Notas iniciais
Olá amores! Olha eu bem que tentei voltar antes, mas eu simplesmente não conseguia finalizar o capítulo, tanto que eu acabei por mudar o final tipo Ontem. E revisar então para saber dos meus erros de Português e tals. A faculdade está me consumindo, com todos os projetos e relatórios e para finalizar meu semestre com chave de ouro. Peguei Final em uma matéria demoníaca. Mas cá estou eu. Vamos a essas 10 páginas com 4.413 palavras. Aproveitem.

POV ALLY

Eu estava sentada em posição de índio aos pés da cama de Spencer lendo o seu livro “Como Identificar um Psicopata” eu sei que ele sabe perfeitamente como identificar um, mas como Spencer é Spencer ele estava lendo um livro que ensina como fazê-lo. Sorrio com meu pensamento.
Ainda era cedo, o sol acabara de nascer, e eu não dormi mais do que quatro horas ao lado dele, não que eu não estivesse confortável, mas porque eu não gosto de hospitais. O cheiro de limpeza misturado com o de doenças me deixa inquieta.

S.R – Oi você. – ouço sua voz e levanto meus olhos para encontrar os seus. –
ALLY – Que visão linda para esses olhos cansados. –
S.R – Teve uma noite difícil ao meu lado? –
ALLY – Não ao seu lado, mas dentro desse hospital. – faço meu melhor biquinho no estilo manha e ele sorri. – Senti falta do seu sorriso. Vou procurar seu médico, você está pronto para ir para casa?
S.R – Você vai comigo? – a forma como ele me perguntou, realmente foi como uma faca sendo cravada em meu coração. – Porque não quero estar onde você não esteja. Eu Te Amo tanto Neném.
ALLY – Eu vou sempre estar onde você estiver Garotão. E eu também te amo muito. – ele sorri com minha declaração, como sempre faz. – Mas, ainda temos que conversar sobre tudo o que está acontecendo.

Tendo dito isso fui procurar o imprestável médico que está atendendo-o para que ele pudesse liberar Spencer. Não quero ficar nem mais um minuto aqui, apenas se for necessário para ele, mas no que dependesse de mim, já estaríamos fora daqui a muito tempo, aliás, nem teríamos entrado aqui.

[...]

Já havíamos chego em casa horas atrás, mas ambos estávamos evitando qualquer tipo de assunto delicado, qualquer coisa que pudesse nos levar a uma briga. Spencer parecia pisar em ovos toda vez que eu lhe perguntava algo, respondendo monossilabicamente, evitando assim me dar brecha para mais questionamentos. Mesmo que eu estivesse fazendo a mesma coisa quando era ele fazendo perguntas.

Eu estava agora lavando nossas canecas depois de um delicioso chocolate quente para mim e café – que novidade – para Spencer. Ouvi seus passos se aproximarem da porta da cozinha, e senti seus olhos em cada movimento que eu fazia.

ALLY – O que foi? – perguntei enquanto me virava para encontrar seus olhos. –
S.R – Você não sabe o quanto eu estava com saudades, Neném!
ALLY – Spencer... – uma lágrima rolou por meu rosto quando me dei conta de que quase o perdi. –
S.R – Sou eu amor. Estou bem aqui querida. – a voz dele estava grossa, como se estivesse se segurando para não chorar. –

Corri em direção a ele, que estava parado me observando, e me atirei em seus braços. A saia lápis que eu usava se abriu nas laterais, quando cruzei as pernas em seus quadris e envolvi seu pescoço com os braços. Ele me segurou apertado, e nos beijamos sofregamente. O beijo foi tudo, menos calmo! As mãos seguravam os cabelos um do outro, nossos corpos se apertavam como se quisessem se fundir em um só, como se precisassem se redescobrir uma vez mais, como se nunca tivessem estado juntos! Ele andou em meio à tormenta, em direção ao nosso quarto, mas o máximo que ele andou foi da cozinha para a sala, eu estava firmemente presa nos seus quadris. Imprensou-me na parede dura, enquanto rasgava minha blusa e minha saia. Fiz o mesmo com sua camiseta, minhas unhas enormes arranharam seu peito, tentando desfazer-se das roupas inconvenientes. Em pouco tempo estávamos nus. Em segundos, ele estava me preenchendo. Em segundos, ambos estávamos gozando, tremendo, voando! Ele me levou para o sofá e me amou com loucura! Fomos para o quarto, comigo ainda presa aos seus quadris, caímos na cama. Fizemos amor novamente em meio a lágrimas, sorrisos, gemidos, suspiros... Eu me sentia completa como somente ele poderia me fazer sentir.

