aqui. Alguma coisa está errada, eu sinto. Liguei para ela, e caiu na caixa postal. Isso nunca acontece. Estou começando a ficar com medo. Por via das dúvidas, eu tinha o número de Loke e o número de Gray, irmão da Lucy. Primeiramente, telefonei para Loke. Ele atendeu no segundo toque.

– Natsu, é você?! – Loke perguntou rapidamente. Estranho.

– Sou eu. Olha, eu preciso te perguntar uma coisa.

– Antes me deixe perguntar, por favor.

– Ok.

– Lucy está aí com você? – Loke perguntou e nessa hora senti meu sangue gelar.

– Eu... Ia te perguntar a mesma coisa. – Falei devagar.

Houve um silêncio do outro lado do telefone. Isso é ruim, isso é muito ruim.

– Está me dizendo... Que a Lucy não está com você? – Loke falou pausadamente.

– Eu realmente não queria dizer isso. Mas, ela não está comigo. – Falei com medo. Eu não posso aceitar que uma coisa dessas pode estar acontecendo.

– Quem sabe ela encontrou o Gray e não te avisou? – Loke disse.

– Aí não seria a Luce. Ela me avisaria, disso eu tenho certeza. Eu vou até o apartamento ver se ela está lá.

– Tudo bem, eu vou ligar para o Gray. – Loke disse e desligou.

Assim que a conversa se encerrou, fui correndo até o Alicante, subi rapidamente ao nosso andar, e depois caminhei até a porta do apartamento de Lucy. Tentei abrir a porta, mas estava trancada. Bati na porta e chamei por ela, mas ninguém respondeu. Tentei ligar novamente e nada. Meus pensamentos foram invadidos por imagens de Lucy sendo levada, sendo machucada, de Lucy chorando. Eu estava olhando para todos os lados, até notar um papel no vão da porta de Lucy. O peguei apressado e li. Uma fúria sem igual apossou-se de mim. Larguei o bilhete no chão e sai correndo do prédio, discando o número de Loke.

“Avisei que você iria pagar de algum jeito”.

–-------♥--------

– O QUE FOI QUE DISSE?! – Gray e Loke gritaram assim que eu cheguei à casa de Loke.

– Foi o Sting que levou a Luce, eu tenho certeza! Eu… Dei um soco nele porque ele disse uma coisa que eu não gostei da Luce e ele falou que eu pagaria de alguma forma.

– Aquele filho da puta! Nem aqui ele vai deixar minha irmã em paz?! Eu mato aquele imbecil! – Gray gritou.

– Ele deixou alguma coisa a mais além do bilhete?! – Loke falou exaltado.

– Não. Nada. Como vamos achá-la agora? Polícia? – Perguntei e bem nessa hora meu celular tocou. Olhei o nome na tela e meu coração deu um pulo. Lucy.

– Luce, onde você está?! – Falei um tanto alto demais.

– Eu… Eu não sei… – Lucy falou com a voz chorosa. Puta merda!

– Lucy, por favor, não chora! Fique falando comigo ok? Dê-me pontos de referência…

– Eu fugi… Eu não sei quem me trouxe. Eu estou com medo Natsu! – Lucy falou e então começou a chorar de verdade. Eu vou acabar com a raça daquele desgraçado!

– Eu sei, eu sei, mas mantenha a calma, ok? Como conseguiu seu celular? Eu liguei diversas vezes!

– Consegui roubar deles… Eles não estavam olhando, então o peguei, estava em cima de uma mesa e sai correndo. Não sei como, mas consegui despistá-los. Natsu, Gray está aí? Achem-me, por favor…

Eu tinha posto o celular no viva voz então Loke e Gray estavam ouvindo também. Olhei para Gray e notei que ele segurava as lágrimas. Ele estendeu a mão indicando que queria falar com Lucy. Entreguei o celular para ele e Gray falou com a voz embargada.

– Oi Lu. Você está bem? Te machucaram? Conte-me, pelo o amor de Deus onde você está!

– Eu não sei bem… Parece uma floresta. Eu saí de uma cabana e... – Lucy parou de falar. Ouvimos passos e depois o grito de Lucy.

– Me deixa sair, por favor, me deixa ir embora!! – Lucy dizia enquanto chorava. O telefone ficou mudo e de repente, uma voa masculina falou.

