College Boy

9 Capítulo 08


Notas iniciais
Vou ser sincera com vocês: A base desse capítulo foi feita em dezembro. (Inclusive, esse parênteses é dedicado à Ana, que foi, praticamente, totalmente responsável pela tal. Sem ela, essa história já estaria jogada de lado. O que significa que, ela ainda não foi e não tenho planos para que ela seja. Então, demora? Demora. Muito. Mas, eventualmente, sai). Dediquei-me ao início dele em janeiro e comprometi-me a terminá-lo no carnaval, já que não teria como culpar o colégio por não ter tempo o suficiente. Promessa cumprida, capítulo terminado e livre para ter cada palavra digerida pelo cérebro de vocês. Antes de mais nada, aproveitem! Vejo vocês lá em baixo, com coisas importantes a serem ditas!

Casper Jenkins era a definição viva e consciente do conceito de “cafajeste dionisíaco”. De fato, sabia explorar as virtudes de ser belo o suficiente a ponto de chamar a atenção daqueles à sua volta. Sabia que era capaz de silenciar um refeitório inteiro quando os orbes azuis acinzentados carregavam fúria. Sabia que, uma vez com todos os pares de olhos estudantis voltados a ele, suas ações, mesmo que diligentes, teriam repercussão indelével.

E, enquanto Casper parecia saber de tudo, eu, por outro lado, não sabia de nada. Não sabia de coisas que eu, supostamente, deveria saber. Deveria saber da hierarquia presente na universidade. Deveria saber das consequentes rivalidades. Deveria saber me locomover sozinha pelo campus, mesmo que não tenha passado nem uma semana completa dentro dele. Deveria saber que um acordo tem grandes chances de falhar caso a outra parte envolvida nele não seja exatamente confiável e digna de palavra.

Mas, acima de tudo, deveria saber que os lábios avermelhados e explícitos de Casper eram capazes de transmitir tanto o inferno quanto o paraíso.

E eu tinha certeza de que, quando fossemos conversar – no sentido mais sério da palavra –, os lábios dele seriam tão infernais quanto foram ao humilhar-me mais cedo no refeitório.

A iminência de tal fato tornava-se cada vez mais evidente pela consequente pressão exercida sobre meu braço direito por uma das mãos de Casper, que me arrastava pelos corredores da faculdade como se estivesse realmente determinado a não ser interrompido mais uma vez.

A cada vez que avançava, Jenkins fazia questão de maltratar o piso com seus passos pesados, um sinal de que não seria uma decisão sensata caso alguma alma humana desejasse cruzar seu caminho naquele momento.

A camiseta de manga curta que vestia acompanhava os traços de suas costas, delineando-as e revelando certa rigidez. Segui o desenho de sua coluna com os olhos, chegando ao pescoço, imóvel. Presumi, portanto, que os olhos de Casper também deveriam estar daquela maneira, fixados à frente.

Queria chamá-lo e interromper a velocidade de nosso percurso. Queria que virasse para mim. Queria vê-lo de frente, por completo. Queria poder explorar cada traço de seu rosto e desvendar sua expressão. Queria decifrar o conflito de pensamentos indecifráveis com o qual ele deveria estar batalhando no momento. Queria olhos azuis que me contassem o que ele sentia. Queria lábios capazes de transmitir o paraíso e, não, o inferno.

Antes que eu pudesse lamentar pelas coisas que desejava e que, infelizmente, não teria, um leve puxão de Casper colocou nossos corpos para dentro de um ambiente pequeno e escuro.

– Onde estamos? – perguntei.

O barulho da porta sendo fechada fora a única resposta que obtive.

– O que você pensa que está fazendo, Casper? – questionei, desconfiada.

– Estou fazendo exatamente o que devo fazer, Maddie – a voz dele ressoou pela sala de forma tranquila.

– E trancar-nos numa sala sem luz alguma é exatamente o que você deve fazer?

