Closer
16 Cap 16 - O início do fim
Notas iniciais
O cap é tão pequeno e foi tãaao demorado! Eu me sinto um lixo!
Mas metado do 17 já está pronto. O 16 ia ser maior, mas decidi deixar as partes mais fodinhas pro dezessete, já que pretendo acabar a fic no 20!
Pois é... Começou a despedida! Obrigado por quem acompanhou até aqui!
Um ano inteiro de demoras e desculpas esfarrapadas (-q) pela demora dos caps... Pois é, acho que Closer tem mais de um ano. O_O
Agradeço muito a vocês por terem lido tudo até o fim! Muito obrigado pelos reviews e pelo carinho de vocês! Você fizeram eu e a Savie-chan realmente alegres! Vocês nos completaram, se o carinho de vocês nós provavelmente teríamos até deletado a fic...
Agradeço de coração gente! SIMBORA LÊ JORISVALDOS! ♥
Ambos fios roxeados e rosados se balançavam. Suas donas, inquietas e impulsionamente tristes.
Ambas partilhavam de um olhar preocupado. Seus olhos demonstravam sua preocupação com algo pior e amedrontador, eles demonstravam a tristeza em suas almas.
Parecia que algo não estava certo. Algo as perturbava. Elas sentiam que algo, tornaria a dar errado, por mais que qualquer intervenção viesse.
A cada segundo, os olhos esmeraldados de Angela, a fracción rosada de um espada que amolecia os sentimentos a cada dia encarava a porta. Temendo que seu mestre, Grimmjow não viesse.
Ela olhava um canto qualquer e tornava sua visão novamente para a porta. O olhar da dona dos fios roxos e longos tornavam sempre à Angela, temendo o pior. A roxuda preocupava-se com coisas maiores, mas a dor que sentia ao ver sua companheira tão debilitada era indescritível.
Um vulto negro, algo e magro chuta-lhes a porta do quarto, e ambas as moças se assustam. Os olhos da rosada tornam-se determinados, esperando qualquer coisa vir da direção da porta. Já Savannah reconhecera tal brutalidade e informalidade...
- Nnoitra... — Savannah diz num suspiro lamentoso, como se a presença do ser à sua frente a incomodasse.
O sorriso psicótico torna na face do quinto Espada, um ser que trouxe nada mais à problemas para ambas presentes no cômodo.
Logo, a ira das duas se torna aparente, algo incomum em Angela, e assustador em Savannah.
- Olá, acho que estavam com saudades de mim, essas carinhas já entregam vocês! — Ele entra no cômodo, encarando cada uma a cada piscada de seus olhos.
- Seu nojento... — Savannah sente uma repulsa entrelaçar seu estômago, enquanto as memórias dos abusos que sofrera vinham à sua mente como num filme.
Ele acena de um modo corporal provocante. Se dirigindo até a dona dos longos fios roxeados.
O corpo de Savannah não correspondia. Não era medo... Ou qualquer outro sentimento de inferioridade dominando-lhe...
Era ira, a mais pura ira dominando o corpo da mesma. A respiração dela estava tensa. Num suspiro longo e demorado, ela agarra fortemente o punho de sua zanpakutou, sentindo as tênues linhas arroxeadas que enfeitavam o punho começarem a incomodarem suas delicadas mãos.
- Eu vim aqui atrás dessa patty rosada aí.
Ele se aproxima dois ou três passos, e encarou Angela à modo voraz e rude.
O sorriso estampado em sua face assustara as belas feições da rosada. Ela não queria que aquela criatura chegasse mais perto de si.
Ele torna sua atenção ao cômodo à sua volta, o tomando por completo com os olhos.
Um cômodo limpo, arejado e confortável. Que estava bem organizado. Gráças as limpezas frequentes da rosada, que adorava limpar.
Ao tempo que vira a pelúcia de um gatinho azulado, o Quinto logo solta sua voz numa gargalhada. E logo voltando a visão para as duas.
