Club Dos Prazeres
3 Capítulo 3 - Sala de Exames
Notas iniciais
Obrigada aos 107 reviews que recebemos nos dois capítulos. Meninas vcs são FODAS.
Capítulo dedicado as 3 recomendações ontem. lana salvatore... Catharina... Karina Stewart... Obrigada meninas amamos e surtamos com suas recomendações. Sem mais...
BORA LER MESTRE GREY CAMBADA
By: Paula Margon
** Sala de Exames **
- Mestre Cullen o que você está verificando? Está a procura de sua nova vítima? – perguntei ao cara mais safado e atirado do clube. Aliás, ele e Jeremiah se colocarem para disputar, ficam no empate.
- Mestre Grey, eu não preciso procurar minha “vítima”, você sabe muito bem que elas vem até mim. – disse o palhaço sorrindo de lado.
E era verdade. Em todos esses anos em que nos conhecemos, era só esse filho da puta sorrir que a mulherada caia em cima.
Houve uma leve movimentação vinda do meu lado direito e tive a impressão de ter ouvido algo. Algum grito. Não sei identificar de quem, só sei que parecia ser um grito feminino.
- Com licença Cullen, preciso verificar algo.
Não esperei por sua resposta e me encaminhei para onde estava vindo uma movimentação suspeita, e vinha do salão principal. Chegando lá o que vi não foi nada agradável.
- Vermelho... Por favor, vermelho.
Uma Sub estava dizendo sua palavra de segurança e seu Dom não se afastava dela. A moça estava amarrada em uma estaca e se debatia contra ele chorando copiosamente. Meu sangue ferveu nessa hora, ninguém aqui aceitava esse tipo de coisa, muito menos eu. Mestre G não vai ficar nada contente em saber do que se passa em seu clube.
Sem mais esperar e com meu sangue já agitado, parti para cima do suposto Dom. Sim, suposto Dom, porque para um verdadeiro Dom, assim que se ouve uma das palavras de segurança, nós a atendemos imediatamente, não importa o quanto de tesão estamos, sempre nos preocupamos com o bem estar e o prazer para sua submissa. E mesmo eles estando no meio de uma cena, eu como Mestre e tendo plena confiança de Gideon poderia interromper sem me preocupar em pagar qualquer multa.
Cheguei por trás puxando o merdinha metido a Dom pelos cabelos tirando de perto da moça que estava semi nua, ela consistia apenas com a parte de baixo de sua peça íntima, mas não poderia me dar ao luxo de observá-la atentamente neste momento.
- Que merda é essa? – perguntou o ordinário virando-se para mim.
- Que merda é essa pergunto eu! O que você pensa que está fazendo com ela?
Estávamos frente a frente, o merdinha bufava pela interrupção e eu... Eu estava calmo, superficialmente eu estava calmo.
- Ela é minha sub de hoje e você não tem que se intrometer aqui, então, cai, fora, babaca.
O coitado não sabia com quem estava falando.
- Okay, vou fingir que não ouvi isso, então, por favor, se retire do clube agora.
Virei-me para a moça que ainda se permanecia amarrada na estaca com os braços acima de sua cabeça. Desamarrei-a e se eu não a seguro, ela teria caído diretamente no chão. Suas pernas tremeram quando a sustentei em pé, mas logo em seguida ela me empurrou dizendo “cuidado”. Assim que me virei, desviei-me de um braço com a mão fechada vindo em minha direção. O merdinha estava querendo uma briga, mas eu não poderia fazer isso aqui, não na frente dela.
- Vamos com calma meu rapaz, partir para a agressividade não vai te levar a nada. Agora faça o que te avisei. Saia do clube agora mesmo.
Pelo canto de meus olhos, avistei alguns seguranças do local se aproximarem. Apenas dei um aceno fraco com a mão e eles ficaram apenas por perto caso eu precisasse de alguma ajuda com esse maldito.
