Notas iniciais
Boa noite perviada!
Queremos agradecer aos reviews. Amamos todos de verdade.

Agora se deliciem com o Mestre Hamilton.

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** Capítulo 04 — Salão dos Desejos **

Sempre que o Club esta cheio como hoje alguns de nós ficamos de guardiões. Posso ser um homem filho da puta admito isso, mas nunca deixaria uma mulher ser agredida nesse Club aqui é minha segunda casa. Conheço o cretino do Mestre G de longa data somos sócios e como um bom pervertido que sou aceitei fazer parte da sua equipe e com o passar do tempo fui conhecendo os outros Mestres pervertidos. O Club foi fundado com o único objetivo: Dar prazer e o mestre Jeremiah sabe como fazer muito bem.

- Mestre G! — cumprimento Gideon assim que paro em sua frente.

- Eu já te falei que você deveria seguir carreira como modelo de creme dental? — O filho da puta tira uma com a minha cara.

- Vá se foder Gideon! — nós dois caímos na gargalhada.


— Estou falando sério Jeremiah, nunca falei tão sério!


— Nem eu! — respondo ainda rindo.


— Como estamos esta noite por aqui? — Pergunta ele olhando ao redor do Club.


— Aparentemente tudo calmo, mas eu gostaria de chutar uns traseiros para fora do Club esta noite. — Digo gostando da ideia. Hoje eu to a fim de chutar a merda para fora.


— Obrigado por vir em meu socorro. — ele diz.


— Eu sempre me divirto com esse trabalho sujo Mestre G. Meu pagamento é saber que o Club dos Prazeres sempre estará aqui como minha segunda casa... — E é verdade. Eu amo esse lugar e ter a amizade desses putos, não tinha preço que pagasse.


— Preciso verificar o resto. Vejo você mais tarde em meu escritório?


— Estarei lá! — confirmo. Nós sempre terminávamos uma noite de grande movimento no seu escritório com uma boa bebida e muitas histórias para contar.


Gideon acenou e voltou pelas escadas até o salão principal. Continuei com a ronda, quando uma sub para em minha frente de cabeça baixa. Meus olhos foram em direção os seus seios empinados presos pelo top de couro, sua saia látex também da mesma cor deixando suas coxas torneadas à mostra. Gostosa pra caralho.

- Olá gracinha. Olhe para mim.

Ela levantou lentamente sua cabeça e meu pau se contorceu. Porra é Lucy. Mas como?

- Lucy?

- Tenho permissão para falar mestre? — sua voz saiu baixa, mas entendi porque meus olhos estavam grudados em sua boca. E como ela sabia que eu era um dos Mestres do clube? Será que ela viu minha pulseira dourada ou... Bom isso não importa, ouvi-la chamar-me de Mestre foi bastante excitante.

- Permissão concedida.- disse com a voz rouca – O que você faz aqui querida? — Não estou julgando-a, mas nunca imaginei ver Lucy em um clube de BDSM.

Na época da faculdade, dei uns pega em Lucy. Fazia alguns anos que não a via, mas nunca imaginei Lucy como uma submissa. Esse papel caiu como uma luva, está perfeita. Antes que ela começasse a falar peguei-a pelo cotovelo e há levei para se sentar no bar do clube.

Lucy me contou que tinha acabado de chegar de uma temporada na Europa, e que essa era sua terceira vez aqui no Club dos Prazeres, mas ela ainda não tinha feito nenhuma cena, ou até mesmo encontrado um Dom. A ideia de ver Lucy em uma cena como minha submissa fez meu pau se contorcer. Porra eu tenho varias submissas, mas nada poderia tirar a ideia de ter Lucy para mim outra vez.

- Lucy, gostaria de fazer um pedido. – perguntei sentindo todos os meus nervosos pulsarem em atencipação por sua resposta.

- Sim mestre! – senhor, a palavra mestre saia tão excitante que se eu não me segurasse a tomaria aqui mesmo, no bar. Na frente de todos.

- Gostaria de saber se você gostaria de ser minha submissa, hoje à noite! – perguntei.

Convidei-a assim que a ideia surgiu e com as bochechas coradas de vergonha pelo meu atrevimento sua resposta me deixou com um sorriso largo no rosto. Ela aceitou, mas antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa, James veio ao meu encontro.

- Mestre Jeremiah posso falar-lhe por um momento. – pela expressão dele a coisa era séria.

Pedi um momento para Lucy dizendo que voltaria logo e que não saísse do lugar.

Levei James para um canto mais reservado de onde tanto poderíamos falar sem sermos interrompidos ou ouvidos, quanto eu poderia observar Lucy de longe.

- Desembucha logo James, tenho uma coisa muito importante para resolver. – disse olhando Lucy.

