Coisas Que Odeio Em Você
29 Falando Sobre Sentimentos (Parte I)
Notas iniciais
Tudo boom com vocês??? *-*
O cap é pequeno mas é porque foi divido, sim sou má MUAMUAMUA ~le risada tosca.
Vocês vão adorar, eu sei. HUSHUAHS
Ah eu não sei mais o que escrever aqui então.
Enjooooooy ;)
Eu não sei se o que eu acabei de fazer é o certo, mas não custa nada tentar.
Já tinha passado alguns minutos e eu estava sentada na cama comendo o resto da mação. Foi então, que ouvi um barulho da sala, quer dizer, não um barulho e sim meu irmão berrando. É, Andy chegou.
Jake e ele até hoje não conseguem conviver. Não me pergunto o porque. Sério, não tenho a miníma ideia. Foi algo muito rápido, um dia eles estavam conversando normalmente e no outro querendo se matar.
Joguei o resto do que eu estava comendo no lixo e desci as escadas. Chegando a sala vejo os dois prontos para se matarem. No sentido literal.
Meu irmão segurava a gola da camiseta do poste ambulante, enquanto ele estava com o punho fechado pronto para dar lhe um soco.
- Que zona é essa? — vocerei e os dois olharam para mim.
- Nada — responderam juntos e se soltando.
- Nada? Vocês estavam se matando, ainda estão — Meg disse incrédula.
- Vem seu esqueleto — chamei e ele apenas arrumou a camiseta antes de fazer uma carinha cinica para o Jake.
- Mas o que ele está fazendo aqui? — adivinhe quem perguntou.
- Eu chamei ele.
- Porque? Se quiser pode conversar comigo e com a Meg.
- Se o ser está aqui é porque eu quero falar com ele e não com vocês — respondi ríspida — Agora se nos dão licença. Vem logo seu poste.
- Toma trouxa — zombou e recebeu o dedinho lindo como resposta.
- Vamos logo bambu — rosnei.
Ele rolou os olhos e veio em direção a escada enquanto eu subi ela novamente.
Entrei no meu quarto e logo sem seguida Andy. Fechei a porta e ficamos nos encarando, bem constrangedor.
- Então... — começou ele a tentar puxar assunto. — Qual o motivo da sua grande necessidade de falar com aminha ilustre pessoa? — terminou a pergunta se jogando na minh cama. Okay, eu sei que ela é gostosa.
- A sua humildade me comove tanto — ele riu. — É que você disse se eu quisesse conversar estava a disposição, e bom eu quero conversar!
- Gravidez? Coma ou algo maior?
- Ah, eu não sei — esbravei me deitando so seu lado. — Acho que tudo.
Ele ficou em silêncio e então continuou:
- Deveriamos falar de outra coisa, sem ser esses assunto tão cotidianos.
- Cotidianos? É, eles estão virando rotina, porque é a minha vida né, animal — resmunguei.
- Calminha querida, você não me entendeu. — ele se sentou e me fitou — Você ficou muito bonita de cabelo curto e vejo que é loira certo? Viu já é um assunto diferente — sorriu e eu não pude resistir de sorrir com ele.
- Certo, obrigado pelo elogio e sim sou loira — fiz uma careta com a última palavra e ele riu pelo nariz.
- Eu queria te perguntar algo, mas eu não sei se seria legal...
- Oras, pergunte — incentivei e ele suspirou.
- Porque diabos você me beijou naquele dia?
Nem preciso dizer que a pergunta me pegou desprevinida e completamente desarmada. Porra Andy, poderia perguntar isso quando eu tivesse com o meu emocional um pouquinho melhor, né?! Eu nem sei o que eu estou sentindo nesse momento e você me vem com uma bomba nuclear?
Abri a boca várias vezes mas nenhum som saiu delas. O bambu sorriu de lado, mas não era o sorriso safado de lado que ele faz sempre, era algo mais como...Decepcionado.
- Ah, bem, e que eu fiz só por causa da nossa intriga mesmo sabe — sorri amarelo e ele voltou a deitar.
- Mas o que você sentiu me beijando?
O Deus, o senhor estava demorando com o seus castigos alá Andrew Biersack né?
- O que você sentiu? — nunca me esqueço do que eu sei, faça uma perguntar em cima da outra pergunta. Sempre dá certo, bom até hoje.
- Eu realmente amei, apesar de ter ficado puto com você. — virei-me para fitá-lo e ele estava olhando o teto. — Mas.. Não importa mais isso né? Vamos falar de outra coisa.
Primeiro de tudo; ele amou o beijo que eu dei nele. Como assim? Como assim? Não entendi, explica direito meu querido. Ah esses hormônios de grávida é foda, uma hora to querendo chorar até ficar sem nenhum líquido no corpo e depois eu volto com a minha crise de "eu". Segundo; porque eu estou interessada em saber sobre o que ele achou daquele beijo? Aquilo foi apenas uma vingança idiota e infantil. Terceiro; porque eu sempre começo essas listagens sendo que nunca passa do segundo? Boa pergunta. Acho melhor passar no psiquiatra, é.
- Mas...Mas...
Parabéns! Gagueje mais e ganhe um prêmio do ano de pessoa medrosa e curiosa.
- O que foi Hanna? — perguntou finalmente me olhando e com aquele sorriso de... Cafajeste dele.
Maldito! Aposto que foi só pra me irritar, como sempre.
- Nada — falei brava cruzando os braços e ele riu.
- Pára com isso vai, nada de birra, eu falo o que você quiser.
Eu dei um sorriso infantil que o fez rir mais ainda.
- Jura?
- Juro.
- Então comece.
Notas finais
Beijoos :*
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