Coisas Que Odeio Em Você
34 Proposta
Notas iniciais
Pessoas estamos em reta final sabia, é. Eu não vou falar quantos capítulos faltam porque... Eu não quero mesmo u.u HUHSUAH. Mentira! Porque eu me sinto mal por saber que já está acabando essa fic :/ vou chorar.
Duas semanas desde a morte de meus pais e, dois dias depois do natal. Havia sido o dia mais sombrio que tive em toda minha vida. Imagine, passar esse feriado em pleno luto. Jake estava e está arrasado, Meg voltará para Londres na véspera e ela era como um calmante para ele. Sem ela, ele está totalmente perdido.
Mas não foi o feriado combrio ou, a volta de Meg e sim o funeral, e o que aconteceu no dia.
Duas semanas atrás...
Havia duas horas que saimos do cemitério, aquela foi a pior experiência que eu tive em toda minha vida. Ver sua mãe e seu padrastro em caixões sendo engolidos pela terra.
Todos estavam na minha casa, menos Coma e Andy. O último havia sumido da face da terra dizendo que iria visitar os pais. E então, eu me pergunto, toda aquela história que iria me ajudar e o pior que ele poderia ter dito sem ter nenhuma emoção; eu te amo, com certeza era apenas da boca pra fora, um amparo para o meu momento de angústia. Como sempre as pessoas sempre mentem para mim. A única que não me prometeu nada e cumpriu tudo aquilo que fizeram promessas, foi o Jinxx. Ele me deu toda a segurança e carinho que eu precisava, não estou dizendo que o Ash não tinha feito nada ou Jake, muito pelo contrário, ele sempre tentava descontrair o ambiente, como normalmente ele faz. Meu irmão eu não poderia pedir nada em troca, ele e Meg ficavam em um canto isolado conversando baixinho. Eu agradeço muito à ela pois, a melhora era nitida nas ações do garoto.
– No que está pensando? — virei-me para Jinxx e o abracei.
– O quanto você está me ajudando sem ter a obrigação de me socorrer.
– Hey, é claro, que vou te ajudar mesmo que não me peça. Você é minha amiga, como uma irmã, te ajudarei em qualquer coisa e indepedente do que seja. — sorri fraco.
A campainha tocou e Ash fou atender. Como eu estava no sofá de costas para a porta, eu não vi quem havia chegado mas, não era preciso. Apenas sua voz.
– Por favor, deixe eu falar com ela.
– Vai embora, Chris — rosnou em resposta.
Levantei de supetão e fui até a porta.
– Deixa — coloquei minha mão no ombro de Ash.
Coma passou pela porta e ficou parado em minha frente.
– Posso falar com você em particular? — sua voz era baixa.
– Sim, claro. — indiquei às escadas e fomos para o meu quarto.
Assim que fechei a porta ele começou:
– Sinto muito pelo seus pais...
– Obrigado mas, não é disso que você veio falar em particular comigo.
– Eu vim te pedir desculpas, eu não quero e nunca quis que você mate nosso filho, foi apenas reação contrária, eu fiquei nervoso porque... Porra é uma criança e eu não consigo cuidar nem de mim mesmo, e sinto muito mesmo por tudo que eu disse e...
Eu cruzei os braços sentindo os olhos marejarem já. Merda.
– E o que mais?
– Fui eu que fiz que o vídeo vazasse...
– Você o quê? — a raiva já estava no tom da minha voz.
– Eu te peço sinceras desculpas por isso, eu... Eu não te mereço, apesar de te amar tanto que doí. Fiz muita besteira e não quero fazer novamente, me arrependo por todas as maudades que eu fiz com você e principalmente ao nosso filho. Eu vou querer assumir ele mas, eu sei que com isso não vamos voltar e nem que talvez vá me perdoar. Isso é minha obrigação e...
O que eu faço? Mando ele ir embora e sumir da minha vida — o que é bem dificil — ou, eu simplesmente...
– Nem sei porque eu vou fazer isso, sinceramente sou a pessoa mais boba desse mundo e eu deveria te odiar pelo resto da minha vida. — as lágrimas desciam já pelo meu rosto e minha voz estava embargada. — Mas, eu amo você e eu não quero que meu filho cresça sem um pai.
Ele sorriu bobo.
– Quer dizer que...
– Sim, eu perdoou você por tudo, mesmo que doa perdoar mas, eu te amo seu traste e nem por isso quero você fora da minha vida. — sequei meus olhos com as costas da minha mão. — Só quero uma coisa...
– Pode pedir o que você quiser.
– Quero o vídeo destruido e inextistente em qualquer lugar.
Atualmente...
– Hanna?! — chamou Jinxx.
– Oi.. — falei sorrindo vendo ele pela fresta da porta do meu quarto.
– Está tudo bem? — perguntou sentando com cuidado ao meu lado da cama.
– Estou sim, CC acabou de me ligar e dizer que conseguiu tirar todos os vídeos de circulação.
Ele me abraçou de lado.
– Pelo menos aquele traste serviu para um coisa.
Ele sorriu mas, não era o seu sorriso de sempre. Era algo mas, reprimido.
– Jinnx? aconteceu alguma coisa?
– Recebi uma ligação do Andrew.. — prendi a respiração assim que ele disse o nome.
– E?
– E ele pediu para tirarmos férias definitivas...
Olhei assustada dando um sobresalto.
– Como?
– Isso mesmo. — falou triste.
– Vamos ficar de férias até as coisas se ajeitarem...
– Mas... Mas...
– Mas nada, ele resolveu isso com todo mundo já. — ele coçou a nuca e abaixou o rosto. — Ele decidiu colocar a cabeça no lugar, pelo que eu saiba ele está viajando para algum lugar fora do país.
O cretino fugiu. Fugiu de mim, fugiu de todos. O que ele tem na cabeça fazer isso? Ir embora, fazer a banda ficar de férias com tempo inderteminado.
– Porém, não foi só isso que ele pediu...
– E o que ele pediu? — segurei o queixo dele levantando para poder me fitar.
– Pediu para eu cuidar de você...
– Isso você já faz. — falei confusa.
– Não, cuidar de outra forma.
– Que outra forma?
– Assim. — ele acabou com o nossa distãncia selando nossos lábios em um beijo casto. O mesmo parou o toque e eu o olhei estupefada. — Hanna, você aceita casar comigo?
Notas finais
Beijos :*
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