A criatura parece não ter ouvido o que eu disse e partiu para cima de mim mais uma vez. Sinto muito, mas agora não ficarei quieto.
Eu dei uma chave de pescoço, e imobilizei seu braço nas costas e comecei a empurrá-lo para fora do clube rumo ao estacionamento com os seguranças me flanqueando, eu não gostaria de fazer uma cena e atrapalhar uma noite que prometia ser tão agradável.
Um dos seguranças entregou um roupão a moça e não deixou que ela nos seguisse, isso foi até bom por um lado, mas por outro, não sei explicar, eu a queria perto de mim, sentia que eu precisava protegê-la.
- Por favor senhorita... – pediu o segurança levando-a para um lugar mais afastado de nós.
- Ana. Meu nome é Anastácia. – sua voz saiu sofrida com o choro compulsivo que teve.
- Jorge? Não a leve para longe por favor. Deixe que ela venha conosco. – pedi sem saber o por que daquilo. Nesse momento a moça de nome Ana me encarou nos olhos e eu quase me perdi ali naquele olhar. Mas meu momento foi interrompido pelo elemento em minhas mãos.
- Isso mesmo Jorge. – disse o merdinha que agora olhando bem, essa merda parecia estar drogado filho da puta – Não a leve para longe, só vou dar uma lição nesse aqui e já já termino o que comecei com essa putinha aí.
Foi a gota d’água esse sujeito dizer isso dela.
Eu o arrastei para fora movido pela minha ir, o libertei e não dei tempo para que pensasse logo o acertei com meu gancho de direita que o fez rodar e cair no chão. O palhaço se levantou rápido e por pouco não me acertou soco no rosto. Em seguida, deixe que meu punho direto o acertasse com bastante força em seu estômago, o que o fez curvar-se para frente, dei-lhe uma rasteira e o filho da puta caiu de cara no chão. Não foi difícil imobilizá-lo. Juntei seu braço esquerdo em suas costas e girei sua cabeça para o lado direto.
Os seguranças vieram para perto de mim, até a moça, que agora eu sabia se chamar Ana, os seguiu para perto de mim, ela não parava de chorar. Esse merda deve ter feito algo que a assustou muito para ainda estar chorando.
- Quer ajuda Mestre Grey. – disse o Jorge, olhei para ele e tive um vislumbre dos olhos arregalados de Ana com a menção de meu nome.
- Onde está James?
- Já o comunicamos e ele esta vindo.
Certo. Esse delinquente terá o que merece.
Alguns minutos depois Mestre G chega um pouco nervoso me perguntando o que estava havendo. Eu disse-lhe o ocorrido e na mesma hora ele ligou para o Travis, Mestre Maddox para todos nós aqui do clube e um grande amigo de todos os Mestres aqui também. Era ele quem fazia a parte “suja” e burocrática dos problemas que surgiam sem aviso prévio.
Após o término da ligação eu já sabia o que viria a seguir e não contive meu sorriso de quem estava pronto para brincar um pouquinho com esse merdinha aqui.
- Tenho medo desse sorriso Mestre Grey.
O cachorro do Gideon também estava sorrindo.
- Aposto que não é tão diabólico quanto o seu Mestre G.
(***)
Depois que Mestre Maddox chegou aqui no clube junto de sua mulher, Abby, diga-se de passagem, muito linda por sinal, Travis ligou para seu irmão Thomas e enquanto ele não chegava, Mestre G pediu para que Maggie ficasse junto de Ana e o restante de nós seguiu Maddox para o galpão para uma rápida festinha particular com esse filho da puta.
Sentado em uma cadeira velha com as mãos amarradas para trás, José ria debochadamente. O lugar era mal iluminado, tinha apenas uma luz que se encontrava acesa em cima da cadeira onde o merdinha estava.
- E aí, o que vocês querem comigo! Eu estou com pressa se vocês não perceberam ainda. E que lugar é esse?
