Clavel
13 Ah, o amor!
Notas iniciais
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Gostaria de avisar que esse capítulo demorou bastante pra sair porque tive que reescrevê-lo 25 vezes contadas! Não estou brincando, não! Tudo o que eu escrevia não me agradava, mas decidi postar dessa vez porque senti que não tinha como melhorar. Sinto muito se caiu o nível, prometo trabalhar pra melhorar.
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Sem mais demora (já demorei demais, né?), curtam o capítulo!
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Quem tiver paciência leia as notas finais, bjs
Capítulo 13 – Ah, o amor!
Sasori sorriu de canto, aprovando sua própria ideia. Um bom desafio sempre deixava Sakura do jeitinho que ele gostava; pegando fogo.
Sem perder tempo, o Akasuna tirou um pergaminho de um dos bolsos de suas vestes e o abriu, realizando a invocação de uma marionete. Ainda em meio à fumaça, o ruivo coordenou um ataque em direção à Haruno que, pega pela surpresa mediante a velocidade com que as coisas aconteciam, desviou porcamente; seu braço direito ganhou um pequeno corte.
A fumaça baixou e a rosada estava sem fala. Quando seu Danna lhe propôs uma luta, tinha absoluta certeza de que ele usaria como arma Hiruko, a armadura do escorpião. Oh, como estava enganada! Bem ali, conectado às linhas de chakra do titeriteiro, estava o Sandaime Kazekage, sua segunda marionete favorita.
Sakura conhecia – e, mais do que isso; temia – o poder daquela marionete, tanto que sua mente ficou em branco. Como poderia vencer aquilo? Socando com toda a sua força?
Tinha certeza de que Sasori não apreciaria caso ela destruísse o Sandaime Kazekage...
Isso é ruim, pensou.
Sem ter a mínima ideia do que fazer, correu.
Ali estava ela, uma das mais fortes bonecas de Sasori, correndo de uma luta enquanto tentava arrumar uma estratégia para vencer. Estava em uma situação difícil e poucas possibilidades de vitória, mas ela não iria desistir.
Ouvindo o farfalhar das folhas de uma árvore, Sakura olhou para trás bem a tempo de desviar do destrutivo ataque da areia de ferro da marionete que lhe dava calafrios.
Ainda sem ideias do que fazer, permaneceu desviando e correndo, sentindo-se patética. Sasori a atingiu mais umas três vezes, causando alguns poucos cortes. O ruivo parecia estar se segurando para não causar estragos e ela se zangou um pouco.
Sem muita escolha, concentrou-se em notar um padrão nos ataques da marionete e, quando foi capaz de prever seu próximo movimento, avançou e chutou – maneirando a força, claro — o boneco no peito, enviando-o para longe.
A floresta que rodeava a cabana ficou silenciosa. Ela esperou pela volta da marionete da areia de ferro, mas nada aconteceu.
Sakura poderia ter comemorado e, de fato, estava planejando uma dancinha da vitória quando sentiu um hálito quente bater contra a pele sensível de sua nuca. Braços fortes envolveram firmemente a cintura feminina e lábios finos encostaram-se a uma de suas delicadas orelhas, sussurrando:
– Você perdeu, Sakura – sua voz rapidamente se transformando em um riso rouco. – Sinto que você não deu tudo o que tinha pra dar, mas não vou contestar; sei que não gosta de lutar contra mim. Bom, acho que é hora do meu pagamento.
Sasori pôde sentir a pele da rosada esquentar com seu comentário e, um pouco a contragosto, teve que admitir para si mesmo que gostou do adorável tom avermelhado que tingiu boa parte do rosto da garota. Não refreando suas intenções, o ruivo a mordeu no lóbulo da orelha.
– N-Não tem nada de seu pagamento nesse treinamento, Sasori-senpai – disse irritada, se desvencilhando de seu aperto. — Não combinamos nada caso eu perdesse. E eu quero mais uma chance.
– Mais uma chance? – Sasori arqueou uma sobrancelha.
