Come As You Are

9 Say Goodnight


Notas iniciais
Oieeeee!!! Gente que reviews lindas essas q vcs nos mandaram *-* kkkkk
Galera FUREI HOJE !!! Estou com os meus snakebites e apedido da "Manu Gates" eu postarei uma foto para voces verem, e mais tarde eu posto uma foto descente pq vai demorar um pokim pra eu pintar o meu cabelo = .. ( http://twitpic.com/7w1m8w a foto deu e meus bebes novos =D )
RECADO PRAS LEITORAS FANTASMAS ... eu sei que voces estão ai! Eu posso ver voces kkkk
serio galera n custa nada deixar um reviewzinho, se falar apenas um "oi" ja ta bom, eu e a Paola n mordemos, JURAMOS!
Boa leitura pra voces e até a proxima! =D

– STEVEEEE! – Jen Gritou dando um susto no irmão que estava distraído com a TV.

– Ta maluca pirralha? Que me matar? – O garoto assustado gritou com a irmã.

– EU TE AMOOO! – A ruiva falou abraçando o irmão e deitando no sofá em que ele estava sentado.

– Mana... você tem que parar de chegar bêbada em casa. – Steven tentava conversar com Jen, mas ela estava tão alterada que nem ouvia o que ele dizia. – Sorte sua que a mãe e o pai ainda não chegaram de viagem.

– Cala a boca... – Jen brincava com o irmão “acariciando” o seu rosto. – Eu te amo ta!


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Acordei em um quarto totalmente escuro, olhei para os lados e não vi ninguém, então tentei me levantar, mas a minha cabeça doía tanto que logo mudei de idéia. Comecei a ouvir alguns barulhos de vozes ecoando pelo quarto onde eu estava, mas nenhuma delas era familiar – Mais tarde percebi que as vozes vinham da televisão da sala. –, fechei meus olhos tentando me lembrar dos acontecimentos de ontem.

Começei a me lembrar do que tinha acontecido no bar, no carro do Brian – Ahh essa parte... jamais esquecerei. A cara que ele fez foi muito engraçada! –, eu e Jimmy tentando escalar a árvore – Com certeza essa merda me resultou um hematoma daqueles. –, o Steven e a Jen... AH SIM!

Nos vimos um filme de terror – Cara eu odeio filme de terror que tem espíritos... É TENHO MEDO MESMO! “Ahh, mas você tem que ter medo de gente viva e não morta!” Mano gente viva da pra bater e morta? Você faz o que? Reza? Ahaaam quero ver aparecer um espírito na sua frente você pensar em rezar! –, por mais que eu pedisse e implorasse para ver outro filme que não fosse de espírito. Ficamos assistindo o exorcista e de cinco em cinco minutos eu me escondia atrás do travesseiro na tentativa de tampar os meus olhos. – Filme HORRIVEL! NÃO ASSITAM ESSA PORRA! – Lembro-me que uma vez tive que dormir durante dois meses com o abajur aceso, porque eu tinha visto um filme sobre demônios e eu não conseguia dormir no escuro total, e quando dava três e quinze da manhã eu praticamente chorava de medo, às vezes eu até dormia no quarto do Charlie.

Mas então, não me lembro de mais nada. Analisei o quarto em que eu estava e cheguei à conclusão que este não era o quarto da Jen. – Ótimo, ONDE EU ESTOU? – Mais uma vez tentei me levantar e mais uma vez eu não consegui, minha cabeça pesava e meu corpo todo doía. Acho que me espancaram enquanto eu dormia, porque essa dor não é desse mundo! Resolvi virar pro canto e dormir de novo, eu estava muito cansada mesmo.


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– BOM DIA FLOR DO DIA!! – Jen gritou ao entrar no quarto e abriu as cortinas me cegando com a luz que entrava. MORRA!

– Fecha essa merda pô! – Reclamei escondendo o rosto em baixo das cobertas.

– BOM DIA RAIO DE SOL! – Steven gritou ao entrar no quarto e pulou em cima de mim. Morra você também! Essa alegria exagerada só pode ser de família.

– Sai de cima Steve! – Tentei jogá-lo pra fora da cama, mas não deu certo.

– Ta na hora de levantar boneca, já são cinco e meia da tarde.

– O QUE? – Levantei rapidamente e fui à procura do meu celular para ver as horas nele. – Puta que pariu, a minha tia vai me matar! FUDEU! – Exclamei ao ver que haviam dezessete chamadas não atendidas... DEZESSETE! A velha vai me matar quando eu chegar em casa.

Levantei com aquela cara de derrota e fui lavar o meu rosto e descer pra tomar “café”, Jen parecia nem ter bebido, estava alegre como sempre enquanto eu estava com uma cara amarrotada pedindo pra morrer.

