Notas iniciais
RennanSwift: Oi pessoal! Tudo... (pegando um escudo de metal maior que o próprio corpo) GENTE, GENTE, MIL DESCULPAS! Foi tudo culpa do Raphael! Ele disse que era pra mim tirar umas férias e voltar só esse ano! (kkkkk) Enfim, brincadeiras a parte, eu realmente lhes devo desculpas. Aconteceu muita coisa do último capítulo de Coincidências pra cá, eu arrumei uma namorada, terminei com ela, estudei pra prova da ETEC, tive vários problemas com a minha vida pessoal... Mas dentre tudo isso tenho duas noticias excelentes e que vocês provavelmente irão amar: 1. Estou escrevendo um livro pessoal! Fantasia, RPG, viagem por mundos e muito mais coisas nessa minha nova obra. Na verdade, eu já escrevendo o livro durante um tempo quando o último capitulo foi postado, e com isso, a fanfic foi meio que sacrificada por uns tempos... Acontece que eu precisava de mais foco no livro, e agora com ele nos 90%, eu acho que posso me dedicar mais em trazer para vocês os capitulos de Coincidências. 2. Em seis meses, eu e Raphael melhoramos MUITO nossa linguagem. Sério mesmo, acho que nesse capitulo que vocês irão ler, não vão notar muito isso, até porque nós dois escrevemos ele entre outubro do ano passado e janeiro desse ano, e ainda estavamos nos "desenvolvendo" mais. No entanto, nós dois concordamos quando falamos que, o último capitulo que escrevemos foi o melhor capítulo que nós dois já escrevemos para essa fanfic. 3. Eu e Rapha estamos completamente seis meses sem postar! Eba! (pega outro escudo gigante) Calma pessoal! É brincadeira! Mas ainda temos outra novidade: com o sucesso de Coincidências, eu e Rapha deveremos fazer outra parceria em breve. Não sabemos direito como vai acontecer, mas pelo rumo que as coisas estão tomando, devemos repetir a dose em breve. Enfim, me desculpem mais uma vez por esses longos seis meses pessoal, mas é que precisavamos de tempo para nossas vidas e acabamos ficando sem tempo para a fanfic. Mas agora que começamos, não iremos mais parar! Nos vemos daqui a três semanas, e gostaria de anunciar, que a reta final chegou! HikichiUchiha: Então pessoal... me matem, peguem suas armas e me atinjam kkkkk a culpa de toda essa demora, não tem nada haver com o Rennan. Eu acabei passando por alguns momentos e tirei um grande tempo para mim e eu me recuperei, mas não conseguia ter inspiração e nem ser o mesmo autor de antes. E ultimamente estou um pouco atarefado com meu curso, então me culpem por tudo isso e desculpem mesmo, mas precisava de um tempo para mim. Bom... então eu quero dizer que esse foi o meu melhor capítulo até agora feito junto com o Re, e me sinto muito bem com o resultado, sinto que a nossa sincronia deu muito mais certo nesse capítulo e adorei. Bom, sem mais delongas... Ah, e quero agradecer a super e mega recomendação da Mary, você é incrível e adorei todas as suas palavras que só me fizeram acreditar cada vez mais que estávamos seguindo o caminho correto. Você é incrível e muito obrigado pelas palavras! Boa leitura!

Eu nunca poderia esperar que Sasuke estivesse tão perdido nesse jogo de matança e ódio quanto eu. Quer dizer, eu tinha certeza que ele estava com muita vontade de se vingar de Lee por tudo o que ele havia feito até hoje, comigo, com ele, com Ino, Henrique, e até mesmo por quem ele não feriu fisicamente, mas sentimentalmente. Chloe, Naruto e Hinata eram a prova do quanto ele podia ferir alguém sentimentalmente, mas já que não se pode apagar pessoas de sua vida ou mandá-las para longe por um correio, eu queria que não houvessem mais marcas. Caso contrario, eu juro a mim mesma que não vou mais arriscar. Nunca mais.

— Acho que nos perdemos. — Dizia Sasuke enquanto olhava para todos os lados. Dentro do carro, no banco do passageiro, eu percebia que ele realmente estava perdido. Seguindo aquele GPS que somente ele entendia, eu queria, mas não poderia ajudá-lo.

