Club Dos Prazeres
7 Capítulo 7 - Mestre G e sua Eva no Paraíso
Notas iniciais
Como anda o défit de calcinhas depois desses Mestres maravilhosos no nosso Clube dos Prazeres?
Quero agradecer a todas que comentaram e se mataram nos reviews seja com gritos ou seja de calor...
E hoje venho até aqui, com espírito nostálgico já, para postar o sexto de último Mestre.
Eu amei escrever cada linha, pois além de ser a Sra Cross, sou eterna amante e fã dessa espécime masculina chamada Gideon Cross!
Apreciem com moderação e boa leitura!
Jaque Lokit!
** Capítulo 07 – Mestre G e sua Eva no Paraíso **
Eu estava tendo uma noite daquelas.
Quando se é proprietário de um Clube como o meu deve se esperar todos os tipos de situações, mas nessa noite eu consegui me irritar de verdade. Salvo eu ser um filho da puta sortudo em ter amigos como os meus.
Eu precisava relaxar urgentemente e nada melhor do que uma linda submissa para eu jogar e logo em seguida fodê-la sem sentidos. Meu corpo desejava isso, mas minha mente sabia que eu já estava cansado e procurar e não encontrar o meu ideal. As vezes nem eu mesmo sabia o que eu tanto procurava, a única coisa que eu sabia é que quando eu encontrasse minha submissa perfeita meu corpo rugiria por ela. Eu posso dizer que estava realmente ansioso por esse momento, mas nessa noite perdida só me restava me contentar com um consolo nos braços de uma satisfação momentânea. Ao contrário de Mestre Cullen e Mestre Jeremiah que se divertem a valer com uma mulher a cada noite, eu meio que já estava cansado de acordar em minha cama e sentir meus lençóis frios. E estou certo em dizer que qualquer mulher nos limites desse Clube teria real prazer em ocupar um lugar em minha cama e em minha vida. Mas eu não queria qualquer uma, e eu era um fodido por isso.
Era nessas horas que eu sempre me lembrava de meu pai, meu progenitor e meu introdutor no mundo BDSM. Eu me lembro até hoje daquela conversa constrangedora que tivemos quando eu completei meus dezesseis anos. Meu pai me explicou que um Dominador visa seu prazer supremo e o de sua parceira também. Eu me vi atraído por aquele estilo de vida e foi um início que não teve mais volta, não que eu quisesse voltar. Aos vinte e um anos fui ao meu primeiro Clube privado, e lá conheci outros Doms e Submissas de verdade. Meu pai vivia dizendo que eu havia nascido para dominar, que meu sangue não negava isso. E cá estou, proprietário de um Club dos Prazeres.
Após um banho rápido e troca de roupas em meu apartamento acima do Clube, desço a escadaria de mármore negro e paro para admirar o grande salão mal iluminado ainda movimentado com os casais e suas cenas. Já passa da meia noite e ainda vejo muitos Doms e algumas Dominatrix chicoteando e espancando seus escravos em demasiado prazer, o gemidos ecoando acima do ruído dos estalos do chicote produzindo sua própria sinfonia. Corro o olhar a procura dos Mestres e não os encontro. Aqueles bastardos já devem ter começado a diversão da noite.
Uma música sensual sai dos alto falantes ditando o movimento sensual das pessoas, reconheci Close do Nine Inch Nails, e eu realmente gosto dessa música. É quase uma dança do acasalamento feita de couro negro brilhante e pele nua. Preciso confessar que essa visão me excita e muito. O cheiro do prazer tipicamente no ar.
- Mestre G! — ouço meu nome e logo vejo o escravo Nathan ajoelhado aos meus pés e beijando meus sapatos, de olhos baixos e em posição de servidão. Nathan é um homem corpulento e até bonito, com seus cabelos loiros e olhos azuis, muito bem sucedido em seu negócio imobiliário, e sou grato pelos serviços que ele tem me prestado ao longo desses anos, mas o que ninguém sabe é que fora do horário comercial Nathan gosta de ser espancado e castigado por Senhores, e recusar sua servidão, para ele é pior do que uma bofetada no rosto.
- Permissão para falar escravo.
- Ela chegou!