– Não estamos numa sala sem luz, Maddie – dito isso, uma única lâmpada se acendeu, ajustando gradativamente sua intensidade até que a iluminação se tornasse estável e eu fosse capaz de observar o lugar ao meu redor.

Havia uma estante de metal enferrujado ao meu lado, suportando uma pilha de panos devidamente dobrados, algumas latas de tinta e certos produtos de limpeza. Atrás de mim, estava um armário, também feito de metal, protegido por um cadeado com senha. Apoiados em outra parede estavam um par de esfregões, um de vassouras e uma escada de construção.

– Você tem certeza de que seu único objetivo é conversar comigo, Jenkins? – considerando as circunstâncias em questão e o fato de estarmos no armário do zelador, concluí que seria uma pergunta válida a se fazer.

– Estar no armário do zelador não faz com que meu objetivo torne-se o de beijá-la, caso essa possibilidade esteja passando por sua mente – ele respondeu e, instantaneamente, um dos cantos de sua boca curvou-se maliciosamente para cima. – Não que eu não tenha consciência de que é exatamente isso que você deseja que aconteça.

Revirei os olhos.

– A única coisa que eu desejo é saber o porquê de você ter nos arrastado para cá – falei.

– Não creio que você gostaria de falar sobre Noah Massets em público – afirmou. – Principalmente se o assunto for seu envolvimento com ele.

– Eu não estou envolvida com Noah Massets, Casper! – vociferei, furiosa com a conclusão que ele havia chegado. – Eu não estou envolvida com Noah porque, ao contrário do que você pensa ou faz, eu respeito nosso acordo estúpido.

– Você chama andar por aí de mãos dadas com Massets de respeito? – a voz de Casper alterou-se, deixando com que sua irritação fosse perceptível.

– Eu não estaria por aí de mãos dadas com Massets se seu melhor amigo não tivesse me trocado por um par de seios! – confrontei-o. – O fato de ele ter me abandonado não justifica seu comportamento no refeitório mais cedo, Casper. Não aja como se isso fosse minha culpa.

– É você quem está agindo como se entrelaçar seus dedos nos dele não fosse uma escolha sua – protestou, feroz, posicionando-se à minha frente, com a respiração acelerada.

– Então, você está dizendo que eu deveria ter recusado a única oportunidade que tive para alimentar-me hoje? Que deveria preferir me perder pela faculdade ao invés de aceitar ajuda? – já estava começando a perder a paciência com Casper. – Eu não tenho obrigação de saber o registro de todos os seus inimigos, Jenkins.

– Como minha namorada, seria sensato que você soubesse – afirmou, por fim.

Era brincadeira, certo?

– Gostaria de lembrar que não sou sua namorada, Casper.

– Segundo o acordo que temos e para a universidade inteira, sim, você é – exprimiu num tom quase vitorioso.

Só pode ser brincadeira.

– Está falando do acordo que garantia que você me trataria bem fora daquele dormitório? Do acordo que você quebrou assim que me humilhou na frente de metade das pessoas que você julga saber que somos namorados? – indaguei no tom mais sarcástico possível. – Infelizmente, é especificamente esse mesmo acordo que não existe mais.

E, assim, ignorando a perplexidade estampada na face de Casper para digerir o que eu havia dito, empurrei-o de minha frente com meu ombro, caminhando em direção à porta.

– Além disso, Jenkins, eu posso me envolver com quem eu quiser – sorri um sorriso irônico, desafiando tudo o que ele havia imposto e saí, batendo a porta e deixando-o sozinho.

Respirei fundo, aliviando meu estresse.

Pseudos-relacionamentos à parte, sabia que era inevitável ter de, mais tarde, enfrentar a impetuosidade tardia de meu colega de quarto em nosso dormitório.

Mas, sabia, também, que não voltaria atrás.

Pelo menos, não tão fácil assim.

Assim que tirei a estupidez de Jenkins de minha mente, meus olhos foram ao encontro de um relógio de parede posicionado em um dos pilares que sustentavam o corredor.