- Desculpe-me Mestre, mas é sobre o ocorrido que tivemos aqui no clube, Mestre G pediu para avisar-lhe que tivemos um drogado aqui dentro no clube que tentou violentar uma submissa iniciante, mas que não precisava se preocupar porque Mestre Grey já deu jeito no merdinha e Mestre Maddox resolveu o restante. Agora, com licença Mestre Jeremiah.

Que legal. James vem até mim e joga essa bomba, mas entendi muito bem seu recado. Deveria observar o local, a qualquer movimento suspeito, tinha carta branca para fazer o que quiser caso haja outro merda filho da puta no local com alguma droga ilícita. Mas fiquei chateado, aquele vadio do Grey sempre fazendo a festinha sem os amigos. Canalha.

Voltei para o lado de Lucy onde ela tinha ficado do mesmo jeito em que a deixei. Porra, essa mulher era a encarnação da submissão.

Caminhei com Lucy ao meu lado de cabeça baixa e as mãos para trás, a levei para o salão principal. Hoje eu quero dar uma amostra de como uma mulher merece receber prazer e quero que todos vejam a linda Sub que está em minhas mãos sob meu poder. Que é somente minha. Pelo menos ela ainda não sabe que será somente minha.

Assim como previ o salão estava cheio. Deixei Lucy sentada em uma cadeira ao lado do pequeno palco e fui atrás da minha maleta aonde tem o meu material do prazer.

Lucy permaneceu do mesmo jeito que a deixei, já tinha alguns curiosos á nossa volta. Interessante, gosto quando me vejam em ação.

- Você está ciente que vai lhe dar com um Mestre de verdade e não um simples Dom, não é mesmo sub?

- Sim mestre. -Hugh. Sua voz melodiosa me deixava louco.

- Muito bem, sua palavra de segurança é vermelho que significa parar a cena completamente, e no caso de você achar que não aguenta a cena e quer que ela seja amenizada basta dizer amarelo. Você entendeu pequena Sub?

- Sim mestre.

- Agora Sub venha até mim, e tire sua roupa.

Lucy começou a tirar sua roupa bem devagar, o que estava me levando a loucura, estava ficando mais louco ainda a cada peça de roupa tirada. Assim que ela ficou peladinha de tudo para mim, percebi que Lucy puxou o fôlego. Tirando tudo foi minha vez de perder o fôlego.

Lucy estava ainda mais gostosa do que eu imaginava. Passando minha língua pelo meu lábio olhei seus seios perfeitos com os bicos rosados e eriçados, sua barriga como sempre, perfeita, lisinha. A sua boceta então,completamente depilada, me deixou com água na boca. Deliciosa. Passei minhas mãos por cima de sua boceta e a ouvi gemer baixinho. Não a estimulei muito eu quero que ela implore, só assim darei oque ela tanto quer. Deixei minha palma da mão pousada em sua belezura de boceta lisa do caralho dando alguns apertões de leve, somente para deixá-la cada vez mais excitada.

- Agora, olhe para mim minha Sub. – ela olhou-me e pude ver seus olhos brilhando luxuriosamente -Eu quero que você tire minha calça e chupe meu pau como um delicioso sorvete. – ordenei-a e sem pestanejar, Lucy se ajoelhou e começou o seu trabalho. Olhei em volta e já tinha alguns praticantes de BDSM se tocando. Principalmente os homens.

Assim ela o fez se abaixou com as suas mãos delicadas e tremendo ela tirou minha calça de couro e meu pau saltou em sua cara clamando por atenção. Minhas bolas doíam com a necessidade.

Acariciei seus cabelos, passando-lhe tranquilidade. Lucy tremia muito e não sei dizer se era sempre assim, ou se era porque eu a dominaria esta noite.

Lucy passou sua língua pela glande antes de coloca-lo todo em sua pequena boca gulosa, com uma de suas mãos ela estimulou minhas bolas. Lucy chupou realmente como se fosse um sorvete, a segurei pelos cabelos fazendo-a parar.

- Abra a boca para que pau possa fode-la. – ordenei

Prontamente ela abriu sua boca deliciosa e comecei com umas estocadas devagar. Meu pau entrava em sua boca encaixando-se perfeitamente. Lucy soltou um gemido de prazer que fez com que eu quase perdesse meu controle e a fodesse sua boca forte. Isso eu não poderia fazer, ou acabaria por machucar sua garganta e eu não queria que essa delícia de boca tivesse algum dano. Mesmo assim, foi impossível meter devagar, acelerei um pouco minhas arremetidas em sua boca.

- Que delicia de boca minha Sub. – Lucy fechou sua boca o quanto pode e na primeira oportunidade que teve, ela sugou meu pau com força o que me fez retira-lo rapidamente de sua boca ou eu acabaria por gozar dentro dela e antes dela. Isso não poderia acontecer jamais. Nossa função é dar prazer a mulher em primeiro lugar, não importa sendo somente prazer sem dor ou somente com dor. Seu sorriso discreto apareceu e eu conclui que ela ficou orgulhosa pelo seu feito.