– Sim – ela acenou, mais determinada do que nunca. – Você me pegou desprevenida agora de pouco, por isso falhei.
Os olhos castanhos brilharam em divertimento e ele balançou a cabeça, aceitando o pedido dela. Com um sorrisinho de escárnio na boca, ele ainda concedeu dez segundos para que ela se preparasse.
Sakura rodou os olhos com a prepotência de seu Danna, mas não reclamou. Assim que ele começou a contagem, respirou fundo e correu, tomando uma distância segura do corpo masculino. Sabia que a fraqueza de qualquer titeriteiro era combate corpo a corpo, e que talvez fosse um erro se afastar dele, mas o fato era que não tinha ideia de onde estava a marionete do Sandaime e temia outro ataque surpresa.
O problema foi que ela mal percorreu dois metros e já se encontrava de cara no chão. Seus joelhos haviam falhado do nada! Trincou os dentes, tentando entender o que acontecera.
– Oh? Estava pensando em fugir? – Sasori perguntou, divertido e, finalmente, Sakura percebeu porque tinha caído. O maldito tinha conectado a ela fios de chakra e estava controlando seus movimentos! – O que? Não consegue quebrar meu controle de chakra sobre você?
– Sasori, seu...! – Ainda de bruços, foi capaz de virar o rosto e o fuzilar. Estava pensando em diversos palavrões que serviriam perfeitamente para aquele cretino de cabelos bagunçados, mas perdeu a fala quando sentiu que ele se sentava levemente, sem soltar totalmente o peso, sobre seus quadris.
– É uma pena – comentou, deslizando os dedos pelas costas alvas da rosada. – Achei que dessa vez fosse me dar um pouco mais de trabalho.
Odiando a facilidade com que se arrepiou em reação ao toque do Akasuna, a Haruno disse com irritação:
– Certo, você ganhou, pode sair de cima de mim e me libertar dos fios de chakra!
O ruivo soltou um riso curto, extremamente rouco e insanamente sensual. Ela só pôde suspirar, enfeitiçada. Em seguida, Sasori tirou um fio rosado do rosto corado dela e o enrolou entre os dedos, aproveitando o momento ao máximo.
– Você quer mesmo que eu te liberte? – Perguntou em um tom insinuante. Sakura fechou os olhos com força – Não está disposta a admitir que gosta de perder o controle para mim?
A rosada se viu completamente sem controle de seus movimentos quando o ruivo, mais uma vez, utilizou de seus fios de chakra para fazê-la ficar de frente para ele. O criminoso encostou a ponta gelada do nariz no pescoço quente e alvo da garota, que se esforçou ao máximo para não gemer.
– P-Por que... está fazendo isso?
– Bem, Sakura, eu suponho que você poderia dizer que é o que eu gosto de fazer. Eu gosto de te provocar. – Ele deu um meio sorriso, segurando seu queixo fino com a mão firme, pegando seus lábios em um beijo. Ela não esperava por isso, portanto suas esmeraldas se arregalaram e ela não foi capaz de retribuir. Quando ele libertou sua boca, seu rosto estava desprovido de emoções. – Vou te treinar mais para que se torne um verdadeiro desafio.
•••
Irritação definia seu estado de espírito. Estava tão irritada que até mesmo o sem-noção do artista explosivo notara.
Deidara observou-a por mais alguns minutos, em silêncio. Nesta manhã, Sakura saíra para treinar com Sasori; até aí, nada de anormal. A rotina era essa quando não tinham uma “missão”: pelo menos uma vez na semana o ruivo propunha algum desafio à rosada para melhorar suas habilidades ninjas.
No entanto, Sakura voltar extremamente irritada não era normal.
– Sabia que isso é tensão sexual? – Comentou, casualmente, escondendo a amargura do tom de voz.
A Haruno estancou no lugar.
