Notas iniciais
Esse saiu mais rápido! Bom, agradeço bastante pelos Reviews, me encorajam muito!
Boa leitura (:

Capítulo 7

Em um dos quarto do dormitório feminino havia uma menina que não tinha ido à aula e continuava dormindo, mas seu sono era inquieto. A garota deixava correr lágrimas pelas suas bochechas vermelhas enquanto virava de um lado para o outro na cama, suando frio ao ponto de sua camisa grudar ao corpo. Aquilo não era um sonho e sim um pesadelo. Ela tentava gritar, mas apenas abria a boca e gemia um pouco, sem nenhum fio de voz a libertando daquele horrível momento, até que um som estridente e alto finalmente se despertou e saiu pela sua boca, fazendo-a se levantar agitada e depressa. Ela se sentou na cama em estado de choque. Tinha os olhos arregalados e as pupilas encolhidas, suava bastante e ainda tinha lágrimas correndo pelo rosto. A cama estava molhada de suor e seu cobertor estava começando a se molhar com as lágrimas que caiam. Seus cabelos estavam molhados e grudavam em sua pele macia, devido ao suor e as lágrimas. Quando sentiu o sal de uma de suas lágrimas se infiltrando em seus lábios e tocando a ponta de sua língua ela quebrou o choque e voltou à realidade e de imediato ela tirou a coberta de si e foi ao banheiro com dificuldade.

Ela estava ofegante, seu coração palpitava e estava toda vermelha, seu sangue corria quente pelas veias. Sua consciência estava a par da situação, porém seu corpo não. Foi uma enorme dificuldade para conseguir arrastar as pernas para o banheiro. Ela já esteve em situações assim antes e por isso conseguia controlar um pouco mais o corpo, mas dessa vez foi um pouco diferente, foi ligeiramente mais forte. Quando isso acontecia com ela e ela estava sozinha só a restava uma opção.

Mesmo com o corpo enrijecido ela conseguiu abrir a gaveta de baixo da pia e com a mão ela tateou a caixinha de algodão e a jogou pra fora e logo depois sentiu uma fincada em seu dedo indicador, ela havia encontrado o que queria: uma lâmina. Apalpou até achar uma ponta para poder pegar e quando o fez ela segurou firme a lâmina e de súbito caiu sentada no chão, encostada no vidro do box. Sua respiração continuava ofegante, e sem pensar duas vezes e com um pouco de dificuldade ela enfiou com força aquela lâmina fina e de tamanho médio em sua coxa, furando um pedaço de seu short.

Quando sentiu a fincada em seu corpo ela recostou a cabeça no vidro negro do box e sua respiração – apesar de continuar acelerada – começava aos pouquinhos voltar ao normal, assim como os seus batimentos cardíacos. A endorfina e a adrenalina liberada no momento faziam com que a garota de cabelos rosa sentisse uma leve fincada no local onde havia se cortado, mas ela sabia que depois de alguns minutos a dor que não havia sentido se tornaria real.