S.R – Porque você esteve no hospital Neném? – perguntou com a voz mansa, depois de algum tempo, ainda muito relaxado. –
ALLY – Eu estava me sentindo mal nos últimos dias, dores de cabeça muito fortes, eu acordava e ia dormir sentindo muitas tonturas ao longo do dia e algumas vezes, cheguei a vomitar, conversei com Savannah a respeito das dores de cabeça, então ela ficou preocupada e me pediu para, ir no dia seguinte, ao hospital, mas quase no fim do dia, antes do meu último paciente eu desmaiei, então Rachel chamou a ambulância e pediu para que me levassem ao Bethesda. E então Savannah fez os exames que poderiam ser feitos no meu estado.
S.R – E o que era meu amor, você está bem não está?
ALLY – Agora sim, os exames foram trocados, então para todos os efeitos eu estava com um aneurisma cerebral. Fiquei em observação, pois não poderia fazer o tratamento recomendado nesses casos, tentei falar com você, mas não consegui.
S.R – Me desculpe Neném. Eu realmente sinto muito. – ele disse quase choroso. – Eu me perdi dentro de mim mesmo, e acabei esquecendo que a melhor coisa que me aconteceu, estava aqui o tempo todo e talvez precisando de mim.
ALLY – Está tudo bem Spencer, pelo menos agora está. Bom, eu fechei o consultório e só volto a atender em Abril. Então você pode fazer uso da minha pessoa se você quiser. – disse para tranquilizá-lo. – E você quando vai trabalhar e entregar seu relatório já atrasado?
S.R – Na segunda-feira. E eu vou pedir férias. Quero ficar com você, vamos viajar para longe, talvez um lugar onde nos prendam lá e não nos deixem voltar. Eu só quero me perder em você, no seu cheiro, nos seus braços, seus beijos.
ALLY – Tudo bem seu tarado. Vamos viajar sim, podemos ir para minha casa no México, assim você pode conhecer o lugar onde cresci o que você acha?
S.R – Acho perfeito para o que eu tenho em mente, e eu adoraria conhecer o lugar onde você cresceu e você poderia me apresentar aos seus pais.
ALLY – Spencer, eles...
S.R – Eu sei Ally, mas nada impede que façamos uma visita a eles, levemos flores e você me apresenta oficialmente.
ALLY – Sabe, você é o melhor namorado do mundo. – eu disse e o beijei, voltando a subir em cima do seu corpo para fazermos amor novamente. –

POV REID

Minha cabeça ainda está confusa, não sei bem o que aconteceu. Na verdade, acho que não me lembro do que houve. Mas pelo cheiro sei que estou em um hospital, e que Ally está aqui comigo. Sinto o seu cheiro de frésia. Mas não a sinto próxima a mim, então procuro por todo quarto até encontrá-la sentada como índio no pé da cama, lendo meu livro, muito concentrada, com seu jeitinho fofo, cenho franzido e um leve levantar de sobrancelhas esporadicamente.

S.R – Oi você. – digo baixinho, com minha voz falhando um pouco, e de repente me perco no mar azul que são seus olhos. –
ALLY – Que visão linda para esses olhos cansados. – ela é a visão linda aqui. –
S.R – Teve uma noite difícil ao meu lado? – não sei como ela ainda está comigo. –
ALLY – Não ao seu lado, mas dentro desse hospital. – ela faz seu biquinho de manha, que me dá vontade de morder e eu sorrio, é inevitável. – Senti falta do seu sorriso. Vou procurar seu médico, você está pronto para ir para casa?
S.R – Você vai comigo? – pergunto incerto sobre futuro, mas também não quero ir sem ela. – Porque não quero estar onde você não esteja. Eu Te Amo tanto Neném.
ALLY – Eu vou sempre estar onde você estiver Garotão. E eu também te amo muito. – sorrio com sua declaração, me sinto cheio de esperança, como sempre faço. – Mas, ainda temos que conversar sobre tudo o que está acontecendo.

