Coincidências do Amor
9 Dois babacas, pesadelos, diversão, encontros e descoberta.
Notas iniciais
POV ALLY
Spencer e eu chegamos ao hotel cada um puxando sua mala e não estávamos de mãos dadas e o babaca da recepção já veio de gracinha.
Recep: Bom dia, os senhores têm reserva?
S.R – Sim nós temos. – ele entregou o passaporte – Está no meu nome.
Recep: O senhor fez reserva para um quarto correto? – Spencer assentiu e vi o babaca franzir o cenho e depois olhar de mim para ele – Mas acho que houve um erro, vocês querem um quarto com duas camas de solteiro correto, foi reservado uma suíte. – eu não disse que ele é um babaca-
ALLY – Não é um engano, nós queremos uma suíte. – ele me olhou com olhos arregalados, abre e fecha a boca feito um peixe -
Recep: Vocês dois são um casal? – vi Spencer ficar vermelho, não sei se de vergonha ou de raiva –
S.R – Não entendi o porquê da pergunta. – melhor eu intervir-
ALLY – Não vejo motivos para lhe darmos explicações, queremos subir para o nosso quarto, estamos cansados. Você vai nos dar a chave ou podemos procurar outro hotel onde o serviço seja mais profissional e eficiente?
Passado esse pequeno imprevisto estávamos no elevador subindo para o nosso quarto junto com um carregador que também parecia inconformado com o fato de sermos um casal. Qual é o problema desses homens? Pois não me intimido com isso, me agarro a Spencer e o beijo manhosamente e quando ouço o dings do elevador anunciando que chegamos, dou um selinho estalado e digo que o amo, fazendo com que ele fique envergonhado. Quando estamos sozinhos no quarto ele me olha e sei que ele quer me dizer alguma coisa, posso até imaginar sobre o que é, mas ele está receoso.
ALLY – O que foi meu amor sei que quer dizer algo?!
S.R – Você não tem vergonha de andar por aí comigo? Não sente vergonha dos outros saberem que somos namorados?
ALLY – Mas é claro que não, aquele cara lá em baixo é um babaca, você é o meu amor. Pense que eu te amo e todo o resto não importa, porque eu não me importo.
S.R – Eu também amo você. – ele disse com meu sorriso preferido nos lábios-
Nos aproximamos um do outro e nos beijamos, a sensação de estar nos braços dele é simplesmente incomparável, tão sublime. Nos separamos com selinhos, depois cada um tomou seu banho e deitamos para descansar. Afinal eu queria muito aproveitar o dia nesse pequeno paraíso.
POV REID
Tínhamos finalmente chegado ao nosso destino estávamos em um taxi a caminho do hotel e Ally estava quase dormindo encostada em mim, como pode? Ela só come e dorme, não sei como não é gorda.
Quando chegamos ao hotel, paguei a corrida do taxi e não tinha nenhum carregador de malas à vista, mas como cada um de nós levou apenas uma fomos capazes de levar nós mesmos. Quando nos aproximamos da recepção do hotel havia somente um homem, o qual olhou demais pra Ally, acredite, eu entendo o deslumbre dele, mas não impede que eu fique com ciúmes. Afinal de contas eu sou inseguro, mas isso não muda o fato dela ser minha... Espera. o que foi que eu disse? Minha? É a primeira vez que falo com tanta possessividade em relação á ela, mas é um fato. Ela é minha. Quando chegamos até a recepção à única coisa que queremos é nosso quarto para podermos descansar. É estranho como antes eu nem pensava em arranjar uma namorada e do dia para a noite estou mais do que acostumado a dormir com uma. Será que esse meu vício nela vai ficar ainda maior depois que nós tivermos mais intimidade?
Recep: Bom dia, os senhores têm reserva?
S.R – Sim nós temos. – eu digo e entrego meu passaporte já que fui eu quem fiz reserva – Está no meu nome.
