Notas iniciais
Então... mais um cap saindo do forno!! kkkkkkk Minha inspiração pra essa fic ta boa (em compensação para as outras :(( mas vou tentar mudar isso kk) Esse cap resumindo o foco vai ser no nosso casal TokixOtoya, aqui vai ser decidido até onde vai os planos do sempai maluco deles. Quem gosta do casal se divirtam *_~ Ah! vai ter lemon então quem não gosta, não leia ou então não leia tanto os detalhes kkkkkkkkk Vou tentar fazer de vez em quando um lemon pra cada casal, mas como a fic foca no RanxRei obviamente eles tem que ter os maiores creditos (le pervertida 5000%) kkkkkkk Mas claro que pra não desviar muito do sentindo da fic, terá uns momentinhos RanxRei, mas como consolo o outro cap praticamente terá só eles *_* E... deixa eu pensar... acho que é só isso kkkk vou parar de escrever, afinal vocês querem ler o cap né?? Então se gostaram dele e estão lendo a fic deixem reviews. Acho que mereço como presente por não demorar muito né?? Não sejam maus com a Becky-chan aqui!!

Uma semana se passou e nada mudou entre Reiji e Ranmaru, Otoya e Tokiya deixando STARISH e o Quartet Night completamente confusos.

Pra piorar a situação Tokiya estava trabalhando na loja de bentô da família Kotobuki e Reiji sempre que podia ia ajudar o Ichinose, fazendo com que Otoya ficasse com mais ciúme e Ranmaru quase ao ponto de assassinar os dois.

Camus: maldição Kurosaki!! Presta atenção no ensaio! Você já errou três vezes!

Camus gritou completamente irritado com o albino que suspirou e passou as mãos no cabelo freneticamente.

Ranmaru: esse ensaio ta uma merda! Por que o Reiji não ta aqui?!

Camus: o que isso tem a ver com o Kotobuki?! Essa música é um dueto nosso, nem ele e nem o Mikaze cantam!

Camus estava vermelho de tanta raiva.

Ai: ei, ei não briguem!

Ele se afastou do seu sintetizador e caminhou até onde Ranmaru estava.

Ai: qual o problema Ranmaru? Você já cantou essa música umas 100 vezes

Perguntou calmo. O cabeça-prata suspirou pesadamente e largou seu baixo.

Ranmaru: foi mal pessoal… to sem cabeça hoje pra ensaio.

Falou se dirigindo a saída da sala.

Camus: mas…!

Ele tentou impedir, mas Ai segurou seu ombro.

Ai: deixa ele ir, não vai sair nada de bom desse ensaio mesmo.

Camus franziu o cenho.

Camus: não ensaiamos direito há uma semana, o Kurosaki ta totalmente fora dos eixos.

Ai o olhou e pensou na talvez causa do albino estar assim.

Ai: “é o Reiji.”

..........................

Do outro lado do mundo…

?: quer dizer que o Reiji entrou mesmo para o Quartet Night?

?: sim. Ficamos surpresos quando ouvimos sobre isso, ele fará mais sucesso do que antes.

?: tem a turnê deles que acontecerá aqui na Europa, em um mês.

Um dos presentes ali sorriu.

?: é uma ótima oportunidade para vê-lo novamente. Eu sinto a falta dele…

?: tem certeza que é uma boa ideia? Você mudou muito e ele também.

?: sim. Ele gostará de me ver, tenho certeza.

Sorriu cinicamente.

............................

Reiji: mãeeee para com isso!!

Reiji tentava se desfazer dos carinhos exagerados da senhora Kotobuki.

Sra. Kotobuki: não posso mais abraçar meu filho?

Reiji: pode, mas não tanto. Eu tenho 23 anos e é constrangedor.

Tokiya sorria da cena a sua frente.

Tokiya: “agora entendo pra quem o sempai puxou.”

Ele se aproximou mais dos dois.

Tokiya: eu vou lá pra fora pra receber os clientes.

Sra. Kotobuki: oh sim, obrigada meu filho.

Sorriu simpática ao adolescente. Quando ele saiu Reiji perguntou.

Reiji: e a Raiko?

A senhora entristeceu seu olhar um pouco.

Sra. Kotobuki: ela ta ocupada com os estudos.

Reiji: e também não quer me ver, por isso há uma semana ela não aparece aqui.

Suspirou derrotado.

.....................

Tokiya estava na frente da loja recepcionando os clientes que desde quando ele começou a trabalhar lá, eram na maioria mulheres, apesar de não gostar muito do assedio se esforçava pra ser bastante carismático e conquistar mais o público, afinal estava recebendo muito bem pelo trabalho de meio período. Sem saber Tokiya estava sendo observado por um certo alguém de um café que ficava na direção oposta de onde trabalhava.

Otoya: o que eu to fazendo??

Ele perguntou desanimado e ao mesmo tempo envergonhado de suas próprias atitudes, estava assim há três dias diretos.

Otoya: de onde tirei a estupida ideia de me disfarçar e ficar espionando o Tokiya trabalhar na loja da família do Rei-chan?!

Deitou sua cabeça na mesa.

Garçonete: mais alguma coisa senhor?

Otoya: eh? Bom… me veja mais um suco de…

Ele olhou para os 9 copos sobre a mesa.