Ele não precisou dizer mais nada. Eu já sabia quem era “Ela”. “Ela” é a mulher loira, que toda noite vem ao meu clube, depois da meia noite, usando um sobretudo de couro marrom, meias 7/8 preta e sapatos preto de salto alto, quando ela retira o sobretudo, por baixo existe apenas uma calcinha minúscula e a pulseira de cor preta em seu pulso indicando que ela é uma sub experiente mas sem dono. Todas as noites ela escolhe um Senhor diferente, um chicote diferente e a cadeira de surra. Ela se debruça, é espancada até sua bunda ficar numa cor linda de rosa e depois, ao invés de ir para um dos quartos ou sair com o Dom para algum lugar, ela simplesmente veste seu sobretudo novamente e vai embora. E aquilo me intrigava muito. Eu observava seu show todas as noites, por mais de um mês, por muitas vezes desejei ser escolhido por ela e minha mão formigou para alisar aquele traseiro, mas ela nunca nem sequer olhou para mim, então eu permaneci no meu lugar de telespectador apenas observando a cada dia seu desfile de chicotadas e suas feições de tortura. Ela gostava da dor, mas eu não poderia dizer se aquilo a fazia gozar de verdade. Os Doms quase nunca encostavam nela e ela mantinha seus olhos fechados durante toda a cena, evitando assim qualquer tipo de contato visual. E todas as noites ela me deixava de pau duro apenas de olhá-la.
- Onde ela está? — eu perguntei com minha voz já soando rouca, essa garota já me deixava excitado apenas de pensar nela sendo espancada e seu traseiro... Puta merda inferno de submissa gostosa.
- Ela está no mesmo lugar de todas as noites Mestre! — Merda eu quase havia me esquecido de Nathan ajoelhado aos meus pés.
- Obrigada escravo! Você me foi muito útil como sempre. Agora pode ir! — Nathan se afastou e eu caminhei para meu destino de tortura. Eu ficava ali, observando o desenrolar de tudo, mas no fundo eu sabia que gostaria de ser escolhido por ela. Escolhido por Eva. Eva Tramell. Sim, eu pesquisei os arquivos dela no Clube. E não me arrependo disso. Eva leve Mestre G ao paraíso com esse traseiro maravilhoso. Sorri. Não eu quase gargalhei por eu ser tão bastardo.
E lá estava ela, em todo seu esplendor se inclinando sobre a cadeira. Seus cabelos loiro platinados caindo a frente de seu rosto, o seios perfeitamente redondos pressionados no couro, a pulseira preta praticamente gritando em seu pulso, os sapatos de salto empinando ainda mais sua bunda deliciosa e a calcinha... Inferno uma calcinha do mesmo tom de vermelho da minha gravata. Malditos deuses! Meu pau conseguiu crescer mais.
O Dom dessa noite escolheu uma vara para o espancamento e eu podia notar o volume nas calças dele tão evidente quanto o meu próprio volume. Ele sorria perversamente e não identifiquei nele nenhuma postura de Dom. Foi então que busquei sua pulseira, e no lugar do prata que eu procurei, encontrei a cor vermelha que indicava “curiosos”. Maldição! Ela escolheu um curioso pra espancá-la ou ela estava botando a merda toda fora. O que ela estava pensando afinal, esse idiota sem prática alguma iria apenas machucar ela. Mas que porra eu ainda sou o dono desse lugar e ao inferno se eu não vou acabar com isso agora.
Eu caminhei mais apressado quando o bastardo já levantava a vara para seu primeiro golpe.
- Mas que porra está acontecendo aqui! — eu praticamente gritei interrompendo a cena que começaria a se desenrolar. Muitos pares de olhos se voltaram em minha direção inclusive os de Eva, que me reconheceu como Mestre mas não baixou o olhar para responder, ao invés disso ela me encarou com olhos azuis e frios e porra isso me aqueceu por inteiro.
- A porra disso aqui é uma cena que você acaba de estragar, Mestre G! — meu nome sai com desdém de seus lábios e eu gosto disso. Sorrio.
- Ora pequena Sub, você estava prestes a se deixar ser golpeada por um cara que mal sabe abotoar as calças?
- Isso não é da sua conta! — havia irritação na voz dela, e eu não desejava chamar a atenção, bom, mais do que já havíamos chamado.
- É da minha conta a partir do momento que eu sou o dono do clube, e eu não vou permitir que um curioso espanque você e dou esse assunto como finalizado. Amigo, me desculpe, mas seu lugar não é aqui! — eu retirei a vara das mãos do curioso e o dispensei com um gesto de mão. Com o canto de olho eu percebi James observando tudo, mas eu apenas sinalizei que estava tudo bem. Quer dizer, isso se eu não fosse morto pela irritada Sub a minha frente. Os olhos dela faiscavam de ira contida e suas bochechas manchadas de vermelho, eu estava me divertindo com isso. Ela era adorável demais.
