Come As You Are

40 Troublemaker


Notas iniciais
EU VOLTEEEEIIIII!!! Pra quem sentiu a minha falta ae está um novo cap pra vcs .. Pois é galera não estou nada feliz por causa dessa demora minha, juro pra vcs, n passou um dia sequer q eu n pensava na fic mas é q ta foda msm sei la sinto que a minha criatividade morreu = ..
Enfim como vcs sabem o Nyah ta de putisse e vai acabar com a categoria de bandas, então eu e mais algumas autoras do site decidimos criar um site dedicado apenas a fics de bandas, o nome dele é Musikbox (Que é o mesmo que JunkBox em alemão), provavelmente ele entrará no ar esse mes e eu avisarei a vocês =DD
BOA LEITURA!!



– Vem com a gente Emy? – Zacky perguntou com a boca cheia de biscoitos.

– Onde? – Questionei aérea.

— Beber. — Jimmy respondeu remexendo seus magros ombros.

– Ahh acho que não, deixa pra próxima. – Murmurei, eu tinha outras prioridades agora.

– Então vamos. – Brian exclamou mal humorado.

– Você vai mesmo desse jeito Sr. Ninho de Rato? – Johnny ria enquanto falava e Brian apenas se limitou a lançar um olhar carregado de fúria em direção ao pequeno.



Sai da garagem e logo atrás vinham os meninos fazendo aquela farra toda que eles sempre faziam. Me incomodava o fato de Jimmy não ter ficado com raiva de Brian, ou de pelo menos ele enfiar a porrada na cara do moreno para aprender a não falar o que não deve, as vezes eu me surpreendia com quanto Jimmy conseguia se manter calmo diante dessa situação. Seus pais ainda não sabiam da notícia e pelo visto não saberiam tão cedo e isso me incomodava, parte disso era minha culpa e o remorso me corroia.

Despedi-me dos garotos e fui para casa, por algum milagre divino a velha chata não estava lá pra gritar comigo, ou reclamar de algo que aconteceu na igreja ou até pior QUERER REZAR EM CIMA DE MIM.

Passei a tarde toda vegetando o meu quarto enquanto pensava em algumas maneiras de me vingar de Brian, cheguei até pensar em desistir ou que o cabelo já fora o suficiente mas esses pensamentos duraram somente alguns milésimos de segundos.

Ok estou entediada e a puta da Jen resolveu desaparecer do mapa e não atender o maldito celular, o que me resta a fazer é voltar a garagem de Jimmy e aturar os meninos falando merda no meu ouvido e o Zacky reclamando que está com fome. Bati no portão da garagem mas ninguém respondeu, bati de novo e nada, chutei o portão e nada, quase quebrei o meu dedão chutando novamente o portão e nada de alguém atender, por fim resolvi usar o cérebro e chequei se o portão estava trancado e para a minha sorte estava aberto, mas ao abrir me deparei com a garagem sem ninguém, apenas os instrumentos dos garotos.


– Isso pode ser interessante. – Sorri fitando a guitarra de Brian que estava no seu apoio.


Fechei o portão atrás de mim e rodeei a sua linda preciosa, eu poderia quebra-la mas coragem me falta pra realizar tal feito. – Não que eu tenha medo das consequências, por mim eu quebraria até o braço de Brian mas depois do que aconteceu com a minha guitarra eu não teria coragem de quebrar outra. – Eu poderia rouba-la. Não eu não sou ladra. Por um momento me peguei imaginando a cena de Brian se desesperando pela guitarra roubada e sorri, sorri muito.

Rondei sua guitarra e conclui que as cordas seriam um bom alvo, procurei por uma tesoura naquele lugar mas a bagunça era tanta que acabei desistindo – Fiquei com medo de encontrar a tesoura da pior maneira possível, enfiando a minha mão na lâmina, com aquela bagunça toda com certeza aquilo era possível. – e optei por apertar as cordas até que elas se esticassem a ponto de arrebentarem e assim fiz.