O horário me limitava a apenas duas opções. A primeira era a de que, nos vinte minutos que eu possuía até o início da próxima aula, poderia voltar à cantina e fazer uma refeição rápida. Já a segunda consistia em simplesmente localizar – sozinha, dessa vez – onde diabos era a classe de história.

Neurologicamente falando, a primeira alternativa era a mais conveniente para meu estômago e sanidade. No entanto, considerando minhas habilidades com direções e localizações, algo me dizia que o mais lógico a fazer seria gastar meus minutos com a procura da maldita sala de aula e, por mero acaso, desmaiar com a falta de nutrientes.

Ótimo. Estava decidido. Afinal, o que são as consequências de um desmaio quando comparadas às de criar impressões não totalmente verdadeiras com uma falta no primeiro dia de aula?

Além disso, na melhor das hipóteses, eu acabaria encontrando uma máquina de alimentos não saudáveis por menos de cinco dólares no caminho. Deveria servir.

Coloquei a mão no bolso, pegando o papel com os horários que recebera anteriormente. O número da vez era cinquenta e quatro. Baixo o suficiente para estar localizado nesse mesmo piso, pensei.

Quem diria que a sorte sabia sorrir para mim? Deus era bom, no final das contas.

Com um sorriso de satisfação no rosto, comecei a andar rumo à sala de número premiado. Ao passar por alguns armários, deparei-me com a sala quarenta e dois. Estava perto, mas não o suficiente para sentir o cheiro de historiadores, filósofos, cientistas e suas possíveis invenções de 6 a.C. que revolucionaram o mundo e coisas do tipo.

A sala cinquenta e quatro estava praticamente inabitada por almas humanas quando coloquei os pés para dentro da mesma. Pelo menos fora essa impressão que tive ao cravar meus olhos em Noah Massets sentado em uma das carteiras do fundo, junto a seus amigos.

Se ele havia ficado impressionado com minha presença, não deixou transparecer. No lugar, um sorriso de intenções passou por sua face, como se esperasse que eu me juntasse a ele pelo mero fato de ser o único rosto conhecido no ambiente.

Para sua decepção momentânea e minha vitória pessoal, revirei os olhos e me dirigi a uma das carteiras no meio da sala.

Estava definitivamente farta dos problemas de Casper Jenkins.

Com um caderno em mãos para convenientes anotações sobre feitos históricos, sentei-me na cadeira, tentando controlar a frequência com que eu pensava sobre comida, caso meu estômago resolvesse expressar-se como estava se sentindo com a falta dela em voz alta.

Contudo, apesar de estar verdadeiramente agradecida pela sala não estar localizada em outro bloco místico e desconhecido dessa universidade, ficaria mais contente caso ela fosse distante o bastante para que eu tivesse encontrado uma daquelas malditas máquinas.

Como dizem, nem tudo na vida são flores.

Após alguns minutos contendo minha vontade de olhar para Massets, um homem na faixa de seus quarenta anos de idade, de estatura baixa e barba feita adentrou a classe carregando uma maleta e alguns papéis à parte.

Ele fechou a porta e foi até sua mesa. Talvez isso significasse que ninguém mais viria e que, portanto, teríamos um pouco menos da metade dos lugares vazios.

Além de Noah Massets, seus amigos – automaticamente já rotulados como babacas que receberam do Criador a habilidade de raciocinar, o que, pra mim, já prova sua bondade de diversas maneiras possíveis – e alguns desconhecidos espalhados pela sala, parece que nem todos estavam empenhados em causar uma boa impressão e não faltar no primeiro dia.

Ou, simplesmente, tinham coisas mais importantes para se preocuparem do que com passado.

“Viva o presente”, é o que dizem.

– O nome é senhor Doyle – o homem pronunciou, chamando a atenção de todos. – Mas, se ficarmos suficientemente próximos, posso abrir algumas exceções e lhes contar meu primeiro nome.

Os alunos riram e ele esboçou um pequeno sorriso. Talvez ele tenha mais carisma que o professor de álgebra. E isso já é alguma coisa.