Sim, nós precisamos conversar. Logo depois de dizer isso, ela desce da cama e sai do quarto, com certeza para encontrar o médico para me dar alta. O que é conveniente, pois não quero ficar nem mais um minuto aqui.

[...]

Já estávamos em casa há algum tempo, mas não conversamos muito sobre qualquer coisa que tenha acontecido. Toda vez que faço uma pergunta a ela, é como se eu estivesse pisando em cacos de vidro, não evito pensar mais de dez vezes antes de formular uma que não nos leve, a mais questionamentos. E ela parece estar fazendo o mesmo, sempre respondemos um ao outro monossilabicamente.

Relaxo visivelmente, quando ela pega a xícara da minha mão e caminha na direção da cozinha. Assim que a vejo sumir, não me contenho e a sigo até lá. E a observo, bebendo cada detalhe em cada movimento que ela faz. E como não sou bom em disfarçar meu fascínio, logo que ela percebe minha presença ela se vira para mim.

ALLY – O que foi? –
S.R – Você não sabe o quanto eu estava com saudades, Neném!
ALLY – Spencer... – vejo uma lágrima rolar por seu rosto bonito e me aproximo. –
S.R – Sou eu amor. Estou bem aqui querida. – mesmo que eu não queira minha voz, entrega meu choro preso na garganta. –

Ela correu em minha direção, e se atirou em meus braços, me obrigando a pegá-la ainda no ar. A saia que ela usava abriu quase completamente nas laterais quando ela cruzou suas maravilhosas pernas nos meus quadris, ao mesmo tempo em que seus braços envolviam meu pescoço. Segurei-a apertado junto a mim, e nos beijamos, de forma sôfrega e desesperada. Envolvi minhas mãos nos seus cabelos, fortemente, e ela fez o mesmo com os meus, me fazendo suspirar de contentamento. Nossos corpos se apertavam cada vez mais um ao outro, como se quisessem se fundir. Se redescobrir. Andei em meio ao nosso desespero, com a intenção se chegar ao nosso quarto, mas não fui muito além da parede que separa a cozinha da sala de estar. Ainda com ela presa em meus quadris a imprensei ali, enquanto rasgava sua blusa, fazendo os botões voarem para todos os cantos, terminei de transformar sua saia em dois simples pedaços de pano. Ela fez o mesmo com minha camiseta, enquanto arranhava meu peito e minhas costas. Em pouco tempo estávamos nus. Em segundos, eu estava preenchendo-a. Em segundos, ambos estávamos gozando, tremendo, voando! Levei-a para o sofá e nos amamos com loucura! Fomos para o quarto, enquanto ela ainda estava presa em meus quadris, caímos na cama. Fizemos amor novamente em meio a lágrimas, sorrisos, gemidos, suspiros... E mais uma vez em seus braços eu me senti pleno.

