Notas iniciais
Boa noite! Obrigada pela recomendação! E aos meus queridos leitores fantasmas, podem opinar na história, eu não mordo. LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Santana acordou abraçada ao pescoço da namorada. Brittany dormia profundamente, e a morena permitiu-se parar alguns segundos para observar a namorada. Santana sorriu e desenhou os traços de Brittany com o indicador. Começou a distribuir beijos demorados no rosto da namorada, enquanto acariciava seu rosto. Não demorou muito e um sorriso preguiçoso surgiu nos lábios de Brittany.

- Eu adoro acordar assim. – Brittany confessou.

- Eu sei. – Santana respondeu sorrindo – Acordar comigo é sempre ótimo.

Brittany riu e puxou Santana para cima de si. Santana aproximou-se do rosto da namorada e tomou-lhe os lábios em um beijo urgente. Brittany já tinha as mãos na pele exposta de Santana quando sentiu a morena se afastar. Brittany a encarou com uma sobrancelha arqueada. Santana tinha os olhos arregalados e o rosto contorcido em uma careta.

- San? – Brittany chamou – Ah meu deus, Santana! Vem, vamos para a enfermaria.

- Britt... Não. – Santana disse com dificuldade – Britt... Gato.

Brittany ficou sem entender, achando que era um delírio. Lentamente, Santana começou a virar-se de costas para Brittany e a loira pode ver Lord T. agarrado às costas de Santana, cravando as unhas na pele morena.

- Tira. – Santana disse.

Brittany não precisou ouvir uma segunda vez. Delicadamente, puxou o gato para longe das costas da namorada. Santana gemeu de dor e massageou as próprias costas. Brittany colocou o gato no chão e voltou-se para Santana, com um sorriso sem graça no rosto.

- Tudo bem, Britt-Britt. – Santana disse, acariciando o rosto da namorada. – Sério, tudo bem mesmo.

Brittany abraçou Santana com certa força e ouviu um gemido mal abafado pela namorada. Imediatamente virou Santana de costas para si e ergueu a camiseta do pijama da namorada. Pequenas furinhos das unhas do gato estavam à mostra na pele morena da garota.

- San! Ele machucou você! – Brittany disse, limpando o fiozinho de sangue que escorria por suas costas.

- Não está doendo tanto assim, amor. – Santana disse, encolhendo os ombros.

Brittany parou e abriu um sorriso largo, pousando o rosto no ombro de Santana. Brittany beijou o pescoço da namorada, arrancando um sorriso de Santana.

- Do que você me chamou? – Brittany perguntou, acariciando o rosto da namorada com o nariz.

Santana pensou por alguns instantes e em seguida suas bochechas coraram. O sorriso de Brittany tomou mais espaço no rosto da loira ao ver o rosto de Santana tomando uma leve coloração vermelha. Sabia que se a namorada fosse tão branca quanto ela, estaria com o rosto mais vermelho do que um tomate.

- Amor. – Santana respondeu, após alguns segundos – Meu amor.

- Eu gosto disso. – Brittany sussurrou. – Meu amor. Baby, Britt-Britt. Eu amo os apelidos que você me dá.

Santana estremeceu ao sentir os lábios de Brittany ao redor dos arranhões em suas costas. A loira beijava as costas de Santana enquanto acariciava os cabelos negros.

- Britt, o que está fazendo? – Santana disse, a voz em um tom próximo a um sussurro.

- Nunca ouviu dizer que beijinhos curam? – Brittany perguntou, voltando-se ao pescoço de Santana.

- Hm, não. – Santana disse fechando os olhos.

Brittany riu baixinho e Santana virou o rosto, capturando os lábios da namorada para si.

- Podemos continuar? – Santana perguntou, sentando no colo da loira.

Brittany apenas sorriu e deixou que Santana deitasse sobre ela, retomando o beijo interrompido por Lord Tubbington.

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- Mas será possível? – Quinn resmungou – Elas nunca conseguem chegar no horário. No mínimo estão se agarrando em algum canto do quarto. Lembre-me de nunca mais sentar lá sem desinfetar o lugar primeiro.

- Como se nós nunca tivéssemos feito isso antes. – Rachel respondeu, com um sorriso malicioso nos lábios.

Quinn retribuiu o sorriso e virou-se para a morena, pousando discretamente a mão em sua coxa. Um arrepio percorreu a pele de Rachel, o que não passou despercebido por Quinn.

- Quer voltar pro quarto? – Quinn perguntou em um sussurro.

Rachel abriu a boca para responder, mas em seguida a fechou. Santana e Brittany caminhavam apressadas em direção à mesa, com sorrisos bobos nos rostos.

- Bom dia, Lopez. Oi Britt. – Quinn cumprimentou com um sorriso torto – Manhã animada?

- O que quer dizer com isso, Fabray? – Santana perguntou, arqueando uma sobrancelha.

- Que tem um chupão horrendo no seu pescoço.

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Quinn caminhava, ou melhor, se arrastava até a sua próxima aula. Estava no meio da tarde e a loira não tivera um período livre. Por isso odiava terças-feiras.

Avistou a sala de Álgebra no fim do corredor. Deu um suspiro, havia cogitado faltar aula, mas sabia que não podia. Era uma das poucas aulas dadas por uma freira, e já era ruim o suficiente ela estar atrasada. Se faltasse aula, tinha certeza que todo o clero viria procura-la e depois fariam um ritual de exorcismo para tirar o “espírito” maléfico que estava fazendo Quinn matar aula.

Estava a duas salas de distância quando sentiu algo chocar-se com sua perna, fazendo-a tropeçar e derrubar seus materiais. Todos os palavrões possíveis vieram em sua mente e estavam na ponta da sua língua quando ela foi ao chão. Ao virar-se em direção ao que ela julgara ser um objeto, todas as ofensas morreram em sua garganta. Os olhos se arregalaram e sua voz sumiu, assim como toda a sua pose de durona. Ela viu-se frágil e exposta, do mesmo jeito que ficava quando estava com Rachel. Sem barreiras, sem máscaras. Apenas Quinn.

- Oi. – foi tudo o que saiu de sua garganta, após um enorme esforço para não gaguejar.

A menininha caída no chão a observava com curiosidade. Tinha os cabelos louros presos em duas tranças e os olhos verdes enormes brilhando. Ela sorriu para Quinn, expondo os seus pequenos dentinhos de leite. Quinn poderia jurar nunca ter visto nada tão adorável em toda a sua vida.

- V-v-você está bem? – Quinn perguntou, ajudando a pequena a levantar do chão.

A menininha assentiu e Quinn a puxou para mais perto. A loira rapidamente examinou o corpo da pequena. Nenhum arranhão, nada. Perfeita. Os olhos de Quinn encheram-se d’água. Perfeita. Ela é perfeita.

- Qual é o seu nome, pequena? – Quinn perguntou, ajoelhando-se para ficar da altura da menina.

Embora já soubesse a resposta, precisava ouvi-la. Era a segunda vez que se encontravam em anos, e ela precisava disso. Precisava ouvir a voz da pequena.

A garotinha levantou os olhos dos próprios pés e encarou Quinn, com um pequeno sorriso nos lábios. Olhos verdes encontraram os verdes, fazendo o corpo da loira estremecer.

- Beth.

Notas finais
Hm, eu recebi algumas perguntas sobre quem vai ficar com Holly. Então eu quero que vocês votem. Me digam quem seria o par perfeito para ela e eu coloco na história. Beijos e comentem!