Come As You Are
26 Whole Lotta Rosie
Notas iniciais
Finalmente estou aqui para a alegria de voces, eu ia postar amanha mas como amanha é o meu aniversário (UHUUUUULLLLLLLL) creio que não terei tempo.
Obrigada a todas pelos reviews e eu não lembro mais oq eu ia falar...
Boa leitura!
Com a vista um pouco turva e com um problema de equilíbrio, cambaleei até o banheiro em busca de minha roupa. – Se é que aquilo podia ser chamada de roupa. – Logo a avistei dobrada em cima do balcão. É obvio que eu não estava surpresa com o que via... previsível como sempre, pobre Brian, nem ao menos consegue me surpreender.
Sabe aquela roupa da mulher gato? Toda de látex? Caladíssima no corpo? Pois é, eu estava deparada com uma roupa dessas. Ahhh e claro, ele havia comprado uma lingerie toda de rendinha de cor vermelha – Coisa gay! – e pra completar o look uma cinta liga, uma meia três quartos e um salto preto exatamente do meu número. – Se eu acho que tem um dedo da Jen nesse meio? Não, que isso.
– Jamais! – Exclamei e parece que Brian me escutou, pois pude ouvir sua risada.
Que horror! Cara que roupa de puta! Ele pegou isso da Michelle não foi? Tenho certeza.
E esses sapatos?OLHA O TAMANHO DESSE SALTO! Eu não sei andar em cima disso não. Esse salto deve ser maior que a minha régua! – Exagerada? Nem um pouco. – Cara esse menino é doente.
Deus do céu que roupa é essa? Eu devo ter sido muito filha da puta em outra vida pra merecer essa, as vezes tenho medo até de reclamar, por que sei lá né, alguma entidade pode achar que é um desafio e piorar a situação pro meu lado.
Mas coisa pior que essa roupa não deve existir.
– Nem vem Brian! – Gritei do banheiro.
– Ou isso ou o meu pé. – Gritou em resposta e imediatamente eu me arrepiei por inteiro só de pensar na possibilidade deu beijar... argh!
Vou tentar pensar positivo... talvez a roupa não fique tão ruim assim.
Com toda dificuldade do mundo, eu finalmente consegui vesti-la. A parte de cima era um corpete que por fora era todo revestido de látex de cor preta – Super apertado! – com alças largas e realçava exageradamente o volume dos meus seios.
A parte de baixo não perdia para a de cima no quesito “roupa superultramega apertada. Era uma saia de látex, também de cor preta e CURTA, MUITO CURTA, MUITO MESMO!
Depois de suar horrores para entrar nessas roupas e brigar para conseguir andar em cima daquele salto, caminhei cuidadosamente até o espelho para ver como fiquei.
Eu estava certa... até que não ficou tão ruim assim... ficou uma DESGRAÇA!
Eu devia ter comprado uma calcinha tipo daquelas que a minha vó usa, que vai até o umbigo, de cor bege ainda e um sutiã bege, pra combinar, ai sim eu queria ver se esse doente ia querer um strip.
Com essa roupa eu me sinto uma atriz pornô!
– Cara eu preciso de mais bebida. – Bufei coçando a cabeça.
BRIAN POV’S ON
Deitei em minha cama e esperei até que ela estivesse pronta.
Ganhar essa aposta foi uma das melhores coisas que podia me acontecer. Só de imaginar ela dentro dessa roupa eu já fico animado.
O mais difícil dessa noite foi me livrar da Michelle, ela não larga do meu pé de jeito nenhum! Eu sei que ela se importa muito comigo, mas isso já está virando obsessão. E ela não pode nem sonhar que essa noite existiu, não porque eu acho que ela terminaria comigo, porque isso eu sei que ela nunca faria... ela não teria coragem, mas porque eu não estou nem um pouco a fim de ouvi-la chorando no meu ouvido e reclamando me ameaçando que me dará só mais uma chance... já devo estar na oitava “mais uma chance”.