O cara estava muito drogado.
- Olha aqui seu merda dos infernos. – começou Maddox com seu jeito todo educado de ser – Você não está no seu juízo e isso pouco me importa, o que me importa aqui é que você tentou estuprar uma mulher, independentemente dela ser uma submissa ou não. Isso nenhum de nós aqui aceitamos.
- Tudo bem, senhor fortão, mas você deve concordar comigo que ela é muito gostosa para não apreciar seu corpo.
O cara estava afim de uma surra e eu teria o prazer de lhe dar isso. Sem aviso parti para cima do cara mais uma vez dando-lhe apenas um soco em seu rosto.
- Agora você vai saber como não se deve tratar uma mulher. – disse Mestre Maddox
Olhei para Mestre Maddox e não foi preciso dizer uma palavra, apenas o meu olhar ele entendeu o que eu queria.
- Sinta-se a vontade mestre Grey.
Virei-me para frente novamente, olhando bem nos olhos desse estuprador drogado de uma figa. Não faria nada de mal a ele, apenas o assustaria o suficiente para que ele nunca mais tente fazer o que tentou fazer com Ana.
Gideon e Travis se afastaram um pouco com um sorriso bem sacana na boca, eles sabiam muito bem o que eu pretendia fazer. Alguns seguranças que nos acompanharam até o galpão ficaram atrás do merdinha José. Nome mais ridículo, assim como ele.
- Diga-me... José, o que você gostaria de ter feito com aquela moça amarrada a estaca?
- Por que você quer saber? – disse com a voz trêmula. Bom, muito bom isso. Está na hora de começar o show.
- Por que eu estou perguntando. E acho que seria muito bom se você respondesse o que lhe perguntei. – disse abaixando-me próximo a ele.
- Eu faria com ela o que eu sempre faço com uma mulher gostosa. – o safado riu no final da frase, mas ao perceber meu olhar gélido em sua direção, seu sorriso morreu imediatamente.
Levantei-me e encaminhei para suas costas dando um puxão nas cordas para trás. O drogadinho fez cara feia. Atrás de mim tinha uns brinquedinhos que guardávamos para esse tipo de coisa. Fui até o local onde ficam guardados alguns itens de tortura, nada muito sério. Peguei uma “pêra”, um canivete que não corta de nenhum dos dois lados e um tubo de pomada para dor que quando passamos em algum lugar dolorido em nosso corpo, o local fica gelado e quente ao mesmo tempo. Isso seria de grande valia para mim neste momento.
Voltei para frente dele levando apenas a pêra e o canivete mais cego que um cego sem os olhos.
- Sabe o que é isso? – ele arregalou seus olhos ao tomar conhecimento no que estava em minhas mãos – Sabe José? – perguntei mais uma vez. O filho da mãe não me disse nada.
Coloquei o canivete em minha cintura e cheguei mais perto do sujeito, fazendo a pêra abrir e fechar em sua frente. Pela sua reação ele sabia muito bem para o que servia esse instrumento.
- Você não vai... Não vai usar isso... Você só pode estar louco. Você não pode fazer isso comigo. Eu sou homem, não um viado. Vocês aí, não vão fazer nada não? Vão ficar só olhando.
- Meu brother, você é quem pediu por isso, entrando aqui com drogas escondida em um lugar que só Deus sabe, mas que todos nós aqui desconfiamos onde elas estavam não é mesmo? E o que seria esse pequeno brinquedinho no lugar de suas drogas? – Gideon não valia nada. Sorri sacana para os sacanas que sorriam também.
- Por favor... Por favor, okay, eu ... Eu já aprendi a lição, agora por favor me soltem e me deixem ir embora. Prometo nunca mais voltar aqui!
- Resposta errada rapaz.
Voltei para trás passando a pêra em seu pescoço chegando perto de sua boca. O merdinha virou o rosto rápido. Peguei meu canivete cegueta e posicionei em seu pescoço.