Otoya: laranja.

A jovem sorriu, pegou o dinheiro e se distanciou dele. Otoya voltou a suspirar.

Otoya: não importa quanto eu tente disfarçar… eu to sentindo falta dele.

Ele fechou os olhos.

Otoya: será possível… eu estar com ciúmes dele com o Rei-chan?

Otoya arregalou os olhos e uma grande gota surgiu em sua cabeça.

Otoya: não estou! Não estou! Não estou! Não estou! Não estou!!

Ele balançava sua cabeça negativamente de um jeito frenético que quem olhasse pensava que ele estava tendo um colapso.

Otoya: eu definitivamente não estou com ciúmes!! Isso é impossível! Eu sou hetero!

Ele fechou os punhos em frente a seu rosto convicto, pelo menos tentando ser.

Otoya: o motivo de eu estar aqui é simplesmente pelo fato da preocupação que sinto por ele, afinal é meu amigo, convivemos há um certo tempo, meu companheiro de banda e eu me preocupo com o bem estar dele.

Ele colocou a mão sobre a cabeça.

Otoya: é, é isso mesmo.

Riu que nem um doido mental. De repente seu olhar flagrou algo completamente desagradável, Tokiya ainda estava em frente à loja e estava sendo abraçado por… Reiji?! Os dois pareciam falar de algo muito agradável pela expressão sorridente de ambos e Tokiya nem estava incomodado pelo fato de Reiji estar o agarrando assim. Sim! Porque aquilo não era mais um abraço e sim um agarramento em via pública!

Otoya: o.o.o.o qu.que ele… ta…?!

Otoya sentiu seu cérebro fritar de raiva e deu um soco na mesa.

Otoya: o que ele pensa que ta fazendo deixando o sempai agarra-lo assim?!

Reiji falou algo no ouvido do moreno mais novo que sorriu de um jeito que fez o coração do ruivo bater mais rápido e também aumentou sua crise de nervos.

Otoya: pare de flertar desse jeito em público Tokiya!

Ele cerrou os punhos. Tokiya passou o braço ao redor do ombro de Reiji e incomodava o ruivo o fato deles estarem tão próximos e com sorrisos tão sedutores.

Otoya: você estava me amando não é?? Então como tem coragem de flertar desse jeito com o sempai?! Isso é traição seu grande bakaa!!

Ele estava indignado e se sentia uma criança perto de Reiji, afinal o moreno era mais velho, mais experiente e também muito mais malicioso e pervertido que ele, com certeza Reiji seria bom de cama e Tokiya podia estar fascinado com isso.

Otoya: tire suas mãos dele!! Deixe o Tokiya em paz sempai!!

Se via uma áurea negra ao redor do ruivo e só então notou todo o alvoroço que fez por ver aquela cena e caiu na real.

Otoya: hã?! Droga! Droga! O que eu to pensando? Preciso de terapeuta urgente!

Ele pulou quando sentiu uma mão tocar seu ombro.

Otoya: Ra…Ranmaru-sempai?!

Otoya entrou em choque vendo o Kurosaki a sua frente.

Ranmaru: por que estar aqui?

Perguntou se sentando e o olhando de esguelha. O ruivo estremeceu.

Otoya: eu? É… bom… eu…

Ele não sabia o que responder, Ranmaru sorriu de canto.

Ranmaru: coisa feia espionar seu amigo Otoya.

Otoya corou furiosamente.

Otoya: o que faz o senhor pensar isso?

Ranmaru: estar em um café de frente pra onde ele estar trabalhando, escolheu uma mesa com uma visão bem privilegiada e ainda por cima estar com esse disfarce ridículo, da próxima vez pelo menos jogue uma peruca, seu cabelo chama atenção a 100 metros de distância, um chapéu não cobre nada e não importa quanto goste de suco de laranja… ninguém toma 9 de uma só vez.

Tentava não rir da expressão encabulada que o ruivo ficou.

Otoya: bom… eu… to preocupado com ele, é isso.

Virou o rosto para o lado oposto. Ranmaru ficou observando os dois morenos do outro lado ainda abraçados e rindo, franziu o cenho irritado.

Ranmaru: por que não admite logo que o ama?

Ele apoiou seu cotovelo em cima da mesa e colocou seu queixo descansando na palma da mão.

Otoya: EEEHHH?!! M.Ma.Mas eu não…

Ranmaru: por favor Otoya! Que outro motivo estaria com ciúmes dele com o Reiji? E não diga que não estar, porque eu vi sua crise de nervos de minutos atrás.

Otoya estava em choque e não conseguia dizer nada.

Ranmaru: sabe… admitir é sempre melhor.

Ele olhou pra frente observando novamente os dois.

Ranmaru: o amor nunca quer saber se estamos preparados ou não para senti-lo, ele simplesmente vem e invade seu coração e cabe a você administra-lo. Ele te ama também e ficar negando, só trará mais sofrimento aos dois.

Otoya o olhava surpreso, nunca pensou que o sempai mais mal-humorado do Starish poderia pensar assim.

Otoya: eu… eu tenho medo do que posso sentir. Na verdade eu nem sei o que é.

Ranmaru: então descubra junto com ele.

O albino o olhou e sorriu minimamente.