- Você não tem o direito de interromper minha cena! — ela esbravejou como uma gatinha esquecendo totalmente minha posição de Mestre, ela seria castigada por esse atrevimento e como seria.
- Mas é óbvio que eu tenho, eu sou Gideon Cross, dono de tudo isso.
- Eu sei muito bem quem você é Senhor Cross!
- Aqui dentro eu sou Mestre G e quero ser tratado como devo ser tratado por uma submissa.
- Você não é meu Senhor, então não espere que eu me ajoelhe para você!
Eva me olhou irritada, seus lábios carnudos formando uma linha fina de desgosto, os braços sobre os seios nus elevando aqueles montes cheios e macios com mamilos de uma cor rosa escuro, eu sustentei aquele olhar e desejei lamber aqueles bicos eriçados nesse momento. Céus o que estava acontecendo comigo?
- Ah eu acredito que você vai se ajoelhar sim para mim, e se você deseja ser flagelada por um merda de um cara inexperiente, você escolheu o lugar errado, nunca vou permitir isso em meu clube. Agora se você busca prazer, incline seu traseiro naquela cadeira e eu te levarei ao paraíso quando você gozar sem sentidos docinho.
Eu já tinha dado nossa conversa como encerrada e estava pronto para me retirar quando ela falou.
- Eu não me permito gozar, eu apenas desejo sentir dor... — a ira em seus olhos se transformou em tristeza lacrimejada e eu entendi naquele momento que eu estava me metendo em uma bagunça de mulher sem chances de volta. Eu me aproximei e sequei a lágrima em seu rosto com meu dedo.
- Conte-me... — eu sussurrei em seu ouvido e ela estremeceu.
- Depois que você me espancar. — ela me ofereceu uma barganha, e ao inferno que nesse momento eu daria tudo para saber qual seria a história dela.
Eu segurei sua mão fria e a puxei até o banco de surra ajudando-a a se inclinar. Eu fiquei momentaneamente hipnotizado observando Eva, pensando nas imagens correndo soltas pelo meu cérebro ‒ Eva algemada a uma barra de extensão, os pulsos amarrados e ancorados. Sua boceta molhada quando a acariciasse com uma luva de massagem ou movimentos leves. Balancei a cabeça para limpar as imagens e voltei minha atenção ao momento. Eva já estava posicionada, esperando o chicote e a dor de olhos fechados. Eu me coloquei a sua frente e levantei seu rosto para que me olhasse.
- Abra os olhos! — eu ordenei e ela me obedeceu. — Muito bem! Eu a proíbo que fechar os olhos novamente, quero olhar essas orbes azuis enquanto eu espanco você. Estamos entendidos?
Ela demorou um pouco a me responder, mas por fim acabou concordando.
- Sim...! — mas faltou o Mestre. Mas que garota difícil. E caralho, como ela me deixa excitado com sua teimosia.
- Boa menina. Agora me diga sua palavra de segurança. — Ela não me respondeu. Mas que porra! — Porra me diga que você tem uma palavra de segurança caralho, me mostre que você não é tão masoquista assim! — eu estava esbravejando com ela, e lágrimas escorriam por seu rosto agora sem parar. Aquilo doeu em mim.
- Eu não tenho uma palavra... Eu apenas desejava sentir dor...
- Ao inferno pequena! Eu vou te dar apenas prazer, mas você precisa de uma bóia de salvação para quando o jogo ficar pesado, e sua palavra de segurança será “Vermelho”. Repita sua palavra Eva. Agora!
- Vermelho! — ela balbuciou ainda chorando e num impulso eu tomei seus lábios macios e molhados em um beijo cheio de conforto. Eu queria entender o porque daquela bela mulher querer tanto infringir a dor a si própria sem ao menos uma forma de fuga que seria sua palavra de segurança. Eu me afastei dela tendo a consciência de todos os olhos em nós. O olhar surpreso de Eva estava grudado em mim. Eu sorri largamente para ela, pois sei que sou um filho da puta.
- Muito bem, agora por ter sido uma boa menina vou deixar que escolha como deseja ser espancada. Vara? Flogger? Minha mão? — eu estava dando a ela opções de escolha para que ela confiasse em mim. — Como deseja sentir prazer?
