Coincidências do Amor
19 Amor Selvagem
Notas iniciais
POV ALLY
Estava com medo de ver uma reação contrária ao meu desejo, mas mesmo assim eu me virei para encará-lo. Vi seu rosto, seus olhos. Vi que estava horrorizado?! E que provavelmente sentia pena de mim. Mas foi o que não vi que mais me magoou.
Meu maior pesadelo tinha se materializado. O que eu mais temia é que meu passado tivesse um impacto negativo na atração que ele sentia por mim.
ALLY – Por favor, Spencer não me rejeita. Faz isso por mim, à única coisa que eu nunca pedi para você é a única que parece estar em seus olhos, mas o que mais me dói agora é o que não está.
S.R – O que é que parece estar nos meus olhos Ally? E o que não está neles?
ALLY – Talvez fosse melhor eu pedir outro quarto para a recepção.
S.R – Não! Você não vai para lugar nenhum. E você não respondeu a minha pergunta. – fechei meus olhos. – Responde Allyson.
ALLY – Não quero que sinta pena de mim.
S.R – Eu não tenho sangue de barata para passar por tudo isso como se fosse um legista examinando o último corpo antes de sua aposentadoria. O que você quer de mim afinal Ally?! – ele parecia exausto. – Me diga, e eu te dou.
ALLY – Eu quero você Spencer.
S.R – Isso você já tem desde que mandou aquela carta para o meu apartamento.
ALLY – As palavras não significam nada sem uma atitude pra comprovar o que elas dizem. Desde que nos conhecemos, você sente tesão por mim. Mesmo que sempre me respeitasse, o seu desejo era sempre evidente. E eu não estou vendo isso agora. – meus olhos faiscavam – Esse olhar morreu.
S.R – Você não pode estar falando sério. – ele me encarou como se eu tivesse dito o maior dos absurdos. –
ALLY – Você não entende o que seu desejo faz comigo. Faz com que eu me sinta linda, poderosa e cheia de energia. Eu não consigo nem pensar em continuar com você se esse desejo não existir mais.
S.R — Ally, eu... – sua voz foi desaparecendo até silenciar. Sua expressão era carrancuda, distante. Ele estava com as mãos fechadas pendendo dos dois lados do corpo. Tirei minha roupa e fiquei totalmente nua.
ALLY – Olhe pra mim, Spencer. Para meu corpo. É o mesmo corpo que você não queria largar outra noite. O mesmo corpo que você estava desesperado para possuir. Se não o quiser mais... Se não conseguir mais se excitar olhando pra ele...
S.R – Isto é excitação suficiente pra você? – ele desafivelou o cinto da calça e exibiu sua intensa e pulsante ereção. –
Avançamos um para o outro ao mesmo tempo. Nossas bocas se encontraram quando ele me levantou para que eu envolvesse seus quadris com minhas pernas. Ele cambaleou até o sofá que ficava na ante-sala do quarto e se jogou sobre ele, usando uma das mãos para absorver o peso combinado dos nossos corpos.
Abri bem minhas pernas quase sem fôlego, quando ele se ajoelhou no chão e começou a me lamber. Foi um gesto um tanto bruto e impaciente, sem o seu cavalheirismo habitual, e eu estava adorando. Gostei ainda mais quando ele se ergueu e meteu em mim sem cerimônia. Eu já estava toda molhada, e aquela sensação me fez expirar com força, então senti seu polegar no meu clitóris, em movimentos circulares que faziam meus quadris se remexerem sem parar.
ALLY – Isso. – gemi, arranhando com força suas costas me preparando para dizer algo que nunca pensei que diria, era o que faltava para selar esse momento. – Me fode, Spencer. Me fode com força.
S.R – Ally – ele cobriu minha boca com a sua e agarrou meu cabelo, mantendo-me imóvel enquanto investia contra mim de novo e de novo, entrando cada vez mais fundo. Ele veio sobre mim com toda a vontade, perseguindo seu orgasmo de maneira obstinada e feroz.