- Se você virar o rosto mais uma vez, eu juro a você que lhe deixarei uma marca nada agradável nessa sua carinha lisa. – falei entre os dentes, bem próximo a sua jugular.
O cara começou a tremer que não demoraria a começar a chorar, passei novamente a pêra em seu pescoço descendo por seu braço, quando chegou ao cóxis, o merdinha deu um pulo da cadeira gritando ”não não não”. Nem foi preciso continuar. O cara já estava chorando copiosamente e implorando para que não fizéssemos nada, pois ele nunca mais faria nada com uma mulher o que ele tentou fazer com Anna.
Gideon me fez um aceno de que o merdinha estava dizendo a verdade ao mesmo tempo em que o celular de Travis tocava anunciando que a viatura que seu irmão Thomas havia nos mandado já estava no recinto.
- Juro que as vezes eu tenho medo de você Mestre Grey! – disse Gideon sussurrando para que ninguém ouvisse.
- As vezes até eu me assusto com minha capacidade de tortura mental Mestre G. – nos entreolhamos e começamos a rir, mas parei logo em seguida indo atrás de Ana, não a deixaria sozinha numa hora dessas.
Aquele sentimento de proteção para com ela ainda estava forte em meu peito.
(***)
Depois de acompanhar Ana em todo o procedimento, prestando queixa do rapaz, aqui mesmo no clube, entrei com Ana em meus braços. Sim, meus braços estavam em volta de sua cintura. Ela ainda tremia, mas não chorava mais.
Não sei dizer o que estava acontecendo comigo, mas de uma coisa é fato. Eu nunca me senti tão quente por uma mulher em apenas tocar em sua cintura, como estou me sentindo agora.
Encaminhei-me para um lugar mais afastado do clube, mas perto o suficiente do bar.
- Você está melhor? – perguntei
- Acho que sim. – respondeu-me com a voz baixa e rouca – Antes que me esqueça, muito obrigada pelo o que você fez por mim lá... lá fora.
Eu não conseguia parar de olhá-la, ela estava tão linda, apesar do que acabou de passar, agora eu posso olhá-la diretamente e confirmar minhas suspeitas. Ana é linda. E a quero para minha sub, mas não sei como fazer com que ela aceite isso. Tenho certeza que o que aconteceu com ela será difícil de superar, mas... Nada que com um jeitinho de um verdadeiro Dom ela não mude de ideia a veja o que aconteceu como uma coisa que poderia ter acontecido com qualquer uma que estivesse nas mãos daquele merda.
- Você não tem que me agradecer de nada. Vejo que essa não é sua primeira vez aqui, sua pulseira é verde, isso indica que você é uma iniciante nesta área de BDSM. Estou certo?
- Sim, essa é minha terceira vez aqui. Vim acompanhada de uma prima minha que colocou na cabeça que eu deveria me soltar mais nesse lance de ser submissa, mas depois de hoje...
- Eu te entendo, mas... Aquele cara com quem você estava, ele não era um Dom, muito menos um iniciante. Ele era apenas um moleque que teve sua lição ao tentar te violentar verdadeiramente.
Não gostava nem de lembrar daquele ser insignificante. Tomei um gole de meu Whisky sem gelo, eu precisava me acalmar. A olhos vistos, eu estava bem com toda a situação, mas enganasse de que eu estava 100%. Era só lembrar daquela cena e ouvir os apelos de Ana que minha ira voltava.
Não gostava de ficar rodeando alguém para que fosse minha sub na noite, sei que eu deveria ir devagar com ela, mas eu precisava mostrar a ela, como um verdadeiro Dom é. Ela precisava ver como realmente era o mundo BDSM.
- Ana. – esperei que ela engolisse uma dose generosa de sua bebida para prosseguir no meu intuito para com ela – Ana, se eu lhe oferecesse o verdadeiro significado de um Dom para sua Submissa. Você me acompanharia? Seria minha submissa hoje?