Ela me olhou tão hipnoticamente antes de responder, que eu pensei que fosse capaz de ler sua alma através de seus olhos úmidos. Doce jesus eu queria Eva para mim, da melhor forma que um homem pode desejar um mulher, mas ela não poderia ser minha se recusando a me chamar de Mestre. Que diabos!
- Eu desejo sua mão...
- Diga a palavra Eva! Eu sou seu Mestre do prazer. Diga! — mas ela não disse e eu me enfureci. Porra ela tinha que ser minha submissa. Caminhei em torno dela, apenas admirando. Eu estava maravilhado com a beleza diante de meus olhos. Não havia como negar que Eva era uma mulher cem por cento macia. Seus seios fartos, a ondulação suave de sua parte inferior do estomago e as curvas de seus quadris foram feitas perfeitamente para embalar um homem.
Eva queria minha mão, e ela teria minha mão em seu traseiro. O número de expectadores aumentou ao nosso redor, eu estava preparado para o show. Eu acariciei as nádegas redondas e lisas passando meu dedo na renda lateral da calcinha. E sem que ela esperasse desferi meu primeiro tapa de mão aberta. O estalo de minha mão na carne enviou uma onda de prazer diretamente ao meu pau ereto e nesse momento tudo mudou quando a cena começou a se desenrolar e eu me tornei o Dominante puro instinto e sentidos. Eu estava atento a cada respiração naquela sala e minha atuação agora era crucial. Eu não só deveria me preocupar com meu prazer em espancar Eva, mas também com a segurança, saúde e prazer dela em primeiro lugar sempre.
Após a palmada, uma mancha rosada adorável se formou em sua pele, e eu acariciei com mão de veludo.
- Deus, sua bunda fica linda ruborizada, Eva. — ao sentir meu carinho após a dor Eva gemeu. — Muito bem, eu posso apostar que você está toda molhada docinho apenas com um tapa.
Ao lembrar de todos os homens que possam ter espancado ela, sem ter uma palavra de salvação fez a bile subir por minha garganta. Como um ser que se diz dominante pode aceitar uma condição assim, sem se preocupar com sua parceira. O golpe seguinte saiu com demasiada força, e eu fiquei preocupado que possa ter machucado Eva, mas ela gemeu o que me deixou satisfeito. Eu continuei a espancá-la tomando o cuidado de nunca acertar o mesmo lugar. O traseiro dela já estava em um vermelho vivo e meu pau estava a ponta de estourar minhas calças. Eva gemia e se contorcia. Eu encarei os olhos dela e vi o real prazer ali, Eva estava muito perto de gozar. Eu fiquei fascinado com a expressão sonhadora em seu rosto. Aquele momento em que você se encontra muito perto do subconsciente, na borda do prazer. E pela primeira vez na noite eu toquei Eva intimamente, eu afastei sua calcinha para sentir sua quente boceta molhada de tesão.
- Por favor! — ela pediu gemendo.
- Por favor o que pequena? — eu passava meus dedos nos seus lábios lisos e precisei controlar meu próprio tesão para não gozar precoce.
- Me toque! — ela disse praticamente sussurrando empinando sua bunda buscando mais contato da minha mão.
- Porque você quer que eu a toque pequena Sub? Diga alto para que todos possam ouvir você.
- Por favor me toque! Eu preciso gozar! Me toque pelo amor de deus!
- Eu vou fazer você gozar, querida. Vou colocar esses dedos dentro desta quente boceta apertada, molhada e fazer você gritar de prazer.
E assim eu fiz. Deslizei meus dedos por sua boceta sentindo toda sua quentura, desejando ardentemente que posse meu pau a tomá-la ali para todos verem, mas não agora e não aqui. Agora eu estava preocupado apenas com ela. Eu estava em êxtase total vendo Eva se contorcendo de prazer e não de dor. Ela não demoraria muito a vir para mim. Enquanto meus dedos a penetravam incansavelmente, meu polegar brincava com seu clitóris. Porra ela era muito receptiva a mim.
- Eu quero que goze para mim Eva. Posso dizer que esta perto. Posso sentir isso construindo dentro de você.
