Colorful Friendship
5 Capítulo 4 - So Emotional
Notas iniciais
- Finn, você... Você só pode estar louco, eu... — Finn beijou Rachel de novo.
- Diga que não sente o mesmo. — Finn disse quando se separaram.
- O que?
- Olha nos meus olhos e diga que não sente o mesmo. Diga que não ama quando eu te beijo, diga que não sente um calor no corpo quando eu te toco, diga que não sente um frio na barriga quando eu sussuro seu nome no seu ouvido, Diga que não me ama. Aí te deixarei em paz.
- Finn... Eu...
- Viu o que eu tava tentando te dizer desde sempre?
- O que exatamente?
- Rachel Barbra Berry, eu, Finn Hudson, seu amigo da faculdade, seu amigo colorido por um bom tempo, seu protetor contra mal olhares, adimito aqui, agora e na sua frente, eu te amo. E eu quero que você seja realmente, minha namorada.
- Finn... Eu quero que você entenda...
- Seja direta.
- Eu tava com medo de te contar, mas, eu tenho um namorado.
- Sério? E quem é ele?
- Vem cá. — Rachel puxou Finn até a frente do espelho. — É esse cara que está na sua frente. — Finn sorriu e depois ficou sério novamente.
- Você quer me matar do coração? — Finn disse fazendo Rachel rir.
- Ai que estresse.
- Bom, pelo menos eu tenho você. — Finn se sentou no sofá, colocou Rachel em seu colo e começou a beijá-la sem nenhum cuidado.
- Finn... Agora não.
- Por que?
- Não to afim.
- Ah Rach... Só uma rapidinha pra lembrar os velhos tempos.
- Depois. Agora vou sair com a Santana e com o Kurt.
~~
Finn chamou Puck e Sam para jogar video game, apesar de não ir muito com a cara do futuro cunhado, precisava de alguem que entendesse de romance para conversar sobre a Rachel.
- Eu acho que eu estou apaixonado. — Finn disse sem tirar o olho da TV.
- Acha? — Sam perguntou confuso.
- É... Sei lá. Nunca senti isso antes.
- Cara, você está com a Rachel já faz um tempo, e é agora que você percebe que está apaixonado?
- É, acho que sim. è que antes, a Rachel estava mais pra amiga do que pra namorada...
- Amizade colorida? — Puck perguntou.
- Como você sabe?
- Cara, eu sou um Puckerman. Entendo dessas coisas.
- Eu não estou aguentando mais as provocações.
- Finn, é óbvio que você tem que entrar no jogo dela. Faça algo pra provocar ela um pouco até ela não resistir.
~~
Rachel e Finn emprestaram da tia de Finn, o dvd de West Side Story para passar a noite, Rachel já na metade do filme estava com lágrimas nos olhos. E Finn se segurando para não rir.
- O que foi? — Rachel perguntou enxugando as lágrimas.
- Nada. Eu só não entendo por que as garotas choram nesses filmes sem graça.
- Não é sem graça, é romântico.
- Tudo bem, fale o que quiser.
- Ok, vamos fazer uma aposta. Eu não vou chorar mais por causa desse filme.
- E se chorar?
- Você pode fazer o que quiser comigo.
- Feito.
E o filme continuou, Rachel não se aguentou no final, porque se imaginou no lugar de Maria, então acabou chorando.
- Ok Berry. Vai lá pro quarto, eu chego lá em cinco minutos.
- Tudo bem.
Finn bebeu um copo d'agua e subiu até o quarto da garota e a encontrou na cama com apenas um cobertor cobrindo seu corpo.
- Ooh lala... Finn disse trancando a porta e se aproximando da garota. — Que saudades desse corpo. — Finn começou a beija-la.
- Finn... — Rachel murmurava entre os beijos. Os dois tinham os olhos fechados. Finn deixou os lábios dela, agora vermelhos e ligeiramente inchados dos beijos vorazes, e dirigiu-se para a pele tentadora do pescoço. Beijou e sugou. Encontrou pontos sensíveis e prazerosos, que Rachel estava com saudades e que a deixavam com nós na barriga e sensações quentes a espalharem-se por ela. Ela entregou-se a tudo aquilo que ele lhe proporcionava. Quando ele chegou ao fim do pescoço, Finn continuou para o peito, ela já lutava para respirar.
Os botões da camisa dele voaram, tal a pressa, força e falta de jeito com que a garota puxou a camisa. Ajudou-o a tirar os braços das mangas. O pescoço dele parecia tão… deliciosa! Ela começou por beijar aquele pontinho debaixo do lóbulo da orelha e foi descendo, com chupões e mordidelas pelo pescoço abaixo. Quando chegou à base da garganta foi puxada para cima, para mais um beijo.
Enquanto as línguas faziam a sua magia, as mãos de Finn subiam pelas costas dela. Finn jogou Rachel contra o colchão, a garota adorava quando ele ficava selvagem. Finn voltou a beijar o pescoço de Rachel, que não estava gostando da demora do rapaz.
- Desce... — Rachel disse sussurrando.