Ana me olhou em choque. Seus olhos e boca estavam bem abertos e foi um mau negócio olhar para sua boca aberta em um ‘O’ bem redondo. Meu membro sem aviso endureceu.
- Bem... Por favor senhor...
- Grey. Christian Grey, mas aqui no club eu sou o Mestre Grey e pela sua reação lá fora quando o segurança disse meu nome, posso imaginar que você sabe o que o nome Mestre significa aqui dentro!
Ela não disse nada, apenas ficou me olhando. Cheguei um pouco mais perto de Ana, perto o suficiente para que nossas bocas ficassem bastante próximas.
- Um verdadeiro Dom almeja apenas dar prazer e satisfação para sua submissa. Nada mais que isso.
Insinuei um beijo em sua boca, virando minha cabeça para um lado, mas sem encostar naqueles lábios que gritavam para que eu os beijassem. Inspirei profundamente seu perfume, apesar de ter um aroma masculino misturado com o dela, seu perfume predominava em sua pele. Cheguei mais perto de seu rosto resvalando minha bochecha na dela levando seus cabelos castanhos para trás de sua orelha, onde deixei uma pequena insinuação do que eu desejava. Deixei apenas uma leve mordiscada na pontinha de seu lóbulo passando meu nariz por seu pescoço inalando seu cheiro predominante, voltando para cima para sussurrar em seu ouvido.
- É isso que um verdadeiro Dom faz. Seja minha e lhe mostrarei tudo o que um Dom é capaz de fazer sua submissa sentir.
Senti seu tremular em seus pêlos da nuca se eriçando. Afastei-me só um pouco para olhar em seus olhos, mas eles se encontravam fechados e sua respiração estava irregular. Eu queria muito essa mulher como minha submissa. Ah como eu queria.
- Não precisa se preocupar, vejo que você não é experiente e por isso eu não a levarei a nenhum quarto temático e muito menos nos quartos onde as parede são de vidros e nem aqui mesmo, no meio do salão. Vou te levar para um lugar bastante reservado se preferir.
Esperei alguns segundos até que Ana abriu seus olhos me fitando e com uma coragem e decisão, respondeu-me.
- Me leve para um quarto temático!
Sua resposta me surpreendeu.
- Okay, e você tem alguma fantasia em sua mente? — ela apenas balançou sua cabeça negativamente me deixando escolher qualquer uma que eu quisesse.
Levantei-me segurando sua mão encaminhando rapidamente para o quarto temático que eu escolhi. Eu a queria de Enfermeira. E lógico, eu seria o Médico.
Ao chegarmos em frente a porta do quarto respirei fundo, tinha me esquecido que alguém poderia estar usando este. Mas por muita sorte, não havia ninguém o ocupando. Entrei e levei Ana comigo.
O quarto era uma réplica de uma sala de exames com uma maca, suporte para o soro e toda aquela parafernália que consiste em uma sala de exames num hospital de verdade.
- Essa é... É sua escolha?
- Sim. Essa é minha escolha. Quero você aqui, nesta sala de exames, mas... você será minha enfermeira e eu o médico. Agora por favor, vista isso aqui. – levei-a até o banheiro e entreguei-lhe a fantasia de enfermeira safada, ela tinha até aquelas toucas com uma cruz vermelha no centro. A fantasia possuía apenas duas peças. O jaleco feminino e a touca.
Enquanto Ana se trocava, mudei minha roupa também, vestindo apena uma calça branca e um estetoscópio envolto no meu pescoço. No quarto havia tudo o que eu precisaria, tinha até uma mini geladeira no canto esquerdo do quarto.
Assim que Ana saiu, minha boca secou. Ela estava divina naquela fantasia. Meu membro deu uma pulsada que foi impossível não gemer com aquela visão.
- A partir de agora serei apenas Mestre Grey, Ana.