— Sasuke, você é muito burro, não está seguindo o GPS? — Naruto logo iniciou a típica briga deles.

— Cala a boca Naruto. Estou seguindo essa porcaria, mas não tem nada por aqui, então fique quieto e não se intrometa idiota.

Naruto, como sempre, rebateria àquela ofensa. Eu já tinha me acostumado um pouco com as brigas deles, que eram muito estranhos pois eles sempre continuavam a se falar como se nada tivesse acontecido. Porém, dessa vez eu decidi interferir no meio da discussão.

— Naruto a gente está no meio do nada! Aposto que você tá tão perdido quanto o Sasuke!

— Obrigado por lembrar disso Sakura. Foi bem empolgador. — Naruto levantou os braços e se calou, com um tom de deboche em sua voz. Eu responderia a altura, mas Sasuke falou antes...

— Tem uma placa dizendo que daqui a cem metros existe uma pousada. Vamos usar isso para passarmos a noite, até resolvermos o que iremos fazer. — Sasuke disse mais calmo. Como sempre.

Não seria uma má ideia. Afinal, não poderíamos ficar no meio do nada sem qualquer abrigo, ou seja, precisaríamos de um lugar para passar a noite se aquilo não desse em nada. Afinal, já estávamos a tanto tempo naquele carro, que duvidava que aquele lugar ainda fosse em Los Angeles.

Todos concordamos em parar na pousada.

Tivemos sorte de chegar bem rápido lá, pois eu estava cansada e com fome, precisava de um banho para pelo menos relaxar um pouco. Quando fizemos o check-up, a chave havia ficado com Sasuke. A pousada parecia velha, provavelmente precisando de muitas reformas, mas era o suficiente para que nós pudéssemos dormir.

Quando chegamos no quarto, eu percebi que pareciam ter camas o suficiente para todos. Uma de casal e duas beliches eram o suficiente, mas acho que se aquela belichê fosse trocava por uma cama de solteiro, não haveria o menor problema. Afinal, eu não considerava a hipotese de dormir…

Assim, a primeira coisa que fiz foi largar minha bolsa em cima da cama e caminhar até o banheiro, me despir e deixar a água do chuveiro cair sobre meu corpo, e realmente, aquilo me relaxou bastante. Fiquei uns dez minutos pensando sobre o que aconteceria quando encontrassemos com o Lee, e a minha intuição me dizia que ele logo estaria aqui, entre as minhas mãos e as grades de uma cela.

Sequei-me com uma toalha e coloquei meus jeans, all-stars e camiseta preta novamente, voltando para o quarto junto a todos.

— O que fazemos agora? — perguntei assim que entrei.

— Por enquanto, acho que devemos descansar. Quando amanhecer planejamos os nossos próximos passos. — Dizia Naruto, enquanto deitava com Hinata na cama de casal. Que amor…

Ao mesmo tempo em que Naruto poderia ser considerado um idiota por querer esperar até amanhã, ele também era um gênio.

— Por mim tudo bem. — Falei, subindo as escadas de uma da belichês e me deitando confortavelmente nela…

Enquanto todos foram dormir, eu fiquei acordada. Deitada, me remexendo na cama, resistindo a tentação de dormir ao mesmo tempo que fingia dormir. Mais ou menos uma hora se passou, e eu já ouvia centanas de roncos do casal numero um se espalhando pelo quarto... Então levantei e percebi que nem Sasuke e nem Hikaru estavam no quarto. Decidi levantar e ir atrás deles. Não estava acreditando que eles decidiram ir atrás daquele babaca sem mim, apesar de que eu também estava planejando ir atrás dele sozinha...

1X1

Pulei do beliche e minhas meias abafaram o som dos meus pés contra o chão. Peguei meu all-star e minha bolsa, saindo de fininho do quarto da pousada. Felizmente, eu tinha meus truques, e sabendo como era fácil destrancar portas com clips de papel, eu a tranquei por fora e aproveitei para quebrar a fechadura da mesma. Naruto, Hinata e Chloe estavam todos presos, porém seguros…

Coloquei meus tênis e tirei meu celular da bolsa. Pessoas pensam que eu sou burra, mas sou esperta o suficiente para lembrar do endereço o qual estava no GPS de Sasuke. “Spirit Life Street”, esse era o endereço do GPS... Com um chip pré-pago num celular com GPS, eu percebi que demoraria 40 minutos para chegar até lá andando…

Precisaria de algo mais rápido.