Recep: O senhor fez reserva para um quarto correto? – concordo com um aceno de cabeça e vejo-o franzir o cenho, e depois olhar alternadamente de Ally para mim – Mas acho que houve um erro, vocês querem um quarto com duas camas de solteiro correto, foi reservado uma suíte. – ah sim, agora eu entendi. -
ALLY – Não é um engano, nós queremos uma suíte. – ele a olhou com olhos arregalados, e abriu e fechou a boca várias vezes como se não soubesse o que dizer, ele está chocado por sermos um casal, e eu entendo, também estou chocado.
Recep: Vocês dois são um casal? – sinto meu rosto esquentar, e posso apostar que estou vermelho de vergonha, o que me faz pensar: Ally tem vergonha de mim? –
S.R – Não entendi o porquê da pergunta. – mas ele não tem uma oportunidade para me dizer esse porque, pois a Ally o interrompe deixando ele sem jeito. -
ALLY – Não vejo motivos para lhe darmos explicações, queremos subir para o nosso quarto, estamos cansados. Você vai nos dar a chave ou podemos procurar outro hotel onde o serviço seja mais profissional e eficiente?
Dou um pequeno sorriso com isso, eu sei que ela me ama, ela demonstra isso a todo o momento, mas às vezes me pergunto se esse amor não é mais gratidão ou se ela não está confusa por eu aceitar o fato dela ter sido violentada. Estamos no elevador com um carregador de malas e a Ally está com a cabeça apoiada em meu peito, e me parece que o recepcionista não é o único chocado por sermos um casal. Qual é o problema deles afinal? Ela deve ter percebido isso também, pois ela se vira completamente pra mim me abraça pelo pescoço e me beija feito uma gatinha manhosa, quando ouvimos o dings do elevador anunciando que chegamos ao nosso andar, ela me dá um selinho bem barulhento e diz que me ama, fazendo com que eu fique envergonhado. Finalmente depois de dar uma gorjeta ao carregador estamos sozinhos na nossa suíte, muito confortável por sinal, quero perguntar algo para ela, mas sei que ela vai ficar brava, isso faz com que eu fique receoso. Mas ela como a boa Psicóloga que é percebe isso e me pergunta o que há.
ALLY – O que foi meu amor, eu sei que quer dizer algo?! – eu respiro fundo e tomo coragem. -
S.R – Você não tem vergonha de andar por aí comigo? Não sente vergonha dos outros saberem que somos namorados?
ALLY – Mas é claro que não, aquele cara lá em baixo é um babaca, você é o meu amor. Pense que eu te amo e todo o resto não importa, porque eu não me importo. – ela não ficou tão brava como eu pensei que ficaria. -
S.R – Eu também amo você. – confesso algo que está mais do que explícito e sorrio para ela, mostrando que estou bem. -
Nos aproximamos e nos beijamos, suave e sublime. Eu adoro a sensação de ter ela em meus braços, ela se encaixa perfeitamente neles, quase como se tivesse nascido para estar sempre ali. Quase? Não, ela nasceu pra estar nos meus braços, meu objetivo de vida é fazê-la feliz. Torná-la minha de corpo e alma, e ser o porto seguro dela. Depois de nos beijarmos, decidimos quem vai tomar banho primeiro, e logo depois estamos deitados, ela vira de costas para mim, mas pede que eu a abrace, chego mais perto e não posso evitar meu nervosismo sabendo que ela está somente de lingerie, ela agora tem a mania de dormir assim, mesmo tendo ela com pouca roupa em meus braços, eu a puxo para bem perto de mim e fuço seus cabelos com o nariz para que eu sinta seu cheiro maravilhoso enquanto tendo dormir, o que não demora. Hoje depois que acordarmos vai ser um dia para aproveitarmos esse lugar ou talvez noite, e tentar criar momentos inesquecíveis para nós dois.
POV ALLY
Acordei com a sensação de que algo estava errado, e quando me virei na cama soube o que era Spencer estava tendo um pesadelo e parecia estar querendo se livrar dele, mas não conseguia. Fiquei de joelhos na cama e segurei em seus ombros o sacudindo levemente e chamando seu nome carinhosamente. Foi quando ele disse meu nome de modo sôfrego, o que me assustou, então eu segurei seu rosto com as duas mãos e beijei seus lábios na esperança de que aquilo o acalmasse logo depois me afastei e sussurrei em sua orelha.