– Vejo alguns rostos conhecidos e outros nem tanto – sinto seus olhos passarem pela turma e, por um minúsculo instante, pairarem sobre minha figura. – Nos conheceremos ao longo do semestre, já que, segundo meu cronograma, não podemos perder tempo com apresentações. A menos que tal apresentação seja a de um dos mais grandes filósofos da humanidade: Aristócles.

Algo que poderia ter sido facilmente traduzido para “Platão”, no caso. Sabia que seu verdadeiro nome era em homenagem ao avô e que ganhara o apelido por conta dos ombros largos, mas nunca presenciei o uso dele por indivíduos da época atual.

Doyle mal fazia uso da lousa, apenas para escrever nomes em grego que ele julgava que, provavelmente, não saberíamos como escrever e algumas datas importantes que, no futuro, seriam úteis para exames.

Estava no meio de uma delas quando se virou e apontou para o fundo. Segui a direção de sua mão e vi Noah com um dos braços levantados.

– Diga, Massets – o professor encostou-se na lousa.

– Veja bem, senhor Doyle. Não consigo distinguir seus números aqui de trás. Seria aquilo um 345 ou 348 a.C.? – apontou para a data em que Platão havia falecido.

– Você tem certeza de que me interrompeu para isso, Massets? – segurei o riso, enquanto Doyle cruzava os braços e também tentava não rir da situação em questão.

– Devo lhe informar que, caso o senhor não queira mais ser perturbado com perguntas assim, eu ficaria extremamente feliz em trocar de lugar para uma carteira mais próxima.

– Fique à vontade para frequentar um oculista também – o professor comentou, fazendo sinal para que ele seguisse em frente e virou-se novamente após balançar a cabeça com um sorriso contido.

Atrás de mim, pude ouvir Noah levantar-se e ajuntar seu material. E, em menos de segundos, ele estava sentado ali, ao meu lado.

– Você tem certeza de que não quer ir mais para frente? – questionei-o, sem tirar os olhos do quadro.

– Não tenho problemas de visão, Maddie – finalmente olhei-o, perplexa. – Sei que Platão faleceu em 348 a.C.

– E o que exatamente você está fazendo aqui, então? – respirei fundo, irritada com a constatação dele. – Não, espere. Deixe-me adivinhar. Por acaso veio tentar causar mais crises amorosas em relacionamentos alheios?

– Pelo contrário, estou ciente de que você não almoçou hoje – oh, sério? Talvez por sua culpa? – E que tipo de cavalheiro eu seria se não viesse te salvar de um dragão em seu estômago?

Dito isso, ele abriu seu caderno e o posicionou-o verticalmente sobre a mesa, fazendo uma espécie de barreira contra os olhos do senhor Doyle. Depois, tirou da mochila alguns pacotes de salgadinhos e os jogou sobre a mesa.

– São todos seus – olhei pra ele, arqueando as sobrancelhas. – Você pode desfrutá-los enquanto eu, no caso, desfruto da vista.

Maldito sorriso malicioso. Era bom demais para ser verdade.

– Você sabe que poderia me oferecer comida sem flertar comigo, Massets – falei. – Afinal, como você espera que eu mantenha seus salgadinhos em meu estômago se continuar com essas suas tentativas?

– Se tocar nesses salgadinhos, estará aceitando meu flerte. É uma consequência com a qual você deve lidar – era uma oferta tentadora, mas, em todo caso, poderia ser resistida. – E, também, significará que você voluntariamente estará aceitando meu número de telefone.

Eu estava prestes a recusar a babaquice de Noah, mas meu estômago decidiu por si mesmo quando ansiou pela comida em minha frente, deixando claro que um sacrifício precisaria ser feito.

Peguei um salgadinho e, antes mesmo de colocá-lo na boca, Noah jogou um papel cortado com a mão sobre minha mesa.

Respire e lide com as consequências.