Ainda com a lâmina penetrado sua coxa, deixando correr um fio médio de sangue escarlate até o chão, Sakura já conseguia sentir seu coração voltando ao ritmo cardíaco normal e percebia que sua pele já não estava tão vermelha quanto antes. Apesar de ainda estar um pouco ofegante, ela suspirou e começou a massagear as têmporas. “O mesmo pesadelo...” Ela pensava enquanto fazia a sua massagem, até que uma fincada a interrompeu. “Droga!” Ela praguejou mentalmente. “O efeito da endorfina já deve estar passando. É melhor eu tirar essa lâmina logo antes que ela passe por completo.” E assim ela fez. Encheu seus pulmões de ar e levou com cuidado a mão onde havia fincado aquele pedaço de metal. Com cuidado ela começou a puxar e parava quando a dor se tornava mais intensa, gemendo baixinho e segurando a ânsia que surgia na boca de seu estômago que insistia em colocar pra fora o que ela havia jantado ontem à noite. Ela puxou novamente, ainda gemendo, mas só que dessa vez ela tentou com mais força e funcionou para tirar toda a lâmina que restava em sua perna. Ela a atirou longe e socou o vidro atrás de si tão forte que chegou a fazer uma pequenina rachadura. Sua respiração ofegante havia voltado um pouco – mas não na mesma intensidade – e ela – com o corpo já mais maleável – se arrastou novamente até a gaveta e pegou uma gaze e a deixou em cima da pia. – ela sempre guardava gazes na gaveta desde que começou a ter pesadelos. Se arrastou para dentro do box e fazendo um esforço considerável conseguiu ligar o chuveiro. Ela ainda tinha algumas partes do corpo um pouco duras e embora a ferida não fosse tão profunda, a ferida emocional que ela tinha apenas intensificava a dor. Ela caiu no chão assim que ligou a torneira de água fria e esticou a perna ferida na direção onde a água escorria, sentindo aquelas gotas frias escorrem sobre sua perna, molhando um pouco do seu short e respingando um pouco em sua blusa. O sangue escorria pelo ralo, e ela já retomava seu ritmo respiratório normal. A feriada ainda doía, mas com ela mais calma ela conseguia a suportar melhor. A rosada passou uns três minutos com a perna sob o chuveiro até que sentiu seu corpo voltando ao normal e conseguiu se levantar. Oscilando um pouco ela sentou sobre a tampa do vaso sanitário, pegou uma toalha que estava pendurada e começou a esfrega-la em sua perna molhada. Assim que terminou ela jogou a toalha na pia e pegou o algodão, mas hesitou. “Droga, droga! Esqueci de pegar a água boricada.” Então ela esticou o tronco o tanto que pode para alcançar a gaveta e em seguida o braço. Com um pouco de dificuldade ela conseguiu abrir novamente a gaveta e tirar de lá um pequeno vidrinho escrito o que continha. Assim que o pegou ela voltou para sua posição e colocou um pedaço de algodão sobre o gargalho do vidro e com uma virada rápida ela molhou o algodão o suficiente. Passou o algodão ao redor da feriada – que não era tão grande assim – limpado o sangue que ainda persistia em ficar e esterilizou o local. Ao passar o algodão pelo local ela fazia uma careta, mas ela aguentava. Logo depois ela pegou a gaze e pôs sobre a ferida e enfaixou a perna por cima.

Assim que terminou seu curativo ela procurou por um prendedor de cabelo no potinho que ficava em cima da pia e suspirando um pouco ela levou as mãos ao seu cabelo rosa molhado de suor e lágrimas, o prendendo em forma de um rabo-de-cavalo e molhou o rosto com água fria.

Sakura saiu do banheiro descalça e foi a procura de suas pantufas, já estava bem mais calma agora. Assim que as encontrou em baixo da cama e as calçou, ela saiu do quarto se esquecendo de limpar e guardar o que havia usado no banheiro, incluindo a lâmina.

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-- Muito bem, faltam apenas cinco minutos para o intervalo, e antes de vocês saírem eu quero avisar que as próximas cinco páginas são para estarem prontas para amanhã.

A classe toda soltou um pequeno “ooh!” de desanimo e resmungou um pouco.

--Até amanhã! – disse Kakashi sorrindo por debaixo de sua mascara quando ouviu o sinal tocar.

Os primeiros a saírem da sala foram Naruto e Sasuke, se esquecendo de que a garota de olhos perolados fora incumbida de mostrar o colégio a aqueles dois. A tímida Hinata ficou os procurando em meio a todos aqueles alunos e quando percebeu que eles já não estavam mais lá ela resolveu não os procurar mais. “Se eles saíram assim provavelmente era porque eles não queriam uma garota tão boba como ela os seguindo” Foi o que ela disse a Ino, que a consolou dizendo que eles podem ter esquecido. A garota de olhos perolados tentou pensar mais nessa alternativa, mas no fundo sentia uma pontinha de tristeza, ela queria conhecer melhor aquele loiro e essa seria uma ótima oportunidade.