Eu sinceramente não faço ideia porque raios eu fui voltar com a Michelle, a Emy não é fútil como a Michelle, é mais engraçada.
Talvez Jimmy estivesse certo, que eu estivesse com medo de me apai... Puta que pariu, que pensamentos de viado.
Brian Haner nunca se apaixonou e nunca se apaixonará por alguém!
Fui despertado dos meus pensamentos com o ranger da porta do banheiro se abrindo. Rapidamente olhei para a direção em que o som vinha e me deparei com Emy encostada na porta me olhando com uma cara seria, de como quem iria me matar a qualquer momento.
Porra... ela não estava linda... ela estava gostosa pra caralho!
Aquela roupa apertada a deixava maravilhosa, cheia de curvas e com uns peitos enormes e uma bunda que... puta que pariu!
– Preciso de álcool. – Anunciou caminhando com uma certa dificuldade até a bancada e virando a garrafa de Martini no bico mesmo, acabando com o pouco de liquido que ainda restava lá dentro. – Acabou. – Se lamentou jogando a garrafa pra mim. – Acho que precisamos de mais. – Sugeriu e assim fui correndo buscar a garrafa de vodka que Jimmy havia esquecido em uma de nossas “festinhas”
Quando voltei ao abrir a porta ta do quarto me deparei com Emy sentada de pernas cruzadas na beirada da cama, roendo suas unhas e com o pensamento que parecia estar bem distante dali. – Quase morri de tanto tesão. – E ali fiquei a admirando por alguns instantes.
– O que foi? – Me questionou corada.
– Nada. Respondi e lhe entreguei a garrafa de vodka. – Quer um copo? – Ofereci.
– Não, no bico é melhor. – Respondeu-me com um sorriso malicioso e uma piscadela.
Já se passavam das onze da noite quando detonamos com a segunda garrafa, Emy já estava muito alterada – Percebi isso quando ela admitiu: “essa roupa é até bonitinha”. – e eu estava só um pouco tonto, por estar mais acostumado a beber. Quando se acompanha o Rev nas bebedeiras dele, é preciso muita bebida para me deixar realmente tonto.
– Quando vai acontecer o meu strip? – Perguntei curioso.
– Quando você quiser. – Respondeu se levantando do chão e me estendendo a mão para que eu também me levantasse.
– Quero agora. – Ordenei sussurrando em seu ouvido e lhe causando leves arrepios.
Sentei-me na cama, escorando minhas costas na parede, liguei o som e coloquei “Whole Lotta Rosie” do AC/DC para tocar.
Mesmo em seu estado alterado, Emy ainda não se sentia confortável para fazer o strip pra mim,então resolvi lhe dar uma mãozinha... ou duas.
EMY POV’S ON
Eu estava parada que nem uma marmota olhando para o Brian sem saber o que fazer, eu apenas o olhava ali sentado numa cama de casal coberto apenas por suas calças jeans e suas tatuagens, ele havia colocado uma música até legal, não era aquelas músicas típicas e clichês de quando alguém faz um strip... ela até ajudou.
Brian se inclinou em minha direção e me puxou pelos braços, me fazendo engatinhar no colchão até ele e juntou os nossos lábios, logo sua língua pedia passagem para um beijo.
Quanto mais eu tentava me soltar de seus braços e evitar um beijo, mais ele colava os nossos lábios e me puxava para ele. Meus braços já deviam estar vermelhos e com a marca de seus dedos de tanto que ele me apertava. Por fim acabei cedendo ao beijo.
A nossa química não havia mudado nada, o mesmo beijo intenso, com vontade, que me causavam arrepios e delírios, que apenas me deixava com gosto de quero mais e que só ele conseguia me fazer sentir assim.
Suas mãos pesadas e escorregadias passeavam pelo meu corpo e por fim pararam no laço do meu corpete.
– Eu não vou abrir. – Avisou. – Você vai. – Disse me encarando com aquele sorriso de canto que podia fazer qualquer uma se jogar aos seus pés.
