Come As You Are
35 A Little Piece Of Heaven
Notas iniciais
Kids muito obrigada pelos reviews, respondo cada um com todo amor e carinho, serio fico mto feliz pelo numero ter aumentado e espero que continue assim, e pelas leitoras fantasmas terem aparecido (viu, eu disse q n mordia hasuha). Leitoras novas, sejam muito bem vindas!!
Em relação a ideia que eu tinha comentado com vcs nas notas do cap anterior... Bem era pra ela acontecer nesse cap, mas pensei bem e isso ia render uma historia danada e desnecessária, mas fiquei feliz em saber que vcs estão abertas a coisas novas hahahah
Mas mesmo não usando aquela ideia, esse cap tem até uma coisa nova ~tcham tcham tcham~kkkk
Nesse cap roubei a ideia da pokejohnny hahahahah falei q ia usar e ta aqui ..
Boa Leitura.
– Jen... – Uma voz longe chamou por mim. – Jeen! – Gradualmente essa voz foi aumentando e ficando cada vez mais próxima.
– Humm. – Murmurei ainda imóvel.
– Jen acorda. – Era a voz de Matt me chamando e junto ele me sacudia levemente.
– Depois. – Resmunguei ainda sonolenta.
– Jen ta na hora. – Matt insistia e já irritada abri os olhos piscando varias vezes tentando entender onde eu estava.
– Ta na hora de que? – Questionei me espreguiçando ainda escorada no corpo de Matt.
– Eu liguei pro seu irmão e ele já está vindo.
– Ahh. – Murmurei vendo que eu ainda estava presa naquela cela.
– Sanders... Stoker – O policial chamou pelos nossos sobrenomes e nos levantamos imediatamente o encarando. – A fiança de vocês foi paga. – Suspirei aliviada ao saber que em instantes eu estaria livre daquele lugar.
Fiz questão de ser a primeira a sair daquela cela horrível, Matt caminhava com passos firmes logo atrás de mim. Ao chegar à sala que fica na entrada daquele lugar fui recebida por um flash branco me cegando.
– Mas que porra é essa? – Reclamei mal humorada, esfregando os meus olhos.
– Uma lembrança. – A voz de Emy ecoou e avistei a minha amiga carregando uma câmera fotográfica em mãos. – Saudades? – Perguntou com um sorriso de lado e com os braços abertos.
– Sempre sua vadia! – Respondi aceitando o seu abraço.
– Você está bem? – Ste perguntou afagando meus cabelos e depositando um beijo em minha testa. – Fiquei preocupado.
– To sim, só me leva embora daqui, por favor. – Pedi desejando o máximo de distancia daquele local, e meu irmão apenas assentiu me guiando para fora.
– Que merda que você fez com ela? Acho que precisamos bater um papinho. – Ouvi Emy ralhando com Matt.
– Tem certeza que você está bem? – Ste insistiu e eu o olhei confusa. – Você está muito calada. – Se justificou.
– Estou bem. – Respondi com um sorriso amarelo.
Realmente eu estava calada, mais do que o normal, e claro que isso prova há algo mais do que errado nessa situação.
Ok, passar uma noite numa prisão não é bom, mas o que me intrigava mesmo era aquela briga idiota com Matt. Eu me sentia mal por ter lhe dito aquelas coisas horríveis porque nunca brigamos assim, sempre riamos de tudo, ele me defendia de todos, ele era o meu melhor amigo, uma das pessoas que mais me fazia rir, ele podia aparentar ser grosso e sério, mas só quem o conhecia há muito tempo que tinha o prazer de conhecer o Matt babaca que era o meu amigo, e depois de tudo eu falei aquele tanto de porcarias pra ele, mas isso era necessário, eu estava triste por não ter mais o meu amigo ogro ao meu lado, e o pior de tudo... aquele CRETINO não fez absolutamente NADA para tentar consertar a nossa relação ou tentar melhora-la.
Isso doeu.
Entramos no carro, ainda calada me sentei no banco de trás e comecei a pensar na vida. Matt insistiu que não era preciso leva-lo para casa e preferiu ir a pé. – Melhor pra mim.
– Minha amiga é uma ex-presidiária. – Emy cantarolou risonha.
– Ste, volta pra cadeia. – Pedi.
– Por quê? – Perguntou assustado.
– Porque eu vou matar a Emy. – Ameacei a ruiva tentando agarrar seu pescoço.