As contrações de seu orgasmo apertaram meus dedos com tanta força, que eu estremeci com a idéia de como seria em torno de seu pau. Quando eu dei o último tapa em seu traseiro, Eva gozou, com um grito de satisfação, sua umidade melando meus dedos. Eu voltei para sua frente e encontrei seus olhos desfocados com o prazer, em seguida, levantei os dedos até minha boca e provei a doçura única de Eva. Ela me encarou com devoção e eu soube naquele momento que eu seria capaz de ir ao inferno para Eva ser minha. Eu só não tinha certeza se ela me queria para si.
Eu a ajudei a se levantar da cadeira e enlacei sua cintura, a puxando para um beijo, ela sentiu o próprio gosto em minha boca e gemeu. Nossas línguas se enroscando em perfeita sintonia. Céus essa mulher tinha uma boca maravilhosa!
Mas de repente Eva colocou as mãos em meu peito e se afastou de meus braços. Ela me encarou, e eu não consegui identificar o significado daquele olhar. Gratidão? Adoração? Respeito? Porra ela estava me deixando muito confuso se afastando de mim assim.
- Eva? O que... — eu parei abruptamente de falar quando Eva caiu de joelhos a minha frente. Ela estava se entregando a mim?
- Mestre! Meu Mestre eu desejo que aceite minha servidão se eu for boa o suficiente para você Mestre G. — ela disse isso em alto e bom som para que todos pudessem ouvir que ela estava me pedindo para ser seu Mestre. Eu estava tão nervoso que sentia que meu coração sairia galopando pela minha boca. Porra. Caralho. Porra. Caralho. Eva nua e ajoelhada diante de mim depois de gozar por minhas mãos era fodidamente sexy.
- Ao inferno! Você já é minha Eva! Minha!
Minha e de mais ninguém. E num impulso eu destruí a pulseira preta que indicava que ela poderia pertencer a qualquer Dom, retirei minha gravata vermelha e enlacei o pescoço dela, a marcando como minha Sub. Eu providenciaria uma jóia feita a mão para marcá-la, mas por enquanto ela usaria apenas minha gravata. A gravata do seu dono.
Eu puxei Eva do chão para meus braços para beijá-la novamente. Seus lábios mais uma vez receptivos ao seu mestre.
Antes que eu sequer pudesse pensar, Nathan estava aos meus pés me estendendo um roupão para que eu cobrisse a semi nudez de Eva. Eu agradeci e logo acolhi minha Sub, a preservando dos olhares cobiçosos que eu percebi nos machos ao redor e isso estava me incomodando.
- Vamos sair daqui baby, eu preciso foder você o mais rápido possível antes que eu sofra de ereção permanente!
Eva riu e eu amei aquele som. Ela precisava rir mais vezes quando estivesse comigo.
- Vamos para os quarto privados Mestre? — sua língua cantarolou a palavra “Mestre” e eu adorei a sensação de ser seu Mestre.
- Não pequena, quartos privados são para os sócios, e eu sou o dono. Isso significa que vamos para minha casa, que por sinal fica na parte de cima do clube.
Ela me olhou com surpresa, mas depois sorriu abertamente, eu a segurei e praticamente corri escadas acima a beijando sempre que me era permitido. Nos lábios, no pescoço, nos seios. Eva tinha sido maravilhosa essa noite.
Quando chegamos ao meu apartamento, deixei Eva sentada no gigantesco sofá de couro na sala e a primeira coisa que fiz foi ir ao pequeno bar e colocar uma dose de licor forte em dois copos, ela parecia estar um pouco tensa, pois com certeza tudo era novo para ela, assim como era pra mim.
Eu estava com uma vontade insana de me afundar em Eva até perder os sentidos, mas antes nós precisávamos conversar, eu precisava entender o porque dela não se permitir ter prazer. Eu me sentei ao seu lado no sofá e entreguei o copo com o líquido esverdeado.
- Você me deve uma explicação! – ela baixou os olhos e eu me arrependi de tê-la abordado tão abruptamente. – Apenas se quiser falar Eva, não estou aqui para julgar ninguém, mas gostaria de conhecer você melhor baby.
- Eu tinha nove anos quando o “monstro” me estuprou pela primeira vez.
As palavras dela, ditas de forma tão seca e inesperada fizeram meu sangue correr na velocidade da luz. Logo em seguida eu escutei o soluço vindo do fundo da garganta de Eva.
- Filho da puta! – eu puxei Eva e a abracei forte a embalando em meus braços enquanto ela continuava a contar.