ALLY – Acorda garotão. – isso fez com que ele se sobressaltasse quase me derrubando da cama, até ele se assustou com sua atitude. -
S.R – Onde? ... O Que? ... Oh meu Deus, Ally... Me... Desculpe-me meu amor, eu quase te derrubei você se machucou?
Ele estava com os olhos apavorados parecendo um bicho o qual foi acuado por caçadores, ele precisa de mim tanto quanto eu preciso dele.
ALLY – Não meu amor, vem aqui. – deitei na cama novamente, o puxando para mim, para que eu fosse seu travesseiro, ao contrário do normal. — Se acalme, tente dormir de novo ou pelo menos relaxe. – me quebrou mais ainda quando ele enterrou o rosto em meu pescoço e começou a chorar.
S.R – Esses sonhos estão acabando comigo Ally, não quero dormir, eles só desaparecem quando estou com você.
ALLY – Parece que isso acabou de mudar garotão.
S.R – Não, eu só tive pesadelo porque está muito calor para dormirmos abraçados, e eu me afastei durante o sono. Você me acalma, seu cheiro me acalma.
ALLY – Quer falar sobre seus pesadelos? – perguntei cautelosamente. -
S.R – Não estou pronto para isso ainda, me desculpe. Eles são perturbadores e as vezes vergonhosos.
ALLY – Tudo bem, quando você quiser estarei aqui. Mas vamos sair dessa cama, vem. Vamos sair do quarto, já é fim de tarde, olha, vamos ver o que podemos fazer ainda hoje.
Ao ver minha animação, ele pareceu se empolgar, então fomos nos arrumar, quando saí do banheiro me deparei com o que já estava preparada, Spencer com calça de sarja preta e camisa, não pude evitar uma gargalhada estrondosa ao vê-lo indeciso na escolha da gravata, e também não pude evitar rir ainda mais com sua expressão confusa com minha atitude e abobalhada ao ver meu biquíni e minha saída de praia aberta.
S.R – Ham... Você vai sair assim? – ele parecia incomodado e envergonhado pela pergunta – Porque você está rindo?
ALLY – Ai Spencer, é por isso que eu amo você, por sua inocência. Eu estava pensando em mergulhar um pouco. E eu estou rindo da sua roupa amor, sério que você está indeciso em qual gravata colocar para descer para a piscina? – ainda bem que sou mulher, e uma mulher sempre está preparada. –
S.R – Eu só tenho essas roupas – ele pareceu ponderar minha pergunta com mais calma, e franziu levemente a testa. – Me desculpe nem pensei nisso, acho que vou ter que deixar você descer sozinha. – ele pareceu incomodado, e olhou para minha roupa novamente. -
ALLY – Nada disso, eu já sabia que isso ia acontecer, e por isso eu trouxe roupas para você. – sua carinha confusa me déia fascinada — Não faça essa cara, eu trouxe, vem está na minha mala.
S.R – Por que você não me disse tinha colocado na minha mala. E poderia sei lá, ter saído para comprar.
ALLY – Spencer, você não compraria nada por ficar com vergonha, eu te conheço. E além do mais eu gosto de fazer isso, me deu uma desculpa para fazer compras.
Passado esse episódio descemos para a piscina do hotel, ele ainda estava incomodado com a roupa dele, acho que Spencer nunca entrou numa piscina para se divertir, mas seu incômodo maior era por causa da minha roupa. Ele é tão inseguro que não percebe que tem mulheres olhando para ele com olhos ligeiramente apetitosos. Eu sei muito bem que essa carinha dele de inocente, esse corpo sarado por natureza, sem exageros e seus cabelos bagunçados e longos chamam a atenção e quando essas vacas me vêem ao lado dele, me olham dos pés a cabeça com olhar de desprezo, mas ao verem meus atributos, aceitam que somos perfeitos um para o outro.