- Então o Sexto não passa de um afeminado? Ursinhos de pelúcia?! — Ele agarra o pequenino gatinho e o encara.
Angela sente seu corpo congelar. Sua feição era do mais puro choque. Ao ver as mãos do quinto — Ao seu ver impuras e nojentas. — tocar um presente de seu amado, ela não se segurou.
Savannah ficou atónita com a reação da rosada, que correra em direção ao quinto, e tornou a dar-lhe um tapa e pegar seu urso.
- Mas oquê...? — A raiva dominou as feições de Nnoitra pro completo. — Sua...!
Ela encarou ele com um olhar autoritário e sério. Abraçada à pelúcia, a rosada realmente não gostou nada de tal ser tocada por alguém como Nnoitra.
Ele pareceu furioso com tal olhar. E andou em passos rígidos e assustadores em direção à mesma.
- Você... Eu odeio quando você age como se fosse importante...! — Ele agarra-lhe seus delicados fios rosados. Recebendo um gemido de dor da mesma.
Sorrindo com a reação da mesma, ele desfere uma lambida grotesca no pescoço de Angela, que apenas apertava fortemente a pelúcia.
Savannah fica pasma. Mas logo se envolve no mais puro ódio.
- Solte-a, seu bastardo! — Savannah empunha sua zanpakutou e parte pra cima de Nnoitra, que surpreso empurra a si mesmo com a rosada na cama.
Ele parou com sua face apoiada nos seios da rosada, que deu um grito desesperado.
- Oquê diabos foi isso...? Sua puta, quando ficou tão rápida?!
Savannah estava com um olhar mortal. Um olhar desafiador e amedrontador.
- Tire suas mãos sujas dela, Nnoitra! — Ela põe sua zanpakutou na bainha e agarra o mesmo pela gola da camisa.
- Quem diabos você pensa que é?! — Ele puxa os cabelos roxeados da mesma, a lançando contra o chão.
- Olha quem fala!
Angela solta tudo preso em sua garganta nesse grito.
Sua face estava avermelhada. As lágrimas rolavam sob seu rosto e mostravam sua delicadeza. Ela põe uma fina mecha de cabelo atrás da orelha.
Ela se levanta da cama, e olha diretamente nos olhos do intruso. Ela desfere um tapa na face dele, que fica com o local avermelhado.
O rosto de Nnoitra se contorceu de uma forma grotesca. Sua paciência ja havia se esgotado, e ele logo agarra as grossas pernas de Angela, as abrindo.
Savannah sabia oquê ele tornaria a tentar fazer. Ela sentiu seu corpo paralisado.
Os gritos de Angela por socorro começaram a rolar pelo quarto, enquanto o quinto lambia seu pescoço e mordiscava a orelha dela.
Apesar de Nnoitra ser bem magro, ele era forte o suficiente para paralisar Angela. Ele estava deitado por cima da mesma, segurando seus punhos contra a cama.
Se levantando, Savannah sentia seu corpo mover-se por si só, o agarrando por trás e o puxando, livrando Angela de algo muito pior.
O clima estava sufocante, Angela respirava com dificuldade.
Ela agarrava a si mesma amedrontada, se sentindo impura e suja, se lamentando por ter sido tocada por outro homem além de seu amado.
Savannah estava relutante, segurando Nnoitra. Ele soltou-se com facilidade.
- Não!!
Angela solta um grito longo e alto, em seu desespero.
Savannah não se movia. Não sabia oquê fazer. Nnoitra a tocava como quando ela estava sob sua posse, e os traumas da roxada tornaram para atormentá-la.
- Para com isso!!!
Angela solta mais um grito. Seguidos de repetitivos "não" e "pare". O quinto apenas se virou e a encarou com um sorriso. Um sorriso macabro.
- Você sabe oquê seu querido namoradinho foi fazer? — Ele diz num tom debochado.
Angela fica apreensiva, sentindo apenas a gota de suor descer pelo canto de seu rosto. Savannah estava respirando arfante no chão, apertando a camisa como se tivesse dificuldades para inspirar o ar.