Assim eu fiz, desci da cama e comecei a dançar ao ritmo da música, enquanto Brian ria da minha dança idiota.
Comecei pelos sapatos, depois as meias, eu tentei reparar em outras coisas, qualquer coisa que tomasse a minha atenção, resolvi prestar atenção na letra da música que tocava.
“Vou te contar uma história
Sobre uma mulher que eu conheci
Quando ela chega para amar,
Oh ela rouba a cena
Ela não é exatamente bonita
Não é exatamente pequena
42-39-56
Você poderia dizer que ela tem tudo isso”
Ok essa música é meio estranha, mas mesmo assim até que é legalzinha.
Joguei as meias para cima dele. Aos poucos fui abaixando a minha saia e quando finalmente fiz, também a joguei para que ele pegasse.
Mordendo o canto dos lábios e fazendo apenas um único gesto com o dedo indicador, Brian pediu para que eu desse uma voltinha e assim eu fiz, recebendo assovios e elogios em resposta e fazendo com que eu ficasse totalmente vermelha de vergonha.
Tentando não ficar mais vermelha do que eu estava, voltei-me a prestar atenção na música que tocava enquanto eu vagarosamente desamarrava o meu corpete.
“Nunca tive uma mulher
Nunca tive uma mulher como você
Fazendo todas as coisas
Fazendo todas as coisas que você faz
E acabei curtindo a música, que me fazia ficar animada e dançar mais.
Não é nenhum conto de fadas
Não é pele e osso
Mas você dá tudo de si
Mesmo pesando em torno de 120 quilos”
MESMO PESANDO EM TORNO DE CENTO E VINTE QUILOS? CENTO E VINTE QUILOS? Serio Brian? Não tinha uma musica mais broxante do que essa não? Ela é feia e banguela mas eu amo ela ou algo do tipo?
Depois dessa eu sai total do clima.
– Serio mesmo? – Perguntei de Braços cruzados.
– O que? – Me perguntou aparentemente confuso com a minha “repentina” mudança de humor.
– Cento e vinte quilos? – Perguntei e ele caiu na gargalhada.
– Sério que foi só essa parte da música que você ouviu? – Questionou também cruzando os braços. – Acho que você não entendeu a mensagem.
– Me explica então Senhor cento e vinte quilos. – Pedi vendo ele se aproximar mais e mais de mim. Brian se levantou e me jogou contra a parede e sussurrava em meus ouvidos enquanto tentava desamarrar o meu corpete.
– Que a mulher que ele conhece é incrível, e que ele não procura beleza nela, e que a quer do jeitinho que ela é. – Seu hálito quente entrava em contato com a minha pele, me causando uma sensação boa. – Mas você não é ela... – Disse segurando meu queixo e fazendo com que eu o olhasse nos olhos. –... é mais. Porque você é bonita sim, tem um corpo lindo, é engraçada...
– Para. – Pedi sem graça.
– Não gosta de elogios? – Perguntou ainda segurando o meu queixo.
– Não. – Respondi visivelmente sem graça com o que ele falava.
Em vão tentei me libertar de seus braços. Eu não confiava nele estando tão perto de mim, eu não confiava nem em mim mesma estando tão próxima dele.
Finalmente ele havia conseguido desamarrar, o corpete caiu no chão, e quando eu ia pegá-lo para me cobrir já era tarde demais, Brian já havia o chutado para longe.
– Acho que isso não será mais necessário. – Riu referindo-se ao corpete e logo me surpreendeu com outro beijo.
Aos poucos ele me puxava para a cama, resistir era inútil, pois força física eu nunca tive e depois de beber eu fiquei sem nenhuma.
Sem interromper o beijo Brian me girou em seus braços, fazendo com que eu ficasse por baixo dele. Devido a falta de ar, fomos obrigados a nos separar em busca de mais fôlego para reiniciarmos uma outra serie de beijos intermináveis.
