Come Bite Me
54 Cap. 54 - The consequences
Notas iniciais
Leiam e gostem, espero u.u
beeeeeeeeeeeeijos *-*
*ignorem os erros
Lizie estava sentada na cadeira da biblioteca, lendo Camelot. O silencio estava absurdamente perturbador, e ela em um instante se sentiu muito sozinha.
O rei Arthur, do livro, tinha cabelo loiro e olhos verdes. Incrível como ela se pegou pensando em James, e sorriu pro nada. Elizabeth achava que o amava, pois se não amasse realmente, não sentiria tanta falta quando estava longe dele ou não teria ficado tão triste quando Simon apareceu no quarto dela, interrompendo-os. Lizie estava tão perdida nos sonhos, que não percebeu que alguém entrava na biblioteca silenciosamente, com as mãos no bolso. Tinha medo de ser Andrew. Ou melhor, não queria que fosse ele. Mas felizmente, era Nathan. Ela até se espantou em vê-lo, pois estava diferente. Fazia tempo que não colocava os olhos nele, e claramente, ele notou que ela estava encarando-o.
- Elizabeth? – Ele perguntou, arqueando as sobrancelhas – O que foi?
Ela se espantou, e principalmente por que quando ele notou que ela estava olhando-o, Lizie mantinha os olhos em seu peitoral quase sendo mostrado pela blusa branca quase transparente de gola V. Os braços estavam praticamente á mostra. Ela não sabia se ele tinha andado malhando, mas no Instituto não tem equipamentos para isso. Ele devia ficar com esse corpo por causa das lutas com os demônios. Bom, pelo menos devia ser. Ou era assim naturalmente...
- Ah, nada... É que – Ela voltou a olhar os olhos dele – tem tempo que não te vejo. Aonde esteve?
- Não que seja da sua conta, — ele disse, sorrindo. Ela notou que era brincadeira – mas eu estava procurando o pai de Simon, já que ele não faz nada a respeito. Estou começando a achar que ele não o ama de verdade.
- Bom, talvez não ame. – Ela disse, fechando o livro. Ele se sentou do lado dela – Quer dizer, Simon tem sangue de Caçador de Sombras, e ele não queria isso. Não gosta de sangue e coisas do tipo. E tudo por causa do pai dele, que escondeu e não quis ser um.
Nathan arqueou as sobrancelhas de novo, e se apoiou na mesa, ficando perto dela.
- Eu não achei nada muito significativo na casa dele.
Ela o olhou, observando os cabelos pretos e molhados dele.
- Lá está chovendo? Lá fora, digo?
- Sim, e muito. – Ele olhou o livro dela. – Sabe que tem coisas em Camelot que meninas não se sentem confortáveis em ler, certo?
Ela ergueu a sobrancelha.
- Você não sabe que tipo de garota sou. – Ela riu provocantemente.
- Uhm... – Ele disse – Eu juro que quero saber um dia quem você é, senhorita Elizabeth Campbell, mas creio que queira me contar amanhã.
Ela o encarou.
- Amanhã? – Ela perguntou.
- Ia te chamar para investigar o desaparecimento do pai do nerd. Sei lá, é chato ir sozinho. Vamos comigo?
- Claro. – Ela disse, sorrindo – Vai ser divertido ter um pouco de ação.
Nathan sorriu. O sorriso dele era lindo, ela percebeu.
- Vamos numa festa? – Tara perguntou a Lizie – Qual é, vamos extravasar!
- Você sempre diz isso quando quer se embebedar até a morte. Ou quase morte.
- Ah, o que é que há? – Ela perguntou. — Uma noitada daquelas, vamos?
- Tá, ta... Mas só nós duas?
- Não! Claro que não! – Ela disse – Que graça ia ter sem os meninos?
Ela estava certa. Uma noite sem James não tinha graça.
- Tudo bem. – Lizie disse, se sentindo esgotada. Já estava ficando de noite.
- Lizie? – James entrou no quarto.
Tara lançou um olhar malicioso, e largou os biscoitos que as duas estavam comendo. Levantou-se da cama, e foi em direção a porta.
- Bom... – Ela disse saindo do quarto – Espero que se divirtam. E usem proteção.
E bateu a porta, deixando Lizie se sentir ficar envergonhada.
- Ela é bem direta. – James disse, sentando-se do lado dela.
- É... Pois é.
Ele segurou-a pela nuca, e a beijou. Um beijo leve, simples, despreocupado.
Ela sentiu a famosa carga elétrica passar por todo o corpo, como de costume.
- Então... – Ele disse – Tudo o que ouvi foi verdade? Vamos para uma balada hoje?
- É, bom... Se quiser ir. Vai ser bom.
- Claro que quero. – Ele disse, e mordeu o lábio inferior dela, arrastando-o com os dentes – Vou me encher de álcool, você vai ver.
- Ah, é? – Ela disse, quase tremula – Pra que?
Ele sorriu maliciosamente para ela.
- Para não arcar com as conseqüências amanhã do que vai acontecer com você.
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