– Mal saiu da prisão e já quer cometer outro delito? Você não aprendeu nada naquele lugar menina! – Emy exclamou rindo de mim e não consegui me segurar, acabei rindo também.
Emy foi deixada em casa, e novamente ela fez questão de me abraçar – Ela parecia preocupada comigo e de certo modo isso me alegrou. – e disse que me ligava mais tarde.
Após Emy descer do carro voltei a me calar, eu não queria conversar. Ste até arriscou algumas falas comigo, mas eu apenas murmurei concordando com o que ele falara e por fim ele desistiu de conversar.
A primeira coisa que fiz ao chegar em casa foi correr para tomar um banho quente e trocar as minhas roupas. Almocei a comida que minha mãe havia deixado e cedi ao cansaço e ao sono que lutavam para dominar o meu corpo.
Enquanto eu dormia fui acordada por Ste entrando em meu quarto, ele sussurrou algumas palavras e logo após se retirou, sem me importar muito do que se tratava voltei a dormir.
Quando acordei já eram mais de cinco da tarde, me levantei a procura de alguém, mas novamente eu estava sozinha em casa. Encontrei um bilhete escrito por Ste em cima da bancada de meu quarto e ri do que se tratava.
“Sim, você está sozinha em casa, mas eu te avisei que ia sair com Emy e que mais tarde ela te ligaria, mas como te conheço bem provavelmente você não ouviu um “a” do que eu havia falado.
Até de noite.
Steven.”
Mesmo tendo almoçado antes de me deitar acordei faminta, fui abrindo todos os armários da cozinha até encontrar algo que me agradasse, peguei um pacote de cookies e uma garrafa de suco na geladeira e foi pra sala assistir tv. Enquanto eu degustava do meu lanche fiquei assistindo alguns desenhos idiotas que passavam.
Não aguentei ficar sentada por muito tempo, eu ainda tava irritada por causa de Matt, ele tinha o dom de conseguir me tirar do sério. Assim recorri à única coisa que conseguia me acalmar... minha bateria, e rapidamente subi as escadas indo para o quarto onde ela ficava.
Me sentei nela e comecei a tocar algumas musicas do Metallica, as mais agitadas. A casa toda era dominada pelo som dos pratos, mesclados com as baixas e com o bumbo. Era desestressante. Pela janela vi um grande flash de luz que por alguns poucos segundos iluminou mais o quarto, chovia muito lá fora. Sem me importar continuei tocando acompanhada pelos trovoes e raios e faziam o plano de fundo da música.
Só dei uma pausa quando lembrei que a janela do meu quarto estava aberta, corri até ele e a fechei, aproveitei e fui me certificar se a janela de Steven também estava fechada. Olhei pela janela admirando os raios que caiam do céu, olhei para baixo e vi um carro estacionando em frente à porta de minha casa. Devido à chuva intensa que caia não consegui identificar o modelo do carro, apenas consegui com ainda um pouco de dificuldade distinguir a sua cor, e percebi que não era o carro de meu irmão.
Uma pessoa saiu de cabeça baixa pela porta do motorista, e sem nenhuma proteção contra a chuva ela se posicionou em frente à porta de entrada. Meu coração gelou nesse instante, a chuva podia atrapalhar bastante a minha visão, mas aquelas tatuagens eu as reconheceria de longe.
Matt ainda tomando toda aquela chuva pesada ficou parado por alguns instantes em frente à porta, deu três passos pra trás, um pra frente, e girou caminhando em direção ao seu carro, mas parou em frente a ele e se escorou no capô esfregando as mãos em seu rosto. O garoto murmurou algumas coisas, mas não consegui ouvir devido ao barulho da chuva. E lá ele ficou por um bom tempo, parecia pensar no que fazer.
Sai da janela e desci as escadas em passos lentos, ainda sem saber o que eu iria fazer e controlada pelo impulso caminhei até a porta e a abri recebendo o vento frio sobre a minha pele e junto com ele alguns respingos da chuva. Matt estava abrindo a porta do motorista quando o seu olhar encontrou com o meu, sem demonstrar nenhuma expressão em seu rosto ele veio ate mim e parou em frente à porta. Fiquei a espera de que ele falasse algo mas como eu esperava ele ficou calado apenas me encarando.
Eu queria me desculpar com ele pelo o que eu havia dito, mas o meu orgulho falou mais alto nesse momento e fiquei calada. Cansada de esperar balancei a minha cabeça negativamente fechando a porta, mas o pé de Matt impediu que ela se fechasse por completo.
– O que você quer? – Explodi.