- Sim Mestre. – porra, eu estava fodido se eu não me controlasse agora.
Ana estava de cabeça baixa, então cheguei mais perto dela levantando seu queixo com as pontas de meus dedos. Encostei minha boca na sua e foi como se saísse faíscas de minha boca. Não aprofundei o beijo, afastando logo depois. Ana sabia como ser uma submissa, só esteve com os Dons errados, mas agora eu iria trazer seu lado sub a tona.
- Ajoelhe-se. – ela imediatamente me obedeceu ajoelhando-se na minha frente de cabeça baixa – Isso mesmo, boa menina.
Peguei uma venda vermelha e coloquei em seu rosto, senti-a se enrijecer então tratei logo de acalmá-la.
- Calma baby, lembre-se que aqui o objetivo é fazer você sentir prazer com a dor e não o contrário.
Aos poucos ela foi relaxando sob minhas mãos. Juntei o seu cabelo e os prendi em um rabo de cavalo no topo de sua cabeça. Desci minhas mãos por seu corpo até que cheguei em suas coxas.
- Se abra para mim. – Ana as abriu e eu infiltrei minhas mãos bem devagar para o meio de suas pernas.
Sua pele era muito macia. Dei um apertão forte perto de sua boceta o que fez Ana ofegar. Fui subindo mais ainda parando sobre o tecido de sua calcinha, que ao meu toque era de renda e estava toda molhada já. Isso era bom.
- Levante-se e retire sua calcinha.
Depois de fazer o que lhe mandei pedi para que continuasse de pé, mas foi só até eu pegar o que eu queria.
- Agora, Ana, vire-se de costas para mim e debruce sobre a maca deixando suas pernas aberta.
Ela ficou um pouco perdida, acho que por não lembrar muito bem a distancia em que seu corpo se encontrava da maca, mas não foi difícil de achar.
Cheguei por trás dela, passando as mãos em suas coxas e subindo até seu bumbum, duro e arrebitado, não fui capaz de me segurar e dei-lhe uma chicotada, o que a fez pular e ofegar.
- Doeu?
- Não mestre, foi só... Só um susto mesmo Mestre. – respondeu-me ela com a voz rouca de prazer. Eu estava enlouquecendo a cada vez que ela dizia Mestre.
- Ótimo. Me de suas mãos para trás agora.
Ana fez o que disse levando suas mãos para as costas onde eu as algemei. Desci meu chicote por entre suas pernas passando a ponta achatada dele em sua boceta balançando-o rapidamente. Ana gemia a cada vez que eu dava-lhe uma batida em seu clitóris.
- Você está proibida de gozar, entendeu Ana? – perguntei, mas ela não me respondeu, então chicoteei-a mais forte em seu traseiro que dizia foda-me. Eu teria todo o prazer de me enterrar ali. E como eu não poderia ficar apenas na vontade, peguei um gel lubrificante e passei em uma de minhas mãos massageando aquele orifício. Ana ainda não havia me respondido, mas sua respiração que estava se normalizando, voltou a ficar descompassada.
- Você gostaria de sentir prazer neste local Ana? Responda-me quando eu lhe fizer uma pergunta ou serei obrigado a lhe castigar.
- S-Sim... Sim mestre.
Oh delícia!
- Ótimo, mas não farei isso agora. E você não poderá gozar até que eu permita entendeu?
- Sim... Sim Mestre Grey.
Oh porra, desse jeito eu serei obrigado a largar tudo e meter nela forte e duro. Continuei massageando aquela região com uma mão e com a outra eu segurei seu rabo de cavalo puxando-o para trás enroscando em minha mão. Ana gemeu alto e aquilo estava sendo uma tortura para mim. Desci minha mão em suas costas e a senti quente, estava na hora de medir sua temperatura.
- Levante-se e tire sua roupa. Toda, menos seus saltos e a venda e deite-se na maca.