Sim sou uma grande filha da puta infantil.


– Me devolve essa porra de chapéu seu gnomo. – Ouvi a voz de Brian vinda do lado de fora da garagem, logo depois a gargalhada inconfundível de Jimmy abafou a sua voz.

– Até o cabelo de um mendigo é mais arrumado. – Zacky zombou e novamente Jimmy gargalhou, mas dessa vez a sua risada foi acompanhada pela de Matt.


Eu estava petrificada no sofá com a guitarra de Brian em meu colo, eu tinha que pensar rápido ou seria pega. As vozes dos garotos ficavam cada vez mais próximas e a medida que elas se aproximavam o meu coração disparava mais.


– Daqui a pouco essa merda vai acabar saindo pela minha boca. – Murmurei colocando a mão no peito e sentindo as batidas fortes do meu coração.


Olhei ao redor da garagem e não havia nenhum lugar em que eu pudesse me esconder, talvez com um pouco de sorte eles nem entrem na garagem... não eu não tenho sorte. Subi as escadas da garagem que davam a entrada para a casa de Jimmy, as escadas terminavam em um corredor enorme, olhei para os lados para ver se vinha alguém e corri a procura do quarto de Jimmy que eu sabia que se localizava no segundo andar.


– Merda! – Bufei ao entrar no quarto de Jimmy. – Eu so me meto em confusão! – Reclamei.

– CARALHOOOOO! – A voz de Brian ecoou pelas paredes da casa. – PORRA QUEM FOI O FILHO DA PUTA! – Ele gritou esbravejando e sorri com isso.


Sentei me na cama de Jimmy pensando em como sair daquela casa sem ser vista mas logo levantei ao notar que eu estava sentada em cima de uma cueca – Por deus que seja uma cueca limpa! – e no desespero quase tropecei em uma baqueta que estava jogada no chão.

Os gritos de Brian ecoavam pelas paredes da casa, ele xingava palavrões que eu nem sequer tinha ouvido na vida, ele também gritava com Matt – Que provavelmente estava tentando acalma-lo.


– Me solta porra! – A sua voz carregada de fúria vibrava.

– Para de gritar! – Matt gritou com a sua voz firme e rouca e assim um momento de silencio se estabeleceu.


Meu coração disparava, meu sorriso cada vez mais se expandia em minha pele do rosto, eu tinha que dar um jeito de sair de lá.

“Temos a janela!” Não, chega de janelas, não pulo mais de nenhuma. “Então sai daí antes que descubram que foi você” EU TO TENTANDO MAS NÃO SEI COMO! “Tenta pela porta da frente animal!”

Desci as escadas devagar, pé ante pé, eu controlava a minha respiração com medo de que qualquer barulhinho me denunciasse. As escadas davam para um corredor curto, a porta de entrada estava logo ao lado, mas quando encostei a mão na maçaneta ouvi as reclamações de Brian e as vozes dos meninos logo em seguida. Rapidamente tirei a minha mão da maçaneta e desesperada me encostei contra a parede rezando para que eles não viessem onde eu estava. Eles sentaram no sofá da sala – Que para a minha felicidade se localizava exatamente em frente a porta. – e lá ficaram tentando consolar Brian, que choramingava como se não houvesse amanha.

Lentamente abri a porta da frente e com todo cuidado apertei o botão do interfone que abria o portão do jardim. Minhas mãos suavam para abrir a maçaneta, empurrei a porta fracamente controlando a minha vontade infernal de tossir. Ao pisar no jardim da casa tratei de fechar a porta com todo cuidado agradecendo pela minha sorte de não ter sido vista, mas é claro, era de mim que estamos falando. Quando eu estava prestes a fechar por completo a porta o meu celular vibrou no meu bolso e logo em seguida o seu toque alto e agudo tratou de atrair toda a sua atenção para ele.


– Emy? – Meu corpo se estremeceu ao ouvir sua voz chamando pelo meu nome.