S.R – Minha... Minha... Minha... Você é minha Allyson.
As pancadas ritmadas das suas bolas contra a curvatura da minha bunda e a veemência do seu mantra possessivo me deixaram cheia de tesão. Sentia um novo estímulo no meu corpo a cada pontada de dor. Sentia meu sexo ficar cada vez mais apertado conforme a excitação crescia. Com um grunhido longo e gutural, ele começou a gozar, estremecendo dos pés à cabeça à medida que se esvaziava dentro de mim. Eu o agarrei quando ele chegou ao clímax, acariciando suas costas, beijando seus ombros. Ele posicionou suas mãos por baixo de mim e me apertou contra ele, levantou-me e depois me pôs em cima dele. Eu estava lubrificada pelo seu orgasmo, o que facilitou a tarefa de trazê-lo de volta para dentro de mim.
Ele afastou os cabelos que cobriam meu rosto com a mão, tirei suas mãos do meu rosto e as levei aos meus seios. Quando ele os agarrou, lancei os braços nos seus ombros e comecei a remexer os quadris. Ele estava semiereto, mas logo endureceu quando comecei a rebolar. Seus dedos nos meus mamilos, apertando e fazendo movimentos circulares, provocaram ondas de prazer pelo meu corpo, um estímulo suave que chegava até as profundezas do meu ser. Quando ele me puxou mais para perto e abocanhou um dos meus peitos, gritei bem alto, ficando toda acesa e querendo mais, e mostrando para todos que pudessem nos ouvir que apenas ele me fazia sentir-se assim. Flexionei as coxas e me ergui no sofá. Fechei os olhos para me concentrar na sensação que ele produziu ao sair de dentro de mim; depois mordi o lábio ao senti-lo entrar novamente.
S.R – Isso mesmo. – ele murmurou, lambendo meus seios até chegar ao outro mamilo, passando suavemente a língua pela pontinha dura e sensível. – Goza pra mim. Quero que você goze cavalgando em mim. – ele disse me deixando ainda mais excitada, olhando fixamente dentro dos meus olhos. Seus olhos cor de mel, sempre com um olhar doce, dessa vez estavam selvagens, negros de desejo, claramente assim como eu, ele estava fora de si, mas era assim, exatamente assim que eu quero ele nesse momento.
Mexendo os quadris, desfrutei da sensação maravilhosa de tê-lo dentro de mim por inteiro. Sem pudor e sem remorso, entrei em uma espécie de frenesi me movimentando sobre seu membro, ajustando a angulação do movimento para que sua ponta grossa esfregasse exatamente onde eu precisava, naquele ponto mais necessitado do meu corpo, me fazendo tremer toda vez que seu membro como uma flecha atingia o alvo como se ali tivesse um X indicando o lugar certo.
ALLY – Spencer... – sussurrei. – Ah, assim... Que delícia.
S.R – Você é tão linda. – ele agarrou minha nuca com uma das mãos e minha cintura com a outra, arqueando os quadris para entrar ainda mais fundo. –Tão sexy. Vou gozar pra você de novo. É isso que você faz comigo, Neném. Eu nunca me canso, quando estou com você eu sou um faminto diante de um banquete.
Estremeci ao sentir que meu corpo todo se enrijecia, assim como a gostosa tensão que surgiu a partir dos movimentos ritmados. Estava ofegante e quase fora de mim, remexendo os quadris sem parar. Levei a mão até o meio das pernas e massageei o clitóris com os dedos, ansiosa pelo momento de chegar ao clímax. Ele respirou fundo e jogou a cabeça para trás no encosto do sofá. Era possível ver suas veias saltando no pescoço esticado.