Ele não me respondeu, apenas abriu mais a porta e entrou fechando-a atrás de si. Matt parecia confuso e aquilo estava me assustando, eu ao sabia se ele havia usado algo ou sei lá.
Sem que eu percebesse ele caminhou até mim e colocou suas mãos geladas e molhadas sobre o meu rosto e colou os nossos lábios. Sua língua pedia passagem, mas eu ainda resistia, eu não sabia o que eu ou ele estava fazendo, mas ele estava decidido. Aos poucos o meu corpo foi cedendo ao seu toque, suas roupas molhadas me causavam arrepios ao entrar em contato com a minha pele quente e seca. Ofegantes, nos separamos ainda com o olhar fixo um no outro.
– O que você ta fazendo? – Perguntei baixo ainda com o meu olhar vibrado em seus olhos verdes brilhantes.
– O que eu já devia ter feito há muito tempo. – Respondeu colando os nossos lábios novamente. – Hoje você não me escapa. – Sussurrou ao pé do meu ouvido e no mesmo instante o meu corpo gelou por total.
Seu beijo desarmava qualquer defesa que eu tinha pronta contra ele e resistir ao seu toque já não era mais uma opção. Nossas línguas brincavam entre si enquanto Matt me jogava contra a parede mais próxima me prendendo com todo o peso de seu corpo, deixando assim suas mãos livres.
Minha blusa e meu short já estavam encharcados também, mas nesse momento isso era o de menos. Delicadamente Matt desfez o rabo que prendia o meu cabelo e agarrando com vontade meus cabelos agora soltos.
Meus lábios dormentes eram mordiscados levemente, acidentalmente soltei um gemido bem baixo, mas pelo sorriso encantador que surgiu em seu rosto percebi que Matt havia ouvido e junto com o seu sorriso suas covinhas apareceram e automaticamente levei meus dedos até elas.
Seus lábios se direcionaram ao meu pescoço e isso me causou um arrepio intenso, ao perceber isso Matt gargalhou e voltou sua atenção aos meus lábios. Nossas línguas dançavam num ritmo que era só nosso, explorávamos minuciosamente cada canto de nossas bocas, sua mão estava posicionada atas de minha nuca, me puxando cada vez mais pra si enquanto a outra ficava firme em minha cintura.
Ao perceber que a cada movimento seu eu exibia uma reação positiva Matt se sentiu mais liberdade para ousar em suas ações. Vagarosamente suas mãos foram rastejando por baixo de minha blusa a procura do fecho de meu sutiã. Antes que ele conseguisse abri-lo o segurei pelos seus braços e ainda sem interromper o beijo fui guiando-o pelas escadas até o meu quarto.
Minha cama foi invadida por dois corpos sedentos de desejo, Matt me empurrou conta o colchão apoiando um de seus joelhos ao lado do meu corpo, pela gola de sua camisa preta o puxei para mim iniciando uma serie de beijos, novamente suas mãos andaram sob o tecido de minha blusa e sem nenhuma dificuldade desprendeu o fecho mostrando a sua experiência. Num piscar de olhos minha blusa junto com o meu sutiã já se localizavam do outro lado do quarto. Sutilmente retirei a sua camisa pesada pela quantidade de água que havia absorvido e arremessei para longe, seu peitoral tatuado ficou exposto e com aponta das unhas tracei um caminho contornando suas tatuagens.
– Hum Matt, não acha que... err isso pode estragar a nossa amizade? – Perguntei constrangida.
– Não, só se você for ruim de cama. – Gargalhou me beijando enquanto eu distribuía alguns tapas em seus braços. – Mas sei que esse não é o seu caso. – Sua voz rouca assoprou no meu ouvido.
Afundando sua mão contra a minha barriga Matt me deitou novamente na cama me observando com um sorriso carregado de malicia e com o olhar transbordando desejo. Lentamente ele me beijou nos lábios, e por mais que eu tentava acelerar as coisas ele insistia em aproveitar cada segundo. Um caminho de beijos quentes e ardentes foi traçado de meu pescoço até o meio de meus seios. Fortemente ele agarrou os meus seios e soltei um gemido e lentamente Matt foi apertando mais e mais.
Sua ereção era facilmente percebida pressionando contra o meu corpo e para acelerar mais a situação resolvi entrar em seu jogo e tortura-lo também. Sem nos separarmos de nosso beijo sorrateiramente abri o seu cinto descendo minha mão por dentro de suas calças e por cima de sua cueca acariciei o seu membro rígido de desejo, em resposta Matt arfou puxando o meu lábio inferior para si. Lentamente abri o zíper de sua calça e fui descendo-a até retira-la por completo, deixando-o apenas com ma boxer branca. O volume enorme em sua calça deixava o tecido totalmente esticado e com um sorrisinho nos lábios o beijei intensamente.