Ranmaru: perder um amor, é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é que se perder um órgão, você morre e pronto, tudo acaba. Mas perder um amor, a dor pode ficar pra sempre.

Otoya ficou um tempo pensando e depois sorriu.

Otoya: obrigado sempai.

Ranmaru deu um meio sorriso.

Ranmaru: agora vá logo lá idiota. Se não aquele pervertido vai rouba-lo de você.

Otoya fez uma careta emburrada que quase tirou outro sorriso de Ranmaru.

Otoya: por que você veio aqui sempai? Veio falar com o Rei-chan?

Ranmaru engoliu em seco.

Ranmaru: ehn não. Vim tomar um suco.

Falou baixo, Otoya arqueou uma sobrancelha.

Otoya: de todos os cafés… justamente no café de frente a loja Bentô da família dele?

Sorriu cínico ao albino que fechou a cara.

Ranmaru: eu gosto do suco daqui ok?! É apenas uma coincidência que ele seja em frente à loja da família do Reiji!

Falou alto e Otoya sorriu.

Otoya: tudo bem, eu acredito.

Ranmaru bufou. Otoya se aproximou dele e falou perto ao seu ouvido.

Otoya: nesse fim de semana a família Kotobuki sempre participa de um evento beneficente do condomínio onde a mãe e a irmã mais nova do Rei-chan mora. Ele é a atração principal do evento, ele ocorre no condomínio mesmo. Talvez devesse ir lá, com certeza é uma oportunidade perfeita de consertar as coisas com ele. Peça o endereço ao Rin-chan.

Ranmaru arregalou os olhos e antes que pudesse dizer algo o ruivo saiu.

Ranmaru: merda…

Ele continuou observando o moreno.

Ranmaru: como posso consertar o que eu nem sei o que é?

Suspirou derrotado.

........................

Tokiya havia entrado pra ficar atrás do balcão e Reiji ainda permanecia na frente da loja conversando com algumas fãs.

Otoya: Rei-chan…

Reiji olhou pra trás e deu de cara com Otoya.

Reiji: Otoyan!! Que bom vê-lo!

Ele abraçou calorosamente o kouhai.

Otoya: bem… eu… poderia falar com o Tokiya?

Reiji sorriu abertamente.

Reiji: claro! Ele ta lá no balcão.

Otoya sorriu.

Otoya: obrigado.

Reiji: me perguntava quando você ia ter coragem de sair desse café e vir logo falar com o Toki.

Otoya arregalou os olhos.

Otoya: EEEHHH!! Você... sabia…??

Reiji sorriu travesso.

Reiji: eu sou brincalhão, mas não bobo Otoyan! Eu via perfeitamente você chegar lá, apesar do vidro ser escuro e não dar pra ver a parte de dentro, mas eu sabia que você deveria sentar em uma mesa de frente pra cá. Você ta nisso há três dias.

Otoya estava mais vermelho que seu cabelo.

Otoya: você… tava… com o Tokiya agora… de propósito?

Reiji colocou o dedo indicador em sua boca e ficou pensando uns segundos.

Reiji: talvez…

O olhou maliciosamente.

Reiji: queria ver se o ciúme te fazia tomar logo uma atitude.

Otoya acabou sorrindo dá risada espontânea do moreno.

Otoya: quer dizer que vocês não estão tendo nada?

Reiji riu mais.

Reiji: claro que não Otoyan! Toki é um gato, mas ele já tem dona, ou melhor, dono.

Piscou malicioso ao ruivo que voltou a corar.

Reiji: e também ele não faz meu tipo.

Estava com uma expressão sapeca no rosto.

Otoya: e qual seria seu tipo sempai?

Perguntou cínico e Reiji se surpreendeu pela pergunta e ficou pensando um tempo.

Reiji: hum… não sei.

Respondeu rindo.

Reiji: meu tipo é sempre aquele que for capaz de me atrair loucamente, não falo só de beleza física, a pessoa tem que ter algo… e esse “algo” que me atrai.

Respondeu por fim ao ruivo.

Otoya: e já encontrou esse “algo”?

Reiji ficou em silencio e preferiu não pensar em algumas coisas.

Reiji: não. Você tem sorte de tão novo e já ter encontrado um amor.

Otoya corou.

Otoya: eu não tenho certeza se amo o Tokiya.

Reiji: e não vai saber se não se permitir descobrir ao lado dele.

Otoya se surpreendeu pelo que o sempai havia dito, foi a mesma coisa que Ranmaru disse a minutos atrás.

Reiji: na minha opinião, você o ama… só precisa admitir pra si mesmo isso.

Otoya suspirou.

Otoya: não é errado… digo… um amor de dois homens?

Reiji ficou em silencio pensando na melhor resposta.

Reiji: eu acho que sendo amor, o resto é detalhe. Não importa se for de um homem e uma mulher, ou de dois homens… o que importa é a capacidade de amar alguém tão incondicionalmente. Além do mais em uma época que as pessoas não valorizam mais isso, e encontrar um amor tão bonito e correspondido é como ganhar na loteria.

Sorriu confortante ao menor que acabou sorrindo.

Reiji: vá lá falar com ele.

Piscou ao kouhai.

Otoya: sim.

.........................

