Combustão

14 Capítulo 13


Notas iniciais
Queridos e queridas, desculpem a demora. Como estou mais focada em Confessionário, a fic está com atualizações menos frequentes. Por isso, tentei escrever um capítulo um pouco maior. Espero que compense de alguma forma. Obrigada pelo carinho e por todos os elogios. (:

Mary Margareth estava sentada sobre o sofá, lendo uma revista sobre utilidades domésticas. Sua mente preenchia-se com o nicho de superficialidade da revista. Tentava não pensar no comportamento incoerente do marido. Tentava não pensar na incongruente rejeição da boa moral com a qual sua melhor amiga revestia a própria vida agora. Ela não se surpreendera com Hook — sempre soube que ele não valia muita coisa.

Como se você valesse alguma coisa, 'Branca de neve'.

A voz interna a alarmou, martelando seu orgulho com as memórias de um passado que ela lutava para enterrar mas que ressurgia repentinamente. Toda uma vida de redenção não seria suficiente para aplacar seu passado, mas de certo modo, lhe tornava fácil tripudiar o erro alheio. Quando conhecera David, entendera que ele era o passaporte para a sua progressão; ignorou toda e qualquer tendência sombria dele e o remodelou. Agora, eles eram perfeitamente adoráveis. Politicamente corretos.

A influência de Regina e Robin era corrompedora tanto para um quanto para outro. E Robin... Robin lhe agradava mais do que ela seria capaz de assumir. Mary sabia que se não fizesse nada, nenhum segredo permaneceria secreto por muito tempo. Regina era obcecada pela verdade. E Mary respirava através de mentiras. Isso não tinha como acabar bem. Era apenas uma questão de tempo.



Regina estava terminando de preparar o café quando Robin abraçou-a por trás, puxando-a para a cintura e beijando seu pescoço. “Estou em dúvida se como o café da manhã ou você...”

“Querido, tenha cuidado.” Gemeu ela.

Robin afastou-se e a fitou. Seus olhos imediatamente viajaram até seu punho, e ele notou os cortes. “Regina.” A voz dele soou séria, e ela sabia exatamente onde aquela conversa ia levar. Por isso preferiu levar com leveza e assim, quem sabe, dispensar o assunto.

“O que houve com os seus pulsos? ”

“Eu me machuquei.”

“Eu sei.” Ele se encostou na bancada, encarando-a. Conhecia sua esposa muito bem e sabia quando esta estava tentando evitar uma conversa. “Quero saber como se machucou.”

“Com algemas.” Respondeu ela, e o encarou de volta.

As sobrancelhas dele se arquearam com incredulidade. Ele caminhou até ela, parando em sua frente. Regina o observou por alguns segundos. Ele ficava enlouquecidamente sexy no uniforme de piloto.

“Você deixou alguém algemar você?”

“Podemos conversar isso depois, Robin?”

“Antes eu quero ver uma coisa.” Respondeu ele. Delicadamente, deslizou os dedos pela clavícula dela, descendo o robe por seus braços, com cuidado. Em um movimento de quase adoração, deixou que o tecido escorregasse lentamente pela extensão do antebraço e mãos, caindo aos pés dela. Regina mordeu o lábio e fitou o chão, sabendo o que viria a seguir. Robin segurou-a delicadamente pela mão esquerda, fazendo-a girar lentamente. Vestindo apenas o conjunto de soutien e calcinha, ela não havia como esconder as marcas. Não havia como negar nada.

Merda, Robin.

Quando eles voltaram a ficar frente a frente, Regina percebeu a mudança no semblante dele. Sabia que ele tinha observado atentamente cada marca. Podia ver seus dentes travados por baixo do maxilar bem desenhado.

“Robin…”

“O que nós conversamos a respeito disso, Regina?”

“Foi uma escolha pessoal, babe.”

“Regina.” Ele bufou, mas respirou fundo, com certeza evitando perder a paciência. “O problema não é a prática. O problema é você! Você não usa a palavra de segurança. É por isso que não pode se submeter a ninguém.”

