Coletânea de minhas poesias livro 2: Existência
18 Inocência roubada
Inocência roubada Letras crescente Palavras mortas Sentimento onipotente Batidas nas porta Medo de viver Sobre a vida Medo de entender Que não existe saída Raios, chuvas Tudo presente Roxo como a uva preso eternamente Sem nexo Sem sentindo Sem sexo Viver mentindo Homem, mulher Criança, adolescente Na vida cheia de olá Preso novamente Doce inocência De não conhecer A verdade da aparencia De não poder se esconder Contra a vida Contra a morte Não existe saída Quem foi ferido pelo corte Palavras e palavras Em cima da mesa Formando uma arma Para própria defesa
Lento caminho
Sobre as palavras
Doce carinho
De uma mão sacra
Letras crescentes
Sentimento nulo
Vida descrescente
Se lamentando no muro
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