S.R – Você está pronta pra gozar, você está quentinha e apertada. – suas palavras e sua voz eram o que faltava. –
Gritei bem alto quando fui atingida pela primeira onda de tremor, depois senti o orgasmo se espalhar pelo meu corpo, sentindo meu sexo pulsar em torno da sólida ereção de Spencer. Com os dentes rangendo audivelmente, ele se manteve firme até as contrações diminuírem; depois ergueu meus quadris e me penetrou com força. Na terceira estocada profunda, ele urrou meu nome e soltou seu jorro quente dentro de mim, mas uma vez me marcando como sua da forma mais primitiva, exterminando meus últimos medos e questionamentos.
Não sei quanto tempo ficamos no sofá daquele jeito, grudados um no outro, com minha cabeça apoiada no seu ombro e suas mãos acariciando a curvatura das minhas costas.
S.R – Você não vai para outro quarto não é?! Fique aqui, por favor. – ele pediu depois de beijar minha cabeça carinhosamente, da forma que só ele seria capaz de fazer depois de fazermos um sexo alucinante. –
ALLY – Vou ficar meu amor. – ele me abraçou me mantendo colada ao seu corpo. –
S.R – Você é tão corajosa e forte, você é um milagre, o meu milagre.
ALLY – Um milagre da terapia moderna talvez. – Ironizei, enquanto passava os dedos por seus luxuriosos cabelos. – E mesmo assim, fiquei perturbada demais durante um bom tempo, e ainda existem coisas que não sei se consigo encarar.
S.R – Não Ally, você é o meu milagre simplesmente por existir. Eu Amo Você. – de repente sinto seu rosto desmoronar e imediatamente fico em alerta. – Embora não tenha demonstrado isso na última meia hora, eu amo você. Eu não te machuquei não é Neném?!
ALLY – Mas é claro que não Spencer, que idéia, e a forma como você me amou, é exatamente do que eu precisava para ter a certeza que você me ama, em nenhum outro momento você demonstrou que me ama mais como alguns minutos atrás.
S.R – Vamos tomar banho? – ele disse enquanto se preparava para sair de mim, mas não deixei. – O que?
ALLY – Vamos dormir, assim. Ligados e aqui no sofá mesmo. Você é muito confortável, tem um cheiro divino e é tudo que preciso para me manter aquecida.
POV REID
Estou envergonhado. Como pude agir daquela forma com ela? Como pude ceder? Porque ela me pediu para fazer isso com ela?
Eu não deveria ter feito isso, mas devo admitir que foi alucinante, eu nunca havia me sentido daquela forma, tão fora de mim e ao mesmo tempo tão conectado não somente a mim mas também à Ally. Eu sei que ela precisava daquilo, e tenho que reconhecer que me sinto especial por ela querer fazer isso comigo. Mas não me conformo por ter falado de forma tão suja com ela, mas parecia ser o certo, ela ficou tão ou mais excitada que eu.
Continuei pensando sobre aquilo por mais algumas horas talvez, mas fui vencido pelo sono e assim como Ally me entreguei aos braços de Morfeu. Com ela deitada sobre mim, nós ainda estávamos conectados e cheirando a sexo, mas eu não precisava de mais nada, é o lugar mais confortável para mim, apenas puxei uma manta que ficava sobre o sofá e nos cobri, não queria que ela corresse o risco de ficar doente.
[...]