Assim, eu desci as escadas até a recepção e lá o homem idoso de uns sessenta e poucos anos que havia nos atendido antes estava, parado com um olhar de quem não dormia já fazia algum tempo.

— Boa noite. Você teria algum veiculo pra me alugar ou conhece algum lugar em que eu poderia alugar algum?

— Não senhora. Um pouco atrás da pousada tem um pequeno posto de gasolina, a senhora pode ter sorte de achar algum lá fora.

O agradeci e logo fui para o posto. A rua deserta sem nenhum carro passando e sem aqueles postes de luz simplesmente me fariam um alvo facil, mas era somente um pouco de caminhada para a rua de trás, e logo eu estaria na tal “Spirit Life Street”.

Eu comecei a andar um pouco e fui para os fundos da pousada pelo pequeno atalho que me levaria até lá. O vento frio batia e eu estava tão preocupada em me aquecer com as próprias mãos que nem percebi quando levei uma tijolada no rosto. Aquela pancada de dor insuportavel poderia até ter me dado um traumatismo crâniano. Eu senti o sangue escorrer pela minha cabeça enquanto batia meu corpo no chão. Eu ainda estava consciente, eu só não queria que quem tivesse me dado a pancada soubesse disso.

Ignorei a dor com todas as minhas forças e mordi meus lábios de leve para não chorar. Assim, eu senti alguém pegando-me pelas pernas enquanto outra pessoa me pegava pelos braços. Era mais do que só um, e a julgar pela conveniente situação, eu podia jurar que eram uma dupla de capangas de Lee…

Eles queriam me levar para algum lugar, mas eu faria questão de chegar lá com minhas próprias pernas. Eu dei uma cotovelada na barriga de quem agarrava meus braços e logo em seguida um chute no queixo de quem me segurava pelas pernas. Eu cai no chão de novo, mas me levantei rapidamente, pisando em cima da barriga de um deles e logo correndo como o vento para o posto de gasolina.

Sempre olhando para atrás, eu percebi que eles não eram tão imunes assim, pois demoraram até correr atrás de mim. Eu já avistava o posto e sabia que chegaria até lá rapidamente, isso se não tivesse sido parada com mais um soco na cara. Sempre me disseram para olhar para frente enquanto andava, mas nunca liguei pra isso até agora…

— Então você é vadia magrela com que o chefe tanto quer levar pra cama? — Eu já não tinha mais nada a perder, então quando ele tentou me chutar nas partes intimas, eu deslizei meu corpo no chão e, além de fazê-lo perder tempo, aproveitei para chutar as partes dele. Agora quem não iria para a cama por um bom tempo seria ele, que na verdade agora estava como um bebê, chorando no chão.

Logo, eu continuei a correr e gritei — Nunca mais tente ter filhos! — Debochando dele enquanto corria para o posto. Aconteceu que os outros dois capangas de Lee já estavam bem perto de mim, e um parece ter virado o Flash, correndo tão rápido atrás de mim que quase pensei que não chegaria viva no posto. Mas graças a Deus, eu cheguei.

Porém, eu sabia que só isso não me salvaria. Por sorte, eu encontrei um carro com as portas abertas estacionado no posto, e assim que cheguei lá, eu pulei dentro do carro. Pulei, e logo em seguida, tranquei as portas e comecei a fechar os vidros, mas por mais rápida que eu fosse, um dos capangas enfiou sua mão por ali, tentando abrir a porta do carro. Eu não cedi e continuei a fazer força para o vidro fechar e, quando percebi que o vidro estava começando a abaixar por tamanha força de braço que ele tinha, eu peguei uma faca dentro de minha bolsa, sem dó alguma, perfurei sua mão, que ele tirou por impulso dali, me dando mais uma chance para fechar o vidro. Dessa vez, eu o fiz.

Mas ainda assim não estava segura. Os capangas de Lee estavam cercando o carro, mais do que somente os três e, por alguma miséria do destino, eu não tinha aquela sorte de ter entrado num carro cuja a chave estava no contato. E o pior, cada um do lado de fora tinha uma arma para si: pedras, massaricos, e até armas e bombas. Ou eu saia dali, ou eu morreria ali.