O loiro estava sentado no futon de seu quarto, aguardando o término de seu “exame”. Fazia uma semana e meia desde a luta com o Uchiha e suas costelas quebradas não pareciam muito dispostas a se curarem rapidamente, o que também o deixava irritado, muito embora não demonstrasse.
Evitava ao máximo fazer comentários cretinos, só que dessa vez não conseguiu se conter; vê-la toda mexida por causa do Akasuna atiçava seu lado irritante e insuportável.
Lado que a garota fez questão de ignorar.
– Como eu pensava, você não vai conseguir viajar a distância necessária para a reunião.
Isso Deidara já sabia. Uma reunião entre os membros da Akatsuki estava marcada para o dia seguinte e ele tinha noção de que não havia meios de chegar até o ponto de encontro no atual estado no qual se encontrava.
– Não posso dizer que lamento por isso – o artista disse em um tom lascivo – Afinal, terei sua atenção por completo durante os próximos três dias.
Para a decepção do shinobi, Sakura não entrou em sua provocação. De fato, apesar de estar visivelmente irritada, ela sequer reagiu. Não fez careta, não xingou, muito menos o provocou de volta. Sua intuição estava correta, algo devia ter acontecido durante o treino dessa manhã.
– É melhor evitar esse tipo de comportamento na frente do Sasori no Danna, Deidara. Sabe que se levar outra surra por conta disso, não poderá voltar à ativa por mais algumas semanas.
Quando ela se voltou para a porta, pronta para sair, o loiro não se conteve:
– Certo, me conte o que aconteceu.
Sabia que o Danna tinha algo a ver com sua irritação e também que iria se arrepender de conversar sobre isso com ela, mas que escolha ele tinha? Sakura estava estranha e isso o matava por dentro.
– N-Não aconteceu nada.
O loiro suspirou.
– Desembucha logo, rosinha.
Sakura fitou o piso do chão, constantemente torcendo seus dedos. Esse não era um típico comportamento dela, o que deixou a situação um tanto inusitada. Quando os olhos verdes pousaram no rosto angular do artista, ele percebeu que a feição feminina estava totalmente corada.
– Vai ser estranho conversar sobre isso com você, Deidara – sua voz estava baixa, como se de repente ela sentisse muita vergonha – Além disso, você vai me zoar.
O shinobi podia sentir que ela estava a um passo de revelar tudo aquilo que vinha atormentando-a desde que acordara, só necessitava de um empurrãozinho. Empurrão esse que seus instintos berraram-lhe para não dar, mas quem disse que ele escuta seus instintos?
– Eu prometo que não vou te zoar.
A kunoichi o analisou de cima a baixo, procurando por qualquer traço que pudesse por à prova a veracidade de sua sentença. Ao achar que não corria riscos em confiar nele, confidenciou-lhe:
– Sasori me beijou. De novo.
Deidara arregalou sutilmente os olhos. Ele não sabia como interpretar isso. Quer dizer, o tom de voz que ela usou não deixava claro se ela estava reclamando ou contanto seu segredinho sujo. Um pouco confuso, optou por questionar:
– E isso é ruim?
Sakura abriu e fechou a boca algumas vezes, pensando bem em sua resposta. O artista se permitiu ter um pouco de esperança. Se Sasori beijá-la era algo ruim, isso significava que tinha uma chance – pequena, ele admitia – de se envolver romanticamente com ela.
– Bem, não. Sim. Quer dizer, talvez – a rosada colocou as mãos no cabelo, bagunçando-o, visivelmente confusa – Ah, eu não sei! – Respirou fundo e franziu o cenho, parecendo admitir mais para si mesma: — Eu o amo, Deidara. E é... frustrante não saber o que o Danna sente. Ele não demonstra, ele não diz. Eu não sei se estamos juntos... Porque ele não age como se estivéssemos. Mas então ele me beija e me provoca e eu juro que não sei o que pensar.
Estava sem fôlego ao terminar seu “discurso”. Achou que não tivesse se expressado muito bem e que talvez tivesse deixado Deidara sem entender muita coisa, mas mesmo assim o fitou nos olhos, esperando que ele desse seu veredicto.