Meu short havia se juntado a minha blusa e ao meu sutiã do outro lado do quarto. Num piscar de olhos minha calcinha também já havia sumido, fazendo com que aumentasse mais ainda a minha vontade de tê-lo em mim.
Matt retirou a cueca e pegou a sua calça que estava ao pé da cama, vasculhando dentre os bolsos ele retirou a sua carteira uma camisinha e rapidamente ele cobriu o seu membro com ela. Matt apoiou cada um de seus joelhos ao meu lado e me lançou um olhar como quem pedia permissão para seguir em frente e sorri de volta para ele lhe dando total permissão. Com apenas uma de suas mãos Matt prendeu as minhas mãos no topo de minha cabeça enquanto que com a outra ele rodeava o seu membro ao redor de minha entrada, me matando de desejo. Meu corpo gritava por ele enquanto eu me perguntava como esse filho da puta conseguia se segurar.
Subitamente o seu membro me preencheu e soltei um gemido de prazer e alivio e me prendendo pela cintura Matt começou a estocar causando um grande prazer para ambos, que aumentava a medida em que ele acelerava as estocadas, as vezes ele diminuía drasticamente a velocidade me fazendo gemer em reprovação. A todo momento ele fazia algo demonstrando que era ele que estava no comendo, e que essa noite eu era sua. Girando-me Matt se pôs sob meu corpo, me deixando sentada em cima dele, lentamente eu rebolava em cima de seu membro na tentativa de tortura-lo, mas ele sabia como tomar conta da situação. Suas mãos apertavam contra a minha cintura acompanhando os meus movimentos e às vezes me obrigando a aumentar a velocidade, minhas unhas marcavam o seu peitoral sem piedade nenhuma, deixando traçado um caminho de marcas vermelhas por cima de suas tatuagens. Os gemidos roucos de Matt só aumentavam o meu desejo por ele, suas mãos alternavam entre os meus seios a minha cintura e as minhas nádegas, me enlouquecendo cada vez mais.
Minhas pernas já estavam ficando moles de desejo quando novamente fui girada para baixo do corpo de Matt, eu sentia que a qualquer minuto eu poderia explodir e ele aumentava cada vez mais as estocadas. Minhas unhas marcaram boa parte das suas costas e seus braços, nossos corpos suados atritavam um contra o outro, cada vez mais eu o puxava para dentro de mim, querendo diminuir a distancia entre os nossos corpos, que já era quase nula.
Senti grande onda de prazer invadir o meu corpo e nesse momento eu havia chegado ao meu ápice, mas Matt ainda não estava disposto a parar me fazendo contorcer de prazer durante alguns longos segundos, quando finalmente ele havia chegado ao seu extremo Matt separou os nossos corpos se deitando ao meu lado.
O som das nossas respirações pesadas dominava o quarto, junto com o barulho da chuva que já havia diminuído, mas não muito. Apoiei a minha cabeça junto ao peito de Matt e assim ficamos até nos estabilizar fisicamente. Mas esse momento de paz e silencio não durou muito.
– Alô? – Atendi o meu celular ainda um pouco ofegante.
– Jen? – A voz de Emy perguntou do outro lado.
– Oi. – Respondi.
– Ta tudo bem? Você ta falando “estranho”. – Perguntou intrigada.
– Ta sim, é que eu tava tocando bateria.
– Ah sim, e ai ainda vamos sair hoje? – Droga eu havia me esquecido disso, mas não vejo porque não.
– Claro! – Respondi animada. – Passa aqui em casa daqui uma hora. – Pedi e Matt me olhou confuso.
– Ok, até daqui a pouco. – Se despediu.
Olhei para Matt e ele me encarava com uma de suas sobrancelhas arqueadas.
– Você vai sair? – Questionou.
– Vou, Emy e eu havíamos combinado mais cedo. – Respondi fingindo que não me importava com a presença de Matt ali, eu queria ver até onde isso iria.
– Eu vou com você então. – Se prontificou beijando o meu pescoço.
– Acho que não. – Falei beijando seus lábios e Matt recuou. – Ela nem vai levar o Ste, é noite das meninas. – Explique e ele sorriu se sentando na cama e vestindo sua cueca. – Matt? – O chamei me escorando em seu ombro. – O que foi isso?