- Ele me ameaçava dizendo que se eu contasse para minha mão ele cortaria minha língua... – outro soluço – Quando eu fiz quinze anos ele me espancou gravemente enquanto eu sofria o abuso, minha mãe viu as marcas, mas não acreditou em mim e me mandou para casa da minha avó. Eu agradeci a ela por ter se livrado de mim pois finalmente me vi livre do “monstro”, mas as sequelas de tudo que eu passei já estavam marcadas em meu corpo e em minha alma. Eu até tentei ser uma garota normal, mas uma vez abusada sexualmente você nunca mais consegue seguir em frente. Eu tinha nojo de todos os homens que se aproximavam de mim. Foi então que eu conheci o BDSM e a dor, nunca o prazer, apenas dor. Desde então eu passei a me punir constantemente...
Eu estava chocado. Por deus! Eu mataria esse puto que fez Eva sofrer o tanto que sofreu. Eu afaguei seus cabelos e beijei o topo de sua cabeça. Ela continuou a falar.
- Mas então eu me mudei de cidade e conheci o Club dos Prazeres e seu imponente proprietário Mestre G!
Aquilo pra mim foi uma verdadeira surpresa.
- Está me dizendo que já havia me notado anteriormente?
- E me diga qual mulher não notaria um homem como você Mestre? – Eva escapou de meu colo, ficando de pé a minha frente deixando que seu roupão deslizasse por seus ombros e caísse aos seus pés, ficando quase nua a minha frente, minha gravata vermelha proeminente entre seus seios. – Você tem cheiro de macho dominante e é perigosamente atraente, e eu sei que você está nos sonhos molhados de onze a cada dez mulheres nessa cidade.
Eva estava de joelhos entre minhas pernas, já abrindo o zíper de minha calça. Meu pau saltou completamente duro em suas mãos. Eu segurei um gemido.
- Inclusive nos seus? – eu perguntei como se não estivesse prestando atenção em suas pequenas mãos segurando na base do meu membro.
- Principalmente nos meus... – antes que ela começasse sua doce tortura, eu me levantei a frente dela e terminei de retirar meu jeans, deixando meu pau livre, ela passou a língua em toda minha extensão, da base até a cabeça que já tinha um pré gozo, ela sugou como se fosse o mais doce mel lambendo os lábios. Céus ela me deixaria louco assim. Eu trinquei meus dentes quando o frenesi de excitação me esquentou por inteiro, mas eu precisava ser seu Mestre e agir como tal. Eu segurei seus cabelos em um rabo de cavalo imobilizando seus movimentos de cabeça. Ela ainda tentou se mover mais uma vez, mas eu a restringi.
- Não se mova. Quero foder sua boca, para que saiba com vou foder sua boceta.
Eu empurrei fundo em sua boca e quase podia sentir o fundo de sua garganta. Mas Eva não me obedeceu, ela desejava me dar prazer e eu não a castigaria por isso.
- Deus Eva, você está tão bonita engolindo meu pau. Posso sentir a cabeça empurrando para baixo em sua garganta.
Ela me chupava com maestria, me tomava todo em sua boca enquanto eu só fazia inclinar meu quadril pedindo por mais. Querendo foder aquela boca quente e deliciosa. Seus lábios me sugando com força e sua língua produzindo os rastros de saliva deixando meu pau brilhoso. Eu não aguentaria muito tempo. Não com Eva me devorando assim.
- Oh foda... Eu vou gozar baby. Não posso segurar por muito tempo. Engula-me Eva. Engula cada gota quando eu explodir em sua garganta doce.
Meus jatos de sêmem inundaram sua boca e ela engoliu tudo, degustando meu sabor e lambendo os lábios. Eu só encontrei uma palavra para definir Eva nesse momento.
- Maravilhosa! Mas agora eu preciso me enterrar em você. – ela olhou diretamente meu pau com os olhos brilhando e quando percebeu que ele ainda se encontrava em estado duro pra caralho, seu sorriso safado foi impagável. – De quatro pequena Sub! Agora.
Eva ficou de pé e apoiou as mãos no encosto do sofá, inclinado suas costas e levantando seu traseiro em oferecimento para mim. A visão daquela bunda vermelha e marcada por minhas mãos era sexy demais.
Eva não precisava de estímulo, ela estava pronta pra mim.
- Sua boceta está macia e aberta, implorando por atenção. Foi uma boa menina chupando meu pau antes. Acho que vou dar-lhe uma pequena recompensa.