“São apenas algumas marcas, isso sai logo.”

“Você viu como estão as suas costas, babe? Isso não são só marcas. Há cortes. Cortes, Regina, eu preciso dizer que essa merda dói para caralho? Você acha que tem honra em ignorar a palavra de segurança? Olha só para você toda dolorida, mas que merda! Achei que tínhamos um acordo a esse respeito!”

Regina abaixou, muito a contragosto e pegou o robe, colocando-o de volta ao corpo e amarrando-o na altura da cintura. “Você não gostou, já entendi.”

“Quem foi?”

“Como?”

“Quem te bateu desse jeito? São marcas do chicote número três. O de cerdas curtas. O que estava tentando fazer? Reviver nossa aventura com outra pessoa?”

“Não misture as coisas, Robin. Eu entretive um convidado. Não foi para isso que criamos o ‘universo escarlate’? Quem está sendo o puritano agora?”

Robin olhou para o relógio. Ele ia perder hora para seu voo e isso seria inadmissível. “Nós não terminamos essa conversa, Regina. Vai me dizer quem foi o cara, se é que foi um cara? Quer dizer, uma mulher não bateria com essa força.”

“Eu não posso dizer.”

“Como não? Regina, eu sou o seu marido!”

“Mas e a confidencialidade do clube?”

“Mas eu sou seu marido!” Robin ergueu as duas mãos, exasperado.

“Eu ainda não estou certa sobre a privacidade dele, só isso.”

“Certo.” Ele respirou fundo e se aproximou dela, beijando-a no topo da cabeça. “Fique longe da sala de submissão, Regina.”

Regina balançou a cabeça afirmativamente e voltou a cozinhar seu café da manhã. Ficou em silêncio até ouvir o marido saindo pela porta da frente. Colocou sua omelete em um prato e fitou a piscina lá fora ao sentar-se à mesa. Estava faminta.

Emma oferecera-se para pegar as xerox da aula. Sabia que Graham estaria na sala dos professores. Era sua aula vaga e ele costumava estar sempre lá entretido com suas monografias absurdas. Ela observou o corredor da diretoria, deserto. Poucos funcionários apareciam para trabalhar antes do intervalo da manhã, o que só provava o desinteresse de qualquer um naquela instituição. Não é à toa que os alunos fossem uns idiotas.

Com cuidado, ela bateu na porta. Duas vezes. Aguardou pacientemente e um minuto depois, Humbert Graham apareceu à sua frente. Vestia uma jaqueta de couro marrom e os cabelos bagunçados. Sua barba rala estava nítida em seu rosto, contornando um sorriso de surpresa. “Emma.”

“Oi. Só vim buscar as xerox do Sr. Mackoney.”

“Está na aula de história agora?”

Emma assentiu com a cabeça. “Uhum.”

Graham abriu a porta e estendeu a palma para dentro do recinto. “Entre. Estou sozinho.”

Aquelas palavras soaram como uma grande sirene na mente da loira. O que ele estava tentando dizer com isso? Se é que estava tentando dizer algo. Talvez só estivesse dizendo que estava sozinho. Emma sentia-se bem idiota por criar ilusões por ele. Graham caminhou até a bancada e vasculhou entre os diversos papéis depositados ao lado das copiadoras; não fazia ideia de que Emma estava analisando suas curvas, fantasiando sobre cravar suas unhas naquelas costas ou naquela bunda definida. Ele virou-se rapidamente e ela sorriu.

“Aqui está. Revolução Francesa.”

“Ah é. Tédio.” Emma revirou os olhos enquanto pegava o papel das mãos dele. Mas Graham não soltou as folhas. Ela olhou para cima, encontrando o olhar dele. O que ele queria?

“Você acha essa matéria entediante, Swan?”

“Acho.”

“Você acha minha matéria entediante, Swan?” Eles estavam próximos demais. Emma gostava da sensação de brincar com fogo mas sabia que se por acaso se queimasse, não saberia lidar com a dor.

“As vezes sim.”