S.R – Porque você esteve no hospital Neném? – pergunto depois de algum tempo, ainda muito relaxado. –
ALLY – Eu estava me sentindo mal nos últimos dias, dores de cabeça muito fortes, eu acordava e ia dormir sentindo muitas tonturas ao longo do dia e algumas vezes, cheguei a vomitar, conversei com Savannah a respeito das dores de cabeça, então ela ficou preocupada e me pediu para, ir no dia seguinte, ao hospital, mas quase no fim do dia, antes do meu último paciente eu desmaiei, então Rachel chamou a ambulância e pediu para que me levassem ao Bethesda. E então Savannah fez os exames que poderiam ser feitos no meu estado.
S.R – E o que era meu amor, você está bem não está? – perguntei aflito. –
ALLY – Agora sim, os exames foram trocados, então para todos os efeitos eu estava com um aneurisma cerebral. Fiquei em observação, pois não poderia fazer o tratamento recomendado nesses casos, tentei falar com você, mas não consegui.
S.R – Me desculpe Neném. Eu realmente sinto muito. – eu disse quase choroso. – Eu me perdi dentro de mim mesmo, e acabei esquecendo que a melhor coisa que me aconteceu, estava aqui o tempo todo e talvez precisando de mim.
ALLY – Está tudo bem Spencer, pelo menos agora está. Bom, eu fechei o consultório e só volto a atender em Abril. Então você pode fazer uso da minha pessoa se você quiser. – disse ela para tranqüilizar-me. – E você quando vai trabalhar e entregar seu relatório já atrasado?
S.R – Na segunda-feira. E eu vou pedir férias. Quero ficar com você, vamos viajar para longe, talvez um lugar onde nos prendam lá e não nos deixem voltar. Eu só quero me perder em você, no seu cheiro, nos seus braços, seus beijos.
ALLY – Tudo bem seu tarado. Vamos viajar sim, podemos ir para minha casa no México, assim você pode conhecer o lugar onde cresci o que você acha?
S.R – Acho perfeito para o que eu tenho em mente, e eu adoraria conhecer o lugar onde você cresceu e você poderia me apresentar aos seus pais.
ALLY – Spencer, eles...
S.R – Eu sei Ally, mas nada impede que façamos uma visita a eles, levemos flores e você me apresenta oficialmente. – assim que eu terminei, vi seus olhos brilhando de felicidade e amor por mim, do mesmo jeito que os meus brilham por ela. –
ALLY – Sabe, você é o melhor namorado do mundo. – ela disse e novamente ficou sobre meu corpo para fazermos amor mais uma vez. –

[...]

07 de março de 2016, segunda-feira 15H30MIN. Acapulco de Juarez, México


ALLY – Sabe Spencer, nós deveríamos sair e comprar roupas para você que não te façam parecer tão turista. – ela disse, literalmente rindo de mim. – Parece que você veio até aqui a negócios e decidiu estender sua estadia aqui, mas não comprou roupas mais adequadas. Estamos em Acapulco amor.
S.R – Podemos sair e fazer o que você quiser Neném, mas porque eu preciso de roupas novas e mais adequadas se vamos ficar aqui na sua casa, eu não vou nadar nem nada. – disse feliz por vê-la sorrindo, hoje mais cedo ela parecia irritada. –
ALLY – Eu sei meu amor, mas vamos lá. Você no mínimo vai derreter com todo o calor que faz aqui durante o dia. E eu também quero comprar um presente para você. – eu já tenho seu presente, embora seja mais para mim do que para ela, mas talvez seja bom comprar mais um. – Vamos meu amor.
S.R – Bom! Eu já disse várias vezes, que eu vou com você até o fim do mundo, então o que é um Shopping não é mesmo?!

Então nós trocamos de roupa e seguimos para o shopping, eu dirijo, conforme suas orientações enquanto seguro sua delicada mão. Não sei explicar, mas Allyson parece ainda mais linda do que consigo me lembrar. Seus olhos estão mais brilhantes, seu sorriso mais radiante, sua pele ainda mais macia. Ou será que sou apenas eu, que estou ainda mais apaixonado por ela, cada dia mais apaixonado.

[...]

Estávamos caminhando pelos corredores do Shopping comprando algumas – várias – coisas. Por mais que eu não goste de fazer compras e muito menos de frequentar o Shopping, devo admitir que com Ally tudo tem o seu encanto.

Separamo-nos rapidamente para que pudéssemos comprar presentes um para o outro, eu já tenho o meu, mas nada impede que eu compre algo a mais. Estou no terceiro piso do Shopping saindo de uma Joalheria Cartier* feliz com minha aquisição, independente do valor, ainda é pouco para a minha mulher, quando avisto a loja que em meus desejos mais profundos desejo freqüentar, andar por entre as araras e comprar tudo o que vir pela frente. Mas, logo terei minha chance.