– Eu. – Respondi nervosa, com as pernas bombas e sem saber o que falar. – Como sabia que era eu? – Perguntei para Brian que sentado no sofá com o rosto vermelho me encarava.

– O toque do seu celular. – Disse sem muito humor.

– O que você ta fazendo aqui? – A voz infantil de Johnny surgiu trazendo interessa de todos.

– É mesmo, onde você tava? – Jimmy quis saber.

– Eu... hum... tava... é que eu ouvi uns gritos e vim aqui ver. – Respondi rápido antes que percebessem o meu nervosismo.

– Foi esse guei que gritou. – Zacky zombou apontando para Brian.

– Mas como você entrou? – Jimmy perguntou. – O portão de fora estava trancado.

– Não estava não. – Neguei.

– Estava sim, eu me lembro de ter fechado. – Insistiu.

– Não estava não, se quiser pode ir La agora olhar, até deixei aberto. – Falei convicta e Jimmy deu-se por morto o assunto.

– Hmm o que houve? – Fingi interesse e entrei novamente na casa.


Os meninos me explicaram o que aconteceu e Brian se mostrava a todo tempo muito nervoso, não pela guitarra dele mas por não saber quem foi. Ele sempre acusava algum garoto do colégio, seja ele namorado de alguma menina que ele “pegou”, irmão ou sei lá quem mais que ele conseguiu irritar.

No começo eu me sentia com remorso por ter feito isso mas depois eu vi que estava mais do que certa, ele tinha que pagar pela sua traição.


(...)

No dia seguinte.


– Eu não acredito que você fez isso tudo. – Jen disse incrédula sentando em sua carteia.

– E você cala a boca, não quero que mais ninguém saiba. – Ordenei me sentando ao seu lado.

– Você está com muita raiva dele né. – Afirmou alisando os seus lindos cabelos azulados.

– É. – Murmurei.

– Não acho que seja só raiva, mas não vou falar mais nada. – Concluiu me fitando com os seus grandes olhos azuis.

– Mas e ai, você vai me ajudar? – Pedi com um meio sorriso.

– Nem se você quisesse eu te deixaria fora dessa, aprontar com o Brian é comigo mesa! – Festejou sorridente.

– Ótimo. – Falei aliviada por ter alguém com quem possa aprontar comigo. – Preparei uma coisinha pra ele hoje. – Sorri.


JENNIFER POV’S ON


Não acho que seja tão certo a vingança de Emy, mas Brian bem que merece isso e por ser uma grande amiga, resolvi ajuda-la. A ruiva planejou entrar no vestiário masculino enquanto os meninos estavam na educação física, arrombar o armário do Gates e pegar suas roupas, e sim ela está sedenta por vingança.

Tentei fazer o possível para que ela mudasse de ideia, mas conhecendo bem essa menina, quando ela enfia alguma ideia na cabeça já era. Eu vou ficar de tocaia na porta do vestiário vigiando.

– Onde você tava? – Emy perguntou me agarrando pelo braço.

– Vindo pra cá. – Respondi apontando para a porta do vestiário masculino que estava atrás dela. – O que é isso? – Perguntei assustada com a marreta enorme que ela carregava em mãos.

– Uma ajudinha caso eu tenha dificuldades para abrir o armário. – Explicou saltitante e rodando a marreta.

– Isso vai fazer muito barulho. – Alertei.

– Por isso que você está aqui smurf, pra vigiar se alguém estiver vindo. – Explicou. – Agora fique bem atenta que eu vou entrar.

– Boa sorte. – Desejei lhe lançando um sorriso e uma piscadela.


O vestiário masculino era bastante extenso, assim como o feminino, haviam vários armários, bancos e chuveiros, para que os alunos pudessem se arrumar devidamente após a educação física.

Fiquei ali parada escorada na porta de entrada do vestiário roendo todas as minhas unhas possíveis e rezando para que pelo menos dessa vez o seu plano de certo, porque vamos combinar né, no quesito “Planos infalíveis” a ruiva conseguiu falhar em praticamente todos.