Nossos hálitos carregados de álcool podiam ser sentidos a metros de distancia, um certo volume em sua calça já podia ser percebido. Enquanto uma de suas mãos estava atrás de minha cabeça a outra passeava livremente pelo meu corpo, me causando uma serie de arrepios. Minhas mãos também passeavam pelo seu corpo, ora fazia leves caricias em sua nuca, ora passeava pelos seus braços torneados, ora pela sua barriga, mas também não ficava parada.
Eu sabia que eu precisava parar com isso, mas cadê a força de vontade?
Novamente fizemos uma pausa, com muito custo nos separamos em busca de mais fôlego, nossas respirações estavam pesadas e descompassadas, nosso olhar se encontrou e Brian me lançou um lindo sorriso.
Finalmente criei uma força de vontade monstruosa, eu estava disposta a sair dali, eu tinha que ir embora ou a situação ficaria fora de controle, fora do meu controle.
Agora ele me tinha presa entre suas pernas, me debater era inútil já que ele levou as minhas mãos até o topo de minha cabeça e as prendeu somente com uma de suas mãos.
Novamente ele me beijou, mas dessa vez mais devagar, isso me torturava e ele sabia disso. Quando eu estava prestes a me soltar de seus braços Brian havia soltado o seu peso em cima de mim, me deixando imóvel.
Sua mão brincava com o elástico lateral de minha calcinha, ele puxava e soltava, causando uma leve sensação de dor e assim fez repetidamente.
Puxando o meu lábio inferior para si, novamente se separou, ele me encarava com um sorriso de quem estava no poder, ele me via como sua presa, com movimentos impossibilitados e totalmente a sua mercê... e por assim ficamos durante alguns longos segundos... ele me olhando com aquele sorriso tentador e eu só a espera do que viria a acontecer.
Num piscar de olhos o lóbulo da minha orelha esquerda foi atacado pelos seus dentes, e assim ele foi traçando um caminho de beijos, que passava pelo meu pescoço e parava entre meus seios, e ali mesmo ele me deu um chupão. E pelo visto ele gostou da ideia, meu pescoço se tornou a próxima vítima de uma série de chupões.
– Syn para! – Lhe pedi com o fio de voz que ainda me restava.
– Só estou marcando território. – Brincou fazendo com que eu também risse.
– Já marcou demais. – Implorei me soltando dele e revidando os chupões no pescoço.
– O que é isso? – Perguntou se fingindo de bravo.
– Marcação de território. – Respondi caindo na risada logo em seguida.
Tentando fazer com que eu parasse Brian novamente prendeu os meus dois braços e me beijou na boca levemente, na tentativa de me acalmar um pouco, esse beijo logo foi ganhando velocidade e intensidade, suas mãos passeavam pelas minhas costas a procura do fecho de meu sutiã, um “clek” soou em resposta, o fecho foi aberto.
É claro que a anta aqui não parou pra pensar que ela é virgem e que não queria perder a virgindade com qualquer um... sim, um qualquer um! Brian é um qualquer um! Um lindo qualquer um, mas ainda sim um qualquer um.
Eu quero mas não devo. E como falar para ele? Opa parabéns voce é o meu primeiro!
E ai Brian já desvirginizou quantas? Nenhuma? Então parabéns, voce me desvirginizou.
Desvirginizar... que palavra feia. Eu só preciso sair daqui, está decidido, eu não quero... não devo.
Eu sei que depois dessa noite nada mais acontecerá, ele voltará para as putas dele e eu novamente ficaria com cara de idiota pra todos. Não!
– Syn... – O chamei manhosa.
– Eu adoro quando voce me chama de Syn. – Comentou me deixando corada.
– Porque?
– É sexy.
– Babaca! – Lhe dei um tapa fraco no rosto. Eu tinha o que queria, a atenção dele, era hora de contar.
– Humm... err... é que eu ainda... – Eu estava prestes a contar quando fui bruscamente interrompida pelo toque do celular de Brian.
– Pode falar. – Pediu ignorando totalmente quem estava ligando.