Estávamos agora cada um em sua espreguiçadeira, eu estava de óculos escuros e com a respiração bem calma, Spencer estava achando que eu estava dormindo, mas na verdade estou de olho nas sem vergonha que estão de olho no meu homem. Ouço uma garçonete se aproximar, de olhos bem atentos ao meu homem.
Garç – Spencer? Doutor Spencer Reid? – opa, como ela sabe o nome dele? -
S.R – Ham, quem é... Oh meu Deus, Austin? Quase não a reconheci. – duas vezes opa, como é que ele sabe o nome dela? -
Austin – Pois é, faz tempo que não nos falamos, na verdade eu perdi seu número, estava com esperanças que me ligasse, mas isso não aconteceu. – piranha, deixe de dar em cima do meu homem. Eu continuo quieta para ver onde isso vai dar. -
S.R – Muitas coisas aconteceram desde que nos falamos pela última vez, tive alguns problemas de saúde, fui baleado duas vezes e perdi uma pessoa. Acho que acabei me esquecendo, desculpe. – porque ele está dando explicações para ela? Será que eles tiveram alguma coisa? -
Austin – Mas está tudo bem? E eu sinto pela sua perda. O que faz aqui sozinho? Posso te mostrar a cidade á noite, eu moro aqui faz pouco tempo, mas conheço alguns lugares interessantes. – tipo o seu quarto? Não se eu puder evitar vadia. Já ia me manifestar quando ouço a voz de Spencer. -
S.R – Eu adoraria, mas não estou sozinho aqui Austin, eu...
Austin – Claro você deve ter vindo a trabalho, mas acho que pode escapar um pouco não?! – Ora, mas... Como se atreve?
S.R – Não estou a trabalho e mesmo que estivesse não poderia, estou com minha namorada. – que um urso me coma viva se eu não queria gritar na cara da vadia, Rá, se deu mal, saia de perto dele. -
Austin – Mas porque ela não está junto de você? Alguém pode se aproveitar sabia? -
S.R – Ela sabe que só tenho olhos para ela, e ela está aqui... – sinto que ele se mexe para me acordar. – Amor, acorda quero te apresentar uma pessoa... Neném acorda. – finjo que estou despertando e dou meu melhor sorriso pra ele. -
ALLY – O que foi garotão, porque me acordou? – tiro meus óculos e lhe dou um selinho, como se nada estivesse acontecendo, e ele fica com o rosto em chamas. -
S.R – Acabo de reencontrar uma amiga, quero apresentá-las. – amiga? Bem que ela gostaria de ser mais. -
ALLY – Claro.
S.R – Austin, essa é Allyson Hernandez minha namorada. Ally essa é Austin, ham... Uma amiga, conheci ela durante um caso no qual estava trabalhando, mantivemos contato por um tempo, mas faz tempo que não conversamos. – ele parecia desesperado para me explicar, eu sei que ele me ama, mas isso não impede que eu morra de ciúmes. -
ALLY – Olá, — digo dando meu melhor sorriso de satisfação – Acredito que Spencer já falou sobre você, mas tenho péssima memória, é um prazer conhecê-la. – estendo minha mão para ela que está embasbacada comigo, é eu sei querida. – Você era a donzela indefesa?
Austin – O prazer é meu, culpada. Mas ele chegou bem a tempo para me salvar do vilão da história. – aposto que sim. -
ALLY – O que posso dizer, meu homem tem esse poder, ele também chegou a tempo de me salvar, mas eu era a vilã da história. – ela pareceu não entender, mas não perguntou nada. -
Austin – Vocês querem alguma coisa? Preciso voltar ao trabalho.
S.R – Não obrigado. Quer algo amor? – minha expressão suaviza quando escuto o termo carinhoso e apenas aceno em negação. -
A tal Austin se despede e vejo ele me olhar com cautela, esperando uma chuva de perguntas sobre o que ocorreu. Estava indecisa se perguntava ou não, e se eu decidisse por perguntar o que eu queria saber primeiro? Será que quero realmente saber? Mas ele toma a iniciativa.