– Isso o que? – Perguntou brincando com os meus cabelos emaranhados.
– Entre nós. – Tentei explicar corada de vergonha.
– Ah sim... – Exclamou entendendo do que se tratava. –... eu também não sei. – Murmurou.
– Acho melhor ninguém ficar sabendo disso. – Falei e Matt me encarou confuso. – Nós nem sabemos o que ta pegando entre a gente, e se os meninos souberem, imagina o que eles vão falar na nossa cabeça. – Justifiquei e ele assentiu entendendo o meu lado.
– Então é melhor que nada como isso aconteça enquanto não soubermos ao certo o que aconteceu. – Disse me abraçando.
– Ok então, vou tomar um banho. – Anunciei me levantando e caminhando até o banheiro e arrastando comigo o lençol enrolado ao meu corpo.
– Boa ideia. – Concordou se levantando também e eu parei o encarando. – Ahh era só você? Ta bom. – Disse e soltei uma gargalhada.
Sai do banheiro enrolada na toalha e me deparei com Matt deitado em minha cama vestindo apenas suas calças jeans e lendo um dos meus livros. Ele desviou a atenção do livro e me olhou dos pés a cabeça.
– Seu banho teria sido muito mais legal comigo. – Murmurou voltando sua atenção ao livro.
– Eu sei. – Concordei lhe mandando uma piscadela. – Matt eu preciso trocar de roupa. – Falei parada em frente à cama.
– E?
– E que você ta aqui. – Eu estava levemente corada com essa situação toda.
– Jen vá por a merda da roupa, eu não vou te olhar. – Resmungou sem desviar a atenção do livro.
– Jura? – Persisti.
– Vai! – Ordenou.
Fui, achando ruim, mas fui. Peguei uma blusa azul clara de manga cumprida que dava um contraste legal com o meu cabelo e uma calça jeans preta, mas mesmo enquanto eu me vestia ainda podia sentir o olhar ardente de Matt queimando sobre a minha pele. E quando eu havia terminado de me trocar é que me veio à pergunta... porque simplesmente eu não peguei a minha roupa e não me troquei no banheiro? Essa minha decisão de trocar de roupa aqui não foi muito genial.
– Quer uma blusa do Ste emprestada? Acho que a sua ainda ta molhada. – Ofereci a Matt.
– Não, pode deixar, eu vou direto pra casa mesmo. – Recusou guardando o livro. – Acho melhor eu ir antes que seu irmão e a ruiva cheguem. – Falou se levantando e pegando sua blusa molhada que estava jogada no chão.
Ele saiu do quarto e fui lentamente atrás dele observando as marcas vermelhas que eu havia deixado em suas costas. Levei a minha mão até os arranhões e senti que o lugar estava queimando e ao senti o meu toque Matt se virou me assuntando.
– Relaxa isso não dói. – Tentou me tranquilizar.
– Não parece. – Murmurei sem graça.
– Isso deve compensar os arranhões. – Apontou para um lugar avermelhado em meu braço.
– Mas esse é só um, olha o tanto que ta em você. – Rebati me sentindo culpada.
– Procura direitinho que você vai achar mais. – Riu se virando novamente e descendo as escadas ao perceber que eu havia ficado vermelha de vergonha. – Mas se você quiser, eu posso equilibrar a situação te deixando mais roxa. – Sua voz saiu carregada de escárnio e eu sabia muito bem como ele pretendia “equilibrar” a situação.
– Ta engraçadinho hoje em Matt. – Falei irônica, mas feliz, aquele sim era o Matt meu amigo.
– Ok então até amanhã. – Disse ao chegar na porta.
– Até.
Me despedi de Matt caminhando até ele e lhe dando um abraço apertado e sem querer esse abraço foi se tornando algo mais e quando dei por mim eu e Matt já estávamos nos beijando novamente.
– Droga. – Exclamamos uníssono logo que nos separamos.
Notas finais
Agora posso explicar pra vcs o pq deu demorar tanto.... gente eu MORRO de VERGONHA de escrever cenas hots, eu sabia que quando eu escrevesse essa fic ia te q ter cenas mais calientes mas veeeyyy eu tenho mta vergonha, (isso pq tenho 19 anos, sim sou babaca kkkk)
Só de ler umas cenas mais hots eu já ficava sem jeito, ficava vermelha de vergonha e olha que eu leio sozinha em casa kkkkkkkkkkk mas enfim ficou bom??
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