Desço para o segundo piso a fim de encontrá-la, e não demoro muito para avistá-la, roubando todos os olhares, caminhando com algumas sacolas a mais e um sorvete na mão, assim que nossos olhares se encontram. Dois sorrisos aparecem.

S.R – Faz, um ano hoje que eu vi você pela primeira vez, e você parece ainda mais linda. – digo assim que me aproximo e beijo a ponta de seu nariz. –
ALLY – E você está ainda mais bobo. – ela sorri, observando com sabedoria. –
S.R – Talvez. Na verdade, apenas mais apaixonado. – digo e agora é ela que beija a ponta do meu nariz. – Talvez possamos sair hoje, e comemorar.
ALLY – Seria realmente bom meu amor, mas eu prefiro ficar em casa, eu cozinho para nós e então podemos ficar na sala, assistindo uma besteira qualquer enquanto damos uns amassos.
S.R – Eu aceito, até porque eu jamais recusaria sua comida e muito menos seus amassos. Principalmente os amassos. – sorrio para ela e a beijo rapidamente, entrelaçando nossas mãos e seguindo para o estacionamento. –

[...]

09 de março de 2016, segunda-feira 16 Horas. Acapulco de Juarez, México

Sandy Leah – Ela/Ele

(Link nas notas finais)

Estávamos caminhando de mãos dadas ao redor do lago em um parque ao qual a Ally tentou me dizer várias vezes o nome, mas eu não entendi nada e nós deixamos por isso mesmo.

Ela via o mundo

Ele via o mundo

Viam sob a mesma luz

Isso é tudo e era tudo que havia entre os dois em comum

Não estávamos conversando, apenas admirando o verde da região e também os animais e crianças que corriam por ali. O sol estava reluzente, embora haja essa hora vento, comum por aqui nessa hora, já estivesse começando.

Se conheceram no inverno de 2002

No vento um prelúdio do que viria depois


ALLY – Hoje faz um ano que começamos a namorar, 365 dias. – o tempo em Washington estava igual ao que está aqui hoje. Sol e vento. Coincidência?
S.R – Na verdade Neném, 365 dias 18 horas e 25 minutos, esse ano é bissexto. – eu digo e a vejo sorrir e se encolher pelo vento frio, então eu tiro meu casaco e dou para ela.

Do frio

Desculpa se fez pra ele estender seu casaco nos ombros dela

Mesmo sentindo frio, eu não poderia deixar que ela sentisse. Minha Neném é frágil e eu gosto de cuidar dela. Mas seu olhar de agradecimento me aqueceu, assim como o sorriso que veio na sequência.

O inverno então se desfez

Quando ela em troca lhe deu com o olhar um abraço


S.R – Sempre que você me olha assim. – ela me olha com as ruguinhas no nariz e sei que ela quer uma explicação. – Mostrando o amor que sente por mim, é como se você me abraçasse. Seu olhar me aquece.

Ele era um aspirante a poeta

Ela era a inspiração


ALLY – Você é tão bobo, mas eu sinto a mesma coisa sabia? Você me faz sentir conectada com o mundo, segura e muito amada. – ela diz e entra debaixo do meu braço, se aninhando feito uma gatinha. –

E pra ele qualquer coisa nela despertava uma canção


S.R – Eu tinha uma ferida muito grande em meu coração, que ainda sangrava. Mas no momento em que seus olhos azuis me olharam, ele foi curado. Você não me trouxe paz, mas sim uma infinidade de novidades. Você não me deu conforto, me deu algo em que pensar. Você me mostrou novos lugares para conhecer, ao invés de me dar rotina. Mas o principal motivo pelo qual eu sou perdidamente apaixonado por você, é que ao invés de me fazer aceitar quem eu pensava ser, você me fez encontrar alguém ainda melhor dentro de mim.

Ela que sempre buscava em tudo um por que

Com ele bastava estar, sentir e viver


ALLY – Por mais que eu nunca consiga dizer palavras tão bonitas quanto as suas, eu acho que posso dizer que eu apenas lhe dei o que você me deu. Eu sempre questionei muito tudo, as pessoas, os lugares as ações das pessoas... Tudo. E com você nada importa. Nada além de NÓS.