Impaciente olhei no relógio e vi que faltavam ainda vinte minutos para o termino do horário e suspirei aliviada porque ainda havíamos tempo de sobra. Um silêncio agonizante se instalou, o único som audível era o de meus pés batendo contra o chão e de minhas unhas sendo arrancadas pelos meus dentes quando um estrondo de algo metálico sendo atingido ecoou, seguido de outro estrondo e mais outro e mais outro. Entrei correndo no vestuário para saber que merda era essa e me deparei com a mais linda cena.

Emy berrava jogando toda a sua força e raiva contra o cadeado do armário de Gates, as vezes errando a mira e amassando o metal verde escuro.


– Que merda é essa? – Exclamei assustando a ruiva.

– Que porra Jen que me matar do coração? – Reclamou levando a mão no peito. – Eu to tentando abrir essa merda, mas ta foda. – Reclamou apontando para o cadeado parcialmente amassado. – Eu sabia que devia ter trago um pé de cabra. – Suspirou alisando seus cabelos logo após voltou a sua atenção para mim. – Agora volta para aquela merda de porta antes que alguém chegue. – Ordenou e eu lhe dei as costas caminhando de volta para a entrada do vestiário.

– AAAAAHHHGGG. – A ruiva soltou um grunhido seguido logo após de outra pancada contra o armário. – Vai logo! – Gritou.

– Deixa eu tentar uma coisa. – Falei andando até o cadeado e girando a paradinha da senha algumas vezes. – Pronto! – Falei logo após o cadeado se abrir.

– COMO? – Emy exclamou perplexa. – Porque você não me falou antes?

– Eu não tinha certeza se essa era a senha. – Falei com um sorriso vitorioso. – Agora pega as roupas e vamos logo. – Falei.

– Vai na frente, ainda tenho que fazer umas coisas. – Sorriu maliciosa e voltei para vigiar a porta.


Eu andava de um lado para o outro ansiosa para que Emy saísse logo daquela porcaria de vestiário.


– O que você ta fazendo aqui? – Matt surgiu atrás de mim todo suado carregando em mãos a camisa do time de futebol. Olhei para o meu relógio e vi que ainda faltavam dez minutos para a sua aula acabar.

– Saiu cedo da aula. – Mudei de assunto tentando não olhar o seu peitoral exposto.

– Fui expulso do jogo. – Sorriu.

– Outra falta feia? – Perguntei. Tratando-se de Matt eu tinha certeza de que ele tinha derrubado alguém violentamente.

– O que eu posso fazer né. – Comentou me fitando com os seus lindos olhos verdes e deu um sorrisinho. – Mas você não me respondeu o que está fazendo aqui. – Persistiu no assunto. Droga!

– Eu-eu – Minha voz saiu completamente esganiçada. – Eu estava te esperando. – Menti torcendo para que ele acreditasse.

– Me esperando? – Matt gargalhou. – Sei. – Disse passando a mão sobre o seu rosto e entrando no vestiário.

– Mas é. – Entrei na sua frente colocando minha mão sobre o seu peito suado e o empurrando para fora do vestiário. – Sei lá, deu saudade. – Tecnicamente eu não estava mentindo.

– Então do nada você resolveu vir até mim? – Arqueou uma de suas sobrancelhas. – Você não achou melhor darmos um tempo e pensar no que sentíamos um pelo outro? – Sua voz rouca saia em tom de deboche me deixando cada vez mais vermelha.

– Ok Shadows, então vá se fuder! – Bufei empurrando-o e sai.

– Não espera. – Matt puxou-me pelo braço e sorri ao saber que ele ainda se importava comigo.


Puxei Matt para um canto um pouco distante do vestiário para que ninguém pudesse nos ver e claro, para que a ruiva pudesse sair daquele lugar sem ser vista.

Matt me jogou contra uma parede fria enquanto seus lábios quentes e vermelhos atacavam sem piedade o meu pescoço, me provocando uma onda de arrepios. Meus pensamentos estavam congelados, eu fazia de tudo para evita-lo mas parecia que o destino conspirava contra mim.

