Clonagem

2 Capítulo 2


Notas iniciais
Sem alguém leu eu não sei, mas tá aí o segundo capítulo!

Segunda parte.

Narrado por: Monica.

Hoje, aconteceu uma coisa muito...muito...sei lá, estranha com a Magali. Eu estava andando pela rua, de boa, quando encontrei com ela.

Flashback:

-Oi Magali! Tudo bem com você?

-Eu te conheço? E quem disse que meu nome é Magali? Mas gostei, vou ficar com esse nome mesmo. Mas quem é você hein? Nós nem nos conhecemos e,você vem com papo tipo...como se nós fossemos amigas. Falando nisso, você está precisando de um regime...sem falar num aparelho para arrumar esses dentes.

-m-ma-mas, Magali...

-Nada de mas, tenho que ir.

Fim do flashback.

Como a Magali pode fazer isso comigo? Ela não é assim! E que papo é esse de “Quem disse que meu nome é Magali? Mas gostei, vou ficar com esse nome mesmo”. Tipo...será que ela bateu a cabeça? Porque ela agiu assim? Já estou deitada na minha cama faz três horas e ainda não achei resposta.

-Monicaaaa! Gritou dona Luísa abrindo a porta.

-Que foi mãe?

-A Magali está aqui, quer falar com você.

-Ah mãe...não quero ver a Magali.

-Vocês brigaram?

-Mais ou menos...depois eu te conto.

-Mas ela disse que tem que te ver agora! É muito importante. Vai lá filha, quem sabe ela quer reconciliar?

-Tem razão mãe, eu vou lá.

Fui abrir a porta correndo. Não que eu estivesse com muita vontade de ver a Magali mas...ora, estava sim! Parei em frente da porta, dei um suspiro e à abri lentamente. Atrás dela, vi um dois rostos bem preocupados. Um da minha amiga e o outro do Franja. Surpreendi-me. Não estava esperando ele.

-Franja?Perguntei.

Mas foi Magali que respondeu:

-Monica precisamos muito da sua ajuda!

-Hunnn...depende. Minha gordura e meus dentes não vão atrapalhar?

-Monica...eu... Espere aí! Não vai dizer que o meu clone te xingou de gorducha e dentuça...ou vai?

-Clone? Senhorita Magali, posso saber do que você está falando?

-O Franja me clonou, mas o clone tem uma personalidade totalmente diferente da minha. Ele desmaiou a gente jogando uma caixa de ferramentas na nossa cabeça- Magali já com lágrimas na face – Tem que acreditar em mim, Monica, por favor! Por favor!

-Eu acredito mas...onde ele está agora?

-No bairro. — Suspiro.

-Temos que ir atrás dele!

Terceira parte.

Narrada por mim.

Eles passaram a tarde inteira procurando o clone, mas nem rastros foram encontrados. Então Monica disse:

-Já está ficando tarde...tenho que ir.

-Tchau Monica. Franja e Magali disseram em uníssono, como se tivessem ensaiado.

Magali, um pouco desanimada comentou com o amigo:

-Sabe de uma coisa, Franja? Acho melhor pararmos por aqui também. E...eu estou com fome, não esqueci o lanche que você prometeu me pagar! Riu.

-Vem magá, tem uma lanchonete aqui perto.

Mas o que eles não sabiam, é que enquanto estavam comendo lanches, Quim os espionava. Pensou:

-Ah! Então quer dizer que a Magali terminou comigo e está com o Franja? Mas ele não namora a Marina? Vou descobrir isso!

******

Quim foi ao encontro de Marina. Há encontrou desenhando no parque. A puxou pelo braço e falou:

-Marina, você tem que ver onde o Franja está e tem que ser agora!

******

Enquanto isso, Cebola e Cascão conversavam:

— Você não acha melhor a gente ver a Magali? De repente, ela só estava meio estressada...você sabe como são as garotas né? Falou o sujinho.

-Acho que você tem razão! Vamos falar com ela.

******

Quando Magali e Franja saem da lanchonete, Quim e Marina, Cascão e Cebola estavam esperando. Logo mais chega Monica que fala:

-Oi Magali! Minha mãe deixou eu sair mais um pouco e... galera? O que rolou?

-A Magali é uma traidora! É isso que rolou!

Chega o clone de Magali. Confusa, Marina pergunta:

-Duas Magalis?

-Não exatamente, uma Magali é puro clone. Falou Franja.

-O quêêêê? Franja, você está louco? Clonar uma pessoa? E o clone da Magali é mau, mesmo assim não podemos matá-lo! É um ser humano! Desesperou-se Marina.

Franja não se conteve e caiu na gargalhada. Falou:

-Não é de verdade! O clone é um robô! Vocês caíram direitinho! Hahahahahaha!

A turma toda ficou de boca aberta, completamente chocados. Magali quebrou o silêncio:

-Isso não tem graça nenhuma! Todo mundo ficou preocupado e você aí, brincando!

-Ah Magali, relaxa!

-Franja, você se lembra do meu pato de borracha, que usei quando fui imperatriz do bairro?

-Como poderia esquecer?

-Sabe que eu guardei ele? Franja! Volta aqui! Eu vou te pegar! Você pode fugir mas não pode se esconder!

E a turma toda caiu na gargalhada.

Notas finais
É uma história diferente, se vc gostou não custa nada comentar, né? Beijos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!