Inesperadamente, ele riu. Era um som nervoso, como se ele tivesse rido para não fazer qualquer outra coisa. E era verdade. Se não risse, ele poderia muito bem chorar. Certo, talvez não chorar, mas algo bem próximo a se lamentar profundamente por toda a sua vida.
Ele devia ter se tocado sobre o que ela ia dizer. Estava na cara, afinal. Sasori a deixava completamente confusa e ela não tinha amigas para desabafar ou pedir conselhos. Queria ajuda-la, mas se amaldiçoava com firmeza. Deidara sabia dos sentimentos da rosada pelo ruivo, só que ouvir a veracidade disso direto da boca dela causava uma estranha pontada em seu peito.
Então ele riu. Riu por ter perdido as esperanças. Ah, o amor! O amor era um saco!
– Eu sei que prometi que não iria te zoar, mas você é bem estúpida, Sakura — a Haruno arregalou os olhos com o peso das palavras e o loiro sentia que não devia dizer mais nada; afinal, mesmo que não tivesse chances com ela, pra que ajudar o Danna? No entanto, balançando a cabeça, ele continuou: — Sasori é um tapado no quesito emocional. Ele não vai te dizer o que sente, muito provavelmente porque ele não sabe dar nome ao que sente.
– Então... você está dizendo que...
– Estou dizendo que devia aproveitar o que ele está te oferecendo sem esperar por declaração e flores.
Sakura pareceu animada com essa perspectiva. Deidara quis se bater. Era bom que ela tivesse voltado – ao que tudo indicava – ao normal, mas sentia-se curiosamente irritado consigo mesmo por ter dado dicas para ajeitar a relação do Danna com ela.
Maldito ruivo sortudo! Deidara o faria ciente de que devia uma a ele.
•••
– Vamos lá, por favor, me deixa ir junto – Sakura implorou pela terceira vez.
– Já conversamos sobre isso – Sasori disse, com tédio. – Vou sozinho.
– Por que eu não posso ir?
– Alguém tem que ficar cuidando do imbecil – ele foi frio ao responder e Sakura se enfezou, recuando um pouco.
Na visão da boneca, se Deidara não podia acompanhar Sasori até a reunião, ela o faria. O problema foi que quando ela sugeriu isso, ele negara prontamente. O ruivo às vezes parecia fazer questão de deixa-la longe dos outros membros da Akatsuki.
O silêncio prevaleceu e o assassino da Areia Vermelha deu as costas para a cabana, pronto para começar sua pequena “jornada”, sozinho. Decidindo seguir o conselho dado por Deidara, Sakura deu dois passos para frente e segurou a blusa do ruivo.
– Sasori no Danna – ela chamou e Sasori se virou, esperando encontrar brilhantes esmeraldas fitando-o, mas se decepcionou ao notar que ela observava o chão – Tome cuidado.
O Akasuna assentiu, piscando, confuso. Ela nunca tinha dito algo do tipo. Sakura ergueu o olhar e concedeu-lhe um sorriso aberto, agarrando os ombros fortes e grudando os lábios na boca sedutora masculina.
Aquilo foi completamente inesperado para Sasori que, desnorteado, só conseguiu circundar levemente a cintura fina da garota.
•••
Confusa.
Ela estava tão confusa... Tinha que olhar repetidas vezes para os dedos para se certificar que eles ainda eram flexíveis. Os joelhos cediam com facilidade.
“O que está acontecendo aqui?” Sakura pensou.
Seu cabelo rosa bateu com força contra seu rosto congelado em estado de choque. Ela sentia medo. Muito medo. Seus instintos lhe diziam para correr, mas seus membros simplesmente não a obedeciam.
“Se esforce mais”
Então seus pés foram capazes de dar alguns passos hesitantes.
– Sa... – começou, sua voz arranhando a garganta – so... – a boca estava seca, mas ela tinha que terminar seu apelo – ri...