Suas mãos grossas e macias escalavam sob o tecido de minha blusa, meu estomago se revirava de ansiedade, e o único pensamento que vinha a minha mente era puxa-lo para mais perto de meu corpo e atacar os seus lábios, e assim fiz. Seu halito quente, o seu cheiro, o seu corpo... tudo... como eu eu gostava disso. Sua pele suada roçava na minha, o seu corpo pesado não movia um centímetro se quer para trás, seus beijos delirantes faziam com que eu o desejasse mais e mais.


EMILY POV’S ON

Meus olhos brilharam ao ver a porta de metal do armário de Brian aberto, o cheiro de seu perfume comandava o ar dentro daquele pequeno retângulo me trazendo algumas memórias a mente. Peguei logo a sua roupa enquanto e procurei por mais alguma coisa que eu pudesse achar escondido lá dentro que pudesse ser usado ao meu favor, mas só consegui encontrar algumas meias – Usadas ainda por cima. – e uma bolsa vazia.

Com as roupas de Brian em mãos, bati a porta de seu armário e tranquei usando o seu cadeado um pouco amassado e sai. Dei o primeiro passo e senti algo fisgando a minha blusa impedindo que eu desse mais um passo sequer, virei me para trás para ver quem é e vi que a barra de baixo da minha blusa havia ficado presa na parte de dentro do armário.


– Droga! – Exclamei jogando as roupas de Brian no chão e puxando a minha blusa. – Ótimo dia vir pro colégio com uma blusa larga. – Me debati tentando puxar a blusa mas não conseguia me soltar. – Jen me ajuda! – Com toda a minha força eu puxava a minha blusa mas o tecido era resistente demais. – JEN PORRA CADÊ VOCÊ? – Berrei.


MERDA, MERDA, MERDA, MERDA, CARALHO, PORRAAAA! COMO... COMO QUE EU CONSEGUI FAZER ISSO... MAS QUE MERDA! COMO... ISSO SOU EU SENDO CASTIGADA POR ESSA VIDA CADE ESSA VADIA DA JEN! Pronto, não acredito que vou ter que tirar a blusa pra puxa-la direito, não nem fudendo que eu vou ficar só de sutiã, com certeza quando eu fizer isso algum menino vai entrar aqui. MERDAAAA JEEEENNNNN PORRA!


– JEEEEEEENNN! – Esguelei sem me importar com quem ouviria, contanto que ela me ouvisse também.


Eu me recuso a tirar a blusa! PORQUE VIDA? PORQUEEE??? Que capeta! Puta que pariu! – E me deixem falar palavrão porque estou nervosa pra caralho! – Jen quando eu te encontrar eu vou arrancar os seus cabelos até te deixar CARECA! Alguém me da um tiro, por favor. Que animal consegue prender a blusa no armário? SÓ EU! AAAARRRGGG QUE ÓDIO DE MIM, alguém me bata porque eu to merecendo!

Eu tenho certeza que tem alguma coisa que conspira contra mim, aposto que tem alguns “deuses” rindo da minha cara nesse exato momento!

“Alá a Emily presa no armário.” ele ri da minha cara acompanhado pelas risadas dos outros deuses “Ela bem achando que ia sair ilesa, ela mal perde por esperar que o pior ainda está por vir.” ele ria. Continue rindo de mim ai seus desgraçados!

Em meio a esse meu ataque de fúria ouvi algumas vozes masculinas se aproximando e meu desespero aumentava mais a cada segundo que se passava. É hoje que eu cuspo o meu coração!


– Vish cara tem uma menina aqui! – Exclamou um garoto de cabelos ruivos parado na porta.

– Emy? – A voz de Brian ecoou.

– Merda. – Murmurei tapando o rosto.


Notas finais
Pois é Emy... FUDEU kkkkkkkkkkkkkkkkkk gostaram?? saudades da fic??? REVIEWS??