Tokiya estava atrás do balcão atendendo aos clientes, no momento que Otoya entrou e se sentou num banquinho de frente ao balcão, Tokiya estava de costas para o mesmo.

Otoya: com licença…

Forçou um pouco a voz para o moreno não reconhecer de imediato.

Tokiya: sim, o que deseja?

Ele tomou um susto quando se virou e deu de cara com seu amigo, Otoya sorria ao moreno.

Tokiya: Otoya? O que você ta fazendo aqui?

Otoya: me disseram que a comida daqui é magnifica, fontes seguras.

Falou inocentemente e Tokiya sorriu minimamente.

Tokiya: posso afirmar que é, quer fazer logo o pedido?

Otoya: estou escolhendo, mas antes eu queria que desse um recado pra mim.

Tokiya estranhou.

Tokiya: o que e pra quem?

Otoya: queria que dissesse ao meu melhor amigo que ta me dando um gelo há mais ou menos mais de um mês… que sinto saudade dele. Meu novo colega de quarto é ótimo, mas ele não pode ser substituído.

Tokiya estava perplexo por aquela atitude do ruivo, mas acabou sorrindo.

Tokiya: tenho certeza que seu melhor amigo também sente sua falta, o seu companheiro de quarto era barulhento, mas ele gostava muito dele.

Otoya riu se divertindo com aquilo.

Otoya: eu… queria falar com você. Mas não aqui.

Tokiya ficou o olhando e se debruçou sobre o balcão, deixando os rostos deles bem próximos.

Tokiya: lá na academia, saio ás seis. Me encontre no antigo quarto do Cecil.

Sua voz estava baixa, deixando-a extremamente sensual e isso fez o ruivo estremecer. Tokiya sorriu.

Tokiya: algum problema?

Otoya: não, não… por que teria?

Balançava as mãos freneticamente.

Tokiya: talvez esteja com medo de ficar a sós comigo em um quarto?

Abriu um sorriso de canto maldoso e seu olhar estava com malicia.

Otoya: e.e.eu?? Não! Imagina Tokiya!!

O moreno continuou sorrindo maliciosamente e se curvou mais sobre o balcão falando ao pé do ouvido do ruivo.

Tokiya: eu não vou fazer nada Otoya

Sua voz estava carregada de sedução, principalmente quando sussurrou seu nome.

Tokiya: nada que você não queira.

Sorriu na orelha do ruivo sentindo-o estremecer novamente.

Otoya: esse tempo com o sempai não te fizeram bem.

Falou como desabafo. Tokiya se endireitou, mas ainda tinha o sorriso cafajeste no rosto.

Tokiya: não sei do que está falando. Sempai me ensinou muitas coisas proveitosas.

Otoya arregalou os olhos.

Otoya: como o que??

Tokiya sorriu e virou de costas.

Tokiya: quem sabe um dia te falo.

Acenou ao ruivo, deixando-o perplexo.

Tokiya: quando escolher o seu pedido me chame.

Sorriu sem Otoya notar.

..........................

Ranmaru caminhava pelas ruas ainda pensando no que poderia ter feito para Reiji agir assim.

Ranmaru: depois dizem que eu que sou o transtorno de personalidade ambulante… aquele cara muda de humor do nada.

Resmungou sozinho.

Ranmaru: a primeira vez foi porque o beijei, mas na verdade ele não tava com raiva, tava só surpreso. Mas e agora? Eu não fiz nada pra esse idiota!

Ele olhou para o céu, aquele dia estava lindo, o sol brilhava como nunca. O albino lembrou do que Otoya o havia dito minutos atrás.

Ranmaru: até que não é uma má ideia.

Sorriu e ligou para Ringo.

..................

Algumas horas se passaram e o Quartet Night estava em seu tão famoso “chá das cinco”, aquilo era indispensável a Camus que não recusava um doce acompanhado do seu tão famoso chá.

Todos já estavam na casa da banda, porém Reiji evitava sempre o máximo ficar muito tempo no mesmo ambiente que Ranmaru, ele não conseguia acreditar no que o ídolo fazia, aquilo era estupidez e infantilidade.

Ai: ta tudo pronto…

Ele comentou olhando para a mesa da varanda.

Ai: Syo!

Ele gritou o nome do namorado que havia ido passar a tarde com ele.

Syo: que foi?

Apareceu vestindo sua camisa.

Ai: você pode chamar o Reiji pra mim? Ele ta no jardim. O Ranmaru e o Camus eu procuro.

Syo balançou a cabeça consentindo e foi na direção do enorme jardim da mansão.

....................

Reiji havia sentado em um pequeno banco que havia naquele jardim, ele adorava admirar a beleza daquela variedade de flores, o paisagista que fez aquilo era um gênio. Mas acabou ficando um certo tempo ali e adormeceu deitando no banco.

Ranmaru passeava pela casa tentando ver o que falaria ao moreno no dia seguinte e pensando nele acabou vendo o mesmo deitado no banco do jardim, automaticamente foi se aproximando do Kotobuki sem se deixar notar pelo moreno.