A próxima coisa que me lembro é de ser acordado com os raios de sol que entravam pela janela. Como não queria que Ally acordasse dei um jeito de me levantar ainda com ela em meu colo passando suas pernas ao redor da minha cintura, a tarefa não foi fácil, nós ainda estávamos nus conectados, e claro eu estava com uma ereção matinal maior do que o normal. Carreguei-a como se fosse um bebê até a cama e deixei-a para que pudesse dormir um pouco mais logo depois de cobri-la com o lençol, ainda era cedo então eu apenas fui ao banheiro e tomei uma ducha, é estranho como eu me sinto agora, na verdade como me sinto desde que Ally e eu fizemos amor pela primeira vez. Sinto-me mais eu, me sinto muito mais conectado comigo mesmo. Estava perdido em pensamentos quando sinto duas mãos tocarem minhas costas e passar para o meu peito, e por conseqüência o corpo de Ally se colar ao meu, sinto seus seios nas minhas costas, enquanto suas unhas arranham meu peito suavemente, e eu gemo sem conseguir me controlar, sinto seus lábios macios e quentes tocarem a pele fria das minhas costas. Suas mãos começam a descer, passam pelo meu caminho da felicidade e tocam meu membro ao mesmo tempo em que seus dentes mordem de forma sensual meu braço esquerdo me fazendo gemer mais uma vez e esse foi o que bastou para me fazer perder a cabeça. Soltei um som gutural que fez com que minha garganta ardesse, me virei de frente para ela a puxando para mim e beijando-a e logo depois a prensando contra a fria parede do banheiro. Foi a vez de ela gemer o que me deixou ainda mais excitado, ergui suas pernas para que rodeassem meus quadris e não foi preciso que nenhum de nós fizesse algo, é como se nossos corpos já conhecessem o caminho e quando percebemos já estávamos conectados, gemendo com o contato, olhando um nos olhos do outro. Enquanto ela puxava meus cabelos com uma das mãos e arranhava meu pescoço com a outra, eu apertava suas coxas e bunda enquanto beijava seu pescoço e depois seus seios. Movíamos-nos freneticamente, assim como gemíamos, quando nossas bocas se encontraram foi como uma explosão de sentimentos era como a primeira vez em que a beijei. Mas agora parecia mais intenso, mais necessário. Eu passei a me mover ainda mais intensamente tocando naquele ponto necessitado dela, eu sabia que estava atingindo o alvo pois ela tremia a cada investida minha, seus olhos estavam negros de luxúria enquanto olhava dentro dos meus que provavelmente não estavam muito diferentes, quando senti que os músculos de sua feminilidade me apertavam eu sabia que não demoraria muito a vir desci minha cabeça para capturar em meus lábios um de seus mamilos a fazendo arfar, subi novamente e a beijei, engolindo seus gemidos enquanto ela gozava e só então me permiti gozar. Misturando nossas excitações e nossos gritos de prazer, eu ainda investi mais algumas vezes contra seu sexo até que nós dois tivéssemos parado de tremer. Nossa respiração ainda estava pesada e irregular, minhas pernas assim como as dela estavam vacilantes assim que a coloquei de pé, então eu a puxei para fora do Box para que pudéssemos nos secar e vestir-nos. Não havíamos dito nada, mas não era necessário, visto que nossos olhos, beijos e todos os nossos gestos diziam “Eu Te Amo”.
POV ALLY
Parece que agora Spencer estava mais convencido sobre fazermos amor dessa forma, eu sei que na noite anterior ele ficou perturbado com isso, mas desde que ele não está falando sobre isso preferi deixar para lá. Não quero discutir com ele no dia do meu aniversário.
S.R – Você sabe que precisa tomar café não sabe? A propósito mocinha, eu posso saber quanto tempo faz que você não se alimenta? – Oh! Droga. –
ALLY – Eu comi um lanche antes de você me ligar ontem. – eu digo com cautela enquanto vejo-o ficar zangado com minha resposta. – É eu sei, eu deveria comer, desculpa, mais ontem foi complicado e você sabe, quando chegamos aqui comer não era bem o que eu queria fazer.
S.R – Han... É eu sei. – ele disse enquanto suas bochechas atingiam vários tons de vermelho. – Nós vamos comemorar seu aniversário com a equipe hoje Dra. Hernandez. – ele disse com um sorrisinho. – Vamos descer para tomar café?
ALLY – Claro, vamos sim, eu só preciso escolher um sapato, o que você prefere? Salto ou uma sapatilha? – disse mostrando para ele, os dois pares que ficariam bem com o vestido que eu havia escolhido –
S.R – Embora eu goste de você com ambos, acho que você deveria usar salto, assim você não parece tão mais nova que eu.