As duas saíram da sala e foram para o quarto ver como Sakura estava. Eles tinham um longo intervalo então daria tempo para tudo, mas o que elas não perceberam era que uma aluna de cabelos rosa estava passando perto delas se misturando em meio aos alunos. Ela não caminhava na direção de nenhuma sala de aula, não estava na direção do refeitório ou da lanchonete, mas sim na direção de um corredor onde só havia uma porta e um bebedouro. Essa garota tinha em sua perna um pequeno pedaço de faixa amostra, coberto pelo seu short vermelho de pijama que tinha um pequeno pedaço rasgado na horizontal deixando escapar mais um pedacinho da faixa.

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O refeitório do colégio servia o almoço, mas a grande maioria dos alunos preferia lanchar na lanchonete. Sasuke e Naruto não sabiam onde iam lanchar então apenas seguiram os seus colegas. Eles foram parar na área de lazer, onde havia uma piscina enorme, o teto era coberto por um vidro, uma lanchonete não muito grande e com cinco atendentes, várias cadeiras e essa área pegava um pouco do jardim o que deixava os alunos mais a vontade para escolherem onde queriam lanchar. Toda aquela área ela muito familiar para Naruto, trazia lembranças da garota um pouco testuda e com cabelos de cor estranha, mas olhos lindos. A piscina fazia com que ele se lembrasse de como ela se agarrou em seus braços quando haviam caído, e de como ele a segurou forte. Naruto não havia segurado alguém assim, com a exceção de seus pais. Apesar de ter sido um pouco estranho ele havia gostado de sentir essa sensação novamente.

Sasuke por outro lado nunca havia observado aquela área, ele só havia passado por lá, aliás, ele nunca havia observado nada naquele colégio que não fosse seu quarto ou a sala de aula. Isso o fez lembrar de que uma colega sua havia sido encarregada de lhes apresentar a escola. Ele se lembrava de um pouco de sua aparência então se a visse ali era só falar com ela. Parecia que Naruto nem fazia ideia de que tinha alguém para lhe apresentar a escola. Pelo visto, ele queria fazer aquilo sozinho.

Fugindo um pouco das lembranças, o loiro e o moreno viram uma enorme mistura de fila com pessoas amontoadas uma em cima da outra tentando pegar o lanche. Entreolharam-se e pensaram em alguma forma de enfiarem ali. A primeira coisa que veio a mente fria e assassina de Sasuke foi apenas eliminar a metade dos que estavam ali, mas como era óbvio que isso não era possível ele logo afugentou essa ideia da cabeça. Naruto por outro lado, apenas se enfiou no meio dos alunos se esquivando e abrindo brechas entre um corpo e outro. Ele praticamente deslizava os pés no chão e era como se dançasse. Ele já havia “dançado” dessa forma, a diferença era que as outras vezes ele tinha uma arma empunhada na mão e matava pessoas enquanto deslizava, em conjunto com Sasuke.
Se alguém reclamasse de como ele se enfiava no meio dos outros alunos, ele apenas se aproxima e o fitava um pouco com aqueles olhos azuis que ao mesmo tempo eram brincalhões, amedrontavam os alunos. Logo ele conseguiu chegar à bancada, mas as atendentes estavam muito ocupadas servindo os outros alunos que praticamente gritavam. No inicio, o loiro esperou com educação, depois ficou tentado a gritar assim como os outros, mas teve uma ideia melhor: ele pulou a bancada como um gato e surpreendeu a todos, deixando duas garçonetes paradas, impressionadas com tamanha audácia. Ele fez o seu pedido e pegou algo para Sasuke, pagou ali mesmo e pulou de volta. Os que viram o feito do loiro ficaram parados, impressionados e tentaram fazer o mesmo. As garçonetes se desesperaram e rapidamente desceram a grade de proteção, se isolando daqueles bandos de adolescentes malucos – um pouco depois, eles se acalmaram e se organizaram melhor. Sasuke não viu o que aconteceu, mas Naruto reparou e deu uma leve risadinha.

