Colorful Friendship
3 Capítulo 2 - A True
Notas iniciais
Chegando lá, não encontraram nada mais e nada menos que uma grande família rindo, se divertindo, e algumas pessoas entre tapas, e é claro que essas pessoas eram Santana e Quinn.
- Ok, Rachel, só pra você saber. Lá na cozinha, minha mãe, e minha tia Judy. Jogando video game, meu primo Noah, que prefere ser chamado de Puck, e o bocudo é o noivo da minha prima Quinn, o Sam. A loira no computador é a namorada da minha irmã, Brittany. Brigando lá no fundo, minha irmã, Santana e minha prima, Quinn. Aqueles conversando na escada, meu meio-irmão, Kurt e o namorado dele, Blaine. E alí na mesa jogando baralho, meu padrasto, Burt, o pai da Quinn, Russell, e os pais do Sam, Mary e Dwight.
- Nossa...
- Família grande?
- Na verdade não. A minha é um pouco maior.
- Finn! — Carole chegou abraçando o filho.
- Oi mãe. — Finn retribuiu o abraço.
- Essa deve ser sua namorada.
- Sim, mãe. Essa é a Rachel. Rach, essa é minha mãe.
- Prazer.
- Igualmente. Finn não para de falar em você.
- Sério?
- Sério. Ele sempre fala o quanto você é bonita, talentosa...
- Mãe...
- Tudo bem... Já entendi. O almoço está quase pronto. Divirtam-se. — Carole disse voltando ara a cozinha.
- Finn, eu vou descansar. Onde fica o seu antigo quarto?
- Sobe as escadas, segunda porta a direita.
Rachel chegando lá, se jogou na cama pegou seu livro e começou a ler. Logo alguem bateu na porta. Era o meio-irmão de Finn.
- Desculpa, achei que fosse o Finn.
- Tudo bem. Sou Rachel.
- Kurt.
- Eu sei, o Finn fala muito de você.
- Isso sim é novidade.
- Por que?
- Bem... É meio complicado.
- Desculpa, não queria me meter.
- Tudo bem. É que eu nunca achei ninguem que me compreendesse.
- Se quiser pode me falar. — Rachel abriu um espaço na porta, Kurt entrou e se sentou na cama. Rachel fechou a porta e sentou ao lado dele.
- É que sempre houve um clima tenso entre nós.
- Por que?
- Quando estavamos no colégio, e nossos pais ainda não se conheciam, Finn e Puck me jogavam no lixo porque eles eram do time de futebol, ou seja, eram muito preconceituosos, e eu era o unico gay assumido do colégio.
- Que horror.
- E eu meio que começei a gostar do Finn, daí fiz meu pai conhecer a mãe dele, como tentativa de aproximação minha e do Finn. Mas nossos pais acabaram se casando. Depois conheci o Blaine, e esqueci o Finn, mas mesmo assim. Ainda tem um clima estranho entre nós.
- Nossa... Mas, e a Santana? Não te apoiava nem nada?
- Vish... A Santana era a maior vadía sacana no colégio. Já pegou todos. E era quem mais fazia piadas sobre mim e minha sexualidade.
- Mas ela...?
- Sim... Ela tem uma namorada é assumida e tals. Mas isso foi a muitos anos atrás. Ela só se assumiu no ultimo ano, quando começou a namorar a Brittany. E ela pelo menos me entende. E você?
- Bom... A minha história é um pouco menos complicada. Meus pais são gays, então eu tambem fui vitima de bulling. Sempre estive em Glee Clubs. Cantar é minha vida.
- E como acabou em uma empresa de moda.
- Não me aceitaram em nenhuma faculdade de música, então tive que ir para o plano B.
- Pelo menos você tem um plano B. Eu tentei entrar para a Vogue.com, mas não deu certo. Então voltei pra cá e estou trabalhando como professor.
- Viu... Posso te contar um segredo?
- Claro.
- Mas você tem que prometer não contar pra ninguem.
- Prometo.
- Promessa do dedinho?
- Promessa do dedinho.
- Na verdade, o Finn é meu melhor amigo.
- E o que isso tem de segredo? O Blaine tambem é meu melhor amigo.
- É que o Finn é só meu melhor amigo. Só estou fingindo ser a namorada dele.
- Por que?
- Eu sei lá. Ele disse que tinha namorada e então eu fiz isso por ele. Eu só não aguento ver ele triste, sem esperança.
- Mas vocês parecem ter a maior química.
- É que a nossa amizade... Era um pouco mais... Colorida.
- Tudo bem querida, eu guardo o seu segredo. Mas você precisa saber que quando o Finn fala de você. Os olhos dele brilham igual esmeralda. E isso não é só amizade. — Kurt disse indo até a porta. — E guarde minhas palavras. Tambem vi essa paixão em seus olhos.
Notas finais
Quero reviews!!!
Fale com o autor