Coincidência Ou Ironia Do Destino??
12 Capítulo 13
Notas iniciais
e por favor, leitores fantasmas apareçam, seus comentários iram fazer muita diferença para mim!!
Acordei no outro dia as 10:00, ainda bem que hoje era sábado e não teria aula e nem estagio, eu estava tão feliz, escutar tudo o que o Antônio me falou, me fez bem, mais sei lá, eu estava estranha, minha cabeça estava confusa no que fazer em relação a isso, mas eu estava muito feliz por ter conseguido dizer que amava o Bernardo, ele me fazia tão bem, me transmitia paz, e quem diria que eu amaria alguém desse jeito? E quem diria que eu mesma iria me declarar para alguém? É, o amor me pegou, e eu gostei, é bom sentir saudade mesmo quando eu acabei de vê-lo, é bom sentir um friozinho na barriga quando ele me abraça, quando ele esta perto de mim.
Levantei, fiz minhas higienes, e desci, a Duda estava vendo televisão eu me sentei com ela, minutos depois meu celular tocou. Fui atender e vi que era o Bernardo.
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— oi meu amor – falei toda empolgada.
-- oi minha pequena, como você esta?
-- muito bem e você?
-- com saudades de você, minha mãe pediu para você vir aqui em casa almoçar com a gente hoje, ela quer te conhecer.
-- conhecer sua mãe?
-- isso, não quer vir?
-- não é isso, é que sei lá, se ela não gostar de mim?
-- ela já te conhece esqueceu?
-- verdade, tudo bem, eu vou, que horas?
-- 12:00 passo aí, pode ser?
-- pode, então até agora mesmo amor, beijos.
-- beijos, te amo .
-- também te amo.
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Desliguei meu celular, e fui tomar banho, coloquei um short com uma batinha floral com uma sapatilha, me arrumei normal como sempre e fiquei esperando dar 12:00 para o Bernardo chegar, olhei no relógio e ainda era 11:30, sentei no portão da minha casa, a Raisse ia passando e me viu e sentou ao meu lado.
-- ta cheirosa em?
-- vou almoçar na casa do Bernardo.
-- então ta explicado, mais aqui, eu queria conversar com você.
--sobre?
-- eu vi e ouvi tudo o que seu pai fez para você, então porque não dá um chance?
-- eu não consigo.
-- deixa esse orgulho de lado, tentar esquecer, vai ser melhor para você.
--eu não sei, quando eu estou quase perdoando, alguma coisa em mim trava.
-- é orgulho, mas vai por mim será bem melhor se você esquecer.
O carro do Bernardo chegou e a Raisse se despediu de mim, abracei o Bernardo e o beijei, entrei no carro dele e fomos para a casa dele, eu nunca entrei na casa dele, não que eu me lembre, a primeira e única vez eu fui só na casa da arvore dele. Entramos e a casa dele era enorme, tinha tudo o que pode imaginar, a mãe dele estava sentada no sofá e assim que me viu me abraçou, eu não me lembrava dela, mais minha mãe me disse que quando eu era pequena eu ia muito para a casa dela, e ficava brincando com o Bernardo, mais depois nós nos mudamos e perdemos o contato com eles, apenas meu pai que tinha contato. A mãe dele é muito simpática e muito bonita também, o Ricardo também estava lá e foi tudo muito bom, almoçamos e depois o Bernardo me levou para conhecer o resto da casa, fomos para o jardim do fundo e tinha uma piscina de todo o tamanho, uma quadra de tênis, depois fomos para o quarto dele, e o quarto dele era muito grande, tinha de tudo.
-- vamos ver algum filme? — o Bernardo me perguntou me tirando dos meus pensamentos.
-- vamos, qual?
-- você gosta de Os Vingadores?
-- nunca vi, mais estava querendo ver.
Ele colocou o filme e ficamos vendo, muito bom o filme, depois que acabou olhei no relógio e ainda era 15:00.
-- muito bom esse filme — eu falei me levantando da cama.
--eu também gosto – ele falou levantando e tirando o filme.
Chegou perto de mim e me abraçou e me beijou, fomos beijando e quando eu percebi estávamos deitados na cama, eu o empurrei de leve e saí debaixo dele.
-- desculpa – ele disse sentando ao meu lado, eu apenas dei um sorriso, e ele não falou nada, estava um clima tenso entre nós dois.
-- alguém na sua casa joga tênis? – perguntei para ver se quebrava esse silencio.
-- eu jogo, e muito bem, modéstia a parte.
--ata, acredito só vendo.
--Então vamos lá que eu te mostro — falou me puxando e me levando para a quadra – você vai jogar comigo.
-- eu não, não sei nem como pega em uma raquete.
-- eu te ensino.
Ele foi me explicando como que jogava e tudo mais, mais eu era um desastre, depois de um bom tempo paramos, e ele jogava muito bem também, a mãe dele chegou perto de nós com um lanhe de tarde e com uma foto.
-- eu achei uma foto de vocês dois quando tinham 2 anos – falou nos entregando, a foto era muito engraçada, nós estávamos todos sujos de bolo.
-- eu ainda não acredito que conhecia você, quando era pequena – falei olhando para aquela foto.
-- nem eu — falou me abraçando.
Depois que comemos, me despedi dos pais dele, e ele me levou embora. Chegamos em minha casa e ficamos dentro do carro.
-- vamos sair hoje a noite? – ele perguntou.
-- eu não estava querendo não, mais se você quiser a gente saí.
-- tudo bem, vamos ficar em casa mesmo, na sua ou na minha?
-- eu fiquei na sua casa o dia inteiro hoje.
-- vamos dar um volta e depois ir para a minha casa na arvore.
-- você tem um verdadeira adoração por aquela casa né – falei rindo.
-- um pouco minha pequena.
-- então esta combinado, te espero as 20:00 – disse dando um beijo nele e saindo do carro.
Subi para o meu quarto, e logo vi os cartões do meu pais, os peguei e fiquei querendo abri-los, mas estava com medo, eu sabia que o que estivesse escrito ali, mexeria comigo de alguma maneira, então, eu os guardei e deixaria para abri-los depois, já que hoje eu estava muito feliz.
Deitei em minha casa e acabei dormindo.
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