Emma deu um passo para trás, mas Graham deu um passo à frente, e eles continuaram com isso até que Emma encontrou a parede. Não havia como recuar. Graham encostou o braço na parede, ao lado da cabeça dela. Com as folhas em mãos, ele debruçou-se e sussurrou, roçando seus lábios nos lábios dela. “E o que não é entediante para você, senhorita Swan?”

“Você.” Respondeu ela, e enfiou os dedos no cabelo dele, puxando-a para a sua boca. Sua língua lambia e sugava, massageando-o com vontade, engolindo seu ar e sua libido. Graham entrelaçou seus dedos na cabeleira loira e manteve-a ali com possessão, continuando o beijo avassalador. Alguns passos no corredor fizeram com que eles se afastassem rapidamente. “Eu preciso ir agora.” Sussurrou Swan, puxando as folhas da mão dele e desaparecendo pelo corredor.

Graham balançou a cabeça sorrindo e voltou para a mesa.

“Acho que deveríamos visitar a Tinkerbell e o Hook sim. Só porque se mudaram para algumas ruas do outro lado, não quer dizer que deixaram de ser nossos amigos.”

Mary estava conversando com o marido no telefone enquanto cozinhava um bolo de três camadas, delicadamente recheado com chocolate e pedaços de cereais. “Querido, eles deixaram de ser nossos amigos quando resolveram virar amiguinhos dos pervertidos dos Locksleys. Você não faz ideia de que tipo de pessoas eles são. É nojento.”

“Você está ficando pior do que a sua tia Genevere.”

“O quê?”

David sabia que ela ficaria irritada, mas não se arrependia de falar a verdade. Ah, se Mary Margareth soubesse... Ele pensou em Regina e em como ela teria se explicado para Robin. Não conseguia entender a dinâmica dos dois. Será que estava muito machucada? Era melhor falar com ela depois. “Sua tia que julgava tudo e todos como se tivesse um rei na barriga, Mary. Esse é o exemplo de vida que quer seguir? Talvez os Locksleys tenham hábitos sexuais diferentes dos seus mas não quer dizer que não sejam pessoas normais se tratando de família, política, economia e muitos outros assuntos. Está prejulgando-os.”

“Meus hábitos sexuais? Nossos, você quis dizer. Ou vai dizer que seus hábitos são iguais aos deles? Não me faça rir, David.” Riu ela e ele sentiu o deboche em cada letra de suas frases.

“Nossos, foi o que eu quis dizer.”

“Eu não quero a amizade dessa gente, querido.”

“Mas quer a amizade da Tinker de volta, certo?” Ela parou o que estava fazendo e se concentrou no telefone.

“Sim, eu quero.”

“Então, pense bem na escolha que vai fazer. Tinker está muito próxima de Regina. Ou você vira amiga das duas. Ou vai afastar ambas. Bem... eu preciso ir. Meu chefe está me chamando. Até mais tarde. Te amo.”

“Te amo, até mais.” Respondeu ela, enquanto voltava a fazer seu bolo. Será que teria que pagar essa penitência para ter sua melhor amiga de volta? Será que conseguiria flertar com o lado sombrio de sua personalidade sem cair em contradição?

Regina estava esperando Robin, encostada em uma das bancadas do aeroporto. Tomava seu Martini tranquilamente quando o sentiu segurar em sua cintura e depositar um beijo na base de seu pescoço. Era quase como se não tivessem discutido pela manhã.

“Estamos mais calmos agora?” Perguntou ele, beijando sua boca em seguida.

Ela apertou o nó da gravata encarando-o com malícia. “Estou sempre com calma.” Beijou-o demoradamente no pescoço, chupando um pedaço de pele e deixando uma marca que mais tarde ficaria roxa. “Exceto pela parte em que você está indo para Tóquio.”

“Estarei de volta antes que perceba.”

Regina deslizou os dedos pelo rosto dele, acariciando-o com carinho. Sentiu que ele deslizara as mãos pela cintura dela, cruzando-as na base de seu cóccix. “Eu não quero que vá viajar bravo comigo, Robin.”