Angela encara a amiga com um rosto piedoso, desesperado. Ela cobre o rosto com as mãos como se não gostasse de ver Savannah em tal estado.
- Ele foi fazer uma visitinha a uma outra mulher. Isso não a incomoda?
Angela permanece em silêncio.
- Ele tem seus motivos! Cale sua boca, seu cachorro sarnento! — Savannah finalmente se levanta e vai até Angela, a abraçando e tapando seus ouvidos.
- Sabe, aquelas Arrankars que maltrataram vocês em seus primeiros dias estavam lá. Maltratando essa mulher.
Ambas ficam chocadas.
- E, Grimmjow defendeu aquela mulher com garras e dentes. Será que ele quer uma recompensa pelo que fez? Quem sabe... — Nnoitra as encara com um sorriso apavorante e provocante.
A expressão de Angela, que estava distorcida em fúria agora estava confusa. Algo dentro de si queimava em desespero. Ela parecia estar com algo preocupando-a.
Nnoitra agarra fortemente a cabeça de Savannah, enquanto a mesma protesta com chutes e empurrões, o mesmo prendia suas pernas e mãos com cordas.
Angela pula em cima do mesmo num ato de bravura, mas ele repete o processo em Angela. Mantendo-as presas.
- Nos solte, seu monstro! — Savannah diz com a língua afiada. Ela estava com uma expressão de total fúria.
- Shh, fiquem quietas. — Ele amarra um pano na boca de ambas, que agora não conseguiam gritar ou reclamar de algo.
O sorriso domina por completo a face de Nnoitra, que simplesmente agarra ambas e sai do cômodo aos sonidos.
O ursinho de gato azul de Angela cai. E silenciosamente, a mesma chorava enquanto Nnoitra a carregava para fora, onde as batalhas feroses rolavam.
Uma menininha, pequena e frágil, se livrava de destroços de cima de si mesma.
Mas, ao ver uma sombra maior que a mesma, ela se vira.
- A.... Ah....
Ela começa a tremer. Seus cabelos eram esverdeados, e pela máscara quebrada em sua cabeça, tornava-se claro ela ser uma Arrancar.
- S-Sexta Espada... — Ela trava a voz. Como se fosse temível apenas pronunciar o nome do ser à sua frente.
Que apenas a encarava com um desprezo perceptível e odioso.
- Grimmjow-sama...
Ele vira seu olhar para um corpo espatifado ao chão. Dá dois passos e põe seu pé embaixo do mesmo.
Num chute leve, o corpo se vira.
E ele encara sem espanto algum um buraco no peito do mesmo.
- Tch. — Ele ranze o próprio rosto. — Do jeito que eu imaginei...
Ele desvia o olhar pra um canto qualquer. De certa forma emburrado.
- I... Ichi...
A menina dos cabelos esverdeados é interrompida pelo som esvoaçante de uma capa.
Grimmjow havia trago consigo Orihime Inoue, coberta por tal capa. Ele a empurrou e a descobriu, jogando-a em direção ao corpo de Ichigo.
Suas mãos estavam protegidas por um pano. Pelo motivo das mesmas estarem fedadas com correntes.
A pequena esverdeada se surpreende, enquanto Orihime caía de joelhos ao chão.
Quando absorve o choque e o impacto, ela encara o rosto estático e os olhos sem vida de Ichigo.
E sente seu coração pulsar.
- Kuro... Kurosaki-kun...
A voz trêmula da ruiva esbanjava seu espanto.
As passadas de Grimmjow não a incomodaram. Ela parecia estar concentrada no corpo à sua frente.
- Cure-o.
Grimmjow diz de modo rude e altoritário. Foi uma ordem, e não um pedido.
Orihime espantada vira seu rosto até encontrar-se com o de Grimmjow. Que a encarava com o rosto ranzinza.
- Ichigo estava...
A pequena esverdeada se desespera.
- Ichigo estava me protegendo do cero, foi assim que ele se machucou!
Ela se agacha, e fica em uma posição reverenciando Orihime.