Eu não fiz contato visual com eles, preferi fazer contato visual com todos os cantos daquele carro a procura da chave, e quando eu a vi ali, no teto do carro, eu fiquei entre a cruz e a espada. Se eu fizesse um movimento, provavelmente eles me acertariam com algo, mas se eu não fizesse eu morreria ali e agora. O meu sangue fervia, mas eu sabia que só havia uma coisa a fazer…

Seja o que Deus quiser.

Eu peguei rapidamente a chave com a mão esquerda e me abaixei no banco, colocando ele para trás ao extremo e me abaixando no mesmo, quase deitada no banco. Ele começaram a atirar e jogar as pedras, algumas até cairam em mim, mas eu tive tempo o suficiente para colocar chave no contato, ligar o carro e, logo em seguida, acelerar, a ponto de até cantar pneu e quase bater no muro da pousada. Porém, consegui o controle do carro facilmente, seguindo nas estradas......…

Me senti um pouco aliviada de ter escapado daquele pesadelo, mas me senti preocupada de ter lembrado que todos os meu amigos ainda estavam naquele local e provavelmente correriam perigo. Senti algo encostar na minha cabeça lentamente…

— A vadia do chefe já deu muito uma de esperta por hoje, não acha? Pare o carro ou eu estouro seus miolos.

Aquela voz rouca no meu ouvido que anunciava meu fracasso e o o cano gelado da arma na minha cabeça fizeram meu coração disparar. Eu parei o carro, mas não do jeito que eu gostaria de ter parado, e nem do jeito que aquele cara gostaria que eu tivesse feito. Foi um choque tão grande que a única coisa que eu me lembro, era de estar com a minha testa sangrando em um carro virado de cabeça para baixo, com um buraco de bala no vidro negro do carro e o homem que quase me matou, morto no banco de trás.

Mas eu ainda assim sabia que não estava segura. Era um daqueles momentos em que você sente que todo o seu sacrifício foi a toa. Que todas as lutas foram a toa e que chorar como eu fazia naquele momento só me fazia ainda mais patética…

Então continuaria.

Abri a porta do carro de ponta cabeça, o cinto de segurança me segurava no teto e foi um sacrifício tirá-lo sem que eu sentisse qualquer dor. Quando o tirei, cai com todo meu peso sobre o “teto” do carro, só aumentando ainda mais a dor que eu sentia no pescoço; coloquei a mão ali e senti algo me cortar, percebendo que era o vidro do para-brisa que tinha entrado em mim. Devia estar por todo o meu corpo, pois a dor que sentia no pescoço eu sentia em todos os outros lugares.

Assim eu sai do carro, levantei-me o mais rapidamente que pude, abafando meu grito de dor ao morder meu próprio braço, eu sabia que eles poderiam estar por ali, com o meu carro batido ali suas buscas só se tornariam ainda mais fáceis.

Ouvi o barulho de carros na estrada e logo fiquei alerta, principalmente quando um deles deu uma freada violenta no meio da pista. A essa hora, naquele local e sem sirenes, só poderiam ser eles…

— “Merda” — pensei, logo mancando o mais rápido que eu podia para a floresta que havia ao lado da estrada. Se eu entrasse lá, estaria salva por enquanto.

Lanternas vasculhavam o local com suas luzes, e a cada feixe de luz que chegava perto de mim naquele local, mais eu me apressava. Foi um caminho longo até que eu chegasse entre as arvores e ouvia os passos deles entre meus pensamentos, eu sabia que teria que continuar andando se quisesse escapar, então só parei para tomar um fôlego.

Apoiei-me em meus joelhos e respirei o mais devagar possível para não atrair nenhum tipo de atenção; nem deles, nem de nenhum animal que poderia aparecer por ali.

— Indo a algum lugar, piranha?

Tudo em vão.

Sabe aquele ditado que diz que “paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas palavras jamais me atingirão?”. Bom, pedras também podem quebrar meu crânio, e senti isso acontecer.