Levei Lucy para o centro do palco onde estava a cruz de madeira de St. Andrew. Lucy ainda é nova demais para fazer uma cena pesada do jeito que gosto, mesmo se comportando como uma verdadeira submissa, mas não vou deixar de apreciar minha nova sub aberta para mim.

Prendi suas mãos no alto e fiz o mesmo com suas pernas, totalmente a minha mercê. Braços e pernas abertas. Porra de mulher gostosa. Sua respiração ofegante e seu olhar baixo, enviavam-me choques direto ao meu pau.

Levantei de leve sua cabeça para dar-lhe um pequeno beijo. Ela estava linda presa na cruz, toda pelada. Comecei a ouvir alguns gemidos e tinha certeza de que tinha algumas pessoas gozando neste exato momento, mas eu queria era ver Lucy gozar e gemer bem gostoso.

- Lembra-se da sua palavra de segurança?

- Sim mestre.

- Bom, e qual é?

- Vermelho e Amarelo.

- Muito bem pequena Sub. Agora você vai saber oque é ter prazer.

Deslizei minhas mãos para seus seios enchendo minhas mãos. Tive o prazer de vê-la morder os lábios.Circulei seu mamilo até alcançar sua auréola, apertei um e fiz o mesmo com o outro. Peguei os grampos que coloquei em cima da mesa e antes de prendê-los lambi e chupei forte deixando seu bico esquerdo molhadinho e pronto para receber o primeiro grampo. Fiz o mesmo com o seu bico direito, seus olhos se fecharam assim que seus mamilos ficaram devidamente e lindamente presoso nos grampos.

- Não, abra os olhos sub. Olhe para mim. — seus grandes olhos se abriram e o desejo percorreu direto para meu pau. Seu gemido é excitante pra caralho.

Desci minhas mãos circulando sua costela levando minhas mãos para suas costas. Puxei-a um pouco para frente para que eu pudesse pegar gostoso nessa bunda de meu Deus. – caralho que bunda gostosa, vou bater gostoso nela – Apertei sua bunda magnífica balançando-a enquanto mordia seu lábio infernior. Puta que pariu, desse jeito eu não aguento. É muita gostosura porra.

Levei minhas mãos para frente dando um tapa em sua boceta, logo em seguida comecei a circular sua pequena boceta e aperta duramente seu clitóris, até que Lucy começou a choramingar mais alto. O trabalho de torturar sua doce boceta com minhas mãos já não é mais o suficiente, eu quero mais, muito mais. Com uma palmada firme em sua coxa roliça me afastei sorrindo ao ouvir seu protesto.

- Ainda nem começamos e já esta escorregadia sub? Hum deliciosa. — suguei meu dedo recém-saído de sua boceta- Você não tem permissão para falar pequena gata. — outro tapa, ela gemeu mais uma vez.- E muito menos gemer. — mais um tapa.

- Vou ter que parar se minha sub desobediente não ficar quietinha! — fui rude e lhe dei mais outro tapa. Desta vez o tapa foi no interior de sua coxa, Lucy permaneceu quieta e sorri satisfeito ao ver como seu corpo ficou com a coloração avermelhada.

Voltei a circular seu clitóris com meu dedo e para que ela não gemesse, Lucy mordia seus lábios, eu seria obrigado a ter que beijá-la s continuasse a morde-lo. Ajoelhei-me diante de sua boceta lisa e mega molhada e deslisei minha língua por ela, para cima e para baixo e quando circulei mais uma vez seu clitóris, Lucy gemeu alto e como castigo, não lhe bati, apenas dei uma mordiscada em seu botão fodidamente inchado o que a fez se contorcer toda.

Subi lambendo cada centímetro de seu corpo chegando em seus seios suculentos dando chupadas em torno dos dois.

- Permissão para falar Mestre? – perguntou-me ela com sua voz sôfrega. Seu tesão era palpável.

— Permissão negada minha Sub. – com minha negação ao seu pedido, ela soltou um murmúrio que deixei passar.

Soltei Lucy da cruz e a deitei no pequeno divã que estava ao lado. Peguei um dos seus mamilos e com minha boca puxei um dos grampos. Lucy mordeu os lábios mais uma vez tentando impedir que um gemido saisse dentre seus lábios, mas ela não teve nenhum sucesso, então dei mais um tapa bem forte em sua boceta que estava pingando de tesão.

Comecei a chupar seu seio livre do grampo, ele estava tão entumecido que minha boca salivou de vontade de mordiscar e realmente, não fiquei na vontade apenas, o mordisquei e minha língua passou de leve assoprando logo em seguida. Em sua boceta melada, meu polegar e o indicador trabalhavam seu clitóris inchado. Lucy se contorceu e quando belisquei mais forte seu centro ela gemeu alto. A olhei irritado dessa vez.