“Tente não se meter em confusão enquanto eu estiver fora. Só isso.”

“Vou me comportar. Eu sei ser uma boa menina.”

“Ah, sabe? Você consegue se lembrar da última vez que tentou?”

“Não.” Respondeu ela sorrindo, e apertou a bunda dele. “Mas você não gosta quando sou boazinha. Gosta quando sou má.”

Ele se debruçou e sussurrou contra a orelha dela, lambendo de leve seu lóbulo e a orelha. “Se não parar de me apertar eu vou ter que te arrastar para o banheiro e te comer aqui.”

“Nesse caso...” Sussurrou ela, e ele engoliu em seco quando ela deslizou a mão sobre a sua ereção, apertando-a de leve. “Onde fica o banheiro?”

“Regina.”

“Robin?”

“Porra.” Ele a puxou pelo saguão. Regina mordeu o lábio, querendo rir do desespero dele até que seus pulmões dilatassem com o ar da sua risada. Ele tirou uma chave do bolso e abriu uma sala restrita, empurrando-a para dentro de um banheiro elegante e trancando-o rapidamente. Jogou Regina contra a parede, de costas para ele e ela mesmo subiu seu vestido, enquanto Robin desabotoava sua calça e abria o zíper. A cueca e a calça deslizaram rapidamente e ele chupou o pescoço dela antes das suas mãos alcançarem seus seios, apertando-os. Com a boca em seu pescoço, e os peitos dela sendo esmagados pela sua mão, Robin a apertava contra a parede, roçando o pênis naquela bunda deliciosa e redondinha, pronta para ser domada por ele.

“Vai. Robin.”

“Você me deixa louco.” Ele continuava se esfregando nela, deixando-a apreensiva com a espera. Ele sentiu o relevo das marcas posteriores do chicote e aquilo o excitou ainda mais. Estava irreversivelmente duro. “Eu quero foder você com força. Muita força.”

“Então fode, babe. Fode gostoso.”

“Não, ainda não. Primeiro quero te chupar toda.”

Regina fechou as pernas instintivamente, num impulso de repelir o tremor que aquelas palavras causaram. Robin sorriu, e agachou-se atrás dela. A maldita estava sem calcinha, e esse pensamento o fez sorrir ainda mais. Abriu-a para ele e sua língua deslizou na bocetinha quente. “Meu Deus. Merda.” Gemeu ela, a cabeça encostada na parede. Como ele era bom em dar o que ela precisava. Robin lambuzou-se dela sem pressa alguma, sua língua era suave e deslizava com cuidado e carinho pelas dobras, penetrando-a e contornando-a, pressionando seu clitóris e voltando. Ele podia sentir que ela estava enfraquecendo, as pernas flexionando a cada investida de sua língua; por isso deslizou a língua pelo seu períneo e penetrou-a no ânus com a língua, forçando a entrada, lambuzando-a. “Robin, pelo amor de Deus!” Choramingou ela, e ele mordeu de leve a bunda dela, voltando a atacar seu períneo, a língua incessante, num ritmo preciso. Ele envolveu o clitóris dela com os lábios e a língua como se estivesse beijando-o com a língua e puxou-o por segundos, sentindo-a contrair em espasmos e suas pernas quase dobrarem, levando-a ao chão.

Mas ele não permitiu. Segurou-a com firmeza, e a penetrou. Regina gritou, e ele continuou, incessante e bruto, estocando-a como se daquilo dependesse sua vida. Robin adorava transar com sua mulher, adorava fazer amor com ela, mas acima de tudo, a melhor de todas as opções era fodê-la impiedosamente. Regina parecia ter sido feita para ele. Engolia-o, o abraçava de maneira totalmente natural. Ela não se preocupava em fingir nada, entregava-se a ele de maneira tão profunda e tão lasciva que só o orgasmo conseguia pará-la. “Regina.” Gemeu, segurando-a pela cintura, forçando ainda mais fundo e mais forte dentro dela, socando todo o tesão dentro do corpo pequeno e delicado. “Nossa, eu vou...” “Eu também.” Sussurrou ela, gemendo em seguida de maneira chorosa. Era daquilo que eles precisavam. Precisavam saber que eram suficientes um para o outro, e que uma discussão era só uma discussão. Nada mais.