Eles escolheram por lanchar em um dos bancos que estavam espalhados pela área. Era um banco de cada lado da mesa e suportava quatro pessoas de cada lado e a maioria tinha um guarda sol. Havia também alguns bancos que ficavam em uma área coberta, mas esses eram logo ocupados. Naruto e Sasuke jogaram um pouco de conversa fora enquanto comiam. Ao redor deles, tentando disfarçar, as pessoas os encaravam e cochichavam, – no caso de Sasuke geralmente eram meninas suspirando – fora o fato de estarem os rodeando. Os dois percebiam isso e a cada vez ficava mais constante e irritante, tanto que eles resolveram sair dali e irem dar uma volta por aí.

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Duas garotas caminhavam sorridentes e felizes a caminho de seus quartos. Uma era loira e outra monera.

--Já esta melhor Ino-san? – a morena disse.

--Ainda com um pouco de dor de cabeça, mas eu vou sobreviver. – disse em reposta abrindo a porta e entrando.

As duas garotas entraram no quarto e depararam com uma cama bagunçada, mas não havia ninguém ali.

--Onde está a Sakura? – indagou a loira.

--Ela não está?

Elas começaram a procura-la e a chama-la, mas não obtiveram resposta alguma. Ino resolveu olhar em um dos banheiros enquanto Hinata olhava o outro. A loira entrou no banheiro chamando a amiga e achou estranho quando viu uma toalha na pia, algodão e a caixinha de gaze jogada no chão e um vidro de água boricada em cima da pia. Ela achou aquilo muito estranho e resolveu olhar melhor. Pegou o algodão e a caixinha de gaze do chão e guardou na gaveta. No chão perto do vidro do box tinha algumas gostas de sangue e perto dali uma lâmina, mas o que mais intrigava a loira era que a lamina esta toda suja de sangue. Ela ficou assustada, parou por um momento e se perguntou o que havia acontecido ali. Retomando a realidade, ela pegou a lâmina, um pouco de papel higiênico e a embrulhou e guardou escondida na gaveta. Pegou mais um pouco de papel e limpou as gotas de sangue do chão.

Quando Hinata a chamou para saber se havia noticias a loira simplesmente negou e escondeu o fato de ter sangue no chão. Deu a ideia de saírem e fazerem diferente de todos os dias: invés de tomarem um banho e saírem por aí pelo colégio, que tal se lancharem em um lugar diferente?

Hinata aceitou a ideia, mas continuava preocupada com a amiga. Ambas estavam preocupadas com Sakura.

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No meio de alguns adolescentes, uma garota de cabelos rosados se destacava e atraia olhares por estar de pijama e com a perna enfaixada. Logo ela se distanciou de todos, entrando em um corredor que dava apenas para uma sala. Acima da porta tinha uma placa branca com uma cruz vermelha e em baixo dessa cruz estava escrito: enfermaria.

A enfermaria do Konoha High School é como um mini-hospital. Por ficar um pouco distante dos hospitais da cidade e para evitar chamar a atenção eles tinham tudo preparado, até um médico mais eficiente. A secretaria da diretora do colégio ajudava na enfermaria nas horas vagas. Ela era formada em enfermagem, mas sua preferência foi ajudar sua grande amiga Tsunade já que era de sua confiança e a diretora também havia sido médica quando jovem e foi ela quem ensinou Shizune, mas deixou a medicina para ajudar a família dona do colégio.

Sakura já era conhecida na enfermaria. Por vezes quando tinha seus pesadelos ela ia lá para pegar alguns remédio ou até mesmo dar pontos – sempre era Shizune que dava seus pontos, ela não abria mão.