ALLY – Spencer, nós nem temos tanta diferença de idade assim. Mas tudo bem, vou colocar meus saltos. – assim que os calcei e finalizei com o cinto. – Como estou?
S.R – Linda como sempre, linda e minha.
ALLY – Sim, somente sua.
Descemos para o restaurante do hotel, e foi quando eu reparei realmente nele, se eu não tivesse Spencer realmente corria o risco de ficar sem quarto como o tal policial disse, tem pessoas demais aqui.
Logo avistamos os amigos de Spencer e agora Penélope também estava com eles. Eles não escondiam seus sorrisos de contentamento ao nos ver de mãos dadas. Eu claramente estava reluzente assim como Spencer devido a nossa intensa atividade durante a madrugada e esta manhã. Mas eles, é claro não precisam saber que é por isso, basta eles pensarem que é devido nós termos a companhia um do outro, o que não deixa de ser também, mas os reais motivos são outros. Assim que nos aproximamos às felicitações começaram.
P.G – Nossa Ally, você está sempre muito elegante e bonita toda vez que eu te vejo. Ah! A propósito Parabéns, você logo chega aos 30 anos e não parece ter mais que 20 anos, você precisa me contar seu segredo. – não tinha como não rir perto dela. –
ALLY – Obrigada Penélope, você é maravilhosa.
D.R – Parabéns Criança, e a Garcia têm razão você está sempre maravilhosa. – não pude evitar corar com o elogio. –
A.H – Feliz Aniversário. – disse Aaron sem gracinhas, como sempre muito sério. —
D.M – Parabéns gatinha, ou devo dizer, Parabéns Neném do Reid. –
ALLY – Obrigada a todos vocês. – disse revirando os olhos para o Morgan. – Mas acho que estamos aqui para tomar café da manhã não estamos?! Eu estou faminta.
Todos riram do meu comentário, seguimos para o restaurante do hotel e sentamos em uma mesa que coubéssemos os seis, eu me diverti com as brincadeiras da Penélope e do Derek, se não soubesse que ambos namoram eu diria que eles flertavam descaradamente um com o outro.
P.G – Sabe ainda é cedo, o que vamos fazer o dia todo?
D.M – Eu pensei em nadar um pouco.
P.G – Humm... Meu pedaço de chocolate. Mal posso esperar para ver seu tanquinho cheio de água.
S.R – Vocês dois nunca vão mudar, vocês fazem esse tipo de piadinha há 10 anos.
ALLY – Bom, eu também tinha pensado em nadar, mas eu vou ter que comprar um biquíni na loja do hotel. Você vem comigo Penélope?
P.G – Claro que sim, compras com alguém que realmente entende de moda, pode me dar umas dicas. Não é?! Vamos.
ALLY – Claro. – me virei para Spencer e perguntei. – Você vai se juntar a nós na piscina, não vai?! Vou trazer algo para você.
Não dei a ele tempo de responder e me levantei com Penélope, ela me acompanhou até o nosso quarto para que eu pudesse pegar minha carteira.
P.G – Vocês tiveram uma noite agitada. – ela disse como uma contestação, quando viu nossas roupas espalhadas pelo quarto. – Quem diria que o menino prodígio poderia ser quente assim!
S.R – A única coisa quente que fizemos ontem foi dormirmos abraçados. – eu disse de uma forma que a fizesse pensar em outra coisa. – Eu estava emocionalmente abalada, Spencer apenas cuidou de mim da forma que eu precisava e que somente ele poderia.
Descemos para que pudéssemos ver as lojas do hotel, não eram muitas e eu logo encontrei um biquíni descente, com uma cor incrível. Escolhi também uma saída de praia enquanto Penélope andava ao redor da loja.
Voltamos para o saguão do hotel, e encontramos todos os rapazes conversando, e rindo de alguma coisa enquanto Spencer corava por algum comentário.
