Closer To You

2 Stratford - Canadá


- Bom dia papi. – disse descendo as escadas.

- Bom dia princesa. Tudo bem?

- Sim, e com o senhor? – perguntei dando um beijo em seu rosto.

- Tudo ótimo. – ele sorriu. – Está pronta?

- Mais que pronta. – eu disse mega animada.

- Que bom, daqui a 2 horas iremos embarcar ta?

- Ok paizinho.

- Sua avó nos emprestou o jatinho dela, é mais rápido né? – ele disse bebendo um copo de água. ( ui* que secsi, usdh’ )

- Aham. Pai, onde exatamente a gente vai ficar lá?

- Eu não sei direito, quem sabe é seu tio Eduardo. Ele comprou a casa no seu nome.

- Ah ta.

Roupa:

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=34106917&.locale=pt-br

Horas mais tarde, minha avó veio nos buscar, pegamos nossas malas e fomos direto pra onde embarcaríamos. Minha avó tava um perrengue, não parava de chorar kk’ Tadinha, eu sei que é difícil despedidas, ela e eu éramos muito ligadas, apesar de às vezes ela encher um pouco... Normal né, amor de vó é assim mesmo, cuida, cuida até enjoar kk’

- Vó não fica assim, a gente volta (um dia) ta? – eu disse tentando consolar ela.

- Sim. – ela me abraçou forte.

- Ok, temos que ir. – meu pai berrou já dentro do jatinho.

Me despedi da vovó e fomos em direção ao Canadá, a viagem foi um pouco demorada, sabe né?! Transito lá em cima ‘-‘ suhds’ (ignorem, não podia perder essa .-.) Fiquei a parte do tempo lendo o livro que minha mãe mais amava: cartas pra Julieta. *-* Meu pai adormeceu, não resisti, fechei o livro e cai no sono também. Deitei em seu ombro, e adormeci ali mesmo. Acordamos com o piloto nos chamando.

- AI, já acordei moço. – eu disse me levantando e acordando meu pai.

- Já? – perguntou meu pai com cara de sono.

- Já sim papai, vaaaaamos *-*

Saimos do jatinho e lá fora já tinha um carro á nossa espera, pegamos nossas malas, embarcamos no carro e fomos pra nossa nova casinha *-* Cada casa linda na rua onde moraríamos, cada jardim perfeito, cada menino gatinho naquela rua ;9 o carro parou em frente a uma casa verde clarinha de dois andares, ENORME, com um jardim fofo de mais, grama super verde, bem cortada, arvores grandes e arbustos perfeitinhos. Rosas brancas e uma sacada linda, em um dos quartos *-* Descemos do carro e fui correndo abrir a porta de casa, dei de nariz nela ):

- ai pai. Joga a chave? – eu berrei com a mão no nariz.

- Abrir a porta sem a chave fica meio difícil né princesa? – meu pai berrou e os meninos olharam pra mim rindo.

- ai ai paizinho.

Abri a porta e dei um berro. tipo: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MEU DEUS!

- O QUE FOI? – berrou meu pai com um tom preocupado. E os meninos olharam pra mim com cara de idiotas, eles deviam me achar louca. Talvez eu tivesse pagado mó mico kkkk’

- É LINDA. – eu disse correndo pela cozinha, sala, e subindo as escadas.

Fui em direção aos quartos, o da sacada era o maior de todos, e a sacada ficava na parte da frente da casa. Me apoiei na sacada e berrei:

- Ei gatinho, vamos... As malas ainda não criaram pernas. – eu disse pro meu pai e ambos rimos.

- Ei princesa, as SUAS malas ainda não criaram pernas. – ele disse parecendo um adolescente.

- Paaai ):

- Vem meu amor.

Tive que descer pra pegar minhas malas, enquanto ele já estava com as suas dentro de casa. Elas estavam pesadas, comecei pelas menores até a maior de todas. Fui pegar ela dentro do carro e deixei cair em meu pé. Começei a rodopiar igual uma bailarina, sudhs’ tenso.

- Quer ajuda? – um menino moreno, alto, lindo, veio correndo oferecer ajuda.

- Sim. – eu disse sorrindo.

Ele pegou minhas malas e deixou na porta de casa.

- Prazer, Lucas. – ele disse estendendo a mão.

- Prazer, Gabriella. – eu disse estendendo a minha também.

- Pelo jeito ta de mudança...

- É o que parece né? – eu disse rindo.

- Veio de onde?

- Brasil.

- Sério?

- Sim. – eu sorri.

- Por isso.

- O que?

- Tão linda.

- Ah ta.

- E eu não estou te dando mole.

- Sim. – ambos rimos.

- Tenho que ir, amanha a gente se fala, fecho?

- Concerteza. – eu disse dando um beijo no rosto dele.

Entrei correndo, e fui direto beber um copo de água.

- Pai, o quarto da sacada é meu ein. – eu disse rindo.

- Nem gostei dele mesmo.

- Ah fala sério!

- To falando... Prefiro o pequeno, é mais aconchegante.

- Ah ta né pai. – eu disse subindo as escadas e indo direto pro meu quarto pra arrumar minhas malas.

Assim que acabei de arrumar minhas coisas, entrei no banho e desci, meu pai estava na cozinha tentando fazer algo pra comermos, mas o arroz estava cheirando a queimado já.

- Pai, não adianta você não leva jeito mesmo! – eu disse rindo e o retirando da cozinha.

- Eu estava tentando...

- Pela milésima vez né... – ambos rimos.

- Vou ligar pra pizzaria.

- Por favor... – eu disse rindo.

Depois de quase uma hora esperando pela bendita pizza ela chega, jantamos e fomos cada um pro seu quarto, aquele tinha sido um dia mais que cansativo, pelo menos pra mim... ushduhs’