– O Natsu. Cadê ele?

Peguei o telefone a mão de Gray e falei.

– Bem aqui. Pode falar, é o Sting não é?!

– Tem o pensamento rápido rosinha.

– Desgraçado! Onde a Luce está?!

– Não é uma coisa com a qual precise se preocupar. Só quis dar um susto nela, ela nem sabe que sou eu. Matar a saudade de ver aquele rostinho inocente perto do meu. – Sting falou rindo e eu senti nojo. Que pessoa doente!

– Acho que já se divertiu. Eu vou chamar a polícia está ouvindo?! Me devolve a Luce!!

– Por que eu faria isso?

– Por que… — Fiquei um pouco sem palavras. Eu sabia exatamente o que dizer, mas com o irmão e o primo dela ali?! Ah quer saber, foda-se! – Porque ela é a pessoa mais importante para mim.

O silêncio se fez presente tanto na sala quanto no telefone. Depois disso ouvi uma risada abafada e notei que era Sting rindo.

– Que coisa mais gay! Olha depois dessa eu vou largar a blondie na praça ao lado da faculdade nojenta de vocês. Ah, e mais uma coisa. Se a polícia souber de algo, isso vai se repetir pode ter certeza! – Sting falou e desligou o telefone. Olhei para Gray e Loke, e eu pensei que iria ser esquartejado ali. Mas não. Os dois me olhavam com certo respeito e um pouco de felicidade. Olhei para eles e falei.

– Quem tem um carro?

–-------♥--------

Estava ansioso dentro do carro. O que eu mais quero agora é ter Luce comigo. Só isso.

– Foi muito corajoso ao dizer aquilo em voz alta. – Gray disse. Loke havia ficado pois Áries, a namorada dele, estaria logo em casa.

– Disse apenas a verdade. – Falei.

– Pude notar. – Gray falou dando um meio sorriso. – Mas apenas te peço uma coisa.

– Pode falar.

– Não magoe a minha irmã. Jamais. Ou faço questão de eu mesmo cavar a sua cova. – Gray falou com o intuito de me assustar.

– Eu me assustaria com isso se o que eu tivesse dito fosse mentira, mas eu não tenho medo. Luce é a pessoa mais importante para mim.

Depois disso, ficamos em silêncio. Aproximávamos-nos da praça. Olhei para tudo até que vi uma figura loira deitada em um dos bancos da praça.

– Para o carro, para o carro agora! – Gritei e Gray parou na hora. Saí do carro e fui correndo até Lucy.

– Luce? Luce sou eu, acorda! – Falei a sacudindo. Lentamente, Lucy abriu seus olhos. Ela deu um fraco sorriso e sussurrou meu nome. Confesso que quis chorar nessa hora. A peguei no colo a apertei contra o meu peito.

– Nunca, está ouvindo? Nunca mais faça isso comigo. – Falei rapidamente. Ela colocou os braços ao redor o meu pescoço, me abraçando.

– Eu tive tanto medo... – Ela sussurrou e senti meu pescoço sendo molhado por algo quente.

– Lucy não chora. Eu detesto ver você chorando, prefiro ver você sorrindo. Não me obrigue a te fazer cócegas... – Ameacei e ela riu. – Era isso que eu queria ouvir. – Falei fechando os olhos e suspirando aliviado.

– Lu? – Ouvi alguém falar. Gray.

– Nii-san? – Lucy disse. Coloquei-a no chão e Gray imediatamente a envolveu em um abraço. Pude ouvir alguns cochichos e depois, a risada de Lucy. Será que ele contou aquilo que eu disse antes para ela? Bem, não importa. Tudo que eu preciso saber é que Lucy está comigo, e esse é o lugar dela. E eu tenho pena da pessoa que discordar disso. Ninguém vai me tirar de perto dela nunca mais. Nunca.

Notas finais
Awn, Natsu seu fofo! hehe Meus queridos quero agradecer muito pelos comentários do capítulo anterior, e espero que vocês não me abandonem! Sei que já disse, mas vou repetir, EU NÃO VOU ABANDONAR COME DANCE! Certo? Certo :3 Bom, eu não tenho data para postar o próximo, mas juro que vou tentar demorar menis, ok? Vejo vocês nos comentários seu lindos, até a próxima ^^/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.