S.R – A conheci na boate em que ela trabalhava, estava com dificuldade de passar o perfil para as mulheres da que estavam lá, uma delas até me perguntou se eu era o suspeito. Então Morgan decidiu me ajudar, disse que eu devia tomar o controle da conversa, para fazer algo que me fizesse sentir um especialista. E eu fiz dois truques de mágica, e ela gostou. Só que depois ela se tornou uma das vítimas, e fomos resgatá-la. E acabamos mantendo contato por um tempo. Mas tem algum tempo que não conversamos. Nunca tive nada com ela.
ALLY – Seu safado, você paquerou ela.
S.R – De tudo o que eu disse só absorveu isso?
ALLY – Estou brincando meu amor. Só queria te deixar nervoso. Mas ela estava se oferecendo pra você. E eu não gostei nadinha disso.
S.R – O que posso dizer tenho meus encantos.
ALLY – Você está ficando muito safado se quer saber. Eu vou ao banheiro, já volto.
POV NARRADOR ( o seja Eu)
Mais tarde os dois voltaram para o quarto para poderem tomar banho e se arrumar para um jantar que terá no hotel, com música ao vivo e tudo. Ally estava muito animada, pois era dia de música latina. E Spencer estava feliz por ver ela tão animada. Os dois desceram e ao entrarem juntos no salão aberto do restaurante, que onde seria esse show ao vivo, receberam muitos pescoços tortos. Já que os dois esbanjavam beleza.
S.R – É estranho ser alvo de tantos olhares, mas eu entendo todos eles. Eu também não entendo o fato de você estar comigo.
ALLY – Ai Spencer, cala a boca. Você sabe que eu amo você e que exploda todo o resto.
Ele não pode deixar de sorrir, eles se dirigiram para uma mesa e logo depois um garçom veio para que eles pudessem fazer seus pedidos. Logo no palco onde teria o show, subiram os músicos e depois o cantor.
ALLY – Nossa! Aquele cantor não me é entranho. Parece que o conheço de algum lugar.
S.R – Não me parece conhecido.
ALLY – Eu quis dizer que ele parece ser um velho conhecido, como se eu conhecesse ele há muito tempo.
POV ALLY
Ficamos observando os músicos se prepararem e quando o cantor se aproximou do microfone todos os presentes prestaram atenção. E quando vi os olhos não tive dúvida, eu o conhecia. Daniel Chocarro, era um velho conhecido, éramos da mesma turma na escola e eu cantava com ele ás vezes. Nunca pensei que o veria aqui. Fazia tempo que não tinha notícias. Fui tirada dos meus devaneios ao escutar a voz de Spencer.
S.R – Porque está sorrindo tanto para aquele cantor? – olhei para ele e notei uma ruguinha em sua testa de descontentamento. -
ALLY – Com ciúmes Dr. Reid? – ele ficou vermelho e eu sabia que era de vergonha. – Eu o conheço, já estudamos juntos. Não se preocupe fomos só amigos.
S.R – E o que ele está fazendo aqui? – ele levantou as sobrancelhas como se estivesse muito irritado e pensativo -
ALLY – Aí eu já não sei, não o vejo desde que concluímos o ensino médio. -paramos de conversar quando ouvimos Daniel conversar com o público. -
D.C – Senhoras e senhores, acabo de ver que uma amiga que faz muitos anos que não á vejo. Allyson é você mesmo?
Sinto meu sangue subir todo para meu rosto, sei que meu rosto está em chamas e a única coisa que posso fazer é sorrir e assentir nervosamente.
D.C – Você nos daria a honra de cantar uma música com o nosso acompanhamento? – eu não esperava por isso, Spencer me olhou com olhos arregalados. Todos que estavam ali aplaudiram em forma de incentivo, olhei para Spencer que mesmo assustado parecia curioso sobre esse meu talento. –
ALLY – Se estiver tudo bem pra você, eu vou.
S.R – Eu adoraria conhecer esse seu lado.