Ranmaru: “esse idiota dorme aqui, vai acabar ficando com dor nas costas…”

Pensou observando todo o rosto do moreno, vendo cada detalhe mínimo. Nunca tinha parado pra olhar Reiji direito e notou o quão bonito e gracioso o Kotobuki conseguia ser. Apesar dos 23 anos e ser um homem, ele tinha uma feição tão delicada e adolescente, parecia um menino dormindo. As pálpebras pressionando sobre a pele de seu rosto, os lábios levemente entreabertos a respiração estável, tudo era tão… atraente.

Ranmaru sem mesmo notar acabou levando sua mão destra ao rosto do Kotobuki, o acariciando de leve, não queria acorda-lo, ele era tão perfeito assim dormindo e nem parecia aquela carranca azeda toda vez que o olhava há uma semana.

Ranmaru: “o que foi que eu te fiz??”

Ele perguntou mentalmente e foi se aproximando do rosto do moreno, os olhos heterocromáticos desceram para a boca pequena, levemente carnuda e delineada de Reiji. Quanto mais ele se aproximava, suas respirações começavam a se misturar e Ranmaru notou que seu coração começou a bater em um ritmo frenético, sua respiração se tornou descompassada, Reiji era capaz de causar todas essas reações em seu corpo até mesmo dormindo.

..................

Syo caminhava pelo jardim procurando o moreno quando viu tal cena: Reiji deitado sobre o banco, aparentemente dormindo e Ranmaru bem perto dele… mas bem perto mesmo.

Syo: o que ele ta fazendo?

Ele pensou em ir lá, mas algo dentro dele achou melhor esperar pra ver o que aconteceria.

...................

Ranmaru se aproximava mais e mais do colega de banda, Reiji nem fazia menção de acordar. O albino tirou uma mecha do cabelo de Reiji de seu rosto, o revelando ainda mais.

Ranmaru: “se ele acordar.... to ferrado, mas… mesmo com esse risco eu…”

Mordeu o lábio inferior levemente encarando a boca do moreno e se curvou mais sobre o corpo do mesmo.

Ranmaru: “simplesmente não consigo resistir a ele.”

Sua boca tocou delicadamente a do Kotobuki, aquilo tava longe de ser um beijo de verdade, era mais um tocar de lábios, porem mesmo com aquele ato simples… o coração do albino saltou pra fora de um jeito incomum. Ele pressionou seus lábios mais nos de Reiji e umedeceu levemente a boca do moreno, ele queria beija-lo mais, queria toma-lo todo para si, queria escutar Reiji gemendo em seus braços como naquele dia.

Ranmaru: “se controle Ranmaru!”

Ele se afastou de Reiji com delicadeza e confirmou o fato que o moreno ainda dormia.

Ranmaru: “ele ta me transformando em um ser estranhamente idiota!”

Suspirou passando as mãos no cabelo e levantando, mas antes de ir deu um beijo suave na testa do moreno.

Ranmaru: “não posso cometer o erro de deixa-lo bagunçar minha vida.”

Pensando isso ele se afastou do moreno a passos largos.

.....................

Syo estava em choque por ter visto tal cena.

Syo: Ranmaru… Reiji… os dois…

Ele tava pálido como cadáver, jamais imaginou nem no seu maior surto ver Ranmaru assim… tão gentil, amoroso e pior ainda com Reiji. Eles sempre se estranhavam, Ranmaru brigava com ele o tempo inteiro e agora ele o beijou e pior ainda na boca?!

Syo: Rei-chan ta dormindo, então isso significa que… eles não tem nada oficialmente, ou seja…

Syo arregalou mais os olhos azuis.

Syo: ele ta gostando do Reiji.

Camus: quem ta gostando do Kotobuki?

Syo: HÁÁÁH!!

Ele gritou pelo susto.

Ai: Camus! Syo não pode se assustar assim!

Ele o repreendeu irritado, Camus suspirou.

Camus: desculpe. Mas então?

Syo: então o que?

Perguntou nervoso.

Camus: não se faça de idiota Kurusu! Quem ta gostando do Kotobuki?

Ai e ele olhavam para Syo curiosos, ele não sabia o que dizer. Algo dentro dele gritava desesperadamente para não dizer que era o Ranmaru, afinal isso traria problemas a todos

Syo: bom… eh… eu tava pensando no problema do sempai, do Tokiya e do Otoya. Tenho medo do Tokiya ta começando a gostar do sempai e o baka do Otoya descobrir agora que ama o Tokiya.

Eles olhavam pra ele meio perplexos pela confusão que ele tinha feito nas palavras.

Syo: vocês entenderam!

Falou emburrado virando a cara, Ai sorriu.

Ai: sim entendemos. Mas acho que o Reiji jamais gostaria do Tokiya-kun, ele tava só provocando o Otoya.

Camus: você acha?

Ai: sim. Mas vamos logo lanchar, vão na frente, eu acordo o Reiji.

Eles concordaram e foram na direção da varanda.

.........................

Logo a noite chegou e Otoya estava nervoso em frente ao antigo quarto que Cecil dormia.

Otoya: vamos Otoya! Coragem…

Ele respirou fundo e bateu na porta, não demorou para Tokiya abrir e logo sorriu vendo o ruivo. O coração do Ittoki acelerou com aquele sorriso.

Tokiya: vamos conversar aqui na porta?

Perguntou sorrindo cinicamente vendo o nervosismo do amigo. Otoya corou.

Otoya: desculpe…

Otoya entrou e logo se sentou na grande cama espaçosa.