Ao deitar-se nua, com seus olhos vendados, pude apreciar seu belo corpo, suas curvas era um apelativo sexual para qualquer homem.
Fui até a mini geladeira e peguei a forma de gelo que ali tinha. Retirei dois cubos e os pus em um copo subindo em cima da maca colocando minhas pernas em cada lado de seu corpo. Peguei um cubo de gelo.
- Abra a boca. – ordenei e ela a abriu sem pestanejar.
Passei o cubo de gelo em volta de seus lábios a fazendo ofegar mais uma vez. Desci com o cubo rumo ao seu pescoço, tendo o prazer de ver todos os seus pêlos se eriçarem me dando uma satisfação enorme ao vê-la tão pronta para mim.
Continuei com minha deliciosa tortura com o cubo de gelo chegando aos seus seios empinados com a aureola rosada. Passei o gelo por entre os seios e depois em volta de cada um deles até atingir seus bicos rígidos, onde Ana gemeu mais uma vez alto.
Sem parar continuei descendo por sua barriga lisa e perfeita, rodeando seu umbigo onde depositei um singelo beijo.
Cheguei ao meu objeto de desejo e não me contive o gemido sôfrego que saiu de minha garganta ao passar o gelo por sua boceta que estava muito molhada e excitada.
Puta que pariu.
Ana sem aguentar mais, dobrou suas pernas abrindo-as mais para mim e sem pensar rodeei o gelo em sua fenda a deixando cada vez mais excitada. Eu já não aguentava mais, então enfiei o restante do gelo em sua boceta. Dessa vez Ana não gemeu, ela gritou de prazer levantando suas costas do colchão da maca. Sai da maca retirando minha calça e pegando um preservativo colocando-o.
Voltei para onde me posicionava antes e sem aviso deslizei meu pau em sua boceta pequena e apertada da porra. O contraste da quentura com o frio do gela dentro dela era excitante demais.
- Por favor mestre... Mestre deixe-me gozar. – pediu-me ela.
- Não. Ainda não baby.
Comecei a meter forte e duro em sua boceta até que vi que ela não iria conseguir se segurar mais, então sai de dentro de sua carne quente como o inferno e recebi um suspiro de desagrado da parte de Ana.
- De quatro Ana. Agora.
Ao se posicionar com aquela delícia de bunda na minha frente, voltei com meus dedos para aquele pequeno buraco e fui introduzindo-o bem de vagar, junto com meu pau em sua boceta. Meu Deus que delícia.
- Perdão, mestre... ahhh, perdão mestre.
Eu sabia por que ela pedia perdão. Ela estava gozando com meu pau em sua boceta e meu dedo médio em seu rabo. Não poderia puni-la por isso, eu mesmo não iria aguentar por muito mais tempo.
Com meu pau e meu dedo encaixado nela, comecei a meter novamente em sua boceta, rápido e com força que meu tesão permitia. Ana gemia sem parar o que me deixava mais louco ainda. Logo ela começou a apertar meu dedo e meu pau, sentia que ela estava perto de gozar novamente.
- Isso baby. Isso, goze novamente vai. Eu dou-lhe permissão para gozar.
E sem mais palavras, nós dois gozamos juntos. Meu gozo foi tão forte que achei que não recuperaria mais minhas forças.
Após alguns minutos em silêncio, levantei-me de cima dela, ajudando-a a se levantar também. Retirei sua venda e seus olhos ainda estavam brilhando. Sem pensar, puxei-a para um beijo ardente que dizia exatamente o que eu queria dela.
Ana era minha agora.
Notas finais
Alguém viva aí? Espero que sim, pois esperamos uma porrada de Reviews e Recomendações. E não esquecendo que quanto mais Reviews, mais rápido o cap vem e o próximo Dom a se apresentar é o nosso Professor Gabriel Emerson, então bora por seus dedinhos para funcionarem. Bj Bj
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