Levantei e antes de seguir para o palco, extremamente nervosa dei um selinho demorado em seus lábios e sussurrei em sua orelha – Eu volto para você Garotão. -
ALLY – Boa Noite senhoras e senhores eu gostaria de cantar uma canção do meu país, mas que mostra um pouco do que sinto pelo homem da minha vida. – todos olharam para Spencer que estava sorrindo com olhos fixos em mim, mas com as bochechas vermelhas. — Por favor, banda: Bésame.
https://www.youtube.com/watch?v=pgv9HPP2OV0
POV REID
Quando a doce melodia começou junto com a suave voz da minha namorada, eu soube. Ela é mais perfeita das mulheres, e eu quero uma vida inteira ao lado dela.
BéSame
Bésame la boca, con tu lágrima de risa,
bésame la luna y tapa el sol con el pulgar,
bésame el espacio entre mi cuerpo y tu silueta
y al mar más profundo besare con tu humedad.
Bésame el susurro que me hiciste en el oído,
besa el recorrido de mis manos a tu altar
con agua bendita de tu fuente besame toda la frente,
que me bautiza y me bendice, esa manera de besar.
Besa mis campos y mis flores, con tus gotitas de colores,
besa la lluvia que resbala la ventana,
besa mi vida y mis cenizas, me dirás que voy deprisa
bésame y deja con un grito, qué lo logre.
Besa el torrente de ilusiones, besame todas las pasiones
besa mi río hasta su desembocadura,
besa mi vida y mis cenizas, me dirás que voy deprisa
besa mis días y mis noches,
mis diluvios y mi cielo a pleno sol.
Bésame los ojos, aun dormido en la mañana
bésame la piel con el caudal de tu estreches,
con agua bendita de tu fuente, bésame toda la frente
que me bautiza y me bendice esa manera de besar.
Besa mis campos y mis flores, con tus gotitas de colores,
besa la lluvia que resbala en la ventana,
besa mi vida y mis cenizas, me dirás que voy deprisa
bésame y deja con un grito, qué lo logre.
Besa en el torrente de ilusiones, bésame todas las pasiones
besa mi río hasta su desembocadura,
besa mi vida y mis cenizas, me dirás que voy deprisa
besa mis días y mis noches,
mis diluvios y mi cielo a pleno sol.
[...]
Beija-me
Beija-me a boca com a tua lágrima de sorriso
Beija-me a lua e tampe o sol com o polegar
Beija-me o espaço entre o meu corpo e a tua silhueta
E no mar mais profundo beijarei com a tua umidade
Beija-me o sussurro que fizestes em meu ouvido
Beija o trajeto das minhas mãos em teu altar
Com água benta da sua fonte, beija-me toda a fronte
Que me batiza e me abençoa, essa maneira de beijar
Beija meus campos e minhas flores, com tuas gotinhas
coloridas, Beija a chuva que escorre na janela
Beija a minha vida e minhas cinzas e me dirás que irei rápido
Beija-me e deixa com um grito, que conseguirei
Beija a correnteza de ilusões, beija-me todas as paixões
Beija o meu rio até a sua desembocadura,
Beija a minha vida e minhas cinzas e me dirás que irei rápido
Beija meus dias e minhas noites,
Meus dilúvios e meu céu em pleno sol
Beija-me os olhos, ainda sonolentos de manhã
Beija-me a pele com a correnteza do seu aperto
Com água benta da sua fonte, beija-me toda a fronte
Que me batiza e me abençoa, essa maneira de beijar.
Beija meus campos e minhas flores, com tuas gotinhas
coloridas, Beija a chuva que escorre na janela
Beija a minha vida e minhas cinzas e me dirás que irei rápido
Beija-me e deixa com um grito, que conseguirei
Beija a correnteza de ilusões, beija-me todas as paixões
Beija o meu rio até a sua desembocadura,
Beija a minha vida e minhas cinzas e me dirás que irei rápido
Beija meus dias e minhas noites,
Meus dilúvios e meu céu em pleno sol
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