O tempo

Voava pros dois

E nem todo tempo do mundo seria o bastante


S.R – É um ano inteiro, e parece que foi ontem. Mas definitivamente, nem 1% do tempo que quero passar com você.
ALLY – Você não me agüentaria por tanto tempo assim. Eu sou muito chata. – ela mesma ri de seu comentário absurdo. –

Os dias vividos a dois, provavam que a eternidade é só um instante


S.R – Isso não é verdade. – digo e beijo o alto de sua cabeça. –

Ela já quis ser de tudo e até sonhou em ser piloto de avião


ALLY – Quando meu pai me trazia aqui e me levantava do chão eu dizia que queria voar. Eu tinha uma coleção de pássaros e aviões de brinquedo no meu quarto. –
S.R – Isso é surpreendente. Talvez eu possa te ajudar nisso, te levar até o céu, meso que figurativamente. – eu estava muito nervoso, mas parecia ser o momento certo, eu simplesmente não podia esperar mais. –
ALLY – E você pode, na verdade você sempre faz isso, mas eu não estou falando de fazer Amor Spencer. –
S.R – Eu também não estou.

Finalmente alcançou o céu no instante em que ele lhe pediu a mão


ALLY – O que? – ela me perguntou confusa quando parei e ela deu mais um passo ou dois. – Spencer?
S.R – Allyson Hernandez, você aceita se casar comigo?

Três letras ela respondeu

Eu estava o que parecia ser muito tempo esperando por sua resposta. Não sei se era apenas o meu nervosismo pela esperança de uma resposta positiva, que meu cérebro teimava em pensar não ser possível. Mesmo sabendo que não é verdade, minha mente me engana a cada segundo com uma imagem dela dizendo “Não”, e se repete constantemente até o momento em que ela parece finalmente entender, ou talvez absorver seja a palavra certa, o que eu disse e responder após um longo suspiro, finalmente responder minha pergunta. Dando paz ao meu coração.

Na mais linda música se transformou sua voz


ALLY – Sim. –

Enfim não haveria mais qualquer fragmento de vida, vivido a sós

O alívio me consumiu. Eu estava flutuando. E logo depois de deslizar no anel no dedo dela, eu a beijei, fervorosa e apaixonadamente. Como nunca a beijei antes, ou pelo menos era assim que eu me sentia.

POV ALLY


S.R – Allyson Hernandez, você aceita se casar comigo?

Eu fiquei pelo que pareceu muito tempo, apenas repassando incansavelmente essas palavras na minha cabeça. Ele está me pedindo em casamento. Ele está propondo. Ele está dizendo que quer passar a vida inteira comigo. Eu quero isso também?

ALLY – Sim. – é claro que eu quero. Nada além de nós. –

Mesmo respondendo exatamente o que eu queria. Eu estava fora do ar. É como se tudo estivesse em câmera lenta. O anel que ele deslizou mo meu dedo me deixou ainda mais fora de órbita. Era claramente uma declaração de posse. Ele não está apenas propondo, ele está marcando território.

Antes mesmo que possa registrar o que está acontecendo. Nossos rostos se inclinaram e nossos lábios se tocaram eu senti pura magia ao nosso redor.

O beijo foi delicado, suave, mas profundo e intenso. O amor nos envolvia. Nada poderia ser melhor ou mais certo do que estar correspondendo ao seu beijo.

S.R – Eu te amo. – ele disse depois de nos separarmos. – Gostou do anel?
ALLY – Sim, muito. Bem exagerado, mas lindo. Sei que você está me dando ele como um símbolo de sua posse. Não me importo, por que vou te dar um tão grande quanto. Não pense que serei a única a andar com uma roda de caminhão no dedo.
S.R – Faço questão de usá-la. Mas como você sabe que vai encontrar uma aliança para mim tão exagerada? Fiz questão de pegar à maior que encontrei.
ALLY – Por que quero que fique com a que era do meu pai. É engraçado, mas ela parece o par dessa aqui. É como se tivessem sido feitas juntas. Só não me conformo de você ter comprado algo tão caro. Você poderia ter feito uma com fios de cobre que mesmo assim eu aceitaria seu pedido.
S.R – Eu Te Amo. –
ALLY – Eu sei que sim, vamos para casa. Quero te dar uma coisa. – ele concorda e tomamos nosso caminho de volta. –

[...]