- Nell foi quem fez isso com o Ichigo! Ichigo estava me protegendo, foi por isso que ele está desse jeito! Se a Nell não estivesse lá, ele estaria bem!
Grimmjow começou a ficar enraivecido. Mas ignorou.
- É... É tudo culpa da Nell! Por favor eu lhe imploro, você tem que ajudá-lo!
- CALA A SUA BOCA!!!
A pequena esverdeada se assusta, encarando o dono de uma voz tão furiosa.
- Pare com essa choradeira, pirralha...! — Grimmjow aparentava mais calmaria, mas ainda sim mantinha o rosto irritado. — A próxima vez que fizer esse escândalo de novo... Eu vou te fazer em pedacinhos!
- Está... Bem... — Ela diz com a voz chorosa, mas obedientemente se cala.
- Ele pode ser curado em silêncio. Fique quieta e veja. — Grimmjow diz de modo irritado.
Orihime se esforçava. Mas algo a impedia de curar Ichigo.
Alguma coisa estava envolvendo a ferida de Ichigo. Deixando-a imcapacitada de ser curada.
- Quem foi...
Orihime interrompe a si mesma, num olhar vazio encarando o corpo de Ichigo.
- Que pode ter feito isso...?
- Ulquiorra.
Orihime o encara espantada. Não conseguia enxergar uma razão clara para o Cuarto fazer isso.
- Essa é sua marca.
Grimmjow encara a ruiva com desinteresse e uma face aparentemente emburrada. Ele sentia que algo estava errado, mas não com tal assunto.
Com suas subordinadas.
Ele opta por ignorar esta sensação. Visto que nunca a sentira antes e poderia fácilmente ser um alarme falso.
- Eu não sei se ele já percebeu mas, sempre que ele se interessa por alguma "presa", ele sempre abre um buraco nela, no mesmo local do dele.
Grimmjow se levanta, e algo o domina. Uma sensação estranha. Algo como uma rivalidade crescendo em si.
- Eu farei com que se lembre... Oquê acontece quando alguém coloca as mãos... Na presa de outra pessoa!
Grimmjow enfurece sua face, tornando-o um ser agressivo e assustador aos olhos das duas damas presentes. Elas se incomodaram por uns instantes com os dentes do Sexto rangendo, porém quando todos notaram uma melhora nos ferimentos de Ichigo, todos voltaram seu olhar para ele.
- Nell e... Inoue...
- Kurosaki-kun...! — Orihime demonstra a calmaria em seu rosto ao perceber os ferimentos de Ichigo curados.
- Ichigooooo....!!! — Nell começa a choramingar o nome do ruivo.
- Cala a boca!!! Se você tem tempo para choramingar apresse-se e cure-o logo!
- Você... Grimmjow...! Porquê você está com a--
- Você, fique quieto e deixe-a curá-lo! Eu vim até aqui só para acabar com você em suas melhores condições!
Orihime se surpreende, parecia que algo latejou em sua cabeça.
- Grimmjow! Então é por isso que você me deixou curá-lo?!
- EU DISSE PARA VOCÊS SE CALAREM! Eu deixo você curá-lo quando ele está para morrer! Eu não quero ouvir reclamações!! Agora apresse-se!
Inoue sente-se intimidada, e não consegue sequer respirar com a aura de ira que rodeava o Sexto.
- Cedo ou tarde, (N/A: A gente vai se encontraaar~ -QQQ) Ulquiorra vai perceber oquê está acontecendo e voltará para até aqui!! Então antes disso--
E, bastou dizer-lhe seu nome, que o vulto negro de Ulquiorra aparece atrás de Grimmjow, com a face coberta em sombras.
Todos se viram surpresos para encará-lo...
E, com seu desânimo aparente, encarou todos de volta.
Notas finais
Espero que vocês não nos matem pela fic estar acabando ._.
Mas eu e a Savie estamos preparando uma surpresa para todos vocês no fim! Será que vão gostar?! Eu e ela estamos ansiosíssimas ♥
~Kissus! :3
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