– É melhor atender. – Pedi para que ele atendesse, vai que eram os pais dele.
– Ok, só um segundo. – Assentiu correndo até o seu telefone.
Ufa! Essa foi por pouco. Enquanto ele estava no telefone aproveitei para fechar o meu sutiã e me cobrir, mas logo minha atenção se virou para Brian, que discutia impaciente com alguém.
– Eu estava dormindo! – Ele tentava explicar a pessoa do outro lado. – Essa é a minha voz de sono! ... Eu sei que você conhece a minha voz de sono. – Bufou. – Não tem ninguém aqui!
Provavelmente era Michelle na outra linha.
– Eu só não entendo o porque de me ligar a essa hora. – Sua voz começou a ficar alterada. – Eu te liguei dando boa noite sim! ... Não Mi... Amanhã nos conversamos, boa noite. – Desligou o telefone.
– Quem era? – Perguntei como se não soubesse a resposta obvia.
– Ninguém importante. – Respondeu-me como se não houvesse acontecido nada nos últimos segundos.
– Ninguém importante... – Resmunguei. – conheço bem. – Falei em tom de escárnio.
– Esquece isso. – Pediu se aproximando de mim na tentativa de me beijar.
– Syn, me leva pra casa? – Pedi.
– Mas... mas... – Gaguejou confuso. – Acho melhor não. – Respondeu serio.
– Por quê?! – Perguntei alterando sem querer o meu tom de voz e logo tapando a minha boca em seguida. – Por quê? – Perguntei mais baixo.
– Porque eu bebi. – Sorriu. – Não vai ser uma boa eu dirigir bêbado pela rua.
– Aah para né? A bebida nem fez cócegas em você. – Falei indignada.
– É serio. – Ele aparentava estar realmente falando sério, então resolvi não discutir.
– Ok. – Bufei. – Eu vou a pé então. – Me levantei indo para o banheiro.
– De jeito nenhum! – Gritou em resposta. – São uma e dez da manhã e eu não vou deixar que você ande sozinha pelas ruas.
– Minha casa é aqui perto, nem vou andar tanto. – Me justifiquei.
– Não. – Ele estava decidido.
– Então vem comigo. – O convidei.
– E quem vai voltar comigo? Sozinho que não vou! – Relutou.
– Com medo de andar na rua sozinho Gates? Esse lado seu eu não conhecia. – Mais uma vez comentei em tom de escárnio.
– Não estou com medo... – Bufou. – são problemas mal resolvidos. – Explicou, mas antes que eu pudesse lhe perguntar do que realmente se tratava ele mudou de assunto. – Deita aqui, e vamos dormir que amanha acordamos cedo.
Deitei-me ao seu lado e Brian apagou as luzes e ficamos em silencio por alguns instantes.
– Ahh que voce iria me contar? – Perguntou curioso e imediatamente senti o meu coração gelar.
– Nossa nem lembro mais. – Tentei fugir.
– Mas eu lembro. – Afirmou se virando para mim. Eu não podia vê-lo bem mas via perfeitamente o seu contorno e ele estava com a cabeça apoiada em seu braço esquerdo me observando.
– Lembra é?
– Lembro!
– Então me conta, porque eu não lembro mesmo.
– Voce ia me contar que... é virgem. – Disse com toda naturalidade.
– QUE? Como... QUE? – Boa Emy, nem pra disfarçar voce presta sua inútil, agora nem tem como negar.
– Relaxa. – Brian ria descontroladamente de mim enquanto eu numa atitude super madura resolvi enfiar a minha cabeça em baixo das cobertas e fingir que ninguém podia me ver. – Boa noite. – Disse com voz de riso e se virou para o outro lado.
– Boa noite. – Respondi.
Tentando esquecer essa vergonha que passei, afundei-me no travesseiro na tentativa de buscar outros pensamentos, mas traída por mim a minha mente se voltou para uma única pessoa... Brian.
Cara... eu estou fodidamente apaixonada por ele!
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