Quando meus dedos sondaram novamente sua entrada úmida, ouvi Eva ofegar e gemer.
- Mestre...
- Você goza quando eu digo que pode gozar. Sou seu mestre aqui. Fui claro? – agora o gemido de Eva foi de frustração. Eu sorri.
- Sim Mestre.
Eu dobrei meus joelhos e me posicionei em sua entrada, deslizando muito fácil para dentro de sua boceta malditamente apertada. Caralho! Eva gemeu alto quando sentiu que estava completamente preenchida por mim.
Eu teria que me segurar ou gozaria muito rápido nessa delícia de mulher. Eu tomei uma respiração e tentei acalmar meus batimentos cardíacos. Eva começou a se mexer pedindo por mais, eu parei seus movimentos segurando sua cintura. Acariciei suas costas alvas, e comecei a me balançar lentamente, saindo completamente voltando a entrar profundamente dentro dela, minhas bolas batendo em sua bunda. Eu brinquei com as bochechas de seu traseiro, passando meu dedo naquela fenda proibida.
- Alguma vez você já foi tomada aqui antes? Alguém já te fez gritar de prazer e dor por violar o seu rabo apertado?
Enquanto eu fodia a boceta de Eva, eu invadi aquele pequeno buraco, sua bunda quente tinha apertado meus dedos invasores quando forçaram o tecido para separar, não podia esperar a hora para afundar meu pau lá dentro.
Eva gritou de prazer, seu gemido misturado ao meu próprio.
- Oh Deus! Por favor... Mestre... Por favor, posso gozar!
Porra essa mulher era gostosa pra caralho!
- Você esta me queimando vivo, baby. Céus, nunca senti nada parecido com sua boceta quente e úmida em volta do meu pau enquanto meu dedo fode seu rabo apertadinho.
Eu enfiei mais rápido e mais duro, e então eu não consegui me segurar mais.
- Goze comigo baby. Agora!
A boceta de Eva apertou como o inferno em torno do meu pau. Gritos ecoaram pelas paredes da sala e eu senti todas as terminações nervosas do meu corpo se distenderem completamente, enquanto meu cérebro derretia no orgasmo mais avassalador de toda a minha vida. Minhas pernas estavam bambas enquanto eu ainda me derramava dentro de Eva. Nossas respirações ofegantes e entrecortadas.
Depois da noite de prazer e emoções a flor da pele nossa exaustão e satisfação era quase palpável. Eu beijei o ombro de minha doce submissa e sabia que assim como eu ela merecia o devido descanso.
Eu a carreguei no meu colo, diretamente para o meu quarto, sem me importar se estávamos melados de prazer e suados. Ela tinha sido perfeita, magnífica, maravilhosa. Eva era tudo que eu procurava em uma mulher para estar o resto da vida ao meu lado.
Os olhos dela já estavam pesados pelo sono, mas mesmo assim ela conseguiu balbuciar meu nome.
- Gideon...
- Sim baby?
- Você é um homem maravilhoso, o homem dos meus sonhos. Obrigada!
Eu sorri largamente. E optei por não responder no momento, teríamos tempo para juras e para colocar em prática tudo que minha mente pervertida sempre desejou.
- Descanse minha pequena. Tenha bons sonhos molhados comigo. Quando for a hora certa eu virei acordar você.
Quando depositei um beijo casto nos lábios de Eva, sua respiração já estava serena. Eu não estava com sono e mesmo não querendo deixá-la eu precisava voltar ao Clube para conferir se tudo estava em ordem. Olhei para meu relógio de pulso e vi que era pouco mais de quatro da manhã.
O tempo com Eva passou e eu nem havia percebido.
Voltei para sala, vesti minhas roupas e sai do meu apartamento. Hora de buscar os outros Mestres para o balanço dessa noite, com o forte desejo de que tenha sido tão satisfatória para eles como foi para mim.
Eu desejei chegar a hora de nosso encontro para poder compartilhar com meus amigos.
A noite em que minha Eva me levou ao paraíso.
Notas finais
Todas sobreviventes a Mestre G?
Então, vamos comentar e recomendar porque eu acho que os Mestres merecem!
Nós voltaremos com o epílogo e se vocês forem boazinhas com comentários e recomendações nós podemos pensar em uma rodada de bonus com nossos gostosões ok? Tudo vai depender apenas de vocês pervas taradas!
Um beijo Jaque Lokit a todas e nos vemos no epílogo ou não? kk
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