Tokiya: então…

Ele se sentou na poltrona em frente a cama.

Tokiya: o que queria falar?

Otoya ficou o olhando e suspirou.

Otoya: “o que eu digo?? Tokiya é o seguinte: eu não sei se te amo, então me ajude a descobrir. Não, não, é péssimo! Então: eu sinto sua falta, mas não sei se é amor e ficaria feliz que me ajudasse a entender o que sinto. Não, ta ridículo!! Então essa: Tokiya eu sei que sinto algo por você, mas não sei se é amor. Rei-chan me disse pra descobrir com você e… AAAAH EU NÃO SEI O QUE DIGO!!”

Ele fazia mil e uma caretas e estava assustando Tokiya.

Tokiya: Otoya… ta tudo bem?

Otoya: eeeeh… sim. Tokiya… eusintosuafalta!

Tokiya: hã??

Otoya falou tão rápido que o moreno nem entendeu.

Tokiya: respira Otoya. E me diz o que é?

Otoya suspirou.

Otoya: eu sinto sua falta.

Ele falou mais calmo e olhando para o moreno que ficou meio surpreso e depois sorriu.

Tokiya: eu já disse que também sinto sua falta.

Otoya: mas é diferente!

Ele falou alto.

Otoya: eu quero que volte para o nosso quarto! Eu quero que volte a falar comigo como antes! Eu não quero ver você me afastando e tão próximo do sempai! Eu não gosto de vê-los juntos!

Ele estava com o desespero visível na voz, Tokiya o olhava chocado.

Otoya: não quero que ame ele… você me amava não era?

Tokiya corou.

Tokiya: você ta com… ciúmes?

Ele perguntou e escondeu o sorriso que queria vir.

Otoya: sim… eu acho qu…

Tokiya se levantou rapidamente e o beijou com toda a paixão que tinha em seu peito pelo ruivo. Otoya se surpreendeu, mas não recusou o beijo e dessa vez tentou ficar a altura do moreno com os movimentos de suas línguas. Tokiya abraçou todo o corpo do amigo e o trouxe mais para si, Otoya passava as mãos entre o cabelo e a nuca do moreno, os acariciando, se separaram ofegantes.

Otoya: eu acho que eu te amo.

Ele depositou suas mãos no peito do moreno que subia e descia ofegante e foi capaz de sentir o coração dele acelerar depois da confissão.

Tokiya: eu te amo Otoya! Aquilo com o sempai… foi só um jogo, ele queria que ficássemos juntos.

Otoya chocou

Otoya: vocês estavam me enganando o tempo inteiro??

Tokiya não segurou o riso da indignação do menor.

Tokiya: foi por uma boa causa. Eu jamais teria me declarado e nem você descoberto o que sentia.

Otoya sorriu.

Otoya: eu ainda mato vocês dois.

Tokiya sorriu malicioso.

Tokiya: eu morro feliz se for sufocado por sua boca.

Otoya: Tokiya!!!

Ele repreendeu corado. Tokiya desceu sua boca para o pescoço do ruivo que foi incapaz de segurar o gemido.

Otoya: T.Tok.Tokiya… eu... ahn

Ele foi jogado na cama com o moreno em cima dele o beijando sem parar do queixo ao pescoço.

Tokiya: desculpa Otoya… mas eu passei tanto tempo querendo beijar, tocar você… que não consigo mais me segurar.

Otoya corou violentamente.

Otoya: Tokiya eu…

Tokiya: eu não vou te forçar a nada, eu só quero poder ficar assim com você por mais um tempo.

Otoya sorriu entre o gemido.

Otoya: tudo bem.

Eles se beijaram de novo. Tokiya desceu lentamente sua mão pelo corpo do ruivo, aproveitando cada detalhe dele. Otoya gemeu quando o moreno enterrou seu quadril com o dele e dando vários chupões em seu pescoço. Tokiya tirou a camisa do menor revelando seu peito definido que Tokiya sempre sentiu vontade de tocar.

Otoya: aahn Tokiyaaa...!

Ele gemeu quando Tokiya começou a mordiscar seus mamilos, lambê-los, chupa-los. O moreno não continuou muito ali, logo desceu lambendo todo o caminho que o guiava a calça do Ittoki, ele viu que o ruivo enrijeceu um pouco.

Tokiya: eu posso parar. Não precisa ficar com medo Otoya.

Otoya respirava ofegante.

Otoya: eu sei, eu só… não to acostumado.

Ele virou o rosto enrubescido.

Tokiya: o problema porque sou homem?

Otoya balançou a cabeça em negação.

Otoya: é porque eu nunca fiz isso mesmo, nem mesmo com mulher. Você sabe… aquele nosso beijo… foi o primeiro que eu dei.

Tokiya arregalou os olhos pasmo.

Tokiya: você nunca tinha beijado??!

Otoya: n.não…

Respondeu corado e Tokiya sorriu abertamente o fitando.

Otoya: não me olhe assim! E pior ainda sorrindo!

Tokiya riu.

Tokiya: desculpe, mas…

Ele voltou a ficar por cima dele e beijou de leve seus lábios.

Tokiya: saber que eu fui o único que te beijei… me deixa feliz.