Atendendo ao pedido de Rachel, Finn, afastou-se um pouco da morena, para que a sua cara ficasse nivelada com o peito dela. Beijou a pele clara de Rachel. A pele dela parecia febril, apesar de estar arrepiada. Ao mesmo tempo que uma mão beliscava, apertada e massajava do esquerdo, até deixar o mamilo intumescido, a boca dele sugava e arrancava suspiros de Rachel. Era algo tão imenso e tão poderoso que a única coisa que ela fazia era puxar o cabelo dele e puxá-lo ainda mais para ela, se tal fosse possível. Rach conseguia já sentir alguma umidade lá em baixo, naquele ponto que ansiava por ser tocado e invadido.
Gemendo e tentando respirar, Rachel, arqueou mais as costas. Finn tomou isso como um convite tácito para continuar e, deixando uma mão no fundo das costas dela e a outra a brincar com um dos seios, foi descendo os beijos para a zona mesmo acima do estômago. Deixando beijos apressados ao acaso, por qualquer ponto de pele que encontrasse, Finn, foi descendo no corpo dela. Quando chegou perto de sua intimidade olhou para cima, em busca de uma confirmação. E Rachel, obviamente, assentiu.
Rachel sentia os lábios dele bem perto daquele triângulo quente roçarem na pele. Dedos a fazerem carícias leves. Finn conseguia sentir a umidade. Não havia dúvidas que ela estava pronta e com vontade. Finn voltou a tocar a garota. Foi então que a viu abrir os olhos e abrir a boca em busca de ar.
- Oh Finn... — Era música para os seus ouvidos. Finn estava com saudades dessa melodia. Inserindo dois dedos na garota, ele prosseguiu. Mais suspiros e gemidos. Aos poucos ela ia gemendo cada vez mais alto. Sem nunca parar o movimento dos dedos, Finn baixou a cabeça e, com os lábios, procurou aquele botãozinho especial que faz qualquer mulher tremer. Quando ela finalmente atingiu o seu ápice e o grito estrangulado, o seu próprio nome nos lábios dela, lhe escapou dos lábios, ele não pôde evitar um sorriso de satisfação.
- E agora me diga, Berry. Quem estava evitando tudo isso?
- Cala a boca, Finn.
- Olha como fala comigo, garota. Eu tenho controle sobre você.
- Eu te amo seu idiota. — Rachel disse puxando Finn para um beijo.
- Tambem te amo...
- Agora vamos fazer uma coisa... — Rachel começou a desabotoar a calça de Finn puxando-a pra baixo, deixando Finn chutar a peça até só restar um tecido impedindo o contato total deles. Rachel tambem arrancou a última peça de Finn. Passando as mãos pequenas nas pernas dele, nas coxas e evitando propositadamente o membro que pedia a sua atenção total, Rachel, passou diretamente para o tórax, e subindo para o pescoço.
Sabendo que o pescoço era o ponto fraco dele, a morena voltou a sua atenção para aí. Beijos pequenos, tipo borboleta, foram deixados pelo pescoço, peito, estômago… O caminho continuou, até à ela chegar a uma parte bem mais interessante da anatomia dele. Uma mão suave capturou o membro dele, causando um som profundo na sua garganta. Com um sorriso brincalhão e um olhar brilhante e aventureiro, ela experimentou algumas vezes o movimento. Para cima, para baixo, até á base, já a língua dela passava ao longo dele. Finn gemia o nome da garota. Vendo a reação à experiência, Rach resolveu que já que começara, mais valia acabar. Mentalizando-se, colocou os lábios na ponta e, torturando-o, devagar envolveu-o no calor da sua boca. O tempo tomou uma dimensão estranha. Era demasiado bom, estava quase lá. Com grunhidos e vontade sobre-humana, Finn acabou por a afastar de si. Não queria que ela acabasse com ele já.
Puxou-a de novo para o seu colo. Com uma perna de cada lado dele, ela agarrou-o para um beijo de tirar o fôlego. Posicionando-se à entrada dela, e antes que Finn pudesse dizer alguma coisa, ela já afundara no colo dele. Gemidos de ambos os lados ficavam cada vez mais estridentes. Ela sentia-se preenchida e ele só pensava no bom que era estar assim, bem apertado dentro dela.
Os movimentos começaram lentos, suaves, para se habituarem e para durar mais. Com o tempo, a urgência cresceu e, tanto ela, como ele se perderam no mundo de sensações do corpo. Rachel arqueou as costas enquanto cavalgava, sendo amparada pelas mãos de Finn. Enquanto isto ele deliciava-se com o peito exposto e oferecido por ela.
Atingindo o pico mais alto, a morena estremeceu no colo dele, mas ele não a deixou ficar por ali. Impedindo que ela parasse, levou-a mais longe até, também ele se libertar. Ofegantes, ali ficaram. Ela apoiou a cabeça do ombro dele e eles voltaram a deitar na cama para ficarem mais confortáveis. Passaram-se longos minutos, preenchidos apenas pelo som das respirações deles, até que ele fizesse algum som.
- Que saudades. — Finn disse.
- Nem fazia tanto tempo.
- Eu não sei como seria minha vida sem você.
- Finchel é pra sempre.
- Finchel?
- Finn e Rachel, Finchel.
- Tudo bem, Finchel sempre foi, é, e sempre será pra sempre.
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