Desci as escadas e fui para a cozinha, me deparei com a linda cena de Steven brigando com Jen porque ela tinha comido o último pedaço de bolo, e ela mostrava a língua cheia de pedaços de bolo mastigado. – Eca!

– Eu vou te fazer vomitar esse pedaço de bolo! – Steven corria atrás dela.

– Vai ter que me alcançar primeiro seu bunda mole!

– Crianças! Crianças! Da pra vocês dois pararem? Eu to de ressaca... e Jen, isso é nojento! – Ralhei com os dois. Hoje não to animada pra nada.

Resolvi ficar na casa de Jen até chegar a hora em que eu tomar coragem ir pra casa e encarar a minha tia nervosa. – Mano a veia vai me matar, to sentindo... – Tomamos o café, vimos um pouco de TV e contei pra Jen o que o Syn queria comigo.

– VOCÊ FEZ O QUE? – Jen gritou soltando uma gargalhada alta ao ouvir que eu tinha arrotado na cara dele.

– Arrotei... eu tinha que fazer algo. – Tentei me explicar. – E ele bem que mereceu.

– Emy eu sou sua fã! Eu não acredito que você fez isso, você é... é... UM GENIO! – Ela gritava pulando no sofá em que estávamos sentadas. – Cara como eu nunca pensei nisso? É genial!

– Como assim você nunca pensou nisso? – Opaaa, essa era a minha chance de saber o que tinha rolado entre eles. – Você e ele já se pegaram? – Emy e suas perguntas “delicadas”.

– NÃO! CLARO QUE NÃO! ECA! – Ela negava fazendo umas caretas demonstrando o seu nojo. – De onde você tirou isso?

– Eu só... aah você... sei lá, você se perguntou como nunca tinha pensado nisso então eu deduzi.

– Mas não, nunca ficamos. – Jen falava seria, parecia estar falando a verdade, mas que tem coisa ai eu sei que tem.

Já eram oito da noite quando eu finalmente tomei coragem e fui para casa. Eu andava devagar, sem pressa, como se tivesse todo o tempo do mundo. – Eu não queria mesmo encarar a minha tia, mas precisava.

Cheguei em casa e me lembrei que eu não tinha a chave e como a porta do meu quarto estava trancada, de nada adiantava eu entrar pela frente, teria que escalar a árvore mesmo. – Monkey Emy em ação!

Agarrei-me ao tronco da arvore e cuidadosamente fui subindo, tomei o máximo de cuidado para não despencar da arvore novamente – Enquanto mentalmente cantava a música das Panteras. – Quando finalmente cheguei no galho em frente a janela, me deparo com a janela do meu quarto com uma rede de segurança... UMA REDE! PORRA! Mas que inferno viu, a velha mando por uma rede na janela do meu quarto pra eu não fugir, não acredito! MERDA! – E deixa eu falar palavrão que eu to nervosa. INFERNOOOO! – Eu não acredito que eu escalei essa porra dessa árvore atoa ainda. – E não, eu não tinha visto a porra tela, porque quem que verifica se na janela do seu quarto BROTA uma tela de um dia pro outro!? VACAA!

Depois do meu ataque de nervosismos, tive que entrar pela porta da frente mesmo, mas ao virar a maçaneta percebi que a porta tava trancada. – Aah titia querida... quer dizer então que você não quer que eu entre mais nessa casa? – Toquei a campainha e nada, então resolvi espancar a porta até que a velha resolvesse abrir.

Bati na porta milhões de vezes, e quando a minha mão começou a doer eu parti pros chutes – Até joelhada eu dei naquela porta, tava valendo tudo já! –, e depois de minutos espancando a porta, a velha abriu.

– O que você está fazendo garota? – Tia Beth abriu a porta com uma cara assustada.

– Eu tive que bater na porta né, já que na janela do meu quarto tem UMA REDE! – Entrei batendo os pés e bufando.

– Olha aqui mocinha. – Ela me agarrou pela orelha me fazendo quase cair para trás. – Acho que você não entendeu as regras dessa casa, então eu vou explicar novamente. – Ela falava enquanto eu gritava tentando me soltar. – MINHA CASA, MINHAS REGRAS. Ouviu bem? – Não respondi, não daria ela ao luxo de me ver me redimindo. – OUVIU? – Ela gritou apertando mais a minha orelha. Carai isso dói!

– OUVI! – Gritei para que ela me soltasse e subi correndo para o meu quarto.

Bati a porta com força e fui direto pro banho. – Mano eu tava um NO-JO, precisava de um banho urgente. – Sai do banheiro já de pijamas – Dessa vez ninguém me pega de calcinha e sutiã, aprendi a lição HA HA. –, sentei-me na cama pra pensar na vida e resolvi tocar um pouco de...