ALLY – Vocês parecem estar se divertindo. Vamos nos trocar meu amor, para eu poder mergulhar e pegar uma cor, estou mais pálida que vampiro com sede de sangue.
S.R – Claro, vamos sim. – ele disse e se virou para seus amigos. – Nos vemos depois.
Subimos para nosso quarto para podermos nos trocar, e logo descemos e encontramos todos conversando. E agora eu entendo Penélope com sua fixação pelo tanquinho do Morgan. Chegava a reluzir, ele é realmente um homem bonito, com certeza a Savannah deve se perder ali. Mas mesmo ele sendo um homem bonito, meu homem é muito mais bonito e muito mais quente que Derek Morgan, talvez apenas eu pense assim, mas isso é bom. Assim eu não corro risco com concorrência desleal.
D.M – Olha quem voltou. Eu não disse que o Pretty Boy escondia um corpo atlético?
D.R – E eu disse que ele escondia direitinho.
S.R – Qual é o problema de vocês? Deixem-me com meu corpo magro, estou feliz com ele e minha namorada não reclamou das minhas costelas aparecendo. – todos riram da sua piada, mas eu decidi vir em seu socorro. –
ALLY – Se não reclamei é por que não tinha nenhuma costela aparecendo. – me virei para ele e pisquei de forma sensual, mas de forma que somente ele entenderia o que eu quero dizer. –
Sentamo-nos nas espreguiçadeiras e conversamos por um tempo, eu estava de óculos escuros e mesmo conversando com todos e respondendo a todas as perguntas que surgiam, eu não conseguia tirar os olhos de Spencer, ele fica tão lindo com aquele óculos escuros, tenho vontade de mordê-lo. Eu realmente preciso voltar a fazer terapia, o que é esse meu fetiche por morder ele?
Derek resolveu mergulhar enquanto nós continuamos conversando, Penélope e eu estávamos conversando sobre bichinhos fofos, ela gosta de pandas e tem um gato chamado Sérgio. Eu tenho preferência por cães. Talvez eu devesse comprar um.
Duas mulheres estavam dividindo a espreguiçadeira ao lado dela apenas para observar os mergulhos do Morgan. Escutamos risadinhas delas e o olhar carnal direcionados para ele, Penélope e eu rimos, pois devido à forma que ele falou da agora noiva há minutos atrás sabíamos que ele está completamente apaixonado por ela. De repente ele sai da piscina e caminha na nossa direção, as duas ao nosso lado acham que ele está vindo em direção a ela e se animam. Mas os sorrisos delas somem quando ele passa direto e senta na mesma espreguiçadeira que a Garcia. E claro o flerte se inicia.
D.M – Hey Baby Girl! Você pode passar protetor solar nas minhas costas? Aproveita e já faz massagem, sabe meus músculos estão muito tensos.
P.G – Com prazer Gostosura, e eu posso dar pra você muito mais que uma massagem sabe disso. – eu ri enquanto via a cara de choque das duas ali do lado. –
ALLY – Eu me pergunto o que a Savannah diria se visse essa pouca vergonha entre vocês dois. – eu disse piscando para eles, depois de tirar os óculos e levantar para tirar minha saída de Praia. – Eu vou dar um mergulho enquanto vocês aproveitam a massagem. – tirei a saída e me aproximei de Spencer para ele passar protetor em mim. – Meu amor, pode me ajudar? – perguntei enquanto entregava para ele o frasco na sua mão. –
S.R – Você não foi comprar um biquíni com a Garcia aquela hora? – ele perguntou enquanto me comia com os olhos, mesmo com óculos eu sentia seu olhar quente. –
ALLY – Sim eu fui esse é meu biquíni. Não gostou? – perguntei preocupada. –
S.R – Isso não é um biquíni. É um Miniquíni. – ele disse bravo e todos riram de seu tom irritado. – O que?! Eu não posso ter ciúmes da minha namorada?
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