Minha mente tentava processar lentamente o que tinha acabado de acontecer. Não tinha forças para me mexer e nem falar, mas observava tudo o que acontecia ao meu redor. Estava sendo levada pela pessoa que mais odeio e sem ter como reagir e isso me deixava frustada, mas não tinha como lutar contra eles… Não no estado em que me encontrava. Olhei para o Lee e só consegui entender ele pronunciando “uma surpresa” e “vou adorar”, algo assim… Então antes que eu continuasse a pensar, desmaiei novamente pelo excesso de dores e agora eu não sei o que será de mim…

Despertei assustada e tentei levar a todo custo, mas fui impedida por algo que prendiam minhas mãos e pés e cai com tudo ao chão sentindo o cansaço e a dor afetarem meu corpo. Tive vontade de chorar, mas derramei uma lagrima sequer; ninguém mais me veria chorar, não enquanto estivesse essa mente decidida e esses olhos verdes. Com bastante dificuldade sentei no chão e esperei, preocupada com o que o futuro me traria… Notei um pedaço de luz aparecer e vi alguém adentrar a sala. Eram dois homens e estavam rindo…

— Essa é a piranha que o chefe pediu para visitar… É uma pena que não possamos brincar um pouco. — Um deles dizia enquanto segurava o meu rosto e me olhava como um cão faminto e eu cuspi na sua cara, sorri e disse:

— Vai se fuder sua vadiazinha do Lee. — E enquanto ele limpava o rosto dei uma cabeçada no seu nariz. E ele se afastou com dor e apenas observei o outro vir e dar-me um tapa bem forte na cara.

— Que tapa fraco… Você é homem mesmo ou está se disfarçando por tempo integral? Minha mãe me batia mais forte quando era criança... — Disse rindo e debochando, mas isso não durou muito tempo, quando dei conta estava sendo atacada com socos e chutos, mas não sentia dores, meu corpo parecia que estava acostumado com tudo. O tempo da surra durou pouco tempo, logo ouvi Lee reclamar e expulsá-los da sala.

Lee chegou mais perto de mim com aquele olhar de psicopata que só ele tinha; aquele olhar que ele conseguiu esconder por tanto tempo, e que eu, sonsa como sempre, não havia visto antes. Ele agachou-se a minha frente e olhar para mim com cara de deboche.

— Não se preocupe minha princesa… — Ele passava as mãos nos meus cabelos como fazia no passado, só para depois voltar ao normal e arrancar alguns de meus fios com suas próprias mãos, cheirando-os profundamente logo em seguida — Logo você não irá sentir mais nada... — Ele colocava sua mão suja sob minha cocha, subindo cada vez mais a medida pela qual falava comigo — ...além de prazer.

— Vou sentir prazer na casa do caralho, você não satisfaz nem vagabunda de bordel, acha que isso me traria prazer? Nunca, você é um verme que não presta para nada. Tão imprestável que qualquer verme inútil e imundo consegue ser melhor que você… você me da nojo por ser tão repugnante ao pouco ao ponto de se esconder atrás dos seus guardas de merda em vez de encarar tudo de frente. Você é e sempre será um maldito que só nasceu para ser pisado pelos melhores e será pisado sempre querendo ou não. — E sem que ele percebesse lhe acertei um chute em suas partes íntimas que me fez soltar falsas gargalhadas de deboche.

Após a dor que ele sentiu, Lee ainda conseguiu ficar de pé para me dar um chute entre as pernas.

— Pra começo de conversa virgem maria — eu ainda tinha que ouvi-lo mesmo com a dor de todos os meus machucados — não é esse verme inútil aqui que vai te dar qualquer coisa.

— Como assim? — Não havia entendido o que ele queria dizer com aquilo. — Eu não entendo…

— Logo você irá entender. Muito em breve…

— Não saia sem me dizer o que realmente está acontecendo seu idiota.

— Não sou eu que tenho dizer nada, sua vaca! Não sou eu que preciso lhe dar respostas.

Foi a última coisa que ele disse antes de abrir a porta e sair, batendo-a. Estou muito preocupada e sufocada e algo me dizia que o Sasuke estava envolvido… E mais uma vez vi a porta se abrir e alguém adentra e me surpreendi…

— Sasuke!?

Notas finais
RennanSwift: Gostaram? Amaram? Odiaram? Envie reviews, recomendações, qualquer coisa. Tudo que queremos é saber se estão gostando e se estamos fazendo um bom trabalho! Até o dia 9 de maio :) HikichiUchiha: Digam suas opiniões e não esqueçam de comentar. Obrigado por lerem e até o próximo capítulo