– CADÊ A MINHA GUITARRAA?? – Gritei fazendo que a minha voz ecoasse pela casa inteira. – Cade! – Eu atordoada olhava para o apoio de guitarra que estava vazio. Não, não, não. Não acredito, a minha guitarra não! Tudo menos a minha guitarra. – VOCÊ! Cadê a minha GUITARRA? – Gritei olhando para a minha tia quando a vi passar em frente ao meu quarto.

– Peguei ela. – Ela me respondeu com um sorriso no rosto.

– DEVOLVE! Me da a minha guitarra. – Falei me aproximando dela. Cara eu tava a ponto de matar ela, pode por rede na minha janela, pode até puxar a minha orelha, mas a minha guitarra NÃO!

– Só quando você merecer. A senhorita acha que vai sair impune por ter fugido de casa sem a minha permissão? No dia em que você melhorar este seu comportamento de menininha rebelde, eu a devolvo. – Ela entrou em seu quarto.

Velha maldita! Eu sabia que o soco inglês era uma boa idéia! E agora? Vou me acalmar com o que? COM NADA!

Hoje eu já não acordei bem e agora isso. Senti os meus olhos se encherem d’água, mas eu não vou chorar, ela tem que estar nesta casa, então basta procurá-la. E por um instante uma sensação de alivio me dominou. Desci correndo as escadas e comecei a minha busca pela guitarra perdida... perdida não, ROUBADA!

Procurei-a pelo primeiro andar todo, olhei em todos os lugares – Até em cima da geladeira eu olhei, mas claro que ela não estaria lá, mas não custava tentar. –, dentro dos armários, na garagem, em todos os lugares! Aposto que ela estava no quarto da velha.

Já eram umas duas da manhã quando fui para o meu quarto decidida que amanhã a tarde eu procuraria a minha guitarra no quarto da velha. Quando deitei na cama eu apaguei totalmente.


~~~~~~


Acordei ouvindo uns zumbidos, eu estava deitada de lado de costas para a parede em que a minha cama ficava, abri um pouco um dos meus olhos e avistei o meu relógio marcando que ainda eram quatro e alguma coisa da manha, então fechei os olhos para dormir.

Novamente ouvi alguns zumbidos, mas resolvi ignorá-los pensando comigo mesma que aquilo não passava de coisas da minha cabeça, mas os zumbidos continuavam. Abri um dos olhos novamente e uma onda de desespero começou a me dominar. – Fudeu! Isso não é coisa da minha cabeça. – Os zumbidos continuavam, parecia uma voz, mas não dava para identificar o que ela falava. – Carai e agora? Puta que pariu, fudeu! – Tentei dormir novamente, mas não consegui. – Eu vou ter que olhar o que é. Jesus me ajuda! – Abri os olhos novamente sem me mover e eu só consegui ver a bancada do meu quarto, a TV e o meu som, mas a voz ainda continuava. – Porra eu vou vomitar o meu coração! – Meu coração batia desparadamente, eu podia jurar que a qualquer momento ele atravessaria o meu peito. Por um instante eu tive um choque ao ver um reflexo na minha televisão, era uma coisa branca na ponta da minha cama. –Porra não é um espírito, não é um espírito. Deus a menina do exorcista veio me buscar! – Fiquei desesperada sem saber o que fazer. – Emy... você vai ter que olhar. Carai vou ter um derrame. OLHA PORRA! – Com as mãos suando frio e com os olhos quase transbordando de tanta lágrima, eu respirei fundo e decidi olhar. – Juro que eu nunca senti tanto medo na minha vida. – Quando tomei coragem e virei... me deparei...



Com a minha tia de camisola BRANCA, cabeça baixa e com a mão esticada REZANDO em cima de mim.



– CARAI TIA SAI DAQUI!!!! – Gritei com um fio de voz que me restava. Mano eu quase morri do coração!

– Que susto! – Ela deu um pulo pra trás colocando a mão no coração.

– SUSTO? Você esta rezando em cima de mim no meio da madrugada e EU TE ASSUSTEI?? SAI DO MEU QUARTO! – Gritei tacando o meu chinelo que estava ao lado da cama nas costas dela.


Notas finais
Tchanaaaammm... o que acharam?? Serio acho que esse cap merece muitas reviews em kkkkkk
Ahh feliz natal pra todas e se eu não postar antes do ano novo, feliz ano novo pra voces e que 2012 seja bem melhor que 2011 e que seja um ano repleto de musica, saude, felicidade e muito AVENGEED!!
Jordana e Paola.