Robin retirou-se de dentro dela, e virou-a de frente para ele. Encostou-a de volta à parede. Ele parecia que estava pegando fogo e sabia que ela também. “Eu te amo tanto.” Ele confessou, beijando-a rápido enquanto esfregava seu pênis entumecido nela, apenas provocando. Regina fechou os olhos, mordendo os lábios e tentando aguentar a provocação. Robin sorriu e estocou com força dentro dela, fazendo com que ambos explodissem através do orgasmo atrasado.

“Olha o que você fez, me atrasou.” Sussurrou Robin enquanto eles caminhavam sorridentes para a sala de espera do aeroporto.

“Você não estava achando ruim lá dentro.”

“Eu jamais acharia você ruim, delícia.” Regina sorriu, e eles continuaram caminhando até o portão de embarque. Ela estava distraída quando esbarrou em um rapaz.

“Me desculp... Daniel?”

“Regina?”

Robin ficou paralisado enquanto observava Regina abraçar o belíssimo moreno à sua frente, e o estranho rodopia-la no ar, sorrindo. “Nossa, olha para você Regina! Está maravilhosa.”

“Você está lindo também! O tempo só te fez bem.” Ela estava deslumbrante e Robin aproximou-se com um sorriso contido no rosto. “Ah, Daniel. Este é o meu marido Robin. Robin, este é o meu namorado do colégio, Daniel.”

Eles caminharam até a bancada onde Regina estava anteriormente, e o garçom trouxe-lhe outro Martini.

“Por quanto tempo vocês namoraram?” Perguntou Robin, interessado. Regina estava entre eles, sorridente.

“Não foi tanto tempo.”

“Quatro anos.” Respondeu Daniel. “Mas aparentemente naquela época, Regina não gostava da ideia de ser mulher de um homem só. Mas pelo jeito, isso mudou.” Regina mordeu a azeitona em seu copo, olhando maliciosamente para Robin por segundos. “Você é um homem de muita sorte, Robin.”

“Sim, eu sou. E o que traz você à cidade?”

“Negócios. Na verdade, o império hípico do meu pai.”

“O mesmo pai que tentou te mandar para a escola militar?” Perguntou Regina e Robin observou o entrosamento entre os dois com certo desconforto. “O pai do Daniel é dono da maior parte das escolas de hipismo e haras de todo o estado.”

“Talvez metade.” Sorriu ele.

“Foi com ele que você aprendeu a cavalgar tão bem? Ela nunca superou o amor por cavalos. Mantêm dois puro-sangue em uma hípica aqui na cidade.” Comentou Robin, fazendo-a sorrir deliciada com o comentário

“Talvez se estiver livre na quarta possa me apresentar.”

“Sim, vai ser bom ter alguma companhia enquanto Robin estiver fora.”

“O voo já está pronto e a equipe o aguarda para o procedimento de decolagem, Capitão.” A voz de Mulan chamou a atenção dos três. “Veio até aqui somente para acompanhar seu marido, Regina?” Regina assentiu. “Eu shippo vocês, são tão meigos. ”

Robin estendeu a mão e cumprimentou Daniel. “Tenha uma boa estadia e cuide bem da minha esposa enquanto eu estiver fora. Foi um prazer conhecê-lo.” Ele se virou para Regina, que veio até ele sorrindo, e a beijou com desejo, fazendo-a gemer na sua boca.

“Faça uma boa viagem, amor. Eu vou sentir sua falta.” Sussurrou ela.

“É melhor que sinta mesmo.”

Robin afastou-se ao lado de Mulan, e olhou para trás apenas uma vez. Regina estava gargalhando genuinamente para o bonitão à sua frente e ele sentiu um péssimo pressentimento a respeito.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.