Já havíamos chego em casa há alguns minutos. Trocamos de roupa e antes que eu pudesse pegar a aliança que era do meu pai, ele recebe uma ligação da UAC. Enquanto ele atende, vou até o quarto dos meus pais, e não fico mais que o necessário naquele cômodo. Saio dali e sigo para nosso quarto, onde pego uma caixa pequena e o encontro na sala de tevê, já encerrando a ligação.

S.R – Precisavam de ajuda para um caso. – ele diz e eu apenas concordo. – Tudo bem meu amor?
ALLY – Sim. Eu quero te dar seu presente, Afinal de contas hoje é seu aniversário. – digo e me aconchego ao seu lado. –
S.R – Você já me deu Ally, aceitou ser minha esposa, como há um ano, você me presenteou aceitando ser minha namorada.
ALLY – O que? Isso não conta, porque casar com você é um presente para mim também. Mais para mim do que para você se quer saber Garotão. Eu tenho duas coisas para você na verdade, a primeira coisa é essa daqui. – digo e entrego a aliança para ele. – Era do me pai eu já disse, e ela é para que todos saibam que você tem dona. – digo e deslizo a aliança no seu dedo. –
S.R – Ficarei mais que honrado em usá-la, você sabe que ser seu me enche de orgulho. Eu todo esquisito, noivo da mulher mais linda que existe.
ALLY – Primeiro: Você não é todo esquisito, talvez só um pouquinho. E Segundo: Não sou a mulher mais linda do mundo.
S.R – Para mim é sim. E agora cadê meu outro presente?
ALLY – Na verdade seu presente ainda leva seis meses para ficar pronto. Então vou te dar uma garantia de que você o receberá. Algo como uma nota fiscal para retirada.
S.R – Não estou entendo Ally. Porque seis meses? Está me dando um navio? – ele disse com sua testa franzida, me fazendo morrer de amores. –
ALLY – Aqui, pode pegar. – digo e entrego a pequena caixa para ele, logo que abre a primeira coisa que ele vê é uma pequena folha, com uma simples conta de adição, onde vê 1+1=3. –
S.R – Você está mal de matemática meu amor. – e então ele alcança a folha seguinte, antes de afastar a folha de seda que cobre o conteúdo seguinte. – Seu Beta-HCG está alto amor, bem acima do mínimo ideal, e porque isso seria um presente? Ally isso não deveria ser algo ruim?
ALLY – Você é a pessoa mais inteligente que conheço, mas está demorando a entender. Você sempre disse que esse é um dos seus maiores desejos. Continue abrindo. – ele finalmente tem um rompante, e parte para o que falta, arregalando os olhos em compreensão quando finalmente vê o que é. –
S.R – Você está..? Eu vou...!? Isso é sério Ally, é o que eu estou pensando? Por favor, não brinca com o meu coração. – ele diz, incapaz de terminar uma frase. Emocionado e radiante. – Neném?
ALLY – Sim. Eu estou grávida. Você vai ser papai. Feliz Aniversário Garotão. – digo e ele avança sobre mim e me abraça, emocionado, assim como eu. –


*Cartier SA é uma empresa francesa que produz objetos de luxo, como relógios e jóias. Foi criada em Paris, em 1847, por Louis-François Cartier, e tornada célebre por seu filho Louis Cartier. Atualmente faz parte do grupo suíço Richemont.

Notas finais
VOMITANDO ARCO -IRIS ETERNAMENTE COM ESSE CAPÍTULO. Vamos amoras me digam o que acharam. Me contem tudinhooooo. Link Música: Sandy Leah: Ele/Ela => https://www.youtube.com/watch?v=Cwf6H7Vfczk Beijinhos de Luz :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.