– Que fique claro que ter seu número em um papel rasgado não é a mesma coisa que tê-lo em meu celular, Noah – disse num volume baixo, evitando atrair a atenção daqueles à nossa volta. – Você sabe que é extremamente fácil perder papéis como esse por aí, não sabe?

– Isso só acontece quando você quer perdê-los, Maddie – respondeu. – E posso lhe garantir que tal atitude não estará entre suas intenções por enquanto.

– O que o faz ter tanta convicção quanto a isso, Massets? – estreitei os olhos, desconfiada.

– Creio que precisará de um acompanhante para a festa de boas-vindas aos calouros, a não ser que já saiba se locomover sem problemas pela universidade – sabia que seus olhos encaravam meu perfil e ansiavam para que eu devolvesse seu olhar naquele momento. – E, cá entre nós, ainda acho que você não alcançou tal objetivo.

– E o que exatamente te faz pensar que Casper não vai me acompanhar? – não podia deixar transparecer que Jenkins não havia nem mesmo mencionado tal festa, já que tinha certeza de que Noah contaria vitória caso reparasse.

– Não sou bobo, Lewis – soltou um riso abafado. – Sei que aquela cena no refeitório não resultou em uma conversa amigável e com o objetivo de convidá-la à festa de boas-vindas.

Por ora, Noah Massets tinha razão.

E nada no mundo me faria admitir isso.

– Você sabe, Noah? – um sorriso irônico dominou meu rosto ao perceber a oportunidade que tinha de encerrar a conversa e impedi-lo de ganhar mais uma vez. – Porque algo me diz que você não tem nem certeza do que está falando.

– Você sempre pode provar que estou errado – falou. – É só me ligar.

Dito isso, o sinal tocou, liberando-me da tortura que era ser colega de classe de Noah Massets.

Juntei minhas coisas e joguei o número de Noah dentro de meu caderno.

– Talvez eu prove que esteja certo – toquei seu ombro enquanto arrumava seu material, já em pé e pronta para sair. Noah congelou por aquilo que chamam de nano segundos, até acostumar-se com o calor repentino de minha mão sobre o tecido de sua camiseta. – Afinal, de um jeito ou de outro, vou acabar indo à festa.

E, para isso, alguém precisava levar-me até ela, certo?

Notas finais
Quero deixar algumas coisas claras aqui. A primeira é que sumi, sim, e que, mesmo assim, senti falta de vocês. Eu tenho plena consciência de que tenho um compromisso não só com a história, mas também, com cada um de vocês. E quero deixar mais do que cristalino que eu, de jeito nenhum, vou abandonar isso aqui ou a relação que construímos ao longo desses oito capítulos. Vocês tem a total liberdade de conversar comigo por MP, seja para cobrar a postagem, saber como as coisas estão indo ou até mesmo para me conhecer melhor. Sou completamente aberta a sugestões, críticas, perguntas alheias, demonstrações de carinho, demonstrações de ódio e tudo o mais. Outra coisa, sobre os comentários (não, eu não esqueci. Posso ter demorado milênios para postar, mas cada um dos comentários que vocês deixaram no capítulo anterior marcaram minha alma e todos os meus órgãos): Não tenho o que fazer para expressar o quão grata estou pelas palavras de carinho de vocês. Eu li, sim, cada um deles. Li todos, sem deixar passar uma única palavra e ainda estou respondendo. Cada comentário abriu um sorriso e, portanto, não tenho palavras para mostrar o quão grata eu estou com vocês. Muito obrigada, de verdade. A última coisa é que sei muito bem que o capítulo não compensou, de forma alguma, a espera e sinto muito por isso. Tive receio de postá-lo por conta disso, mas acabei postando mesmo assim. Antes isso do que fazer vocês esperarem por mais uns anos. Enfim, para finalizar isso daqui, se querem minha opinião, o relacionamento que criei com vocês é ilusório e, portanto, injusto. Isso mesmo: Injusto, porque sinto que estou começando efetivamente a criar amores por cada um de vocês. Mas, pra falar a bem da verdade, até que eu gosto disso ♥.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.