Lucy se contorcia embaixo de mim, louca para se liberar, mas por ter desobedecido minhas ordens parei de masturba-la na mesma hora e vi em seus olhos um gemido preso de frustração.

- Você não vai gozar agora pequena Sub. — Lucy choramingou em protesto.

- Por favor, mestre... Por favor... Por favor...

- Você está implorando pequena gata? – gostei

- Si... Sim. Sim mestre.

Desci até sua boceta e lambi seu clitóris inchado e vermelho me deixando alucinado.

Coloquei um dedo em seu centro apertado e bombeei com força enquanto a chupava gostoso. Eu chupava puxando seu grelo sugando todo o mel de sua excitação que eu conseguia. Lucy remexia seu quadril pedindo com gestos mais línguadas minhas. Tirei minha boca de sua boceta que a cada chupada ficava mais molhada ainda, e levei meus lábios até sua virílha dando-lhe chupões. Isso a estava deixando alucinada, então a liberei, permitindo que ela pudesse gemer. E não deu outra, a mulher começou a gritar gemendo por seu mestre, uma de suas mãos foi até meu cabelo e os puxou, doeu, mas eu gostei da sensação então não me importei em lhe dar uma bronca. Quanto mais bombardeava dentro dela mais Lucy me apertava. Seu orgasmo estava bem perto, podia sentir seu aperto enquanto ela se contorcia embaixo de mim.

- Venha para mim minha Sub. Goze na minha língua gostosa do caralho.

E ela veio, seu delicioso néctar descendo por minha garganta. Enquanto ela gozava eu chupava todo seu mel delicioso, eu chupava selvagemente a ponto de quase arrancar seu clitóris com minha boca. Hum, delícioso.

Lucy gemeu alto e amoleceu no divã, sua aparência estava ainda mais selvagem, com os cabelos despenteados seu rosto vermelho a boca levemente aberta enquanto ela arfava e o suor escorrendo por seu pescoço me fez gruir.

- Ainda não acabei com você Sub.

Sem aviso a virei de costas com sua bunda redondinha empinada para mim. Meu instinto de Dom foi mais forte, a bofetada que dei em sua bochecha da nádega esquerda, deixou-a instantaneamente vermelha o que há deixou adorável.

Trabalhei em seu buraco apertado enquanto voltei a estimular seu clitóris.

Meu pau clamava pela libertação. Lucy choramingou quando me afastei apenas para pegar uma camisinha e acomodar meu pau em sua doce boceta. Seu gemido em recompensa me causou espasmos.

- Apertada pra caralho Lucy. Argh.

Apunhalei longo e duro sem descanso, peguei seu longo cabelo em um aperto firme e a puxei de encontro a mim me acomodei em suas costas para alcançar seus seios e aperta-los firme. Ela se esfregou e empurrou seu rabo de encontro ao meu pau indo ainda mais fundo.

O conhecido prazer me varreu por completo quando Lucy espremeu meu pau quase o esmagando em sua boceta melada.

- Goze pequena gata. Comigo. Agora.

Meu gruído assustou o diabo fora de mim quando Lucy gritou por sua libertação me fazendo alcançar a minha logo em seguida.

- Porra. Caralho de delicia.

Ouvi seu riso baixo e relaxei saindo de dentro dela. Só então me lembrei de que estávamos no salão principal e todos que estavam no local nos observavam. Vendo todos aqueles olhos em cima de nós me senti ainda mais possessivo coisa que nunca acontecia, Lucy é minha.

Muito dos espectadores estavam ainda batendo punhetas enquanto outros estavam gozando em grupos, tinha até uma submissa sendo fodida por dois.

Com dificuldade, Lucy se sentou e corou quando também se deu conta da nossa plateia. A fiz se levantar e me olhar.

- Estou orgulhoso de você pequena Lucy. Agora você é minha. Só minha ouviu bem? – disse segurando seu rosto entre minhas mãos olhando-a bem nos olhos.

- Sim Mestre Jeremiah. Somente sua. Sua pequena gata. – sim, minha e demais ninguém.

A beijei duro para provar aos outros presentes sentindo meu desejo por essa mulher aumentar cada vez mais. A partir de agora, Lucy não será submissa de filho da puta nenhum.

Notas finais
Gostaram? Sim? Não? Reviews? Recomendações?... Vamos colocar esses dedinhos mágicos para trabalharem porque quanto mais cap mais rápido chega o bendito capítulo que todas estão esperando ... MESTRE CULLEN... é isso ai não tem pegadinha.

Vamos ferrar com a Margon, comentem e recomendem!!!

Nessie.