Coletânea de minhas poesias livro 2: Existência
29 A chuva que é uma droga
Chuva, chuva negra que cai do céu
Deixando minha noite mais entediante
Novamente nos bancos dos réus
abuso dessa droga menos viciante
No frio da noite, ela vem e me mata
Aos poucos deixo meu corpo ver a verdade
Mas é a verdade ocultada pelo livro de capa
Que mente sobre toda a verdade
Sobre todo o mundo
Impuro e imundo
O vazio que habita em mim clama silêncio
Porém o medo da minha mente
Avança por um milênio
Tudo fruto do meu inconciênte
Tudo fruto desta droga que cai dos céus
Às vezes amarga, e outras como mel
Segredos lavados a seco
Pelo frio do vento
Que sopra para o destino
Sinto todas essas águas no beco
Sendo amigas do tempo
De quando era menino
Antes de cair nesse vicio
Chamado de chuva
Fale com o autor