Sim, Sasori. Chamar por ele era sua única opção. Sabia que se o encontrasse, ele lhe ajudaria.
“Ajudar com o que?” Refletiu. “Do que eu deveria correr?”
Não importava. Sasori resolveria qualquer problema. Só de pensar em seus olhos bonitos, de um castanho derretido, em seu rosto suave e lábios impecáveis já se sentia melhor, mais leve.
Foi aí que ela se encontrou no meio de seus antigos companheiros de Konoha. Ela olhou em volta, tremendo, e percebeu que estavam todos mortos. Ino, Hinata... Até mesmo Kiba e Akamaru! Naruto... Todos... mortos.
Sua respiração ficou presa na garganta.
“Como?”
– Sasori – chamou, começando a se desesperar.
Arregalou os olhos, sentindo uma leve pressão esgueirar-se ao redor do pescoço; uma carícia mortal. Olhou para baixo para encontrar uma mão terrivelmente familiar apertar seu pescoço continuamente. Os dedos estavam revestidos com sangue; o sangue de todos aqueles que eram importantes para ela.
Sakura sabia o que estava acontecendo. Ela havia falhado. Falhado no mais puro sentido da palavra. Devia saber no que isso resultaria. Devia saber que não era capaz de salvá-lo, de trazê-lo do meio da escuridão direto para a luz.
Esse era o preço que ela pagava por falhar com um assassino.
E pela primeira vez em seis anos, ela teve medo dele.
– Sasori... O que... você... fez?
Então sua voz, sua linda, sádica, calma, rouca e absolutamente apaixonante voz sussurrou:
– Bu.
Sakura abriu os olhos, ofegante. Apertou o lençol nas mãos e olhou em volta. Reconheceu o quarto de marionetes de Sasori, na cabana de madeira que habitavam; seu quarto. Aquilo tinha sido apenas um sonho.
Um sonho horrível e assustador, mas ainda assim, um sonho. Não era real. Ela não tinha falhado. Seus antigos companheiros não estavam mortos. E ela não estava com medo do Sasori.
Levando muitos minutos para se acalmar, Sakura refletiu e teve certeza que o pesadelo provinha de sua preocupação quanto à reunião da Akatsuki. Ela estava com um pressentimento ruim sobre isso.
•••
– Já que todos os membros estão presentes, vamos começar – a voz grave de Pain soou na penumbra da caverna na qual a Akatsuki se encontrava.
– Espera – Hidan pronunciou-se de maneira cortante – Onde tá o puto do Itachi?
– Está morto – anunciou Kisame.
Sasori quase acreditou no pesar que tingia a voz do tubarão.
– Oh, então Kisame-san está sem um parceiro? – A voz fina e um pouco infantil de Tobi ecoou pela caverna – Então Tobi pode finalmente entrar de vez para a Akatsuki?
Pain observou um ponto ao seu lado, onde um vulto tomou forma. Depois, determinou:
– Estou colocando Uchiha Sasuke como parceiro de Kisame.
O Akasuna assentiu, distraído. A verdade é que levava em seus pensamentos o questionamento sobre a morte de Itachi. Quem tinha orquestrado sua morte? Quando percebeu a movimentação perto de Pain, seus ouvidos lentamente processaram o que fora dito.
Uchiha Sasuke?
O que?
Como?
Notas finais
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Well, pra quem me desejou boa sorte e energias positivas no vestibular, fico feliz em dizer que EU PASSEI :DD E aí, tem alguém por aqui que estuda na UFSCar?
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Hmm, aqui vem a parte chata de todos os meus capítulos: pô, gente, cadê os reviews? Nesse tempo que eu fiquei sem postar o número dos meus leitores dobraram e eu não recebi um review a mais! Sério, tem mais de 130 pessoas que acompanham a fic e só 15 delas comentam! Estou muito chateada com isso.
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Anyway, queria muito agradecer aos meus leitores fieis. Vocês são demais! Um beijo enorme, até a próxima ♥
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Mereço recomendações? ;33;
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