Otoya apesar de estar corando furiosamente sorriu pelo comentário do moreno.

Tokiya: e saber que sou o único que te tocou assim também…

Ele passou a massagear o membro dele sobre o tecido e isso fez Otoya gemer mais alto.

Otoya: T.Tokiyaa.... Você é um… pervertido…

Ele virou o rosto quando Tokiya aumentou a pressão sobre sua ereção.

Tokiya: você não parece não estar gostando disso…

O ruivo mordeu os lábios.

Otoya: Tokiya?

Tokiya: hm?

Otoya: me faça seu…

O moreno se surpreendeu, mas rapidamente esboçou um sorriso malicioso.

Tokiya: mas você já é meu Otoya, eu não pedi oficialmente, mas somos namorados agora né?

Otoya corou.

Otoya: sim… mas…

Ele o olhou suplicante.

Otoya: eu quero pertencer a você… não é isso que você sempre quis? Me ter, pois então, me tenha.

Tokiya estava surpreso com tudo aquilo, Otoya era inocente demais pra falar tudo aquilo de uma vez só.

Tokiya: eu disse que não queria te forçar.

Otoya: não estar me forçando! Eu quero!

Ele falou decidido e se colocou por cima do moreno que de novo se surpreendeu.

Otoya: agora eu sei… eu sempre te amei Tokiya, sempre.

O moreno embaixo dele sorriu.

Tokiya: você me deixa feliz ouvindo isso.

Otoya sorriu.

Otoya: você vai ter que me ensinar, eu não sei nada.

Tokiya sorriu.

Tokiya: eu posso perfeitamente fazer isso.

Otoya riu e o beijou de novo. O beijo não estava mais calmo e sim urgente, o desejo evidente neles, Otoya tentava acompanhar o ritmo do moreno. O ruivo fez a mesma coisa que o parceiro anteriormente tinha feito, lambeu e mordiscou o pescoço de Tokiya, as vezes subindo com sua língua até o queixo do moreno e terminando em uma leve mordida na região.

Tokiya: aahn…

Tokiya não pode deixar de gemer com aquilo. Otoya continuava o beijando no pescoço enquanto suas mãos desciam pelo peito do Ichinose, sentindo cada musculo definido sob o tecido e rapidamente tirou a camisa do mesmo com a ajuda do moreno. Começou a beijar o tronco de Tokiya ao mesmo tempo que tocava os mamilos deste com as mãos. Depois, passou a chupá-los e mordiscá-los levemente, arrancando gemidos e mais gemidos do moreno, que o deixava mais excitado.

Tokiya: Otoya… aahn… você é muito bom nisso…

Tokiya não aguentou mais quando viu Otoya tirar sua própria calça e depois tirar a dele e “sentir” o quão excitado o ruivo já estava. O moreno inverteu as posições se colocando novamente em cima dele e tocou o membro do menor fazendo Otoya gemer baixinho e querer tirar logo a cueca que usava. Tokiya riu.

Tokiya: você é muito apressado amor…

Otoya: não faça joguinhos Tokiya!

Tokiya continuou acariciando e desceu seu rosto pra ficar a altura da ereção do parceiro.

Otoya: por favor…

Tokiya: por favor o que?

Otoya: não me provoque!

Tokiya: provocar? Desse jeito?

Tokiya deu uma lambida lenta no membro embaixo do tecido da cueca fazendo Otoya gemer alto. Tokiya sorriu e tirou de vez a cueca do ruivo e não demorou pra abocanhar seu membro, o chupando com vontade enquanto seus olhos azuis observavam cada expressão de êxtase do ruivo e isso o deixava mais insano. Tokiya variava entre a boca e as mãos deixando Otoya louco de tesão e não demorou pra ele se derramar na boca do moreno que engoliu sem delongas.

Tokiya: seu gosto é ótimo.

Otoya estava ofegante e corado.

Otoya: eu… eu… queria...

Tokiya: você quer fazer em mim?

Indagou surpreso, Otoya corou, mas admitiu. Tokiya se sentou na cama e o ruivo engatinhou até ele meio envergonhado e retirou a boxer do moreno, arregalou os olhos levemente observando o “TAMANHO” do parceiro.

Otoya: eu não fazia ideia que…

Tokiya riu.

Tokiya: serei cuidadoso com você Otoya.

Falou tentando acalmar os nervos do ruivo que estava se perguntando se aquilo caberia nele. Otoya concordou sorrindo levemente e tocou o membro do Ichinose com delicadeza e primeiro começou uma sessão de bombeamento que ia aumentando de velocidade à medida que os gemidos de Tokiya ficavam mais altos. Otoya sem se segurar mais levou a boca até o membro, abocanhando primeiramente a cabeça e depois calmamente foi colocando o máximo que podia em sua boca, enquanto acariciava as bolas do moreno. Tokiya gemia muito, Otoya apesar de não ter experiência alguma estava indo muito bem, tão bem que ele não aguentou e logo gozou em sua boca, puxando-o em seguida para um beijo afoito experimentando o próprio gosto.

Tokiya: eu não aguento mais…

Confessou o olhando diretamente nos olhos.

Otoya: eu também não aguento mais, me faça seu agora.

