Colisão

2 Trevor entra na minha casa


Notas iniciais
Sempre que eu escrever algum capitulo ou uma nova historia vou colocar as musicas que me inspiraram. E nesse capitulo foram: Let Her Go - Passenger e Leave My Heart Out Of This - Fifth Harmony

Minha mãe como sempre preocupada mais do que deveria, me fez ir ao hospital onde levei dois pontos. Eu menti dizendo que tentaram me roubar e eu reagi, o cara me deu uma facada, mas eu consegui fugir, basicamente isso. O importante foi que ela acreditou e resolveu me dar um carro dali a alguns meses.

Voltando pra casa vi de relance um cara parecido com Caleb, mas não tinha certeza porque havia um garoto que eu reconheci como Trevor ao seu lado.

Minha mãe fazia perguntas do tipo “Tem certeza que você está bem?”, Você se lembra do rosto do vagabundo?”e “Vamos à polícia”“. Eu apenas balançava a cabeça.

Chegando em casa a primeira coisa que eu fiz foi ligar para Caleb que não me atendeu, tentei mais algumas vezes, e caía na caixa postal. Pensei em esperar, talvez ele estivesse ocupado, quem sabe.

(...)

Passando algumas poucas horas resolvi ligar ir até sua casa, estava escuro quando sai já se passavam das 20h30min. Minha mãe começou a tagarelar e dizer que eu poderia morrer andando nessas ruas a noite, mas a deixei falando sozinha.

Andei por uns 20 minutos até chegar a casa dele, toco a campainha e ninguém atende, toco de novo, as luzes de fora se acendem, e Humphrey Reynolds aparece na porta.

—Olá Ethan, tudo bem? – diz ele escondendo-se atrás da porta, pois usa uma roupa de ginástica brega a ponto de ele se esconder – Entre...

—Estou bem sim, não vou entrar não, só queria saber se Caleb está em casa.

— Ele não está, pensei que tinha saído com você, porque ele me disse que sairia com um amigo.

— Ah... Então tudo bem, avisa pra ele que eu passei aqui.

— Claro.

— Obrigado. – Viro desço a escada até o jardim e saio pela rua. Penso em ir pelo caminho mais longo correndo para demorar mais tempo até chegar em casa não estou afim de ouvir sermões da Dona Ariane (minha mãe).

A rua é calma sem carros há poucas pessoas na rua então corro mais rápido. Suor escorre da minha testa, conforme vou chegando mais perto de casa minha camisa vai se encharcando.

Paro em um cruzamento em cima da faixa de pedestre, olho pro meu lado direito e nenhum carro escuto uma buzina a minha direita aumento o volume cada vez mais, escuto o barulho do freio se arrastando no asfalto e batendo na lateral do meu corpo me jogando a uns três metro de distancia, bato as costas e os cotovelos no chão.

Olho para frente atordoado e com a visão embaçada dois garotos a minha frente que eu identifico como Trevor e... Desmaio antes mesmo de reconhecer o segundo garoto.

(...)

Desperto na minha cama, minha mãe esta segurando meu braço enquanto faz alguns curativos. Olho para porta onde está Trevor e Caleb ao seu lado.

— O que... Ele esta fazendo aqui mãe? – digo sentando na cama, minhas costas doem um pouco.

— Quem entrou na frente do meu carro foi você, como sempre um grande idiota.

— Vocês não vão discutir agora! – diz Caleb entrando na frente de Trevor que estava vindo à minha direção.

— É vejo que você já acordou, vou embora não quero mais ficar um minuto aqui dentro. Agradeça a Caleb por eu ter trago você para sua casa, por mim te deixava ali mesmo na rua.

Ele sai do meu quarto.

— Caleb... – Falo tarde demais ele seguiu Trevor para onde quer que ele tenha ido.

Minha mãe os segue provavelmente para agradecer por terem me trazido pra casa.

Logo caio no sono.

(...)

Abro a porta do carro, vou até o lado do passageiro, onde a porta já esta aberta, seguro a mão de Leah, olho para suas pernas nuas e seu vestido decotado quase que totalmente nus.

Levo-a pela escada até a porta, abro-a, deixo Leah entrar na frente, entro e fecho a porta. Ela me olha mordendo o lábio inferior. Voou até ela e a beijo. Seu pescoço, sua boca... Pego sua mão e a conduzo pela escada até meu quarto, na porta vejo algumas peças de roupas intimas masculinas, entro no quarto dando um pontapé na porta, Caleb e Trevor nus na minha cama.

(...)

Acordo no chão, meu abajur quebrado no chão, sento-me fazendo um pouco de esforço. Meu sonho confuso agora ficava vagando na minha mente.

Olho para o relógio são 09h43min da manhã. Levanto e vou tomar banho.