Começo, Meio E Fim
24 Capítulo 24
Notas iniciais
Pov Diego
...
Entramos no meu apartamento encharcados, o que começou na festa de casamento de PeLice, dentro daquela piscina, na casa dos Messi Albuquerque teria continuidade ali.
- Meu amor – ela disse, enquanto eu beijava-lhe o pescoço tentado achar o zíper do seu vestido, ela se ocupava em retirar meu paletó e minha camisa com um pouco de dificuldade, já que estava grudada em minha pele por estar molhada.
- Olhos lindos – disse ao pé de seu ouvido, mordendo-lhe o lóbulo, sentindo-a se arrepiar, enquanto eu descia o zíper tocando sua pele quente, tirando-lhe o vestido deixando-a apenas de lingerie, ela por sua vez se desfazia das minhas calças deixando-me assim apenas de boxer, colei meu corpo ainda mais ao dela e a beijei, peguei-a no colo e a levei para o meu quarto, deixando para trás nossos roupas em algum canto da sala, deitei-a delicadamente sobre a cama, ajoelhando-me entre suas pernas, ela me olhava ansiosa por meu toque, com desejo, minhas mãos estavam em voltam de seus tornozelos, as subi lentamente, acariciando sua pele macia, abaixei-me, comecei a beijar e dar pequenas mordidas sua coxa direita, parando próximo a sua virilha, para fazer o mesmo com a coxa esquerda, suas mãos estavam sobre os meus cabelos, as minhas apertavam suas coxas, minha boca foi de encontro a sua intimidade ainda coberta pela calcinha fina e molhada, beijei-lhe ali, sem retirar a peça pressionei minha língua em seu clitóris, ouvindo-a gemer e puxar levemente meus cabelos.
- Diego... por favor! – suplicou, enquanto meu polegar fazia um movimento circular em se clitóris, ela já se encontra sem calcinha, apenas dei-lhe um sorriso de canto antes de deslizar minha língua por toda sua intimidade e penetrá-la sentindo todo o seu sabor, os gemidos que ela emitia só me incentivava a continuar e a me excitar ainda mais, eu queria enlouquecê-la, amá-la como nunca havíamos nos amado antes, queria marcá-la para que nunca se esquecesse de mim, me senti satisfeito ao senti-la atingir seu primeiro orgasmo da noite, chupei seu clitóris e deslizei meus dedos para dentro dela, para intensificar seu prazer, sorri ao vê-la tão entregue a mim – acabou a tortura? – perguntou-me com um pouco de dificuldade, movi meus lábios de encontro a sua barriga beijando-a, meus dedos ainda a acariciavam, meu corpo estava sobre o dela, minha boca foi em direção aos seus seios, mas em um movimento rápido ela me jogou sobre a cama, invertendo as posições sentando-se sensualmente sobre minha ereção – minha vez de brincar, meu amor – disse dando-me um selinho, descendo seus beijos pelo meu pescoço, chupando minha pele e arranhando meu peitoral e abdômen, enquanto minhas mãos subiam de encontro ao fecho do seu sutiã sem alça, que lhe fora arrancado em segundos, minhas mãos apossaram-se de seus seios, enquanto ela movia-se torturosamente sobre meu membro, gemíamos com intensidade, quando ela abaixando minha cueca envolveu meu membro fortemente, fazendo-me gemer – você gosta assim, amor – perguntou com um sorriso malicioso no rosto, enquanto acariciava-me.
- GosTOO! – urrei ao senti-la abrigar-me inteiramente em sua boca, chupando com força, sua língua deslizava por toda minha extensão – Chega! – a puxei pelos cabelos, fazendo-a me olhar sorrindo, deitei-me novamente sobre ela, separando suas pernas e me pondo entre elas, brincando com meu membro em sua entrada e esfregando-o em seu clitóris.
- Di... – gemeu ao sentir-me penetrando-a, em um movimento rápido estava dentro dela, entrando e saindo lentamente, suas unhas estavam cravadas em minhas costas, minha boca abrigava um de seus seios, minha mão tocava o outro – maiiss...
- Peça – disse em seu ouvido, logo em seguida chupando-lhe o pescoço.
- Mais... Por favor! – pediu-me, aumentei o ritmo dos movimentos, levando-nos ao céu e ao inferno, gemíamos loucamente, tentávamos aplacar nossos gemidos com beijos quentes, mas não fazia muita diferença, depois de um tempo senti as paredes vaginas dela apertarem meu membro fortemente – Aahhh... – ela havia chegado ao ápice novamente, com mais algumas investidas deixei-me alcançar o meu, liberando todo o meu prazer dentro dela...
...
Rio de Janeiro, aqui estou eu depois de quase quatro anos, desde minha última vinda, no meu apartamento, lembrando-me da penúltima noite que passei aqui, antes da viagem que mudou minha vida, minha última noite com ela...
Cheguei ao Brasil por volta das 23 horas dessa quinta-feira, ainda incerto do que fazer primeiramente, então decidi ir para o meu antigo apartamento, que eu havia comprado quando completei 18 anos, para dividir com os garotos. Vivemos nele por um tempo, mas logo o Pedro se casou, o Tomás decidiu ir morar com a Carla e eu, bom, eu fui para New York. Decidi que seria melhor ir para lá, deixar minhas malas, descansar um pouco, antes de ir até a casa do meu pai, visitar minha família e meus amigos, que ainda não sabiam da minha vinda, o que eu faria no dia seguinte. Eu ainda teria duas semanas para me instalar até ter que me apresentar como supervisor geral da Galeria.
Sexta-feira, agora estava pronto para ir ver minha família e quem sabe marcar algo com o pessoal para mais à noite, então decidi telefonar para os garotos, tentei primeiro o celular do Pedro, fora de área, depois o do Tomás que chamava constantemente, mas ninguém atendia, saco! Então decidi deixar uma mensagem para os dois.
“Fala leke, tô de volta ao Rio, vamos marca algo pra mais tarde, que tal? Agora tô indo pra casa da minha família, me liga quando receber essa mensagem! Diego :) ” – enviei a mesma mensagem aos dois, quando já estava a caminho da casa dos Maldonado, quando estava entrando em casa, meu telefone tocou.
- Fala muleque e aí com estão às coisas? – perguntei ao Tomás, assim que atendi sua ligação.
- E aí cara, tá tudo bem e com você, meu filho? – perguntou-me parecia um pouco apreensivo.
- Tô bem cara, mas será que eu posso te ligar daqui a pouco é que eu tô na porta de casa, louco pra ver o pessoal, já já te retorno, pode ser?
- Cara você tem que me encontrar agora – falou exasperado – sai daí imediatamente e vem encontrar comigo – estava nervoso.
- Tomás o que houve? – perguntei nervoso também.
- Nada cara, mas me escuta sai daí.
- Tomás é coisa rápida, daqui a pouco te encontro, você está no seu apartamento ou na emissora? Se estiver em casa eu passo aí – sugeri.
- Diego não! Droga! Tô indo pra aí te encontrar! – desligou, esse verme tá cada dia mais estranho.
Entrei em casa, tudo estava silencioso, sinal de que os meninos ainda não tinham voltado da escola, subi as escadas e fui me direção ao meu antigo quarto, a porta estava aberta, parei diante dela ao notar que havia uma criança sentada na minha cama, ele olhava alguns álbuns de fotografia, os meus álbuns de fotografia, aquele menino... Ele... Eu só posso estar enlouquecendo ou aquele garoto sou eu, Não!
Continua...
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