Pediu de um jeito manhoso perto da boca de Tokiya que não resistiu mais e voltou a deita-lo na cama, dessa vez de bruços com o quadril empinado pra cima. Tokiya lubrificou seus dedos e foi colocando um a um dentro do ruivo que deixou um gemido de dor escapar.

Tokiya: vai passar amor… eu prometo.

Otoya concordou e uma gota de suor caiu de sua testa, aquilo doía e era desconfortável, fora o constrangimento daquela posição, ele sentia seu rosto pegando fogo de vergonha. Tokiya ficou mexendo seus dedos cuidadosamente dentro do Ittoki pra encontrar seu ponto de prazer, aquilo estava demorando demais, queria acabar com o sofrimento do mais novo.

Otoya: aaaah!!

Ele deu um grito assustado de prazer quando Tokiya acertou um certo ponto, isso fez o moreno sorrir.

Tokiya: finalmente.

Ele continuou a estoca-lo com os dedos só naquele ponto fazendo os gemidos do mais novo aumentar mais e mais.

Otoya: Tokiya… se coloque dentro de mim logo. Por favor…

Tokiya: acha que está preparado?

Otoya: não acho, mas preciso de você agora.

O moreno sorriu e posicionou seu membro na entrada do menor, foi empurrando com cautela e calma, não queria machuca-lo e a primeira vez sempre era difícil. Otoya fechou os punhos e os olhos, os pressionando com força tentando reprimir os gemidos de dor.

Otoya: “Tokiya é grande demais… parece que nunca entra tudo.”

Ele pensou, Tokiya entrou finalmente todo dentro dele.

Tokiya: Otoya… você ta me deixando preocupado. Eu posso parar e…

Otoya: eu vou me acostumar, me dá só um tempo, por favor Tokiya.

Ele pediu choramingando, seus olhos estavam lacrimejantes pela dor e o desconforto. Tokiya alisava gentilmente a costa do ruivo e dava beijos leves perto de sua nuca, tentando faze-lo esquecer a dor um pouco.

Otoya: Tokiya… você pode ir agora…

Ele mordeu o lábio inferior quando Tokiya começou a se movimentar, apesar de estar lento, ainda doía. Tokiya sentia seu membro pulsar dentro do ruivo que era tão apertado, tão quente, sentia seu membro praticamente ser engolido pelo menor. Tokiya queria acelerar, ir mais rápido, mas isso machucaria o parceiro e era a última coisa que ele queria. Otoya soltou a respiração quando a dor começou a ser lentamente substituída pelo prazer e quando Tokiya acertou novamente seu ponto Otoya gemeu alto.

O prazer veio de imediato depois de algumas estocadas em sua próstata, Otoya já estava gemendo em plenos pulmões e isso acalmou o moreno.

Otoya: Tokiya… aumente… eu quero mais…

Ele agarrou o lençol quando o moreno o penetrou fundo que o fez ver estrelas, a força e a velocidade eram crescentes, Tokiya não se segurava mais e Otoya gemia como um louco pelo prazer proporcionado. As mãos do moreno agarravam com força o quadril do Ittoki que possivelmente deixaria marcas roxas no dia seguinte, Otoya gemia o nome do parceiro de forma aguda e isso fazia Tokiya ficar mais excitado e ir com mais força.

Sempre imaginou esse momento, porém pensou que ele jamais chegaria. Mas apesar de já ter fantasiado inúmeras vezes, a realidade era 100 vezes melhor. Otoya era delicioso e tão quente e o jeito que ele gemia, sua voz estava embargada de desejo e prazer. Os corpos de ambos estavam suados, suas peles se chocando com os movimentos bruscos de seus corpos, a cama rangia e a voz de ambos ecoavam pelo cômodo inteiro.

Otoya: Tokiya… eu não aguento… mais … eu vou…

Tokiya mordeu o lábio inferior e se inclinou mais sobre o ruivo, pegando seu membro e começou a bombeá-lo simultaneamente o fazendo gritar de puro êxtase.

Tokiya: pode gozar pra mim Otoya…

O ruivo fechou os olhos em deleite e seu tronco se arqueou quando o orgasmo chegou, depois de umas duas estocadas fortes Tokiya também gozou se despejando dentro dele. Otoya arregalou os olhos e gemeu novamente sentindo ser preenchido pelo sêmen do parceiro.

Otoya: quente…

Sussurrou ofegante deitado ainda de bruços na cama, não tinha forças nem pra se mexer direito. Tokiya sorriu e se deitou próximo a ele o puxando.

Tokiya: Otoya você quer… namorar comigo?

O ruivo sorriu sonolento e se aconchegou mais perto do moreno.

Otoya: sim… eu te… amo.

Falou pegando no sono Tokiya ainda ficou um tempo analisando a expressão serena do agora namorado.

Tokiya: também te amo.

Sussurrou e pegou no sono abraçado ao lado do parceiro.

Notas finais
E aí meus amores o que acharam?? Espero que tenham gostado e aprovado o lemon, ainda fico meio tensa em escrever *_* Ah! Gostaria de saber se vocês gostariam de outra fic RanxRei? To tendo umas ideias pra umas duas fics, mas não sei se faço, quero ver se termino uma fic que tenho em andamento pra poder ficar com a mente mais livre kkkkkk Me digam o que acham blz? Obrigada por lerem! Beijos!