Ela entrou na enfermaria e se sentou no banco de espera. Na recepção havia uma senhora vestida de branco.

--Olá, em que posso te ajudar senhorita?

--Eu gostaria de saber se a Shizune-san está.

--Anote, por favor... Ah, Sakura? O que você está fazendo aqui?! – quem disse isso foi a própria Shizune que saia de dentro da sala de consulta.

Sakura olhou para Shizune e depois para sua perna. A morena – Shizune tinha um cabelo castanho – logo entendeu o motivo quando viu a faixa e uma pequena mancha vermelha.

--Vamos ver na sala, sim?!

A rosada consentiu com a cabeça e acompanhou a morena. Ao entrar na sala, ela foi até o biombo e tirou o short, ficando só de calcinha. Ela já estava acostumada com a Shizune então não se importava. Sakura foi até a maca mancando um pouco e se sentou.

--Os pesadelos de novo?

--Sim...

Shizune tinha uma mão firme, mas delicada e com cuidado tirava a faixa e a gaze da perna de Sakura. Ela viu que a ferida não era muito grande e que alguns pontos resolveriam.

--Eu já esterilizei...

--Ah, bom, acho que apenas três pontos serão suficientes.

Shizune olhava – enquanto dava os pontos – para a perna cheia de cicatrizes na mesma região, onde ela sempre escondia, mesmo nas poucas vezes que nadava. Não era a primeira vez que Sakura chegava com a perna cortada. Shizune sabia o motivo, mas não podia falar nada, teve que prometer a Sakura que não diria nada a ninguém.

--Pronto. Por que não foi à aula hoje?

--Eu não estou bem.

--O que está acontecendo? O que sentes?

--Um pouco tonta e estou me sentindo mal.

Shizune percebeu que Sakura não queria conversar.

--Volte daqui uma semana para eu tirar esses pontos. Caso eu não esteja é só pedir para a enfermeira que estiver aqui. Já pode ir.

--Obrigada Shizune-san. Tchau.

Sakura se levantou e vestiu se short de novo, ele tampava o local machucado. Há essa hora ainda estava no intervalo, mas por sorte não tinha muita gente no corredor. Ela saiu e foi para o seu quarto. Ela sabia que provavelmente Ino e Hinata já teriam passado lá e na sua ausência elas devem estar a procurando, mas era melhor continuar descansando e esperar até que elas voltassem ao quarto novamente.

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Naruto e Sasuke resolveram passar o intervalo no quarto. Assim que chegaram, Sasuke foi direto tomar um banho, estava muito calor, e Naruto viu algo diferente em cima da mesa. Era um celular que não era nem dele e nem do Sasuke, era feminino de mais. Naruto logo se lembrou da garota, a garota que volta e meia aparecia em sua mente, ele não conseguia esquecer aquele cabelo rosa e aquele perfume de cereja. Ele também se lembrava de que havia estragado o celular dela por ter a assustado fazendo-a cair na piscina. Ele pegou quando ela o esqueceu na piscina, mas porque não tentar arrumar? Pode ser que ele conseguisse. Além do mais, ele queria um pretexto para conversar com ela. Ele não entendia, não sabia o porquê, mas sentia uma enorme vontade de beija-la, de se aproximar dela. Era uma atração estranha. Era como se ela a fizesse lembrar algo. Desde a primeira vez que ele a olhou ele sentiu algo estranho no estomago e no coração. Seria verdade o que diziam sobre “amor a primeira vista?” Não, não podia ser. Mesmo assim, no momento ele apenas queria tentar concertar aquele celular, e vê-la mais uma vez.

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Notas finais
Erro de coerência? Ortografia? Diga nos comentários por favor.
Eu sei que não teve momento NaruSaku nesses dois últimos capítulos mas eu prometo que vai ter no próximo ok?!
Até lá!