Começo, Meio E Fim
109 Capitulo 109
Notas iniciais
Pov Diego
– Você não vai buscar o Rafa, não? –perguntou-me Lizie, hoje eu buscaria o meu filho para passar o final de semana comigo.
– Vou, já estou de saída – disse a ela, que assentiu – já começou a chover?
– Ainda não, mas não duvido que demore muito a cair, então se estiver muito forte não arrisque, espere-a amenizar, ok? – advertiu-me, ri.
– Ok, mamãe – revirou os olhos – é capaz de eu chegar aqui com o Rafael antes que a chuva caia, você não viu como o tempo amanheceu aberto?! Nem tinha nuvens direito.
– Sim, mas é perigoso – assenti para tranquilizá-la – sol e chuva casamento de viúva – rimos.
– Agora me deixe ir até a casa da viúva – fui ao seu encontro depositando um selinho em seus lábios – até mais, Lizie....
Quando cheguei ao prédio, o porteiro avisou-me que não havia ninguém no apartamento, Roberta havia pedido a ele que me dissesse para aguardar na recepção, pois não iria demorar. Enquanto esperava a chuva começou a cair, parecia que o céu iria desabar, foi então que avistei Roberta do outro lado da rua, repleta de sacolas, não hesitei em ir até ela, ajudá-la.
– Hey – disse a ela, pegando algumas sacolas de suas mãos.
– Oi, o que tá fazendo aqui?
– Vim te ajudar – não era óbvio?!
– Não precisava, você está todo molhado agora.
– Não me importo, vamos – estávamos encharcados quando entramos em seu apartamento – onde eu deixo isso? – levantei as sacolas.
– Pode deixar na cozinha – fomos até lá – em cima da pia, por favor, eu vou pegar uma toalha pra você se secar – viramos de frente um para o outro no mesmo instante, Roberta deslizou, devido ao fato de termos molhado o chão, segurei-a pela cintura para que não caísse, fazendo com que chocássemos nossos corpos, e de repente pareceu que o mundo havia parado, havia só nós dois ali e nada mais, presos um no olhar de outro, suas mãos estava firmes sobre meus braços e as minhas em sua cintura, coloquei uma mecha de seu cabelo molhado que estava em sua bochecha, atrás de sua orelha, deslizei meu polegar pela maçã do seu rosto, ela fechou os olhos ao receber a caricia, contornei seus lábios macios... – Diego – sussurrou...
– Roberta – segundo depois meus lábios estavam presos aos dela, minha língua percorria cada canto da sua boca deliciosa, Céus, como eu senti falta dela... Quando deu por mim já estávamos na porta de seu quarto, suas pernas estavam ao redor da minha cintura, minhas mãos espalmadas em sua bunda, segurando firmemente, Roberta tentava subir minha camisa molhada assim que adentramos o cômodo, jogando-a em algum canto, coloquei-a sobre a cama ajoelhando-me diante dela, ela mesma retirou sua blusa – linda – disse ofegante, ela sorriu, beijei-a novamente por um longo tempo, enquanto minhas mãos acariciavam e apertavam suas pernas, suas unhas arranhavam minhas costas, ombros, abdômen, desci meus lábios para o seu pescoço em direção ao seu colo, deixando leves chupões e mordidas pelo caminho, chupei a parte desnuda dos seios volumosos...
– Ohh... Diego... – ofegou, uma de suas mãos puxava os cabelos de minha nuca, enquanto a outra apertou minha ereção, que roçava em sua intimidade, senti-a abrir os botões do meu jeans, segurei suas coxas separadamente, descendo meus lábios pela sua barriga até o cós do seu short, desabotoei-o olhando fixamente para Roberta, tinha a certeza que estava tão excitada e necessitada quanto eu, seu olhar refletia isso...
– Mamma, chegamos – paralisei assim que ouvi a voz do meu filho, vinda do corredor, merda!
Continua...
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